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Supreme Harem God System – Capítulo 925

Felix Feline.

— Lorde Felix!

Um homem-gato gritou ao entrar no cômodo com uma aparência de pânico. No cômodo luxuoso estava um homem de cabelos brancos, orelhas de gato, olhos verdes e feições fortes. Ele era Felix Feline, irmão de Rune e outro competidor à posição de sucessor.

— Leo, por que está em pânico desse jeito? Isso não é do seu feitio.

Felix comentou com calma.

Neste assunto, ele lembrava muito Rune.

— É o grupo de assassinos que contratamos! E-Eles falaram que já capturaram a Lady Rune! — Leo, o servo mais leal de Felix e um cultivador do Estágio Meio-santo, relatou com uma aparência urgente.

— O QUÊ?!

Felix gritou em choque.

— Como isso é possível?! Eles não deveriam ser capazes disso!

— Não sei como fizeram, mas…

Leo estendeu a mão.

Os olhos de Felix fixaram-se na mão de Leo e sentiu um cheiro.

— É a Rune…

Não havia dúvidas disso.

Ele nem teve que checar o conteúdo no anel de armazenamento. Aquele dedo pertencia a Rune.

— Eles enviaram o dedo como prova e estão pedindo por um artefato de décimo primeiro grau, senão vão soltá-la — relatou Leo.

— Eles estavam escondendo sua força…? — Felix perguntou com um olhar irritado. Ele não gostava de como as coisas davam errado do planejado.

— É provável que seja o caso.

— Não temos escolha, precisamos contatar o Aragorn — disse Felix.

— … Tem certeza? E se for uma armadilha? — Leo perguntou com dúvidas.

— Que tipo de armadilha poderia ser?

— A Lady Rune pode estar viva. Existe a chance de ela suspeitar do Aragorn e tudo isto ser uma armadilha criada para confirmar que ele está trabalhando para você.

— E como ela saberia qual Salão de Assassinato contatamos? Sem falar no local em que nosso homem está escondido e nos detalhes da missão. Como ela saberia disso tudo?

— … E se o Salão de Assassinato a contatou e ela pensou neste plano…? — respondeu Leo.

— …

Felix ficou quieto.

 Isso era possível. Embora os Salões de Assassinatos nunca fizessem algo assim por poder afetar muito sua imagem, não era uma teoria impossível.

— Então… o que devemos fazer…? — ele indagou com incerteza.

— Precisamos ver a Lady Rune.

— Hã?

— Precisamos ver se eles a capturaram ou não.

— E se for uma armadilha também? Nos rastrear por meio das pessoas que usamos para dar a missão não é impossível.

— Mesmo que a Rune tenha dúvidas de que tenhamos contratado os assassinos para matá-la, ela não terá nenhuma evidência. A gente no Salão de Assassinato seria uma evidência definitiva que poderia ser usada contra nós.

— E não podemos enviar um subordinado qualquer, já que, se o Salão de Assassino realmente a tiver capturado, então precisamos de alguém que saiba da situação toda e que possa lidar com eles.

A voz de Felix estava cheia de dúvidas.

— Não é como se tivéssemos que ir pessoalmente. Você pode pedir pela ajuda “deles” — falou Leo.

— Hã?

A expressão de Felix mudou.

— Se os usarmos, então, mesmo que seja uma armadilha, a Lady Rune seria incapaz de fazer algo e suas dúvidas seriam sanadas. Assim, quando ela voltar, podemos simplesmente atacá-la aqui e continuar com o plano.

— Não temos um Salão de Assassinato para usar como bode expiatório; só precisaríamos garantir uma situação em que não precisemos de um.

Leo explicou e, quanto mais ouvia, mais Felix sentia que era um plano ótimo.

Após considerar tudo, Felix assentiu.

— Contatarei eles.

Leo assentiu. Felix pegou uma esfera, infundiu mana nela e começou a brilhar.

Logo, uma figura encapuzada apareceu dentro da esfera.

— Preciso da sua ajuda.

Felix disse.

— Já?

— Algo aconteceu e não quero ser imprudente.

— Tudo bem. Nos encontraremos no ponto de costume em uma semana.

— Entendido.

Felix assentiu, a figura desapareceu e a esfera retornou à sua aparência original.

— Por que uma semana? — Leo não conseguia entender.

— Precisamos permanecer o mais natural possível. Se agirmos de maneira estranha assim que algo acontecer, será suspeito.

— Então, não deveríamos esperar um mês?

— Esperar demais é desnecessário. Além disso, os assassinos do Salão de Assassinato não são pacientes. Se possível, preferiria a Rune viva — Felix respondeu.

Leo assentiu.

— De qualquer forma, aja naturalmente e continue com suas tarefas diárias. Não estrague tudo — Felix disse.

— Ao seu comando, Lorde Felix.

Assim, o tempo passou. Diferente do que Rune, Amaya e Nux esperavam, Felix e seus homens não fizeram movimentos estranhos. Ninguém contatou a Sombra do Silêncio.

Rune até começou a ter dúvidas sobre a teoria de seu irmão estar por trás de tudo isso.

E se Aragorn nunca tivesse estado do lado de seu irmão?

E se ela estivesse pensando numa direção completamente diferente?

Desta vez, Amaya e Nux também ficaram quietos.

Normalmente, eles aproveitariam a chance para ficar de olho em Felix e Aragorn, mas o problema era que os dois nunca saíam da mansão.

Nux estava confiante em sua ocultação porque até o pai de Melia, Orpheus, não conseguia sentir, mas Oberon era um homem-gato. Eles eram especialistas em ocultação e sentido. Oberon era melhor nesse quesito que Orpheus.

Estava tudo bem por uma ou duas horas, mas Nux não ousou ficar de olho no filho de Oberon por dias.

Ele só podia esperar fora da mansão por Felix.

Um plano ineficiente que ele estava prestes a desistir.

Porém, Felix finalmente se moveu.

Em vez de se mover no meio da noite, Felix decidiu sair de tarde, diante de todos, agindo da maneira mais natural possível. Logo, todavia, usou a Forma de Gato, ativou a invisibilidade e se moveu até um local secreto sem saber que havia alguém o seguindo.

Ele estava encontrando um aliado e, quando Nux avistou quem era, sua expressão mudou.

Ele finalmente achou uma pista.

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