Schnee sentiu uma pressão infinita em si, que foi conjurada por vários olhares assassinos e intenções de acabar com sua vida. Ela entrou imediatamente na forma de gata e correu para as sombras.
As figuras de preto caíram no chão após o dilúvio de suas técnicas atingirem o local onde Schnee estava antes. Suas técnicas conjuntas criaram um buraco profundo, com arranhões e veios espalhados em todas as direções.
Seu objetivo era derrubar Schnee, que estava profundamente conectada a pessoa que era seu alvo número um, então a procuraram. Um deles localizou a gatinha correndo nas sombras.
No entanto, antes que pudesse correr atrás deles, a voz atraente os impediu.
Todavia, não foi a voz que causou a parada deles, foram as palavras: — Oh, perdedores. Quem falou que podem matar minha presa? Ela ainda não viu nossa orgia com o Alexander, então não podem matá-la.
Luxúria riu, ainda parada no mesmo lugar, seu corpo chamando atenção. Até as antagonistas sentiram vontade de agarrá-la, mas sua missão e ódio, causado pela palavra “perdedores” e Luxúria, sabendo claramente de suas origens, os permitiu manter o controle de seus sentimentos, seus olhos não sendo nublados pelos desejos.
— Perdedores? — disse o homem cujo status estava abaixo apenas de Yasir e Yumi, um dos antagonistas mais fortes: — Disse a existência que precisa viver no corpo de outra pessoa por mais de cem anos.
— Você falhou em pagar o aluguel e atacou ela. Isto te torna pior que um perdedor, o lixo é o que você é — o homem retrucou, levantando o arco. Ele mirou a flecha em Luxúria, envolta em uma energia sombria única girando igual a um tornado e disparou.
A mana por trás da habilidade era letal o bastante para ferir existências de nível 500 e, como o alvo da flecha era o rosto lindo de Luxúria, ela não podia levar o golpe de frente. O nível do homem também era alto, como se tivesse engolido os recursos de seu continente, pois seu nível parou orgulhosamente no 250.
Foi um progresso rápido demais, pois nenhum jogador estava acima do 200.
Entretanto, Luxúria não se moveu. Não parecia que ela faria algo porque permaneceu plantada no lugar com suas curvas para todos verem. No final, quando flecha estava a centímetros dela… dobrou, indo numa direção diferente, como se ferir a beleza de Luxúria fosse um pecado.
O homem estreitou os olhos, algo que os outros também fizeram, sentindo uma má premonição sobre este tipo de habilidade.
— Hehe~~ — Luxúria sorriu penteando o cabelo para trás das orelhas, antes de acrescentar: — Perdedores como vocês serão suficientes para matar o tempo. Mal posso esperar pela batalha do outro lado terminar.
Os antagonistas e Schnee reagiram ao mesmo tempo, pensando em seus aliados e Alex do outro lado.
Quem estava aqui?
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— Eu a odeio, ela é… — Blackburn Blade lentamente, sem um pinto de ódio, pois já estava acostumado à voz alta em seu ouvido. Aquele som vinha da dama o abraçando por trás no estilo de Stella, seus olhos vazios e lábios abertos para gritar continuamente como um demônio.
Para Blackburn, ela era um.
Blackburn Balde ergueu os olhos, tendo uma surpresa agradável porque Ivonne apareceu atrás de Alex e envolveu os braços em seu pescoço, olhando para Blackburn com ódio palpável.
Ela não conseguia ver a pessoa que a matou. Queria que este homem morresse e que fosse por suas mãos. Isso era impossível e, no máximo, Ivonne poderia ser o apoio, algo que sabia bem.
— Você também tem um demônio, entendo — Blackburn Blade riu, inclinando a cabeça para longe do rosto de seu amado demônio: — Ela parece dócil e familiar. Sorte sua… — Ele então olhou para o seu demônio: — E sorte minha, pois as coisas são mais barulhentas que aquela garota.
Blackburn Blade sacou a espada negra lentamente, seus olhos brilhando com loucura enquanto aquelas fendas vermelhas alargavam e o som de sua lâmina ressoava como um tipo diferente de raça demoníaca.
Ele sussurrou entre aqueles sons equivalente a unhas arranhando o quadro-negro: — Os gritos da minha espada, minhas presas, o som da carne e sangue sendo arrancado e pessoas caindo mortas… isso é mais alto que esta vadia.
Ivonne e Alex tremeram, pois, a aura sombria e cruel pesou com a espada negra sacada, os obrigando a explodir com seu poder bruto para aliviar a pressão.
Alex agarrou instantaneamente suas espadas com todos os braços. Ivonne ergueu os braços, pronta para liberar suas técnicas Asura. Os dois então se fundiram em perfeita harmonia, fazendo a mana abundante se juntar.
— Não há motivo para falar com este cara… Sua aura está ainda mais repulsiva que antes, então ele deve ter tido sua parcela de abate no Paraíso… Ele é um psicopata maluco… Não existe redenção para ele. — Ivonne tirou todos os pensamentos de comunicação com Blackburn Blade da mente de Alex.
Alex assentiu e preparou para uma colusão: — Ainda quero saber por que ele está aqui… Ele esteve esperando por uma abertura para fugir do Paraíso? Ele se tornou muito forte aqui? Quero perguntar várias coisas… mas é só por curiosidade…
— Em meu coração… realmente quero matar este cara… parece que este é um propósito de vida, similarmente as raças divinas — Alex riu com os olhos fixos em Blackburn Blade.
Aquele homem estava dizendo muitas coisas, mas eram sem sentido, pois eram todas sobre sua ideologia estranha e reclamações sobre seu demônio.
Ivonne acrescentou rapidamente: — Ele é como uma bola de negatividade e usa isso contra seus inimigos… A primeira colisão com ele pode ser a mais difícil para você por causa disto…
— Darei o meu melhor — Alex respondeu rapidamente antes de avançar. Ele foi devagar, preparando suas habilidades para os últimos estágios da batalha.
Entretanto, quando Blackburn Blade realizou um corte, que atingiu facilmente o torso de Alex, este último soube que seu plano era idiota. Ele não queria usar tudo desde o começo…
— Habilidade Suprema…
[Você perdeu seu Braço de Asura.]
[O Totem Divino Alado foi criado.]
Contudo, parecia que Blackburn Blade rapidamente o forçaria a revelar suas cartas.