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Super Detective in the Fictional World – Capítulo 305

O Prefeito Desaparecido e a Caverna Misteriosa

Bang! Bang!

Após outros dois disparos, Luke matou uma aranha que planejava emboscá-lo do alto do prédio, e chutou o corpo para longe.

Numa posição reclinada, mirou numa direção diferente.

Bam! Bam!

Uma aranha que saltou para atacar de outra parede foi baleada.

Luke soltou a M4A1, permitindo-o balançar com o braço pela tipoia, enquanto exercia a força com as mãos e recuperar o equilíbrio.

Ele chutou com a perna direita, tão rápido quanto relâmpago, na cabeça de uma aranha bem abaixo antes que suas garras o alcançassem.

A cabeça da aranha colapsou sob sua bota, que tinha uma liga especial. Esta foi esmagada no chão em uma polpa sangrenta.

As pessoas que estavam puxando a corda do segundo andar se perguntaram o que Luke estava fazendo, porque a corda estava tremendo sem parar.

Talvez não conseguissem segurar a corda se não houvesse quatro.

Esta série de ataques, na realidade, aconteceu no espaço de cinco segundos e Luke foi finalmente puxado até a janela.

Agarrando o peitoril, Luke entrou rapidamente e gritou: — Selina, granada de gás lacrimogêneo!

Selina entendeu num piscar e tirou a granada, que arremessou na área aberta na frente da entrada.

Quando a fumaça subiu, as aranhas agressivas pararam de repente, antes de começar a espalhar.

Luke gritou: — Aqueles com armas, disparem agora. Não deixe as aranhas entrarem. Além disso, mire antes de disparar. Coopere com os outros grupos de quatro e certifique-se de que sempre há alguém na sua equipe que esteja disparando.

Enquanto gritava, ele passou por várias janelas e também arremessou granadas de gás lacrimogêneo.

Ele jogou as granadas um pouco distante da de Selina, cerca de vinte metros de distância.

As aranhas foram forçadas a contornar a fumaça que subia rapidamente. Como resultado, seus movimentos e velocidade foram restringidas.

No entanto, a granada de Selina estava muito perto do shopping center e alguns companheiros infelizes inalaram por acidente a fumaça e precisaram recuar em lágrimas para fazer uma pausa por enquanto.

Isso não podia ser evitado.

Comparado com o contratempo que as aranhas estavam enfrentando, no entanto, esta foi uma perda insignificante para os residentes da cidade.

Após arremessar as granadas, Luke já havia começado a recarregar as armas.

Ele entregou a espingarda para Selina após recarregar.

Nesta fortaleza chamada shopping center, e com a cooperação dos moradores, uma espingarda semiautomática era muito mais útil que a M4A1 para Selina.

Enquanto observava a batalha, Luke mandou alguém chamar Samantha.

Samantha ainda estava no primeiro andar porque estava arranjando para todos recuarem para mais fundo no shopping, e pegou os moradores armados para estabelecer uma linha defensiva para que as aranhas não invadissem pela entrada.

Samantha subiu rapidamente e Luke falou apressado: — Já chamei a ajuda do FBI, mas provavelmente levará uma hora para chegarem. Precisamos estar preparados para defender este lugar por um bom tempo. Além disso, precisamos pensar numa rota de fuga. Onde está o Wade? Esta não é sua propriedade? Pergunte-o se há uma rota de fuga.

Seu plano era fazer Samantha liderar um recuo se algo acontecesse, e então explodiria as saídas do shopping após as aranhas serem atraídas para dentro para que não fossem capazes de sair tão rápido.

Todavia, era melhor sondar a atitude de Wade primeiro. Luke teve a sensação de que o prefeito não ficaria muito feliz sobre isto.

Seria péssimo se ele processasse Luke depois por destruir propriedade privada e quisesse compensação.

Samantha falou: — Okay. Vou procurar o Wade.

Assim que estava prestes a sair, Luke a parou e deu um walkie-talkie: — Pegue isto. Use a primeira frequência.

Samantha ficou aliviada, porque correr para cima e para baixo para falar era cansativo demais e poderia causar problemas facilmente.

Os moradores no primeiro andar ainda estavam em pânico. Um tolo gritando sobre as aranhas invadindo pode fazê-los perder o controle e espalhar.

Vendo que todos estavam seguros por ora, Luke falou a Selina e Samantha que checaria o terraço para impedir as aranhas de invadir por ali.

Afinal, as aranhas eram ótimas escaladoras. O shopping só tinha três andares e Luke chegou no terceiro andar muito rápido.

Quem sabia o que o Prefeito Wade estava pensando quando decidiu construir um shopping aqui. O segundo andar do shopping estava basicamente vazio, com um pequeno número de produtos empilhados.

O terceiro andar era ainda mais inacreditável. Estava completamente vazio e não tinha nenhum acessório. Somente o layout básico foi completo, e o piso de cimento ainda era do tipo áspero que podia arranhar a pele se cair.

Não havia janelas também, então nenhuma aranha conseguiria entrar por aqui.

Enquanto ria pela incompetência de negócio do prefeito, Luke subiu outro lance de escadaria para chegar na porta do terraço.

Sua audição aguçada já havia captado os barulhos das arranhas do lado de fora.

Ele olhou em volta, mas não encontrou nada apropriado. Por isso, simplesmente tirou vários fios longos de aço do inventário e selou a porta com alguns canos e o corrimão.

Dessa maneira, mesmo que a porta fosse quebrada, as aranhas seriam cortadas pelos fios de aço quando entrassem por causa de seus tamanhos enormes.

Após isso, Luke montou uma câmera num pilar a dez metros da porta do terraço e ativou, antes de voltar ao segundo andar.

Ele não podia ir ao terraço. Abrir a porta criaria uma oportunidade para as aranhas entrarem. Seria melhor lidar com as aranhas no segundo andar.

Quando retornou, viu que a maioria das pessoas estava usando tampões de ouvido.

Samantha encontrou os tampões de ouvido numa loja no primeiro andar, já que disparos incessantes num espaço fechado era um pouco ruim para os ouvidos. Com os tampões de ouvidos, poderiam aguentar o barulho com alguma dificuldade.

Um pouco de desconforto ainda era melhor que aranhas invadindo para comê-los.

Naquele momento, Samantha falou pelo walkie-talkie: — Luke, Wade sumiu. Alguém falou que há uma caverna no porão, que é uma ramificação de uma velha mina.

Luke ficou atordoado: — Uma ramificação da mina? Bem aqui?

Este era o centro da cidade. Como poderia haver uma abertura da mina aqui? Não havia nada assim nos mapas que viu também.

Chris entrou na conversa de repente: — Esta cidade foi estabelecida acima da primeira mina de ouro, mas esta mina foi abandonada por décadas, então não está marcada nos mapas. O shopping do Wade fica precisamente nesta mina.

Luke perguntou: — O que você está pensando?

Samantha mencionou a caverna não porque estava preocupada com a segurança de Wade. Na verdade, vários moradores provavelmente ficariam felizes se o prefeito morresse.

Samantha respondeu: — Estava me perguntando se poderíamos evacuar todos da cidade por esta velha mina. Há aranhas demais na cidade.”


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