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Super Detective in the Fictional World – Capítulo 19

Prender e Primeira Grande Apreensão

No outro lado do carro, Selina já estava a dois metros de distância do assento do motorista com sua mão direita na arma. Ela gritou: — Mãos aonde possamos vê-las! Não faça nenhum movimento desnecessário!

Luke estreitou os olhos ao ver o homem no assento do motorista mover sua mão direita. Um objeto metálico preto apareceu diante de seus olhos.

Arma!

O homem no assento do passageiro também começou a levantar sua mão direita. Naquele momento, Luke gritou: — Eles têm armas!

No reflexo, ele jogou a lata fechada de Coca na mão esquerda através da janela do carro.

Ele atualmente tinha 18 pontos de força. Embora seu arremesso tivesse sido repentino demais, ele estava perto o bastante do carro.

Uma lata de Coca-Cola tinha um certo peso, e de certo modo, era quase igual a um tijolo.

A lata vermelha voou em linha reta e com um baque alto, esmagou no rosto do passageiro. O impacto forte fez a visão do homem escurecer quando ele desmaiou.

O impacto foi tão forte que a lata de Coca até ficou deformada. Com uma explosão, a lata explodiu e espirrou para todo lado, encharcando o rosto do motorista com espuma e Coca-Cola.

O ataque repentino fez a pessoa entrar em pânico, e ele até esqueceu de levantar a arma em sua mão.

Luke abruptamente se adiantou e empurrou o passageiro desmaiado no motorista.

Felizmente, os dois não só estavam em alta velocidade e fumando maconha, eles também não estavam com cinto de segurança.

Com a força atual de Luke, não foi difícil para ele levantar um adulto.

Em instantes, uma pessoa foi nocauteada no carro enquanto a outra foi incapaz de se mover devido ao peso do passageiro inconsciente.

Quanto a Selina, no momento que Luke gritou estarem armados, ela pegou sua arma e mirou no motorista enquanto gritava: — Parado! Parado! Levante as mãos devagar! Você me ouviu? Faça ou eu atiro!

Naquele momento, Luke finalmente puxou sua arma. Similarmente, ele mirou no motorista pela janela do passageiro.

O motorista, que estava prestes a resistir um momento atrás, finalmente ficou um pouco sóbrio.

Com dois canos pretos mirados bem no seu rosto, ele não tinha chance.

Esse era o Texas. Como ele já tinha revelado sua arma, se ousasse se mover de novo, ele com certeza ficaria cheio de buracos.

Embora sua mente ainda estivesse um pouco nublada, ele ainda entendia bem a força policial.

Se ousasse se mover nesta situação, ele definitivamente morreria. Se ele se deixasse ser preso, poderia viver e até ser livre em poucos anos.

Ele gritou rápido: — Não, por favor, não atire. Estou levantando as mãos. Vou levantá-las devagar. Por favor, não atire.

Enquanto falava, levantava suas mãos devagar.

Selina não abaixou a arma. Em vez disso, a segurou com uma mão enquanto esticava a outra para tirar a chave do carro da ignição antes de rapidamente dar dois passos para trás: — Saia devagar. Mantenha suas mãos no alto e não faça movimentos desnecessários, ou vou disparar.

O motorista respondeu com uma expressão sombria: — Mas estou preso aqui por causa desse cara.

Selina respondeu: — Você ainda precisa sair. Abra a porta lentamente e rasteje para fora do carro.

Assim, o motorista só pôde fazer como lhe foi dito. As duas armas apontadas para ele estavam a menos de três metros de distância. Ele não ousou desobedecer nessa situação.

Com grande esforço, ele se moveu lentamente e rastejou para fora do carro depois de abrir a porta.

Selina não se aproximou. Em vez disso, ela gritou: — No chão! Deitado no chão! Mãos na cabeça! Não se mova!

Enquanto gritava, ela sinalizou para Luke com uma mão.

Com sua arma segurada em uma mão, Luke arrastou o passageiro inconsciente para fora do carro com a outra. Então, ele rapidamente abaixou sua arma e colocou no coldre para algemar as mãos do homem atrás das costas antes de jogá-lo no chão.

Em seguida, Luke deu a volta no carro e se lançou no motorista, mantendo-o no chão.

Selina manteve sua arma mirada no motorista e só abaixou quando Luke estava nele. Com sua mão livre, ela pegou as algemas da cintura e jogou.

Luke as pegou e algemou as mãos da pessoa embaixo dele. Somente então ele soltou um suspiro pesado de alívio: — Feito.

Selina finalmente guardou a arma, se aproximou e esfregou a cabeça do Luke: — Bom garoto. Muito bom.

Luke revirou os olhos e se levantou: — Tudo bem, tudo bem. Não sou o Dollar.

Dollar era o golden retriever da Selina e um cão muito obediente.

Selina riu bastante e disse: — Você é muito mais robusto que o Dollar. Ele não consegue pegar criminosos.

Enquanto falava, fez um gesto para Luke lidar com o motorista enquanto caminhava para a viatura. Ela levantou o rádio e discou: — Recepcionista, pegamos dois suspeitos armados. Por favor, envie um esquadrão. Suspeitamos que eles tenham algo no carro, provavelmente drogas.

Quanto a Luke, ele carregou o motorista e o jogou ao lado do passageiro. Seria muito mais fácil ficar de olho nos dois no mesmo lugar.

Depois que Selina terminou de falar no rádio, ela voltou.

Quando viu que Luke estava de olho nos dois, ela agachou e começou a vasculhar em volta do Ford danificado.

Depois de um tempo, ela comemorou: — Ohhhh, entendo. Esses dois são realmente criminosos. Olha o que achei!

Luke olhou e viu um saco de pó branco. Dentro do grande saco havia mais de 20 pacotes menores.

— Cocaína?

Selina assentiu e colocou o saco que estava segurando no assento do motorista antes de continuar a busca. Em seguida, no porta-luvas, ela achou uma caixa cheia de itens parecidos com cigarro.

Ela cheirou eles e disse: — Um pouco de maconha. Nada demais.

Luke assentiu.

Comparado ao saco de cocaína, a maconha realmente não era nada.

Naquele momento, os reforços chegaram.

Assim que ouviu o motor, Luke soube que era o Robert. Com certeza, a voz alta dele logo foi ouvida: — Haha, deixe-me ver o que nossos dois trabalhadores acharam desta vez.

Selina saiu do carro e riu enquanto acenava para Robert: — Chefe, tivermos uma grande colheita.

Robert se aproximou para dar uma olhada: — Ohhh, nada mal mesmo. Pelo que parece, tem quase um quilo aqui?

Selina assentiu: — Quase.

Sua cidadezinha de Shackelford era um local bem pacifico, e não era parte de nenhuma rota importante de contrabando. Era muito raro um jogador desse nível ser pego aqui.

É claro, entre os verdadeiros traficantes, a quantidade que esses dois estavam traficando certamente era nada.

Mas para uma cidadezinha, isso já poderia ser considerado um caso grande.

O que aconteceu em seguida não teria muito a ver com Luke e Selina.

Robert ficaria encarregado de lidar com os itens que apreenderam, enquanto outra pessoa seria encarregado do interrogatório. Quanto ao Luke e a Selina, eles ganharam uma grande porção de crédito por essa prisão.

Os dois não voltaram direto à delegacia. Em vez disso, eles entraram no carro e voltaram a patrulhar.


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