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Super Detective in the Fictional World – Capítulo 345

Recrutando o Cavaleiro Smith

O barbudo caiu na gargalhada: — Smith, você realmente acha que fui contratado só pela Defesas Hammerson? O plano de controle de armas do Vereador Henry afeta mais de uma pessoa. Além disso, sinto muito por dizer que o avião do Vereador Henry caiu no oceano e seu corpo não foi recuperado. Que tal?

Smith achou isso difícil de acreditar: — Isso é impossível. Você não pode acobertar isto.

O barbudo sorriu ironicamente: — Sim, podemos. As pessoas me apoiando são mais poderosas do que pode imaginar. Agora, diga-me onde estão a mulher e o bebê.

Smith achou suspeito: — Se você teve sucesso, por que ainda está procurando por eles?

Rindo, o barbudo estava prestes a dizer algo, quando outro grupo entrou na fábrica.

Ele se levantou e cumprimentou os recém-chegados com um sorriso muito sincero: — Oh, chefe, você está aqui.

Luke ergueu a sobrancelha para o “chefe” que acabou de chegar.

Era ninguém menos que o presidente do conselho da Defesas Hammerson. Após herdar a empresa de fabricação de armas do seu pai 20 anos atrás, se tornou o novo líder da empresa; era alguém que nasceu com um berço de ouro.

Quando Luke examinou o uniforme de combate preto dos homens que atacaram Smith no hotel, descobriu que suas armas não carregavam nenhuma marca, mas eram bem avançadas.

Após realizar uma busca com o programa, descobriu que aquelas armas tinham as mesmas funções de alguns dos modelos mais recentes das Defesas Hammerson estava prestes a liberar.

Lembrando da conversa entre o barbudo e Smith, Luke agora tinha uma ideia do motivo do presidente do conselho da Defesas Hammerson estar envolvido nisto.

Uma das promessas da campanha de Henry Elsworth era realizar uma limpa de grande escala de armas ilegais.

O foco era em armas ilegais, mas menos pessoas comprando armas ilegais também levaria a menos compras de armas legais.

Dinheiro também era necessário para comprar armas ilegais. O projeto de lei de Henry não afetaria só a Defesas Hammerson, mas também a renda de outras empresas de armas.

Se o plano de controle de arma provasse ser um sucesso em Los Angeles, que era atormentada pelo crime e gangues, os outros distritos definitivamente seguiram o exemplo; afinal, gângsters tinham menos votos que cidadãos regulares.

A Defesas Hammerson era uma empresa razoavelmente grande, mas a maioria do seu mercado estava em Los Angeles e cidades próximas.

O projeto de lei proposto pelo Vereador Henry assim inevitavelmente abalava a fundação da Defesas Hammerson.

Ainda mais crítico, várias novas armas que a Defesas Hammerson desenvolveu ao grande custo estava prestes a ser liberado. Se não conseguisse lucrar no mercado de Los Angeles, a Defesas Hammerson pode perder muito dinheiro.

Não era uma situação complicada. A única pergunta de Luke era: Por que o bebê era o centro de toda a atenção?

Enquanto ponderava isto, Hammerson se juntou a multidão.

Ele tinha cerca de 50 anos, e tinha rosto longo e magro, pálido e doentio.

Inesperadamente, ele trouxe um pastor alemão, ignorando o barbudo.

Estava claro que Hammerson não pensou demais no barbudo, embora o último fosse tão convencido um momento atrás.

— Sr. Smith, você se acha inteligente? Há várias coisas que pode fazer neste país, contanto que tenha dinheiro. Por exemplo… — Hammerson balançou a mão.

Uma mulher maravilhosa com um bebê foi arrastada por dois homens em uniformes de combate preto.

No momento que viu a mulher, os olhos de Smith arregalaram e lutou violentamente.

Hammerson riu.

O barbudo também começou a rir alto: — Oh, Smith, olhe para você agora. Que humilhante.

Hammerson balançou a mão e parou o barbudo: — Tudo bem, já que o Sr. Smith gosta de bancar o cavaleiro, deixe-o ver a pessoa que estava protegendo morrer. Esse será o final perfeito.

Ao ouvir isto, Luke soube que este Hammerson também era um lixo.

O barbudo sorriu maliciosamente: — Como quiser. — Dizendo isso, levantou a pistola.

Bang! Bang!

Após dois disparos, todos ficaram atordoados.

Srta. Donna e o bebê em seus braços estavam seguros.

O barbudo, no entanto, gritou. Seus braços balançaram ao lado, um buraco sangrando em cada ombro.

Foi ele que levou dois disparos.

Os quatro de uniforme de combate preto que vieram com Hammerson imediatamente ergueram suas armas.

Bang! Bang! Bang! Bang! Bang! Bang! Bang! Bang!

Todos caíram ao mesmo tempo antes de conseguirem disparar. Foram todos baleados no peito e cabeça.

Os quatro subordinados de confiança do barbudo finalmente voltaram a si e o protegeram enquanto corriam da fábrica.

Bang! Bang! Bang! Bang! Bang! Bang! Bang! Bang! Bang!

Disparos soaram de novo.

Os lacaios leais do barbudo finalmente ficaram sem sorte. Desabaram enquanto sangue vazava pelos peitos e cabeça.

Smith tinha os melhores sentidos, embora estivesse ferido gravemente.

Quase no instante que disparos soaram, ele ergueu a cabeça e viu alguém nas sombras.

Hammerson, este maricas fraco, olhou ao redor com medo e gritou: — Quem é?

Ele mal gritou as palavras, quando um pedaço de pau voou e o atingiu na cabeça.

Os olhos de Hammerson reviraram e ele desmaiou.

Rangendo os dentes, o barbudo rugiu: — Quem é você? O que quer? Dinheiro? Podemos dar uma enorme quantia.

Luke curvou os lábios.

Pessoas como esta sempre gostavam de usar dinheiro como uma última tentativa.

Enquanto trabalhava a maior parte do tempo, era inútil para um homem que tinha um sistema.

Bang! Bang!

O barbudo gritou de novo, agora com um buraco de bala sangrento em cada perna.

Smith não falou nada. Simplesmente encarou a pessoa no alto das sombras, seu olhos cintilantes.

Sob seu olhar, a pessoa recarregou a arma sem pressa e jogou casualmente a Glock para ele.

Estreitando os olhos, Smith falou a Donna, que ainda estava atordoada: — Venha aqui e me desamarre.

Donna, que estava segurando o bebê, saiu de seu estupor. Olhou em volta e pegou uma adaga de um dos homens caídos.

Menos de um minuto depois, Smith se levantou. Esfregando os braços e pernas dormentes, perguntou: — O que você quer?

A pessoa não falou. Apenas apontou para o barbudo e Hammerson inconsciente, antes de passar um dedo pela garganta.


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