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Supreme Harem God System – Capítulo 341

Ela virá comigo.

— Ember Windstar, você confia em mim?

— Hã?

Ao ouvir a pergunta repentina, Ember franziu a testa.

— Vamos, você pertence a mim agora, Ember.

— Você confia em mim de todo coração, certo?

A expressão de Ember ficou momentaneamente corada antes de voltar ao normal e perguntar.

— O que está planejando?

— Bem, contarei após responder minha pergunta.

Nux sorriu.

— Você é irritante.

Ember reclamou.

— Então? Você confia em mim?

— Não importa se confio em você ou não. Sou sua agora, você tem a responsabilidade de cuidar de mim. Você pode fazer o que quiser e eu seguirei.

Ember respondeu.

— Hmmm, não falei que você era do tipo tímida.

Nux comentou.

O rosto de Ember tremeu e retrucou com raiva.

— Você vai me contar o que está pensando ou não?!

— Tudo bem, tudo bem, não precisa ser tão agressiva. Vou contar.

— Vamos fugir.

— Hã? — Ember franziu a testa.

— …

Nux, todavia, não explicou mais e continuou olhando para Ember com um sorriso.

— Não acabei de contar o problema? Não posso fugir, não tenho para onde ir.

— Você não precisa se preocupar com isso, tenho um plano perfeito de onde você pode viver sem problemas.

— Você só tem que concordar e me seguir.

Nux respondeu.

— …

Ember ficou quieta e começou a pensar.

— … E quanto aos meus soldados…?

No final, ela expressou suas preocupações.

— Eles vão enfrentar um exército muito mais forte. Se eu não estiver aqui, vários perderão a vida.

— Não quero que isso aconteça.

— As coisas seriam mais problemáticas se ficar aqui, Ember.

— Atualmente, não tem como você e seu exército vencer. Se as duas nações colidirem, sua derrota é inevitável. Existem sete cultivadores do Estágio Rei no acampamento inimigo e nem estou falando do Imperador agora.

— Se seu exército quiser vencer esta guerra, a única maneira é buscar ajuda do Soberano. Porém, com seu relacionamento com o Soberano, aquele homem jamais ajudaria, o que acarretaria seu sofrimento e de seus soldados.

— Agora, a única coisa que pode fazer é fugir, pois assim, você ficará segura e o Soberano seria forçado a ajudar o exército porque o General recém-indicado é seu subordinado.

— …

Ember ficou quieta.

— Então o problema real sou eu…?

Ela perguntou.

— Não, o problema não é você, Ember.

— O problema é o Soberano. No entanto, desde que o Soberano tem o poder, não podemos enfrentá-lo agora.

— Portanto, teremos que recuar.

Nux respondeu.

Ember assentiu e falou.

— Entendo, sairei com você. Porém, não sairemos hoje.

Desta vez, a determinação nos olhos de Ember estava inabalável.

Ela não era de desistir e Nux sabia disso.

Contudo, ele ficou curioso.

— Por que diz isso?

— Escreverei uma carta de renúncia ao Soberano e só partirei quando o próximo General chegar. Não deixarei meus soldados sem líder, mesmo que por um dia.

— Não sei quando aqueles bastardos atacarão novamente.

Nux olhou nos olhos ardentes de Ember e sorriu.

— Tudo bem, faremos como disse, mas na conversa com os Vice-Generais, conte apenas o que eu disser, okay?

— Feito.

Ember assentiu e começou a escrever a carta.


— Preciso da sua ajuda.

— Conte comigo.

Thyra assentiu e foi até os Vice-Generais que estavam discutindo algo com expressões solenes.

— Não gostei da expressão no rosto de Finkelstein quando foi embora.

Thyra falou.

Os três Vice-Generais olharam para ela e Laurence concordou.

— Também não gostei.

Thyra continuou.

— A General também não saiu, estou preocupada.

Laurence olhou na direção da tenda de Ember e estreitou os olhos.

— Não se preocupe, ela sairá logo.

— Sei disso.

 Thyra deu um aceno e logo, Ember saiu da tenda com uma expressão solene.

Thyra e os três Vice-Generais correram na direção dela.

— General, o que aconteceu, o que a carta do Soberano dizia? — Laurence perguntou.

Ember olhou para os quatro na sua frente ao responder.

— Ele se recusou a nos ajudar de qualquer maneira possível.

Laurence franziu a testa.

— Por que você tem essa expressão então? Já não esperávamos isso?

— Tem algo que você não está nos contando, não é?

Thyra estreitou os olhos e perguntou.

Laurence e os outros Vice-Generais franziram a testa.

Vendo que ela não podia esconder mais, Ember suspirou.

— O Soberano me mandou desistir da minha posição como General e retornar.

— O QUÊ!?

Os três Vice-Generais gritaram em choque.

— Por que ele faria isso!?

— Ele ficou louco?!

— Onde mais ele encontraria um General melhor que você?!

— Espera… é aquele bastardo do Finkelstein?

— NÃO! Jamais serviria aquele bastardo como líder!

— Concordo! Preferia morrer!

Os Vice-Generais mostraram sua rejeição, mas Laurence… ficou estranhamente quieto.

— General…

— O que é? — Ember indagou quando se virou na direção de Laurence.

— … Está relacionado “àquele” incidente?

— … Sim. — Ember assentiu e os três ficaram quietos.

— Aquele bastardo! Ele quer forçar você a se casar com ele!

— Isto é inaceitável!

— Sim! Não aceito isto! Também sairei do exército! Não quero servir mais a Dinastia!

— Sim! Seguirei a General!

— Concordo.

— Não, não permitirei.

Ember, todavia, balançou a cabeça.

— Por quê?

— Lembre-se, sua família ainda está vivendo na Dinastia. Não façam algo idiota, isto pode prejudicar suas famílias no futuro.

— Eu sou diferente, minha família já me abandonou.

— …

Os Vice-Generais ficaram quietos.

— … O que você fará agora?

Após um longo silêncio, Laurence perguntou.

— Não posso voltar à capital, você sabe o que aconteceria se eu fizesse isso — Ember respondeu.

— Então, para onde planeja ir?

— Ela vai comigo.

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