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Super Detective in the Fictional World – Capítulo 339

Regras e Violência

Após um breve silêncio, Smith perguntou: — Como entro em contato com você quando tudo terminar?

Luke tirou um cartão e arremessou em Smith.

Smith pegou com facilidade: — O que você quer, exatamente?

Inclinando a cabeça, Luke pensou por um momento: — Talvez, só uma resposta?

Quando falou, abriu a porta: — Última pergunta: por que está protegendo o bebê?

Smith respondeu: — Sem mulheres, sem crianças. Essas são as regras.

Ouvindo isso, Luke assentiu para Smith no canto escuro e saiu do quarto.

Smith franziu a testa e ouviu os passos sumindo. Um momento depois, quando Srta. Donna retornou, ele perguntou: — Quintano, eles se foram?

Donna Quintano era a mulher com seios mais magníficos que Sara. Ela respondeu confusa: — Sim, eu os vi sair.

Smith suspirou de alívio. Guardou o cartão no bolso e memorizou o endereço que recebeu, antes de agarrar o maço de dinheiro que estava na cama.

Os olhos de Donna arregalaram: — Onde você conseguiu isso?

Após um breve silêncio, Smith respondeu: — Uma comissão. — Então, colocou o dinheiro no bolso.

— Agora, cinco mil pratas para cuidar dele por um dia. Fechado? — Ele segurou o bebê e olhou para Donna.

Donna mordeu o lábio e não falou nada.

Do outro lado, Luke se virou para olhar para o prédio após saírem, e curvou os lábios: — Estamos encontrando muitas pessoas ricas ultimamente!

Eles foram para casa ao invés de retornar ao departamento.

Após Selina tomar um banho, encontrou Luke se movimentando pela cozinha. Ela hesitou por um momento, antes de perguntar: — Tem algo que precisa me dizer?

Luke perguntou: — Sobre aquela ligação?

Selina não disse nada.

Luke continuou cortando vegetais rapidamente, mas não sem descuido.

Foi preciso e eficiente. Nada podia ser ouvido exceto o barulho de vegetais sendo cortado.

— Dustin ligou para me dizer que alguém da sede está assumindo o caso do Parque Elsworth — Luke falou calmo.

Selina ficou surpresa: — É o Dustin…

Luke pausou por um momento, antes de continuar: — Pensei sobre isto. Provavelmente não está relacionado a ele. Ele não é capitão ainda e estava provavelmente relacionado a ordem de algum figurão.

Isso foi um alívio enorme para Selina.

Dustin e Elsa eram bons chefes e ela gostava deles, especialmente comparado ao mesquinho Brock.

— Você… — Selina parou abruptamente e mudou de tópico: — Quando o jantar estará pronto?

Luke riu: — EM vinte minutos no máximo. Você pode ver TV por um tempo.

Selina assentiu e retornou a sala de estar. Ela ligou a TV: — … Henry Elsworth propôs recentemente uma nova moção a favor de controle de armas para tornar os campus escolares pacíficos novamente…

Atordoada por um momento, Selina abaixou o volume e assistiu à transmissão por mais alguns minutos antes de pegar o celular e fazer uma ligação: — Sonia, como está indo à investigação de Lucas Barton?

Após jantar, Luke mandou Selina treinar sozinho enquanto ele ia à garagem.

Olhando para suas costas, Selina curvou os lábios enquanto cuidava dos pratos.

Para poupar tempo, eles agora tinham uma lava-louças modificada. Tudo que Selina precisava fazer era colocar os pratos e uma vez que estivessem brilhando, os pegaria e guardaria no armário.

 Meia-hora depois, Luke parou uma Ford SUV preta fora de um prédio de apartamentos em ruínas.

Ele deitou confortavelmente no banco do motorista e observou um vídeo gravado no tablet.

Outro tablet colocado no meio do painel tinha uma imagem do prédio de apartamento.

Após analisar a gravação que acabou de receber, Luke zombou: — Estas pessoas são realmente bem-informadas. Eles encontraram a clínica terapêutica muito rápido.

Murmurando consigo, checou o sistema de vigilância no meio do painel.

O prédio de apartamentos na tela já estava abandonado. Alguém estava tentando abrir a porta enquanto seus companheiros olhavam.

O coletor de som de Luke captou a conversa alto e claro.

— Há vários prédios de apartamento abandonados nesta cidade. Por que acha que ele está aqui, chefe? Outro palpite de sorte?

— Não, ele não adivinhou. Ele consegue sentir coisas que não podemos ver. Ele costumava ser um analista comportamental do FBI.

O homem abrindo a porta se virou com uma expressão resignada: — Fui um consultor comportamental, já falei um monte de vezes. Você pode parar de me dar novos títulos? Detalhes! Os detalhes importam!

Enquanto conversava, exerceu força e a porta abriu. Ele estava prestes a entrar, quando seus subordinados o pararam: — Você não acha que deve ficar atrás, chefe?

O chefe, que estava usando óculos e tinha uma barba grossa, sorriu: — O líder que fica atrás só pode comer restos.

Enquanto falava, entrou primeiro.

Luke ergueu a sobrancelha.

Este cara era bem interessante!

Luke sentou, mas não estava com pressa de sair do carro. Ao invés disso, apenas ajustou o coletor de voz.

— … Violência é a coisa mais interessante no mundo que vale a pena assistir. — A voz do homem estava cheia de expectativa.

Luke zombou. Isso só era verdade quando você não era a vítima da violência.

— Me arranje pelo menos cinquenta homens. Nosso Sr. Smith é um atirador profissional. Ele ganhou vários campeonatos de saque rápido no Reino Unido quando tinha dezesseis. — O homem deu a ordem num tom baixo. Luke percebeu porque o Sr. Smith deixou uma impressão única nele.

Em algum sentido, os dois seguiram caminhos similares.

Precisão, eficiência, frieza e estabilidade — não era à toa que a expressão do Sr. Smith fosse tão composta quando falou que ele havia matado mais de vinte atiradores.

Ele era um assassino natural.

Interessantemente, enquanto Sr. Smith devia ser um homem sem coração que faria tudo pelo dinheiro, ele estava tentando proteger aquele pequeno bebê. Luke balançou a cabeça com diversão e puxou o colocou o capuz na cabeça antes de sair.

— Sabe o que mais odeio num filme? — o barbudo perguntou ao grupo que entrou em silêncio no saguão do prédio.

Os atiradores se entreolharam intrigados.

— Odeio quando o diretor sempre deixa o mocinho que interpreta o herói ir. — O sorrido do barbudo sumiu: — Então, não deixe isto acontecer com você; ninguém pega meu dinheiro por nada.


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