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Super Detective in the Fictional World – Capítulo 389

Bom Humor e Favor Pessoal

Selina sabia que Luke normalmente era preguiçoso quando se tratava de cozinhar.

Ele nunca faria bolinhos de porco frito, que levava muito tempo, a menos que estivesse de bom humor.

Doces como bolo, por outro lado, eram fáceis e convenientes de assar a granel, e normalmente era sua primeira escolha.

Luke sorriu: — Algumas vezes, você só está feliz sem motivo.

Selina não se incomodou com isso, e lavou rapidamente o rosto e escovou os dentes.

Enquanto tomavam leite de soja quente e comiam bolinhos de porco frito, em um apartamento em algum lugar do centro da cidade, Rebecca abriu os olhos lentamente.

Ela estava um pouco zonza quando viu um teto desconhecido, antes de lembrar o que aconteceu noite passada antes de desmaiar.

Ela tirou a coberta e deu uma olhada em si.

Estava apenas de roupa íntima, mas não totalmente nua; a maioria do corpo estava envolta de bandagens. Seus ossos quebrados também foram fixados apropriadamente.

A ferida de bala em suas costas foi limpa e tratada no estilo padrão de primeiros-socorros no campo de batalha, era simples, mas prático.

Exceto pela dor das feridas, ela não sentiu nada de incomum.

Certas coisas que esperava pode acontecer não parecia ter acontecido.

Aguentando a dor, ela se sentou lentamente. O barulho fora da janela sugeria que ela ainda estava na cidade.

Ela agarrou as pistolas na mesa de cabeceira e examinou, confirmando que eram suas armas especiais. Até os carregadores estavam ao lado.

Ela suspirou de alívio. Então, aguentando a dor, colocou uma camiseta, um coldre e uma camisa de manga comprida.

Isto foi tudo preparado para ela ao lado da cama.

Após se arrumar, Rebecca se levantou e abriu a janela um pouco para espiar.

Era uma rua normal com algum tráfego de pedestres, nada parecia fora do lugar.

Franzindo a testa, Rebecca observou a cena por alguns minutos antes de abaixar a cortina, com uma expressão suspeita: — Qual é o significado disto?

Ela não entendeu o que a pessoa misteriosa da última noite queria.

Ele a levou para o que parecia ser uma casa segura e cuidou de suas feridas, mas saiu sem deixar uma nota.

Ele realmente só queria vê-la matar Wolf Elsworth?

Franzindo a testa enquanto voltava para a cama, viu um saco de comida e bebida da loja de conveniência próxima, bem como cartas de uma revista que foram organizadas para formar a palavra, “TCHAU!”

É sério? Rebecca ficou mais suspeita.

Porém, a mulher valente logo limpou tudo, saiu do apartamento e desapareceu na multidão.

Luke, por outro lado, levou Selina para trabalhar com tranquilidade.

Selina já era imune.

Ela confirmou que Luke estava num humor melhor que o normal.

Ele saiu para ver a Srta. Jenny noite passada de novo?

É claro, Luke tinha um bom motivo para estar feliz.

Ele só precisava de 20 de Força Mental para aprender as habilidades de Rebecca.

Uma vez que cumprisse o requisito, a Comunicação Mental de Bobby também estaria disponível… Talvez após jogar mais alguns jogos de pôquer com aquele cara.

Sua experiência no sistema alcançou 25.568 pontos. Se tivesse certo, estaria no nível 12 quando sua experiência chegasse em 30 mil pontos e receberia cinco pontos de atributo. Conseguir 4 mil pontos de experiência era fácil para alguém que ganhava mais de 2 mil por semana.

Luke sorriu enquanto fazia seus planos.

Quando se sentou, Sonia olhou para ele de forma questionadora.

Luke assentiu com um sorriso e ela imediatamente se aproximou.

Próximo a sua mesa, ela perguntou baixinho: — Você ouviu a grande notícia de noite passada?

Luke e Selina balançaram a cabeça.

Sonia explicou baixinho: — Houve um tiroteio intenso numa das mansões de Wolf Elsworth nos subúrbios noite passada, com disparos e explosões. Trinta seguranças foram mortos. Wolf Elsworth está desaparecido. — Ela observou a expressão de Luke enquanto falava.

Luke pareceu surpreso. — Sequestro? —

Após um breve silêncio, Sonia falou. — Ninguém sabe, mas a Família Elsworth prometeu um milhão de dólares para qualquer um que puder dizer o paradeiro de Wolf, ou cem mil para alguém quem der uma pista.

Luke estalou a língua: — Que vergonha não sabermos para ganhar esse dinheiro. A chefe não quer que a gente toque no caso.

Vendo sua expressão, Sonia não achou mais suspeito: — É bom que saiba. Estou voltando ao trabalho.

Luke e Selina ficaram no escritório por pouco tempo e saíram para trabalhar nos casos.

Na estrada, o celular de Luke tocou.

Ele atendeu pelo Bluetooth: — Sheerah, o que posso fazer por você?

Ele olhou para um lugar para encostar: — O quê? Um espetáculo? Você está brincando? — Luke perguntou surpreso.

Um momento depois, respondeu hesitante: — Me deixa pensar sobre isto. Te dou uma resposta ao meio-dia. Tchau.

Selina olhou para ele: — A cantora?

Luke assentiu — Sim, ela.

— O que é? — Selina perguntou.

Luke guardou o celular e respondeu: — Ela me pediu para trabalhar como um guarda-costas temporário amanhã.

Selina: — Sério? Ela não tem os próprios guarda-costas? Por que quer você?

Luke: — Porque o lugar que está indo não permite a entrada de guarda-costas, e ela só pode levar duas pessoas consigo. Uma delas é o estilista, quanto ao outro, ela espera que eu possa acompanhá-la como membro da equipe.

Selina franziu a testa: — Onde ela está indo? Ela não pode levar escoltas consigo?

Luke deu de ombros: — Ela não mencionou. Só me pediu para ligar quando eu decidir.

Selina: — Você não tem trabalho?

Luke: — É um emprego privado. Subiremos num helicóptero um pouco depois das cinco e retornar à Los Angeles à meia-noite.

Selina ficou sem palavras: — Então é com você.

Este era um emprego por fora.

Se Luke quisesse se aproximar de Sheerah, ele poderia fazer este favor, mas não era grande coisa se não fizesse. Além disso, a viagem levaria seis horas, o que não afetaria o cronograma normal de Luke.

Pensando por um momento, Luke retornou à ligação para dizer que aceitaria.

Ele ficou um pouco curioso sobre como uma cantora normalmente preparava para uma apresentação.

Não importa quão calmo uma pessoa fosse, ainda ficariam curiosos, e Luke não era exceção.

Mais importante, o local da apresentação era num lugar de interesse para Luke, então seria matar dois pássaros com uma pedra.

Sheerah ficou muito feliz e falou que enviaria um carro para pegá-lo amanhã de tarde.

Às quatro da tarde do dia seguinte, Luke foi para casa mais cedo com Selina e fez o jantar para ela. Prometendo que gravaria um pouco da apresentação para ela, Luke entrou no carro de Sheerah.

O carro dirigiu até um aeroporto militar, e Luke não recebeu permissão para entrar até mostrar a cartão de identidade temporário que Sheerah deu noite passada.


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