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Super Detective in the Fictional World – Capítulo 315

Gratidão

Após Selina sair, Elizabeth finalmente expressou sua gratidão a Luke solenemente.

Samantha já havia contado o que aconteceu, particularmente a parte onde Luke resgatou vários moradores, incluindo sua família.

Sem Luke, a cidade inteira poderia ter acabado como comida de aranha. Luke a interrompeu rapidamente: — Tudo bem, já é o bastante. Ajudei sua família, então é melhor trabalhar duro em troca. Sua mãe mencionou que ela está vindo com seus irmãos?

Elizabeth assentiu: — Ela disse. Vou cuidar deles.

Luke pensou por um momento antes de continuar: — Você lembra do Chris?

Elizabeth sorriu envergonhada: — Lembro. Ele é um… velho colega de classe da minha mãe.

Luke podia dizer pela expressão dela que sabia do relacionamento deles. Ele assentiu com um sorriso: — Bom saber.

Eles conversaram por mais dez minutos. Então, Elizabeth foi à cozinha e também agradeceu Selina.

Alguns minutos depois, Luke a viu sair.

Na porta, Luke perguntou de repente: — Elizabeth, se você se tornar rica um dia, tipo, super rica, vai continuar fazendo este trabalho perigoso?

Elizabeth considerou por um momento antes de responder com um sorriso: — Você já é muito rico. Por que ainda está neste trabalho? — Ela apontou para a casa atrás dele.

Luke deu de ombros: — É mais um hobby. Uma vida sem nada para trabalhar seria entediante demais.

Elizabeth assentiu: — Também acho. Quando ficar mais velho, posso considerar transferência para um posto diferente. Mas agora… amo meu emprego.

Luke deu um tapinha no ombro dela e falou: — Lembre-se disso e tenha um bom descanso. Vejo você amanhã no trabalho.

Elizabeth riu: — Okay, estarei esperando você voltar. Estou indo.

Observando-a entrar no carro, Luke fechou a porta e se virou só para ver Selina olhando divertidamente: — Você está cada vez mais proativo agora, não é?

Luke sentou no sofá: — Proativo no quê?

Selina respondeu: — Sobre garotas, é claro.

Luke revirou os olhos: — Se acha que isso é ser proativo, o Dustin não estaria assediando suas subordinadas todo dia?

Sem palavras, Selina perguntou um momento depois: — Você tem esperanças altas por ela?

Luke assentiu: — Muito. Considerando como ela é esperada e seu diploma e diligência, ela se tornará um sargento em alguns anos com sorte, e meu apoio não será tão valioso quanto é agora.

Selina não estava convencida: — Você está mentindo. Isso definitivamente não é motivo pelo qual perguntou o que ela faria se fosse rica.

Luke admitiu: — Só estou checando a situação antes, no caso de eu perder uma ajudante capaz. Se isso acontecer, haverá muitas coisas para você fazer.

Selina pensou por um momento: — Você está dizendo que ela vai ficar rica logo?

Luke respondeu: — Não tenho certeza. Ela pode não ser quem vai ficar rica, mas não perguntar não mata. Okay. Faça uma pausa. Vamos treinar mais tarde.

Selina ficou sem palavras: — Isto definitivamente é vingança, não é?

Na manhã seguinte, Selina foi acordada pelo alarme de Luke. Ela aproveitou o café da manhã e foi trabalhar de bom humor com a sobremesa feita por Luke.

Eles foram até Elsa, mas viram que Martin e Roger estavam no escritório dela.

Naturalmente, não invadiram. Luke rapidamente se virou e levou Selina de volta para suas mesas, onde ele observou a porta do escritório de Elsa de longe.

Roger envolveu Luke numa tarefa da última vez para dividir os riscos, mas então foram emboscados pelo Mercenário.

Luke decidiu que precisava manter distância daquele cara, ou pode ser pego em outro desastre.

A batalha contra o Mercenário não foi grande coisa, já que aconteceria mais cedo ou mais tarde. Entretanto, Luke suspeitava que Roger era um precursor do azar. Por que mais seu parceiro, Martin, pareceria tão miserável?

Logo, Roger e Martin saíram do escritório. Eles não notaram as duas pessoas escondidas na distância.

Luke e Selina esgueiraram no escritório e fecharam a porta.

— Chefe, o que há com o Roger e o Martin? — perguntou Luke casualmente.

Elsa suspirou: — O Martin… não esteve de bom humor recentemente. Ele precisa de mais descanso. Então, vieram conversar comigo e transferiu seus casos para nós.

Luke franziu a testa: — O que aconteceu com o Martin?

Elsa balançou a cabeça: — Não pergunte, e não diga a mais ninguém, só que ele não pode pegar nenhum caso num futuro próximo.

Luke entendeu.

Se fosse apenas uma pequena pausa para reajustar, um detetive só transferiria os casos urgentes no máximo para que as investigações não fossem paradas.

Porém, Elsa implicou que aqueles dois transferiram a maioria dos casos, e que era possível que Martin possa parar de ser um policial.

Isso não era sem precedentes.

Problemas familiares, traumas, doenças sérias e vários outros motivos podiam impedir um policial de trabalhar. Eles só podiam fazer uma pausa e após um período, podem se demitir.

Elsa claramente também não estava feliz com isto.

Martin havia sido transferido para a Divisão de Crimes Graves alguns meses atrás, e Elsa não estava muito familiarizada com ele, mas Roger era um detetive experiente no departamento.

Era óbvio que o problema de Martin tinha algo a ver com Roger.

O parceiro de um oficial era como sua esposa. Se tivessem um terrível, trabalhar seria um pesadelo.

Elsa parou a conversa desagradável e falou: — Agora, você precisa pegar os casos importantes deles.

Luke assentiu e perguntou: — Onde estão os arquivos?

Elsa acariciou o queixo ao lado.

Luke e Selina olharam, só para ver uma pilha de arquivos que tinha mais de trinta centímetros de altura.

— Você tá brincando. — Luke se virou e olhou para Elsa com suspeita.

Elizabeth suspirou impotente: — Infelizmente, não estou. É a ordem do chefe. Os seus são os mais importantes. Na verdade, a maioria dos casos já foi entregue a Elizabeth e o Billy. Até trabalhei em alguns deles.

Luke riu: — Realmente aprecio seus esforços, chefe.

Não havia nada que ele pudesse dizer agora; ele não podia evitar porque até a própria Elsa foi designada a alguns casos. Luke pegou os arquivos e Selina colocou a sobremesa na mesa como de costume, antes de retornarem as suas mesas.

Elizabeth e Billy os cumprimentaram: — Bom ter vocês de volta.

Luke jogou os arquivos na mesa: — Ganhamos muito trabalho para fazer.

Elizabeth riu: — É por isso que falei que estamos esperando vocês.

Selina falou: — Muito obrigado Elizabeth. Você nos deixou ter uma boa noite de sono, pelo menos.

Elizabeth: — De nada, só fiz o que devia.

Naturalmente, Luke e Selina não culparam Elizabeth por não os informar mais cedo, já que já havia sido designado aos casos.

Havia ainda mais casos nas mesas de Elizabeth e Billy. Empilhados, a pilha teria mais de cinquenta centímetros.


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