Na verdade, foi difícil de encontrar o antagonista apropriado.
O exército principal e mais forte que poderia subir de nível como jogadores consistia dos 200 melhores jogadores do mundo já destruído. Eles sabiam que era idiotice ir aos reinos sem um plano significativo.
E aqueles que viraram antagonistas tinham uma maneira de cultivar a energia do antagonista. Alguns eventualmente evoluiriam para comandantes, talvez habilitando o sistema de aumento de nível.
Por enquanto, todos cultivavam sua força, seja silenciosamente em suas moradas ao lembrar de seus medos, ou devorando um ao outro como lobos.
Pegá-los era fácil, mas receber informações apropriadas deles era impossível.
O Reino Alado ouviu rumores sobre outros reinos e seu povo dando atenção aos antagonistas, mas estava longe de ser uma informação válida.
Além disso, tinham seus próprios problemas.
— Devemos respeitar a tradição. Reúna os melhores magos de vento e curandeiros, faça-os lutar em duplas. Forme equipes que possam se relacionar facilmente, que tenham um bom trabalho de equipe e acreditem em suas habilidades.
— A melhor equipe não é uma com os melhores jogadores, mas uma com boa química e confiança, habilidades são secundarias — Danielle disse a Alex, que estava digitando no chat para Tomo Homie.
Após os dedos dele pararem de digitar na janela do sistema, ela continuou: — Existem chances maiores de equipes de dois escalarem a montanha. Se conseguirem superar isto, naturalmente chamarão atenção de nossa família.
Contudo, como se a tradução fosse destruída, Danielle usou seu sistema, passando conhecimentos e habilidades úteis a Alexander, que poderia ser passada aos outros.
Por respeito a tradição e aos seus sogros assumindo possíveis riscos, Alex perguntou: — Qual exatamente é a tradição que engloba a montanha?
— É uma pequena história — Danielle sorriu, revelando um passado interessante.
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[Num passado distante, na velha era!]
— Tutsu. — Um homem com cabelos grisalhos e uma barba longa o bastante para varrer o chão, com rugas por todo o corpo e um leve brilho nos olhos, chamou um jovem prodígio, sua voz trazendo sangue jovem aos joelhos.
Tutsu gritou respeitosamente com admiração em sua voz, seu coração batendo pelo corpo devido à felicidade: — Estou aqui, senhor!
— Usei minha sabedoria, olhando além das estrelas… Acredito que nosso grande propósito reside nos humanos abaixo de nós! — o senhor exclamou no final, atraindo uma boca cheia de sangue.
Tutsu ficou preocupado, quebrando sua postura respeitosa ao se levantar e aproximar do senhor. Ele o apoiou gentilmente, não dizendo nada, pois fez perguntas principalmente idiotas e sem sentido.
— Desça e contacte os humanos e demihumanos. Deixe-os ver seu poder! — o senhor gritou, dizendo aquelas palavras com o restante da sua força, pois achou realmente importante.
Tutsu assentiu decisivamente: — Obedecerei às suas ordens!
Após colocar o senhor na cama, Tutsu desdobrou as asas, começando a primeira e mais crucial descida de toda história do Reino Alado!
Ele atravessou as nuvens e depois a barreira invisível que levava ao mundo mortal. Naquele lugar, o vento era muito mais fraco, transformando Tutsu em um monstro enquanto batia as asas e produzia o vento de uma qualidade superior que o tornou no deus da velocidade!
— Vejo humanos! — Tutsu notou um grupo de humanos enfrentando bandidos que queriam roubar produtos, ladrões simples e comuns.
Os humanos usavam roupas normais e, obviamente, estavam perdendo. Assim, atendendo às palavras do senhor, Tutsu chamou seus poderes de cura.
Um pilar brilhante e reconfortante caiu nos humanos, envolvendo-os em seu abraço. Apenas os humanos com roupas comuns foram curados.
Tutsu caiu com as asas desdobradas, parando com um sorriso suave e aparência gentil, ajoelhando para uma das senhoras feridas pelos bandidos: — Você está bem? Este pilar já deve ter te curado.
— S-Sim… — A dama gaguejou, olhando para Tutsu com tanta reverência que seu coração, alma e mente já pertencia a ele.
Todos os outros sentiram o mesmo.
— Deus!
— Deus chegou para nos ajudar!
— Oh, Deus! Por favor, não nos puna! Sentimos muito!
Todos ajoelharam em volta de Tutsu, suas vozes tornando o humor mais pesado. Todo humano imediatamente tratou Tutsu como o Deus, o que estava errado.
Era muito ruim!
Afinal, Tutsu também acreditava em um Deus. Acreditava que alguém lhe deu a santidade, com um propósito, ainda por cima! E para encontrar aquela pessoa, precisava descobrir esse propósito e realizá-lo.
— Não sou um Deus — Tutsu sussurrou numa tentativa fútil de esclarecer o mal-entendido. Ninguém ouviu, apaixonado por sua santidade e aura. Eles logo até ouviram errado, pensando que ele havia se anunciaram como um Deus.
Como era impossível esclarecer tudo, Tutsu apenas seguiu sua missão. Ele espalhou um pouco da sabedoria sobre a santidade e o vento para algumas pessoas, ajudando todos no caminho. Ele também conheceu figuras influentes, chegando na conclusão em apenas algumas semanas.
— Todos pensam em si — Tutsu murmurou enquanto batia as asas, parando acima de um dos vários reinos.
As pessoas o reverenciavam como um Deus de várias maneiras. Alguns estavam prontos para transformar seus reinos em enormes organizações religiosas. Alguns foram mais egoístas, querendo carregar o filho de Deus e assim por diante.
Ninguém queria ouvir sobre o Reino Alado e seu povo.
Assim, Tutsu localizou as montanhas, unindo-as através de sua habilidade de vento lendária. Quando todas ficaram bem enfileiradas, Tutsu escreveu um desafio para os humanos e demihumanos; “Se quiser a Graça do Povo Alado, escale as montanhas e entre!”
“Todos que terminarem serão recompensados!”
Por várias gerações, as pessoas acreditavam que Tutsu era um Deus e o Povo Alado era sua criação. E como nada mudou nele e no Reino Alado, apesar desta crença, Tutsu e o senhor deduziram que se a humanidade fosse uma parte de seu grande propósito, eles chegariam em seu reino sozinhos.
— Muito bem, Tutsu.
— Obrigado, senhor!
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— O mal-entendido foi esclarecido umas vinte gerações depois — Danielle riu, elogiando o Deus Tutsu por aguentar todas as lindas ovelhas se atirando nele com seu amor e desejo cego.
Alex também riu, sentindo que Tutsu era um rapaz simples e bondoso.
— Parece com um rapaz com que me divertiria muito! — Alex riu alto.