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Super Detective in the Fictional World – Capítulo 318

Emboscada e Cantando com a Gata

As tatuagens nos pescoços e braços dos dois homens no Toyota sugeria que provavelmente não eram bons rapazes.

As tatuagens não eram raras. Pessoas de qualquer idade ou gênero podia fazer uma tatuagem se quisesse.

Havia muitas pessoas que tinham tatuagens nos braços e costas.

Mas as tatuagens destes dois eram diferentes.

Ninguém em Los Angeles ousaria fazer uma tatuagem destas, e mesmo que quisessem, os salões de tatuagem normais não fariam isto tão casualmente, já que o design tinha um significado especial.

Era uma tatuagem de um campanário de igreja; o número desenhado na cruz indicava senioridade, e as diferenças sutis na coroa na cruz representava o papel de cada indivíduo no grupo. As gotas de sangue preto que caía da coroa representavam o número de pessoas que mataram.

É claro, alguns jovens imprudentes realmente gostavam de tatuagens assim, mas estes idiotas normalmente não viviam para ver o fim de semana.

Se alguém com esta tatuagem percorresse um bloco em particular, um carro pode parar de repente ao lado e alguém perguntaria, “De onde você é?”

Parecia com uma pergunta normal, mas a pessoa questionada pode ser alvejada como louco.

Isso porque a tatuagem sugeria que a pessoa tinha uma alta posição e que matou várias pessoas, e como transgrediu acidentalmente no território inimigo, eles definitivamente o matariam da maneira mais cruel para defender seu território.

As duas pessoas à espreita aqui podiam ser consideradas bastante cautelosos.

Eles estavam usando camisa de manga longa e até abotoaram os punhos e colarinho. Somente as pontas de suas tatuagens poderiam ser vistos em seus pescoços e pulsos.

Infelizmente para eles, o miniprograma que Luke criou comparou rapidamente aquele pequeno pedaço da tatuagem com os dados criminais, e encontrou uma combinação de 80% com a tatuagem de uma certa gangue. Além disso, por que estavam a um quarteirão do prédio do DEA?

Este pode ser um país livre, mas a verdade era que as pessoas que não deviam aparecer numa determinada área mal apareceriam lá.

Mesmo que aparecessem, normalmente só estariam de passagem; se ficassem no lugar por muito tempo, algo estaria errado.

Numa área relativamente segura, qualquer um vagando vestido como um mendigo seria parado e questionado por um policial em patrulha, mesmo que não tivesse infringido nenhum tipo de lei.

Os contribuintes e os pobres eram espécies completamente diferentes.

A segurança dos contribuintes precisava ser garantida, e fatores incertos deviam ser removidos discretamente dos bons lugares, como retratado no filme Rambo: Programado para Matar.

É claro, Luke não ia de verdade lá questionar os dois gângsters. Ele simplesmente inclinou para olhar a imagem de segurança com Selina.

— Passe-os na base de dados. Comece com as gangues latinas — instruiu Luke.

Selina assentiu e começou a trabalhar.

Menos de cinco minutos depois, ela riu: — Realmente, estes dois não estão limpos.

Havia fotos dos dois sujeitos no Toyota.

Luke agora tinha o suporte dos dois chefes no departamento da polícia, e encontrou uma maneira de copiar certos arquivos no departamento.

É claro, definitivamente estava contra as regras, e realmente não recebeu permissão.

Ele montou uma mina base de dados no carro que continha principalmente informações de figuras locais suspeitas, a maioria destes eram membros de gangue.

No tablet, dois nomes foram exibidos: Domingo Torres e Paladia Mendoza.

Eles eram membros hardcore de uma gangue em particular, que estavam envolvidos em vários casos de lesões corporais graves. Atualmente estavam em liberdade condicional, mas não contataram seu oficial de liberdade condicional fazia meses.

Em outras palavras, não haveria problemas se Luke e Selina os prendesse imediatamente.

Mas é claro, Luke não desperdiçaria esta oportunidade; agora, só podiam ser presos com quebra da liberdade condicional, e só ficariam presos por alguns anos.

Ele os aguardaria agir e então os pegaria no ato, que seria um crime.

Mesmo que a tentativa deles não fosse um sucesso, a maioria dos advogados ficaria relutante em defendê-los porque não queriam acabar na lista negra da polícia.

Uma grande parte do poder do advogado dependia de quão próximo eram da polícia local e a corte. Além disso, o advogado distrital encarregado da acusação teria normalmente passado pelo sistema policial.

Ficar na lista negra da polícia significava ser desligado pela advocacia distrital, o que não era bom para os negócios de um advogado a longo prazo.

Luke falou algo para Selina, que discou o número da Palmer: — Palmer, sou eu, Selina. Você vai sair do trabalho logo? Queremos falar algo com você. Por que não jantamos juntos? Espero que não estejamos perturbando você! Okay. Estamos esperando na saída do estacionamento.

Após desligar, Selina fez um gesto de okay: — Feito. Ela sairá em vinte minutos.

Luke assentiu com um sorriso: — O carro é seu. Deixe-me saber se algo acontecer. — Quando falou, tirou os fones de ouvido sem fio e saiu.

Selina se moveu para o banco do motorista. Olhando para o sistema de segurança, dirigiu o carro até a saída do estacionamento do DEA.

Após sair, Luke caminhou tranquilamente na direção do prédio do DEA.

Ele observou as redondezas enquanto caminhava, parecendo com uma jovem ansiosa com muita energia e tempo.

Uma jovem com roupa esportiva apertada, uma toalha branca em volta do pescoço e um pedômetro no pulso, passou correndo por ele.

Luke assobiou quando olhou para ela.

Ela não ouviu porque estava com fones, e continuou a corrida. Luke riu e também correu atrás dela.

Ele ficou cinco metros de distância dela, seus olhos pousavam nas calças de exército da garota às vezes.

— Bem, definitivamente são nádegas apertadas —ele murmurou consigo.

Ele a seguiu pela rua, antes de finalmente parar num canto da rua.

Vendo aquela figura extraordinária sumindo aos poucos, ele tirou duas moedas com uma expressão arrependida, e comprou um Dr. Pepper de uma máquina de vendas. Sentando nos degraus, abriu a lata e beber.

Arrotando confortavelmente, começou a assobiar Baby Got Back: — I like big butts and i cannot lie,

— You other brothers can’t deny,

— That when a girl walks in with an itty bitty waist,

— And a round thing in your face…

Naquele momento, outra garota passou por ele.

Ela era uma latina curvilínea num top esportivo de decote no pescoço e shorts, e com uma personalidade ardente: — Que safado!

Luke não sabia o que dizer.

A garota até olhou para trás e riu.


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