Após o banquete, Alex e suas garotas dullahans foram para casa. Celia estava com eles, então todos foram apenas dormir. Na manhã seguinte, Celia recebeu notícias de que Veronica tinha uma tarefa importante para fazer.
Curiosa e ansiosa para ajudar, ela pediu para ir à Terra! Ubo também estava na Terra em sua forma humanoide e parecia que os três teriam uma boa aventura!
Deixado com duas beldades loiras, Alex soube que também logo começaria uma boa aventura, só que na cama. E realmente aconteceu porque a dupla de mãe e filha o empurrou na cama para começar uma manhã de maneira apaixonada. Excessivamente apaixonada!
Após quase quebrar a cama, Alex deitou com Sara e Mia o abraçando pelos lados: — Como vou encontrar a Eva Mora? — ele perguntou.
Para sua pergunta, as garotas prometeram ajudar.
Ele então ficou curioso sobre a tarefa importante de Veronica. Estava relacionado a escola, ou algo mais aconteceu enquanto ele estava ocupado?
Ele contatou Remia, que obviamente estava online, passando um tempo no jardim élfico agora que o templo foi conquistado.
[Remia Leaf: Ouvi que o Reino Alado estava sob ataque ontem.]
Alex se sentou imediatamente, empurrando Mia e Sara para o lado, que gritaram suavemente por causa do movimento repentino.
[Alexander Deathwill Mao: O que aconteceu?]
[Remia Leaf: Os ancestrais atacaram, mas o Sr. Auberon lidou com eles perfeitamente… então está tudo bem. No entanto, ele pediu pela ajuda de Veronica e quer que ela encontre o Ancestral que foi enviado à Terra para realizar as Missões Terráqueas.]
[Alexander Deathwill Mao: Isso não é perigoso?]
[Remia Leaf: Deve ficar tudo bem… Ele confirmou que este ancestral não tem intenções malignas… É só teimoso e não quer morrer.]
Alex suspirou de alívio.
Ele também aprendeu que Stella e Meiya não conseguiram ajudar a Casa Flayott por causa da batalha contra os demônios no templo, então estavam ansiosas para ajudar Veronica e garantir que o Reino Alado estivesse mais seguro que nunca.
Alex naturalmente estava bem com isto.
Ele explicou tudo a Sara e Mia, então a área massiva de busca pela Eva Mora começou. Os dullahans atenderam a ordem da princesa e, em seus cavalos-de-batalha, percorreram o reino na busca de Eva Mora.
Levaria alguns dias para encontrá-la.
Assim, antes que Alex pudesse ter uma conversa com ela, aprofundou os lados com todos na família. A melhor maneira eram simplesmente relações carnais, então Alex passou dias numa rotina sexual, fazendo isso com todas que amava.
No caminho para conversar com Eva Mora, Sara sussurrou: — Mãe notou durante sua primeira vez com ela… Parece que você pode produzir energia do pecado da luxúria… E como tive uma conversa com a Yumia, ela me contou que você era muito orgulhoso.
— No começo, ficou óbvio porque você me tem… — Sara não ocultou seu orgulho, sorriu e continuou: — Confirmamos que você consegue produzir inconscientemente outros pecados além da Ira.
Aquela notícia foi boa e ruim. Havia a chance de Alex se perder nos pecados, afinal de contas. E a boa notícia, naturalmente, era ele ficando mais forte por causa dos pecados.
O casal não falou nada após a notícia de Sara. Eles simplesmente caminharam até onde Eva Mora estava localizada, pois ela havia sido avisada do desejo de Alex de encontrá-la.
Antes de chegar nela, Alex falou: — Não lembro quantos anos fazem exatamente… Mas sabia que teria problemas em me controlar com garotas lindas como você… E isso aconteceu… Perdi a noção do que era importante e negligenciei algumas coisas…
— Bem, falei que precisaria da sua ajuda para me trazer de volta à Terra se ficasse embriagado demais pelo poder. Agora que pode ver através de mim, espero que me dê um tapa forte se me perder naqueles pecados. Tudo bem? — Alex pediu, mas não se virou para Sara, sabendo que só havia uma resposta.
Ela revirou os olhos para a confiança de seu marido, então imitou sua irmã alada: — Ok.
— Haha! — Alex riu diante de caverna com uma barreira peculiar surgindo diante dele. Essa era uma barreira forte, mas nada que o impedisse.
E quando notou a borboleta-azul pelo canto dos olhos, Alex soube que Eva Mora o viu. A barreira não era mais um problema.
— Ah! — Sara gritou, pois ainda foi impedida: — Esta garota… Bem, tenha uma boa conversa com ela.
Alex assentiu e entrou na caverna. Em minutos, estava diante de Eva, cujos olhos vermelhos, inchados e tristes, simplesmente porque não tinha ninguém por perto. Seu pai morreu e seus amigos se foram.
Seu nível era alto por causa de vários sacrifícios, mas o que era isso diante da solidão e dor de perder alguém?
Alex a compreendeu, então sentou perto dela: — Ele mencionou algo sobre seus mortos-vivos?
— Pai dizia que sempre encontrava paz neles — Eva Mora respondeu fraca e lentamente.
— Ele realmente causou um caos… não é? — Alex continuou.
Eva assentiu, então se encolheu, abraçando seus joelhos.
Ele se permitiu dar um tapinha nela, então falou sobre o velho. Ele foi uma existência aterrorizante por anos e merecia respeito. Alex falou os lados bons e confortou Eva Mora.
Ele então falou sobre seu objetivo, sentindo que era um bom momento.
— Então você veio aqui me domar… — Eva respondeu após ouvir a história, soltando uma risada auto condescendente.
Alex balançou a cabeça: — Começamos nosso relacionamento amigável com um negócio, certo? E podemos continuar desta maneira. De uma perspectiva diferente, um rei e rainha também estão num relacionamento de negócios.
Alex não sabia se estava certo. Ele se sentiu mal por dizer dessa maneira.
— Em tempos complicados em que os antagonistas ficaram fortes e Blackburn Blade se aliou ao pecado da luxúria, não quero perder tempo… mas nunca forçaria ninguém a me amar e ser agressivo sobre isto…
Embora Eva Mora fosse uma mulher linda, era impossível Alex se apaixonar por ela ou desenvolver afeição, o que acontecia por circunstâncias diferentes das Irmãs Deathwill.
Todavia, o futuro era desconhecido e não machucaria apostar em mais negócios.
Para suas palavras, Eva Mora ergueu a cabeça e o encarou atordoada. Após algum tempo, estendeu a mão como se pedisse um aperto de mão. Porém, não foi um aperto de mão porque Alex segurou sua mão com força e a levantou para começar uma nova vida.