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Supreme Harem God System – Capítulo 931

Você é bem útil, meu amigo.

— PORRA!

Crash!

Bam!

Felix gritou com raiva enquanto jogava um vaso numa parede.

— Aqueles desgraçados! Eles ousaram matar minha irmã?!

Ao lado estava Leo, que tinha acabado de retornar da reunião enquanto carregava o contrato assinado por Alistair.

Esta era a prova de que a Sombra do Silêncio capturou Rune viva; era uma mentira, falaram aquilo só para que pudessem receber a recompensa.

Este contrato provava que Rune estava morta.

Ele relatou tudo a Felix.

E quando Felix soube da verdade, explodiu de raiva.

— Lorde Felix, não tem nada que possamos fazer agora. Foi culpa nossa não fazer uma checagem apropriada.

Leo falou num tom respeitoso.

Felix olhou para ele, mas não vacilou. Apenas permaneceu ali com a cabeça abaixada.

Felix rangeu os punhos de raiva, mas no final, sabia que Leo estava certo.

Não era culpa da Sombra do Silêncio. Eles só concluíram a missão dada. Eles só deram a missão com a intenção de usá-los como bode-expiatório e nunca consideraram a conclusão dele.

— Ainda não entendo… como aqueles bastardos mataram a Rune?

— Conheço minha irmã melhor que ninguém. Mesmo que não sejamos mais próximos, ela ainda era alguém muito mais forte que eu. Sei que ela é capaz o bastante de manter sua vida mesmo com alguns cultivadores do Estágio Santo a atacando, então como…

— Eles têm um cultivador do Estágio Divino os apoiando? — indagou Felix.

— Isso é altamente improvável, Lorde Felix. Nenhum cultivador do Estágio Divino assassinaria a filha de outro cultivador do mesmo nível só por um artefato de décimo primeiro grau.

Leo balançou a cabeça.

— Então, eles têm alguém no auge do Estágio Santo?

Essa era a única maneira de alguém como Rune morrer. Se não fosse um cultivador do Estágio Divino, então devia ser alguém no auge do Estágio Santo e mais alguns Santos no meio.

— Mas segundo nossa informação, a Sombra do Silêncio só tinha um cultivador do Estágio Santo…

Felix franziu a testa.

— Lorde Felix…

De repente, Leo chamou com um olhar incerto.

— O que é?

— … Será que os falcões estão por trás disto…?

— Eles queriam matar a Lady Rune desde o começo… Será que pensaram neste plano após você rejeitar a sugestão de matá-la…?

Leo declarou sua teoria.

Se fossem os falcões, então definitivamente tinham poder o bastante para matá-la. Havia a chance de terem decidido conversar com a Sombra do Silêncio pelas suas costas e decidido matar Rune.

Sem falar que deram um artefato de décimo primeiro grau e pronto…

Suas ações eram definitivamente suspeitas.

— Eu já falei, não? Não duvide deles. Não temos tempo para lutas internas.

Felix falou com frieza.

Ao ver aquela aparência, Leo ficou surpreso. Felix nunca direcionou este olhar para ele. Leo não conseguia entender o motivo de Felix estar tão obcecado em ajudar os homens-falcões neste plano.

Mesmo que ele fosse o subordinado de maior confiança de Felix, ele ainda foi mantido às escuras de tudo.

— Nem devemos considerar esta possibilidade, Lorde Felix? — Leo não queria desistir.

— Leo.

Felix falou de repente.

— Não duvide deles.

— C-Como desejar, Lorde Felix.

Leo só podia desistir.

Felix então para Leo.

— Não é que não confie em você, Leo. Só não quero que se envolva ainda mais nesta bagunça.

— Não se preocupe, confie em mim e faça o que digo.

— … Sim, Lorde Felix.

Leo assentiu.

— Por favor, chame o Aragorn.

Felix disse.

— Tem certeza?

— Já temos o contrato, Leo. A Rune está morta, não temos que nos preocupar em sermos pegos.

— Não pude salvar a Rune e me arrependo por isso.

Felix expressou com determinação.

— Agora, todavia, tenho que continuar com o plano. Chame o Aragorn.

Ele mandou.

— Ao seu comando, Lorde Felix.

Leo se virou e saiu.

Felix respirou fundo. Finalmente era hora de começar o que vinha preparando por anos.


Por outro lado, no prédio da Sombra do Silêncio.

— Lady Rune, esta é a nova missão de assassinato que recebemos.

Alistair falou.

— Se vai tomar todas as decisões sozinho, por que se incomodar de me mostrar?

Rune falou com frieza.

— …

Alistair ficou quieto.

Fazia quatro dias e Rune ainda estava com raiva.

Não era ele que estava arriscando a vida aqui? Um subordinado leal como ele deveria ser bem tratado, não? Por que Lady Rune estava mais fria que o normal?

— Lady Rune, eu-

Alistair queria confrontar Rune.

— Parece que a Lady Rune ainda está com raiva da tolice que o Alistair fez.

Nux entrou pelo portal e falou com um sorriso.

Ele olhou para Rune e balançou a cabeça.

— Tsk, tsk. Lady Rune, não tenho ideia do que faria sem mim.

Nux bufou enquanto balançava a cabeça.

— O que você quer dizer…? — Rune perguntou.

Ela não estava com vontade de ouvir piadas agora.

— O que mais? Não aguentava ver como você estava triste, então decidi fazer algo sobre a situação.

— O que você fez? — Rune estreitou os olhos em confusão, mas um toque de esperança era nítido em seus olhos.

Mesmo que Nux estivesse no Estágio Grande Santo, ele era mais capaz que qualquer um que ela já conheceu.

Nesta posição, ela estava disposta a apostar no azarão.

— Segui aqueles homens-falcões até a Cidade do Falcão Skythorn. Vi ele entregando o contrato para aquele Leo, então deve estar com o Felix agora.

— Será muito mais simples retirá-lo dele, então não precisa se preocupar. Este idiota não morrerá.

Nux explicou ao apontar para Alistair.

— O quê…?

Alistair não conseguia acreditar no que ouviu.

— Você está dizendo a verdade? — Rune perguntou.

Pela forma que estava falando, podia-se dizer quão emocionalmente afetada ela estava.

— É claro, jamais mentiria sobre i-

Nux assentiu, mas antes que pudesse completar a sentença, Rune disparou e o abraçou com força.

— Obrigada!

Ela expressou sua gratidão num tom emocional.

— Sso…

Nux ficou surpreso.

Tudo aconteceu tão rápido que nem conseguiu reagir. No momento em que recuperou os sentidos, Rune já havia se afastado.

E, sem dizer nada, ela desapareceu.

Nux permaneceu ali, congelado.

Ele só saiu do atordoo quando Alistair deu um tapinha em seu ombro.

Nux olhou para o homem.

— Acho que você não precisará me pagar, no final das contas. Você é muito útil, meu amigo.

— Hã…?

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