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Supreme Harem God System – Capítulo 929

Nossa missão era assassiná-la, não a sequestrar.

— Nux.

Rune entrou no quarto de Nux. Na sua mão, estava um artefato esférico brilhando muito. Esse era o sinal de Alistair.

Porém, quando Rune entrou, percebeu que ele já estava de pé, olhando para ela.

— Dois Meio-santos e um Santo. Os três são homens-falcão. Você ficará bem?

Ele perguntou.

Rune achou estranho como um Impera- não, como um Grande Sábio estava fazendo esta pergunta, mas ela, que conhecia suas habilidades, balançou a cabeça e respondeu.

— É impossível um homem-falcão do Estágio Santo me sentir.

— Tudo bem. Vamos lá.

Nux falou.

Rune assentiu, mudou para a forma de gato e desapareceu.

Nux aguardou ela sair e ativou sua Essência. Sua “presença” desapareceu. Ele então ativou sua Ocultação e entrou no quarto de Alistair.

Era assim que “se ocultava”. Com sua Essência, encontrá-lo usando mana era impossível porque não reagia a ele. Nem o tratava como uma coisa viva, nem não viva assim. A Ocultação o deixou invisível.

A combinação das duas habilidades era assustadoramente forte.

De qualquer forma, no quarto, além de Alistair, havia três homens. Estes três eram os homens-falcões que acabaram de chegar. Também havia Rune, que estava sentada no canto, ocultando sua presença. Nux fez o mesmo e permaneceu num canto.

Ele então focou na conversa.

— Foi você que capturou a Rune?

O homem-falcão do Estágio Santo indagou num tom intimidador. Honestamente, mesmo que tivessem “capturado” Rune, em seus olhos, a Sombra do Silêncio não era nada. Ele acreditava que seria o bastante para matar todos.

— Artefato de décimo primeiro grau. — Alistair, todavia, não se importava com os pensamentos do homem-falcão ou a pergunta, declarando logo seu “preço”.

Vendo sua atitude, o homem-falcão estreitou os olhos.

— Darei o artefato, mas responda minha pergunta primeiro.

— O artefato — porém, como um gravador quebrado, Alistair respondeu.

A boca do homem-falcão tremeu.

— Você quer morrer? — ele questionou.

— Vocês três não serão o bastante — respondeu Alistair.

— Você está bastante confiante, não é? — falou o homem-falcão quando liberou sua aura.

Sua aura era opressiva. Este homem era muito mais forte que Alistair, só que este último estava fazendo tudo isto pela pessoa que salvou sua vida. Sem falar que era alguém que aguentou a aura de um cultivador do Estágio Divino não muito tempo atrás. Embora a aura deste homem fosse forte, comparada à de Eisheth, era muito inferior.

Alistair conseguia aguentar!

— Estou.

Com um olhar confiante, Alistair assentiu.

Ao vê-lo não vacilar diante da sua aura, o homem-falcão franziu a testa.

Ele não é só um Santo aleatório sem apoio e sem potencial?

Ele se perguntou.

“Não os subestimem. Não gosto de admitir, mas a Rune é forte, mais forte que eu. Se conseguiram capturá-la, então prova que não são um Salão de Assassinatos normal.”

Ele então se lembrou das palavras de Felix e olhou para Alistair de novo.

Ao vê-lo o encarar com indiferença, o homem-falcão percebeu que Alistair não era alguém que se poderia desprezar.

Este homem poderia ser muito mais forte do que ele imaginava.

Lutar aqui era uma decisão tola.

No final, ele apenas tirou um artefato em forma de caixa e colocou na mesa.

— O que é? — perguntou Alistair.

— Raiz Negra, um artefato de décimo primeiro grau. Bem, é mais como um veneno, mas tenho certeza de que um Salão de Assassinatos como você preferiria mais isto que um artefato normal. De qualquer forma, uma vez ingerido, até um Santo sentiria seu controle pela mana diminuir. Isto o enfraqueceria ao ponto de que até um Meio-santo conseguiria derrotá-lo. É um dos melhores artefatos de décimo primeiro grau que temos.

O homem-falcão introduziu.

Alistair não falou nada. Simplesmente agarrou a Raiz Negra e armazenou no anel.

Ao ver isso, o homem-falcão estreitou os olhos e perguntou.

— Agora, diga-me, como você capturou a Rune?

— Cercamos e a capturamos.

O homem-falcão ficou insatisfeito.

— Quando fez isto?

— Doze dias atrás.

O tempo combinava.

Essa foi a época em que Rune desapareceu, conforme a informação de Felix.

— Onde ela está?

O homem-falcão indagou.

— Matamos — Alistair respondeu com um olhar inexpressivo.

— Hã? — O homem-falcão franziu a testa.

— Ela foi complicada de enfrentar, não conseguimos capturá-la viva. Ela morreu doze dias atrás.

— O quê…?

O homem-falcão estreitou os olhos.

— Se relatasse sua morte, eu não seria pago. Nossa missão era assassiná-la, não a capturar.

— Completamos a missão, então merecemos a recompensa.

Alistair respondeu.

A expressão do homem-falcão mudou.

Ele sabia quão chateado Felix ficaria.

Ele não desejava que Rune morresse.

Esse não era seu plano, ele só queria cercá-la e capturá-la, mas estes bastardos arruinaram tudo!

O homem-falcão rangeu os punhos com raiva e exigiu com um olhar frustrado.

— Me entregue o corpo.

— Destruímos. Ela pertencia à Família Feline. Não podemos arriscar ao manter o corpo dela. Após cortarmos seu dedo para usar como prova, destruímos o corpo.

— … Você está brincando comigo? — A atmosfera do quarto mudou.

O homem-falcão estava enfurecido.

Primeiro, estes bastardos arruinaram os planos.

Agora, eles até destruíram o corpo de Rune.

Estes desgraçados!

— Você realmente acha que eu não mataria você aqui e agora?

O homem-falcão indagou.

— Como falei, era uma missão de assassinato e completamos. Não fizemos nada de errado.

Alistair respondeu com calma.

— É mesmo? Então, e se você não a tivesse matado? E se ela tivesse conseguido fugir enquanto tentavam matá-la? Como tenho certeza de que não está tentando me enganar agora?!

O homem-falcão lançou uma série de perguntas.

Ao ouvi-las, as expressões de Nux e Rune mudaram.

Isto…

Eles não tinham nada para provar a morte de Rune…

E se não podiam provar…

Então o plano seria destruído antes mesmo de começar…

O inimigo já estava alerta; se falhassem aqui, seria um grande problema.

Merda…

Nux xingou enquanto rangia os punhos.

Amaya, que estava a par da situação por Nux, tinha uma aparência solene. Ela esperava esta situação e preparou um plano alternativo, só que esse plano era um pouco ineficiente, então tinha esperanças de isso não acontecer.

Porém, a sorte não estava do seu lado.

Com um suspiro, Amaya preparou-se para usar o plano B.

Porém, Alistair respondeu.

— Contrato. Eu assinarei o contrato.

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