De um lado, Alex ajudava os dullahans a garantirem a posição mais elevada e a segurança deles. No seu reino, suas futuras esposas colidiram com demônios, usando todos os poderes das Habilidades Supremas no templo.
Nos continentes mortais, heróis e vilões enfrentaram os mortos-vivos por ganhos próprios.
Num reino branco peculiar, onde as nuvens eram amigas e usadas de várias maneiras, onde vivia aqueles próximos da família de Alex, um homem com um charuto em seus lábios ergueu os olhos para o céu sem nuvens.
No entanto, não estava sem nuvens para ele. Como uma das famílias líderes do Reino Alado, Auberon sabia da ilha flutuante acima. Se quisesse desesperadamente, conseguiria delinear as nuvens fervilhando a habitação dos ancestrais teimosos.
Porém, como sua força aumentou, principalmente devido ao quartel de Alex, Auberon ficou forte o bastante para espiar o lugar sagrado sem esforço.
Ele nunca foi otimista sobre aquele lugar e, com seu novo entendimento, sabia da aura sombria e egoísta vazando daquela ilha.
Ele voltou o olhar para os mortos-vivos, lançando sua criação de vento aterrorizante neles, matando-os aos montes com um golpe. Neste ponto, Auberon precisava de muito mais mortos-vivos para receber experiência o bastante para subir de nível.
Quando eles se moverão? Ele se perguntou enquanto tentava prevê o perigo iminente.
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Nas profundezas da nuvem sagrada, um velho com pele enrugada e olhos dourados pálidos olhou ao redor da mesa. Ele observou todos, parando por um segundo em uma cadeira vazia, e sorriu.
— Não sabemos quanto tempo levará para o Razoe retornar do outro mundo. Nosso plano da Autoridade falhou… Sem mais delongas, creio que devemos começar a assumir o Reino Alado e começar nosso plano de ressurreição.
O velho falou, suas palavras causando uma leve comoção ao redor da mesa. Nem todos estavam na mesma página quando se tratava do plano deles, mas como já tinham concordado e feito algumas coisas cruéis a geração mais jovem, não podiam recuar.
Entretanto, nada os impediu de estremecer.
— Você contatou Lefius e os informou? Informou todos eles, quero dizer? — perguntou outro cujos olhos pareciam sem vida.
Para suas palavras, o velho anterior assentiu com um sorriso profundo: — É claro. E enquanto nosso plano inicialmente exigisse o sacrifício do sangue jovem igualmente para o nosso retorno, a Casa Flayott foi a causa da falha do nosso plano de Autoridade.
— Deveríamos pegar a maior parte do sangue deles para nós. O que acham, irmãos? — o velho perguntou, seus olhos brilhando quando seus irmãos ergueram as mãos em aprovação, algo que até o Ancestral Flayott fez.
Com a conversa terminada, a nuvem sagrada tremeu e os especialistas do passado começaram a descer do céu. Suas asas velhas pareciam ásperas e usadas demais.
Porém, sua mana se destacava, fazendo uma pressão imensa descer imediatamente no Reino Alado.
De todas as casas nobres, Lefius as aceitou sinceramente. Várias figuras velhas desceram em seu terreno, olhando para o Chefe Lefius. O homem tenso os recebeu de braços abertos.
— Suas forças estão preparadas? — perguntou o velho cujo nome era Jorgen e foi quem mais falou na mesa redonda na nuvem sagrada.
— Sim! Todos estão preparados para executar suas ordens, senhor — respondeu o Chefe Lefius.
Jorgen assentiu lentamente, revestiu a voz com mana e a enviou pelo Reino Alado, chegando em cada canto e até em locais sagrados: — Ao longo dos anos, temos observado as novas gerações e só ficamos decepcionados. Todos vocês eram mais fracos que nós em nosso auge e também não descobriram pista alguma sobre o propósito de nossa raça.
— Portanto, assumiremos o Reino Alado mais uma vez, retornaremos ao nosso auge através do sacrifício de sangue e encontraremos esse propósito pessoalmente.
— E como faremos isso? Simples… Eliminaremos os outros reinos sagrados e apenas nosso clã permanecerá divino! Com isso, nosso propósito deve despertar em nossa linhagem — disse Jorgen, seus olhos flamejando com desejo.
Seu discurso continuou e imediatamente alvejou a Casa Flayott pelos pecados que cometeram antes. Isto foi uma surpresa enorme, menos para Auberon e sua esposa.
— E então, eliminaremos a Casa Flayott! — Jorgen guiou as palmas sobre a ilha principal de Flayott. Suas velhas asas bateram lentamente, seus corpos carregados principalmente pela mana de vento e esta mesma mana começou a formar várias criações de vento brilhando numa luz prateada.
Eles manifestaram o vento mais nítida e visível.
Antes que se fundissem em suas formas gloriosas, Auberon saiu com sua família. Além da sua primeira esposa, Danielle, ele tinha muitas garotas e crianças.
Seus irmãos, tios e mais — todos ao seu lado.
— Você não parece surpreso — Jorgen comentou num tom jocoso.
Auberon soltou uma nuvem de fumaça dos lábios e colocou o charuto no inventário. Embora seus olhos estivessem fixos nos velhos ancestrais, sua voz alcançou sua família — Apenas atuam como suporte e deixem tudo comigo.
Todos na Casa Flayott assentiram ao mesmo tempo.
— E parece que está confiante em nos enfrentar — Jorgen repreendeu, balançando a mão antes mesmo de Auberon liberar seu poder.
Seus amigos fizeram o mesmo, fazendo as criações de vento se lançarem em Auberon e suas esposas.
Porém, para a surpresa de todos, Auberon conjurou sua criação em menos de um segundo, uma Fênix de Vento, que abraçou todos, incluindo as habilidades dos inimigos. Sua criação era simplesmente gigantesca e poderosa demais!
— O quê? — Jorgen perguntou, perplexo.
Para responder a todas as perguntas, Auberon revelou seu nível, que estava perto do 500! E isso foi naturalmente por causa do quartel e de Alex.
No Reino Alado, não havia rei. Os chefes tinham os níveis mais elevados, só que ainda estavam longe do nível 500. Todavia, à medida que Auberon subiu de nível, mostrou quanta diferença fazia esta lacuna de nível.
E enquanto sua família abastecia sua Fênix de Vento, a força de Auberon alcançou o auge!
[Você tomou posse da nuvem sagrada.]
Ele se tornou o dono da ilha proeminente!
E enquanto prendia os velhos na sua Fênix de Vento, Auberon declarou: — A prisão da minha família perdeu alguns prisioneiros, então vocês a reabastecerão. Obrigado.
— Eu… Eu criei aquela prisão! — uivou o Ancestral Flayott de dor.
Auberon sorriu: — Te darei a melhor cela, então.