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My legendary class is Husband of Deathwill Sisters?! – Capítulo 395

Quantos Tapas Levará para Meiya Implorar por Perdão? [R-18]

As garotas no pau de Alex ficaram em silêncio.

Talvez, nenhuma sentisse vontade de dizer algo. Contudo, como uma delas era Stella, era um pouco compreensível que preferiria abrir a boca para chicotear Alex, que era mais fácil e melhor no seu humor atual.

E como uma pessoa preguiçosa que amava passar as coisas aos outros, Stella deixou o trabalho para sua mãe, mas em vão.

No estado embriagado, Meiya foi quem mais se empolgou com a coisa. Na verdade, não estava tão silencioso lá embaixo, pois seus lábios ofegando e gemendo diziam mais que mil palavras. Meiya entendia o bastante, assim como sabia que ficar bêbada a ajudava a lidar com a devassidão e o oyakodon.

Se não fosse pelo álcool em suas veias, Meiya já teria compartilhado um pouco do pré-gozo de Alex num beijo.

Porém, isso ultrapassaria um certo limite. E, embora Meiya sempre fosse ousada e se adaptasse a várias coisas, não tinha certeza sobre saltar nas nuvens luxuriosas, principalmente devido às palavras de Olivia e coração de Stella da qual ainda Meiya precisava conversar apropriadamente. Então, ela segurou a testa de Stella, impedindo-a de lamber Alex.

Entre o caos induzido pelas palavras de Alex, que fez a dupla de mãe e filha chupar mais rápido e com mais força num instante, Meiya abriu os lábios como uma fera pronta para devorar sua presa, engolindo a haste de Alex, de maneira completa e limpa.

Meiya balançou a cabeça no pau de Alex, deslizando seus lábios rosados como vinho sem olhar para sua filha, que estava observando com chamas nos olhos, enchendo seu nariz com o cheiro dele, enquanto a língua lábia os lábios para ter mais de seu sabor.

Ela tratou a vara maravilhosa de Alex como faria normalmente, mostrando sua alta qualidade. No começo, Meiya queria que Stella respondesse, mas ela rapidamente se perdeu, deixando quase todos os pensamentos de lado e pensamento em apenas uma coisa, que era chupar o pau de Alex para beber sua semente.

Stella olhou para sua mãe meio incrédula, pois esperava que isto acontecesse em algum momento. Talvez, se Stella usasse suas habilidades sagradas para eliminar o álcool de sua mãe, ela voltasse ao normal, bajulando e dando tudo a sua filha.

Não, Stella tinha certeza de que seria assim. Esse era o primeiro “oyakodon”, mesmo que Alex dissesse que não era, então a Mamãe Deusa deveria apoiar Stella.

E depois, estas duas o serviriam com um oyakodon apropriado. Nos seguintes, lutariam por sua atenção e tudo mais, só não na primeira vez!

Assim que seus pensamentos cessaram, Meiya fechou os olhos, pois o amigão de seu amado inchou e liberou as sementes da vitória, o que fez seu nariz arregalar, bochechas incharem e a garganta guiar ao seu estômago.

A liberação de Alex levou algum tempo, simplesmente porque foi o primeiro disparo do dia e Meiya também não se separar de seu pau ainda. Ela sugou cada gota, aparentemente saboreando Alex.

No final, Meiya o soltou com o estômago cheio, erguendo o olhar intoxicado, engolindo sua semente e amor e, naturalmente, álcool.

— Fico no topo — ela disse triunfante, nem mesmo abrindo a boca para mostrar que cada gota caiu em seu estômago, pois confiança transbordava daquela moça.

Meiya inclinou a cabeça para o lado, sorrindo levemente para sua filha: — Você ainda não decidiu, não é? Está tudo bem… Mamãe vai levar uma surra em cima de você, então teremos muito tempo para conversar sobre isto.

Alex e Stella olharam para Meiya de maneira similar, já esperando ela entrar na posição.

Stella seguraria sua mãe, não dando chance dela escapar, e Alex finalmente mostraria o que aprendeu sobre tapas e como usaria para fazer Meiya implorar por perdão. Ambas estavam muito ansiosas.

Alex acrescentou num tom bruto, se lembrando que era a punição: — Suba na Stella, agora. Não seja preguiçosa e mantenha o traseiro erguido. Não quero me inclinar nem mesmo um pouco.

Ouvindo seu tom de mestre, Meiya escalou na sua filha, abraçando o corpo suave dela como uma mãe sem nenhuma outra intenção. Ela sorriu, preparando para ter uma conversa com Stella sobre seus oyakodons, pois sabia que havia muito mais que isso.

Contudo, sem mencionar em conversar, Meiya nem conseguiu dizer algo porque o tapa de Alex percorreu seu traseiro.

— Ohhh! — Meiya gemeu numa mistura de dor e prazer, o primeiro sendo o dominante, pois o primeiro tapa de Alex em seu traseiro ressoou pelo quarto. O som foi alto, ecoando por uns instantes em seus ouvidos.

Todavia, Meiya naturalmente sentiu mais. Abaixo, seu traseiro estupendo tremeu como pudim, aparentemente já mordido, pois a marca latejante da mão afundou em sua suavidade abundante. Sua pele branca como a neve formigou, se contorcendo ao lado da ofegante Meiya.

Aquele foi um tapa alto. Alex com certeza receberia nota máxima se um professor estivesse aqui!

E, é claro, ainda não havia terminado.

Ele levantou a mão acima da cabeça e, antes que Meiya pudesse registrar o que acabou de acontecer, Alex desceu a mão, batendo pela segunda vez nas nádegas de Meiya.

— Ohhhh! — Meiya gemeu da mesma forma, se não mais alto e com os olhos fechados, apertando o corpo macio de Stella.

Sua filha nem teve que segurá-la ou fazer algo para puni-la por tirar o pau de Alex dela, porque este tinha uma maneira para fazê-la gritar instantaneamente e não pensar em mais nada.

Alex bateu no traseiro de Meiya pela terceira vez, desta vez, olhando para o pêssego atrevido dela se partindo devido ao tapa com os olhos arregalados, seguindo cada movimento do corpo dela.

Quanto o terceiro tapa ressoou, o traseiro de Meiya tremeu violentamente. A palpitação aumentou e sua carne ardeu, tentando escapar em toda direção. Porém, na realidade, a mão de Alex revestida pelo elemento vento vou e atraiu a carne dela em cada direção como se tivesse mil mãos.

Ele foi muito bruto com ela, com suas carícias a levando à beira da loucura.

— Ohhhh! Ohhhh! — Meiya continuou gemendo perto do ouvido de Stella, balançando a cabeça porque não conseguia lançar suas habilidades sagradas, sem falar em convocar suas asas para chamar a atenção de Alex. Num oyakodon apropriado, Alex teria misturado as penas de suas garotas, mas não desta vez.

O que Meiya no máximo poderia fazer era apenas abrir a boca, deixando sua saliva fluir pelo queixo. Todavia, um pouco daquele líquido caiu no peito de Stella, pois os melões celestiais dela estavam pressionados com o de Stella.

Ela só conseguia choramingar para Alex, que estava indo de uma nádega para a outra, realizando a punição.

— Alex… ander! Alexander! Eu te imploro, pare! — Meiya gritou após o que deveria ter sido o centésimo décimo quinto tapa. Ela não sabia se estava certam apenas contou para tentar desviar a atenção, uma escolha idiota, mas que não importava mais.

— Não consigo te ouvir. — Alex continuou com os tapas, tendo seu pau entre as nádegas de Meiya, aproveitando as ondulações e massagem que o traseiro gordo trazia a ele.

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