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Strongest Necromancer System – Capítulo 213

A Cavalaria Chegou

Tradutor/Revisor: miggigibe


O líder dos Portadores da Luz ergueu a mão antes que um de seus membros atacasse a formiga.

Se aquela criatura quisesse matá-los, já estariam mortos. Ela guinchou outra vez, virou-se e começou a andar. Com um movimento da cabeça, indicou que eles deveriam segui-la.

Aquilo era absurdo.

Obedecer a um monstro?

O líder olhou para onde a guilda Vespa estivera e viu que eles já seguiam outra Formiga Adamantina. Respirou fundo.

— Vamos.

Os membros hesitaram, mas o seguiram.

Enquanto isso, o massacre continuava.

—

[O Usuário matou [20] Víboras do Pântano.]

[+1400 Pontos de Abate]

—

[O Usuário matou [41] Víboras do Pântano.]

[+2870 Pontos de Abate]

—

[O Usuário matou [30] Víboras do Pântano.]

[+2100 Pontos de Abate]

—

[O Usuário matou [25] Víboras do Pântano.]

[+1750 Pontos de Abate]

—

[Terra]

[Apartamento de Jason]

Jason abriu os olhos lentamente, despertado pelo fluxo de notificações. A luz da manhã atravessava a janela do novo apartamento. Por um instante, ele se perguntou onde estava, até as lembranças voltarem.

Estalou o pescoço.

— Mmh…

Ao lado dele, Riyala dormia sentada no chão, com a cabeça apoiada em seu ombro. Jason lembrava vagamente de quando ela descera durante a noite, mas estava cansado demais para mandá-la voltar.

Ele ignorou a situação e abriu o [Olho do Rei].

Pelos olhos de Raya, viu a Rainha Formiga Adamantina enfrentando uma serpente negra gigantesca. A víbora tinha mais de vinte metros, presas enormes e olhos vermelhos. Lutava com ferocidade, mas não era páreo para Raya.

A serpente enrolou o corpo ao redor dela e tentou esmagá-la. Raya abriu espaço com pura força e rasgou o flanco do monstro com as mandíbulas. A víbora recuou, mas Raya avançou de novo.

Os Torres ainda estão vivos. Eles dão conta.

Jason desligou o [Olho do Rei] e estava prestes a acordar Riyala quando ouviu batidas na porta.

Toc! Toc! Toc!

Ele se virou de imediato. Tocou Riyala de leve e a mandou acordar. Ela abriu os olhos, confusa, e corou ao perceber onde estava.

— Eu sinto muito, eu não—

Jason cobriu a boca dela com a mão.

— Silêncio.

Riyala percebeu a seriedade dele e assentiu.

Jason ordenou que um subordinado verificasse a porta. O soldado draconato emergiu das sombras do lado de fora e deu a Jason a visão.

Que diabos?

Ele abriu a porta.

Do lado de fora estavam Juliet Rapha, de terno preto impecável e bolsa nas mãos, e Griselda, segurando uma pasta com confiança exagerada.

— Griselda?

Jason encarou as duas.

— O que diabos você está fazendo aqui? E como descobriu onde eu moro?

Griselda avançou com pose triunfal.

— Vi suas façanhas no noticiário e precisei vir antes que outras guildas tentassem levá-lo! Depois de tudo que aconteceu, estou pronta para aceitá-lo como membro da minha guilda!

Jason ficou em silêncio por alguns segundos, absolutamente perdido, então olhou para Juliet.

A expressão dele exigia explicações.

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