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Supreme Harem God System – Capítulo 970

Líderes de Yrniel (2).

— Ei, baixinho, cale a boca se não quiser ser chutado como a bola que é.

Arion, é claro, não se importava com quão bom ferreiro fosse Durgan. Ele apenas retrucou e até usou a palavra tabu.

Durgan olhou para Arion.

— O que está olhando? Honestamente, me sinto mal pelo seu pescoço, já que deve ficar cansado de apoiar a cabeça ao ficar olhando para cima o tempo todo. Descanse mais, baixinho.

— Pffft!

Um dos bestiais tigres atrás de Arion riu alto.

— …

As outras pessoas ficaram caladas.

Isto… poderia ser ruim…

— Você realmente está tentando ao máximo não ter mais artefatos na sua cidade, não é? — comentou Durgan.

— Está me ameaçando? — Arion estreitou os olhos.

— E se eu estiver, cabeça de merda? — Durgan não ficou com medo.

Os dois cultivadores do Estágio Divino se entreolharam e, desta vez, até Alaric e os outros cultivadores de Estágio Divino ficaram alarmados.

A última coisa que queriam era que uma luta ocorresse.

No momento em que Alaric pensou em se intrometer, um sorriso amplo apareceu no rosto de Arion e ele tirou um papel.

— Hahahaha! Estava esperando por isso, pequenino! Aqui! Veja isto! Você não pode cortar os suprimentos de artefatos mesmo se quisesse!

Arion riu alto. Ele tinha um contrato assinado com os anões, declarando um fluxo estável de suprimentos pelos próximos dez mil anos.

— Então, você tem um contrato… — Durgan murmurou.

— Como é, hein?! No momento em que o prazo mencionado neste contrato terminar, seus velhos ossos já terão virado pó! Hahaha! Não há nada que possa fazer contra mim agora!

— Hmm. Não vejo nenhuma cláusula que declara a qualidade dos artefatos. — Enquanto Arion ria e se gabava com o contrato em mãos, Durgan comentou.

— Hã? — A expressão de Arion mudou.

— Devemos ter uma boa conversa sobre isto depois, Arion — expressou Durgan quando se virou para Alaric. — Devemos ir agora?

— Ei, ei, ei, baixinho! Você sabe que eu estava brincando, certo? Eu não estava falando sério! — Arion correu atrás de Durgan e agarrou seus ombros.

Desta vez, um sorrisinho arrogante surgiu no rosto de Durgan: — O que posso fazer? Sou apenas um baixinho.

— Ei!

— Heh, nunca fico entediado de ver vocês. — Arcturus riu.

Alaric apenas balançou a cabeça.

— Lorde Alaric, não vamos? — Lyriana perguntou com um olhar calmo.

— Bem, há-

Alaric estava prestes a responder, mas então o artefato em seus olhos brilhou.

— Eles chegaram.

Ele comentou quando olhou para o círculo de teletransporte. O círculo brilhou e mais algumas figuras apareceram. Eles eram os representantes dos humanos. Os Imperadores dos três Impérios Humanos e seu povo.

— Verdade, esqueci completamente que eles existiam — comentou Lyriana quando olhou para os humanos.

Era nítido pelo seu comentário que os elfos e humanos não tinham uma boa relação.

— Heh, você só está ficando mais velha, Lyriana. Admita isto e apenas arrume um caixão. — Argus Zhephyrion, o Imperador do Império de Zhephyrion, respondeu quando olhou para Lyriana.

Argus era um homem loiro de olhos azuis e rosto severo. Ao ouvir as palavras de Lyriana, não se conteve e retrucou.

— Não consigo acreditar que você ainda não consegue derrotar essa “velha”. Seu povo deve estar decepcionado. Ah, espera, seu povo já é uma decepção. — Lyriana disparou de volta.

— Verdade, somos a decepção. Afinal, nós que nos escondemos nas profundezas da floresta enquanto outras raças governam o continente. — Draven Celestria, o Imperador do Império de Celestria, comentou com calma. Ele era um homem de cabelos brancos e olhos prateados e, pela sua expressão calma, dava uma vibração misteriosa.

— Engraçado como as pessoas “governando” o continente não têm coragem de entrar na floresta e ainda ousam dizer que estamos “escondidos”. Bem, o que eu esperava?

— Pelo menos meu povo não tem que sair da “floresta” porque não conseguimos sustentá-los — comentou uma mulher de cabelos azuis compridos e olhos azuis.

Ela era Aurelian Stillwalker, a Imperatriz do Império da Eternidade.

— Por favor, os humanos são a última raça que poderia comentar sobre algo assim. Existem humanos por todo canto do mundo, nem me façam começar. Se reunirem todos os humanos nos seus três “reinos”, então esquece sobre sustentá-los, até administrar seus impérios seria difícil em poucos séculos.

— Ah…

— Tudo bem, chega.

De repente, Arcturus falou.

Por mais que estivesse gostando disso, eles não estavam sozinhos. Brincar assim na frente de seu povo era algo vergonhoso, mesmo que fossem subordinados e familiares mais confiáveis.

Arcturus não deixaria este comportamento vergonhoso persistir.

Vendo que estavam agindo de maneira inadequada, Lyriana e os três Imperadores Humanos ficaram quietos. Arcturus então se virou para Alaric e assentiu. Alaric assentiu de volta e o círculo de teletransporte brilhou novamente.

— Hmm? Quem é desta vez? — Arcturus franziu a testa em confusão.

Todos já estavam aqui.

— Quem mais recebeu um convite direto? — Durgan perguntou com curiosidade.

O casamento foi organizado pela Família Real do Reino de Sangue. Embora qualquer um pudesse comparecer ao evento e se juntar às celebrações, havia só alguns que receberam um convite direto.

E, é claro, nenhuma pessoa normal poderia receber um “convite direto”, já que todas as pessoas que receberam um já estavam aqui. Vendo que estavam esperando por mais alguém, Durgan e os outros ficaram curiosos sobre quem era a pessoa.

— É o pessoal do lado do noivo — respondeu Alaric com um leve sorriso.

Com curiosidade brilhando em seus olhos, os líderes olharam para o círculo de teletransporte. Pyrax então franziu a testa.

— Eisheth? — Ele chamou.

— Há quanto tempo, Lorde Pyrax — respondeu à Rainha Súcubo com um sorriso brincalhão.

Sim, mesmo diante dos líderes do mundo, Eisheth não perdeu a confiança e o sorriso brincalhão.

Eisheth então olhou para os outros líderes demônios dos cinco Países Demoníacos mais fortes e se curvou. Em seguida, virou-se para Alaric.

— Saudações, Lorde Alaric.

Alaric assentiu com um sorriso leve.

Então, seus olhos pararam na mulher que atraiu a curiosidade assim que apareceu.

— Saudações, Lorde Alaric. Peço desculpas no lugar do meu pai por não poder comparecer ao casamento. Ele sofreu algumas feridas graves da sua batalha recente, então, como sucessora, vim no seu lugar.

Rune se curvou e cumprimentou respeitosamente.

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