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Supreme Harem God System – Capítulo 940

Pensar que minha fofa Melzinha…

— Mel! Você está aqui! Como esteve?!

Lazarus, que rapidamente abraçou sua irmãzinha, perguntou com um grande sorriso.

— Irmão.

Melia chamou, abraçando de volta.

Os irmãos se abraçaram por um minuto antes de finalmente se separar. Os sorrisos em seus rostos eram o bastante para dizer aos outros como estavam felizes.

— Irmã Mel.

As três esposas de Lazarus chamaram com sorrisos no rosto.

Uma por uma, Melia abraçou todas.

— Mel, é ótimo ver você. — Luciana, a primeira esposa de Lazarus, falou com um sorriso.

— Há quanto tempo.

Melia sorriu de volta.

— Como seu clã está indo?

— Estamos-

Melia estava prestes a responder, mas então Lazarus falou e estreitou os olhos.

— Melia…

— Irmão…? — Melia inclinou a cabeça em confusão.

— O que você fez? — Lazarus perguntou.

— O que quer dizer, irmão? — Melia perguntou de volta.

— Seu sangue… foi aquele humano? Nux Leander?

Lazarus questionou.

Melia, que entendeu o que seu irmão estava falando, corou.

— !!!

Lazarus e suas esposas arregalaram os olhos de surpresa.

Melia… E pensar que esta garota normalmente inexpressiva exibiria uma expressão destas!

Luciana e suas irmãs começaram a ter pensamentos diferentes em suas mentes.

Do que Lazarus estava falando? O que aconteceu com o sangue de Melia? Por que foi mencionado o nome de Nux? E mais importante, por que Melia estava corando assim?!

Honestamente, as três não eram idiotas. Elas tinham uma ideia aproximada do que aconteceu. Contudo, a “ideia aproximada” em suas mentes era tão inacreditável que se recusaram a acreditar; isso foi até…

Melia assentiu corada.

— Você…

Lazarus não conseguia acreditar.

— Você bebeu sangue daquele humano… O que aconteceu? Você foi atacada? Você está bem? Por que não nos contatou?!

Lazarus perguntou com preocupação.

Vampiros sem parceiros só bebem sangue de outras raças inteligentes além de seus parentes sob duas condições. Primeiro, se decidissem ser parceiros com a pessoa pelo resto da vida. Segundo, quando estavam feridos, ao ponto em que sua regeneração e poções de cura não estavam funcionando.

Esse foi outro motivo pelo qual os vampiros eram tão temidos. Se tivessem sangue o bastante, até as feridas fatais poderiam ser curadas.

É claro, isso não era importante agora.

Lazarus, que assumiu automaticamente que sua irmãzinha foi atacada, ficou preocupado e enfurecido.

Quem foi o bastardo que feriu sua irmã ao ponto de ela ser forçada a beber sangue de outro homem?

— Por que não nos chamou?! Você poderia ter pedido minha ajuda! Você também tinha esta habilidade de portal para vir aqui! Por que não usou!?

Lazarus disparou um monte de perguntas.

— Quem foi?! Diga o nome! Vou cuidar desse bastardo!

Lazarus declarou, seus olhos carmesins ardiam de raiva enquanto a mana a sua volta agia violentamente.

— I-Irmão…

Melia, que percebeu que seu irmão havia entendido errado, quis esclarecer, mas antes que pudesse…

— Querido, foi aquele humano, Nux Leander.

Esme, a segunda esposa de Lazarus, comentou com um sorriso brincalhão.

— Hã? — Lazarus franziu a testa. Sua expressão atual era assustadora.

Aquele homem a traiu?

Ele se perguntou. Ele era tão impulsivo que nem notou a expressão brincalhona de Esme ou se perguntou como ela sabia disto.

— De fato, foi aquele humano. Ele prendeu nossa Melzinha em sua armadilha e selou todas as rotas de fuga. O ataque que ele usou foi tão letal que nossa Mel falhou em esquivar e, no final, foi forçada a beber seu sangue de bom grado.

Esme comentou enquanto balançava a cabeça. Era como se ela estivesse tentando contar uma história infeliz.

— Certo, Mel?

Esme olhou para Melia e perguntou com um grande sorriso. Luciana e Claudia também estavam sorrindo.

— O-O quê…?

Lazarus não conseguia acreditar.

É claro, ele podia ser mais lento que suas esposas, mas não era idiota. Vendo o rubor no rosto de Melia, conseguiu entender a história toda.

Melia não foi atacada, essa garota… escolheu aquele humano como parceiro.

Notando o olhar de seu irmão, Melia abaixou a cabeça envergonhada.

— Céus~

— Pensar que seu ataque foi tão poderoso que nossa Melzinha ainda foi afetada por isto. Fufufu~

Esme riu.

Melia corando era adorável.

— Tudo bem, Esme, não provoque nossa Mel. Acho que ela vai virar uma fruta de sangue se continuar.

Luciana se intrometeu, colocando a cabeça de Melia em seu peito enquanto defendia sua fofa cunhada.

— Mas pensar que nossa fofa Melzinha agiria assim. Aquele homem usou um ataque vicioso.

Claudia, a terceira esposa, também se juntou.

— Sabia que aquele homem era perigoso no momento em que meus olhos o viram — Esme falou.

— Mas, mesmo assim, e pensar que ele rompeu as defesas da nossa Melia. Ela é a mesma garota que preferiria falar sobre estratégia de batalhas em equipe a fofocar sobre amor?

Claudia respondeu.

— Isso é realmente surpreendente. Acho que havia um motivo para todas aquelas mulheres seguirem o rapaz.

— Nossa Mel caiu nas mãos de um homem maligno…

— Verdade.

Esme e Claudia continuaram a conversa.

O rubor de Melia continuou a aprofundar.

Ela enfiou a cabeça no peito de sua irmã mais velha. Ela só estava envergonhada demais para encará-las. Honestamente, ela veio preparada, ia anunciar a notícia pessoalmente, mas não conseguiu aguentar ao vê-las provocando desse jeito.

Luciana, que notou como Melia estava expressiva, sorriu enquanto continuava a afagar sua cabeça.

Ela definitivamente estava se divertindo.

— FUfufu~

— Então, o que acham, irmãs? Quando vamos puxar nossa Mel para a reunião das mulheres? Acredito que haja uma história fresca que precisamos saber, não é?

Como membro do conselho das mulheres, Esme falou.

— É claro, é claro. — Claudia estava pronta para isto. Luciana não era contra isto também, afinal, também estava curiosa.

Lazarus, por outro lado, ainda estava chocado.

— Pensar que minha fofa Melzinha…

— Fufufu~

— O irmão está chocado. — Esme riu enquanto olhava para seu marido.

— Levará um tempo para ele se recuperar. — Luciana sorriu.

— Devemos levar a Mel, então? — Claudia perguntou.

— Fufufu~

— Não vejo porque não.

Esme riu.

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