Após Alex sair dos Campos Ancestrais com Sara, os guardas notaram instantaneamente a nova aura. Mesmo que Alex tenha retornado ao normal, suas asas negras voltando e seus olhos brilhando em vermelho, os dullahans viram uma presença nobre.
Nenhum forasteiro poderia fazê-los sentir assim, então os guardas entenderam que o status de Sara estava fadado a aumentar e que receberam um aliado confiável.
Com uma rara felicidade surgindo em seus lábios naqueles momentos complicados, os guardas saudaram Alex e sua esposa, desejando um bom-dia.
Os dois voltaram para casa onde ela viveu com seu ex-marido por alguns anos. Estava limpo e tudo que lembraria Alex e Celia sobre Henred foi jogado fora por Sara.
A cama também era nova e fresca e fez muito barulho naquele dia.
Após isso, Alex teria uma conversa com os outros da realeza e passaria as técnicas que adquiriu dos Campos Ancestrais. A notícia de sua aura majestosa chegou a todos, incluindo seus aliados no Reino Dullahan.
Porém, como Alex sempre considerava sua família em primeiro lugar, a primeira coisa que fez após a pausa foi chamar Celia ao Reino. Ele usou o sistema de ponto de controle, deixando sua filha chegar em segurança em casa e se reunir com sua mãe.
— Mãe! — Celia instantaneamente se lançou em sua mãe, envolvendo seus bracinhos ao redor do pescoço de Sara. Ela tremeu e lágrimas escorreram por suas bochechas.
Sara afagou gentilmente e beijou o cabelo de sua filha: — Qual é o problema, Celia? Você me viu algumas vezes, certo?
Desde que a mamãe dullahan era uma jogadora, teve tempo o bastante para se encontrar com sua filha. Contudo, até isso era limitado, então Celia chorou alto. Ela finalmente sentiu que tinha tempo o bastante para estar com sua mãe e contar tudo que tinha guardado em seu coração.
E depois, Celia falou sobre sua batalha em detalhes e como tinha falhado em salvar seu amigo que, apesar das circunstâncias limitadas, muitas vezes estendia a mão para conversar com ela.
Alex ouviu ao lado, esfregando o cabelo de Celia enquanto segurava as roupas de sua mãe. Eles já tinham falado sobre isto, mas foi um evento tão significativo que Celia precisava falar sobre mais algumas vezes e repassar tudo em detalhes.
Na época, Celia despertou sua força e também realizou seu sonho, ter um cavalo branco. Este cavalo branco adquiriu uma personalidade por causa de seus sonhos, atenção de Sara e Alex e vários outros fatores.
Embora Kubo estivesse em silêncio, ele estava claramente acordado no bolso de Celia, estendendo a cabeça de maneira engraçada. Ele estava acostumado a este tratamento, então não reclamou.
Ninguém incomodou a família, como se pudessem sentir que Celia estava aqui, provavelmente porque ela estava falando alto, embora o reino precisasse de tudo para garantir sua sobrevivência.
A Princesa Natalia bateu nas portas quando sentiu que era hora, então Celia teve uma grande introdução a todos e seus grandes olhos refletiam a todos muita curiosidade.
Ela cumprimentou e ficou amigável com todos. Houve um problema que Celia teve com suas tias e tios e até outras pessoas do reino. Ela fugiu até seu pai, subiu no seu colo e sussurrou em seus ouvidos: — Também quero cabelo loiro!
Todas as pessoas que ela encontrou eram de uma linhagem real, estas que possuíam o cabelo dourado que se destacava. Celia sentiu-se de fora e, como uma pequena excêntrica, pediu por uma mudança.
Alex caiu na gargalhada: — Podemos pintar seu cabelo.
— Hehe! — Celia sorriu.
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Alguns dais então passaram.
Alex conversou com todos os próximos a ele pelo sistema, incluindo Tomo Homie e seus outros amigos. Os mortos-vivos se tornaram um desafio irritante porque barraram o caminho para as masmorras e outras zonas de nivelamento.
Pessoas com santidade, chamas e armas contundentes estavam se dando bem cotra eles. Porém, os mortos-vivos causaram ainda mais caos quando as masmorras irromperam sob sua marcha!
Tomo Homie falou: — Acho que aquelas masmorras foram feitas para explodir com inimigos, sabia? Porém, não neste estágio e muito depois… Tenho esse palpite por causa dos templos. Fizemos uma expedição em um deles, e adivinha. São complexos e difíceis. A deusa por trás destes templos gosta de desafios e é um pé no saco.
— Vou te ajudar logo. Preciso lidar com alguns assuntos e depois começaremos a assegurar tudo nos continentes. Os deixamos livres por tempo demais — Alex respondeu, seus olhos brilhando com intenção assassina, fazendo-o parecer com uma fera.
— Valeu. Tentarei superar aqueles templos com nossas forças, mas acho que realmente podemos precisar da ajuda da sua família logo. Por enquanto, dei mais atenção aos mortos-vivos. É mais fácil enfrentar eles e seus itens não são ruins.
— Entendido — Alex respondeu e mudou para uma conversa mais casual antes de encerrar a ligação.
Como se estivesse esperando por esse momento, Celia abriu a porta e entrou, seus grandes olhos brilhando de empolgação. Ela ficava feliz com frequência, mas esta expressão em particular dizia que sua filha fez algo extraordinário.
E isto era mais que impressionante!
— Encontrei a avó!
As palavras de Celia deixaram Alex momentaneamente perplexo. Sua garotinha tinha muitas avós, então queria fazer uma piada. Porém, a realização o atingiu relativamente rápido quando Celia sorriu e saltou nele com felicidade.
— Mia Deathwill? — Alex perguntou baixinho.
Para suas palavras, Celia rapidamente ficou mais quieta, combinando com o clima e sussurrou como uma pequena detetive compartilhando um grande segredo com seu parceiro: — Sim.
Alex arregalou os olhos e se levantou instantaneamente. Com Celia nos braços, jogou no ar enquanto ela sorria. Ele sorriu para ela e girou quando a pequena diversão começou entre eles.
— Minha garota!
— Hehe!