Alexander perdeu a consciência.
Foi um evento raro ele perder toda a mana, seu PV caindo para apenas um ponto!
— Alexander! Acorde! Se acordar, prepararemos um oyakodon para você esta noite, no quarto da Stella! — Meiya disparou promessas com o tom urgente, realmente preocupada com ele.
Por algum motivo, pensou que Alex acordaria instantaneamente após ouvir oyakodon. Na sua mente, ela só acreditava que Alex fora estimulado demais sobre isto antes de vir aqui.
— Os homens com harém não são bastardos tarados? — Meiya proferiu com lágrimas inundando seus olhos, perguntando a sua filha. Stella estava mais composta, não dizendo nada enquanto curava as feridas de seu noivo.
É claro, Meiya estava fazendo o mesmo, mas seus lábios não fecharam.
— Se você não acordar, não te darei o oyakodon! — Meiya fechou os olhos com força após aquelas palavras, tremendo pelas emoções incessantes. Ela ficou feliz que Alexander se levantou por ela e Stella, mas esse seu orgulho fosse ferido?
Meiya ficou pouco tempo com Alex para entendê-lo apropriadamente, então não sabia que ele ficou impressionado e passou a respeitar a força de Danielle.
Ele não se machucaria ao perder para ela ou o fato que uma mulher o espancou.
— Você o servirá com oyakodons frequentemente, garota. Seja lá o que for isso. Se for algo que ele goste, garantirei que meu genro tenha o bastante. — Danielle veio por trás, parecendo bem, como se nem tivesse lutado.
Das suas palavras, Stella e Meiya podiam dizer que Danielle viu Alexander sob uma boa luz, apesar de tudo que aconteceu e suas energias.
Meiya se virou, encarando sua mãe com os olhos estreitados: — Você precisava bater nele até restar um ponto de vida?!
— Sim e farei o mesmo com vocês duas agora — Danielle interrompeu instantaneamente a raiva de sua filha, estendendo a mão para bater nas bochechas delas.
Seu poder estava mais fraco do que aquele que Alex recebeu.
— Ensinei meu genro a dar um tapa em troca de seus bons presentes. Vocês duas não deveriam ficar felizes? — Danielle questionou antes de levantar as duas garotas lindas. Todas elas pareciam iguais, como irmãs devido ao longo tempo de vida.
Porém, quando Danielle as abraçou com força, ficou claro quem era a mais velha e emocional.
— Senti falta de vocês duas… — Danielle sussurrou com lágrimas formando ao redor de seus olhos. Ela os fechou com força, sentindo o calor e satisfação de sua filha e neta.
Envolvida naquelas emoções, Meiya e Stella não conseguiram se mover. Elas começaram a sentir culpa, lágrimas se reuniram sem parar em seus olhos.
A marca vermelha dolorida em suas bochechas não doeu mais, pois Danielle transmitiu suas emoções a elas.
Porém, alguns minutos depois, Danielle entrou no modo vulcão de novo: — Como Alexander me enfrentou com tudo que tinha, significa que eu estava certa!
— Suas garotas idiotas e imaturas! Vocês gostaram de brincar com meu coração?!
Mais alguns tapas seguiram.
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— Ugh… — Alex acordou numa cama confortável, abrindo os olhos lentamente. Ele levantou devagar, lembrando dos eventos que aconteceram no Reino Alado até agora.
E então, viu um homem ao lado, sentado na cadeira com um charuto na boca.
— Mestre Auberon… — Alex sussurrou e então congelou, pois seu sogro revelou levemente os olhos, prendendo-o com imenso poder.
— Você pode me chamar de sogro ou apenas Auberon — ele falou antes de retornar ao modo tranquilo.
Alex sorriu como uma criança antes de sair da cama, grato pela atmosfera tranquila do homem. Também sentiu que teria uma boa conexão com seu sogro, só por aquele curto contato visual durante a conversas.
— Danielle está em choque agora que Stella revelou seus objetivos. Uma mãe e dona de casa… O último a deixou sem palavras, pois Danielle vem de uma família nobre. Ela nunca trabalhou além de cuidar das flores.
— Ela ficou perplexa e perdida quando Stella fez algumas perguntas.
— Meiya aprendeu algumas coisas, então acabou provocando sua mãe.
— E então, o vulcão entrou em erupção… — Auberon riu, pois gostava do modo vulcão de sua primeira esposa.
Ele explicou que as três atualmente estavam falando sobre café e a máquina de café, aprendendo sobre isto. Stella liderou a conversa, pois conhecia as coisas da Terra.
Alex ouviu com um sorriso estampado no rosto: — Sogro… tenho uma pergunta. Você tem uma maneira de controlar ou impedir o modo vulcão?
— Tenho. — Auberon se levantou, preparando para sair do quarto com seu genro: — Uma delas é levá-la a força ao meu quarto e me mostrar nu.
Ele sorriu antes de se virar, guiando Alex para fora.
O jovem simplesmente ficou boquiaberto para as costas do homem… Alex apenas viu e soube que este por um instante, mas foi o bastante para saber de uma coisa.
Seu sogro era realmente um homem legal.
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— Ah! Gosto mais de chá, mas café pode se tornar meu estilo!
— Ah! Gosto mais de vinho, mas café pode se tornar meu estilo!
Meiya e Danielle comentaram após beber o café que Stella preparou. A garota preguiçosa olhou para sua mãe com estranheza, pois Meiya já tinha bebido o café da Terra.
Entretanto, não conseguia se lembrar se era o mesmo café, então não insistiu mais nisto.
As emoções da sua mãe eram genuínas.
Naquela hora, Alex e Auberon entraram no cômodo. Eles tiveram uma boa conversa sobre a família de Stella, do reino e sua cultura. Era bem formal e compreensível, então Alex não ficou preocupado.
Porém, Auberon acrescentou algumas palavras sobre as coisas da qual Alex precisava ter cuidado.
Danielle sorriu para eles antes de convidá-los a mesa: — Asas negras se destacam, Alexander. Sei que você é um bom garoto, mas isso com certeza irritará outras casas. Você deve se preparar para lidar com algumas pessoas só porque tem isto.
Meiya se intrometeu: — Você viu que o Alexander pode misturar energias sagrada e maligna perfeitamente, mesmo sem nós. Se ele exibir a todos, não será o bastante?
— Não — Danielle respondeu: — E você deve saber bem o motivo.
Vendo a expressão confusa de sua filha, Auberon falou: — Toda tribo com santidade inata acredita que sua raça tem um grande propósito.
— Uma missão que mudará o mundo ou o moverá para uma direção melhor.
— Até realizarmos esse propósito, não podemos deixar nosso reino parar de existir.
Danielle acrescentou: — Nosso reino nunca arrancou as asas da liberdade do nosso povo… Eles são livres para fazer amor e viver da maneira que quiserem.
— Entretanto, no caso do Alex, receio que todos tentem o expulsar do nosso reino, particularmente após aquela mudança notável.
— Aquela mudança notável? — Meiya questionou, lembrando finalmente de seu amigo de infância protegendo os grandes portões: — O que está acontecendo, mãe?