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Super Detective in the Fictional World – Capítulo 942

Um rato fedorento se depara com um azarento.

Olhando para Weasel, Luke falou casualmente: — Se possível, peça seu amigo para preparar um aviso de fechamento de negócio. Entregue-o ao Bar da Irmã Margaret amanhã de manhã.

John repetiu suas palavras para a pessoa na ligação.

Olhando para eles, Weasel hesitou.

Ele tinha pessoas na ATF e não ficaria com medo das palavras de Luke.

Luke e os outros não foram embora. Eles continuaram bebendo Coca-Cola e cerveja enquanto conversavam.

Menos de cinco minutos depois, o celular de Weasel tocou.

Olhando para o número, seu coração acelerou.

Ele saiu e atendeu. A pessoa na ligação falou: — Seu rato fedorento. Você não quer mais fazer negócios? Como ousa provocar a polícia?

Weasel abaixou a voz: — O que aconteceu?

A pessoa na ligação falou: — Meu chefe acabou de falar que, se eu não resolver seu problema esta noite, vou resolver com seu bar amanhã.

Weasel: —… Seu ATF não responde ao departamento de polícia.

A pessoa na ligação disse: — John McClane foi a pessoa que ligou; você nunca ouviu falar dele? Você ousa enfurecer este azarento? Ouça-me: chame-o rapidamente e resolva este assunto, ou terei que incomodar você pessoalmente com uma suspensão amanhã de manhã.

Ele então desligou.

Weasel guardou o celular e respirou fundo. Ele se virou e caminhou até Luke. Um sorriso caloroso apareceu em seu rosto calmo: — Okay, o problema é comigo. Devolverei tudo. Que tal?

Luke balançou a cabeça: — Sou um homem de princípios. Portanto, você pode ficar com o dinheiro e me dar cem do acordo real.

Weasel sorriu amargamente: — Como posso conseguir tantos?

Luke: — Acredito no seu potencial. Boa sorte.

Dizendo isso, ele chamou John e Joe e então foram embora.

Wade, que estava observando calado, disse de repente: — Espera.

Luke olhou para ele.

Wade estava relutante, mas falou: — Bem, pode ter alguns problemas na lista que te dei…

Luke sorriu e deu um tapinha em seu ombro: — Está tudo bem. Somos velhos amigos. Considere este pagamento por introduzir o Weasel.

Wade ficou contente: — Ah, isso é ótimo. Chefe, você pode me procurar na próxima vez que quiser conhecer alguém.

Luke assentiu: — É claro.

Wade, por outro lado, não notou Weasel o encarando estranhamente enquanto ouvia a conversa. Muito bom! Acontece que você atraiu estes vilões para mim. Você vai ver só!

Por outro lado, Luke e seus amigos saíram do bar e conversaram enquanto caminhavam duzentos metros. Eles encontraram um bar de classe média que tinha padrões melhores e entraram. Eles pediram mais bebidas.

John e Joe não fizeram perguntas sobre o motivo de Luke estar lidando com Weasel, nem perguntaram quais acordos tinha feito com Weasel e Wade.

Eles eram todos detetives veteranos e todos tinham informantes.

O departamento tinha muito trabalho e poucas pessoas estavam interessadas em casos de outros colegas.

O bar estava mais quieto que Weasel e os quatro sentaram-se num canto silencioso.

Luke aguardou o álcool ser servido antes de erguer a cerveja e brindou com John e Joe: — Desculpe por incomodar vocês dois hoje. Teria sido difícil lidar com aquele malandro sem vocês. Eu devo uma.

John deu de ombros: — Foi só uma ameaça verbal, não é nada.

Mesmo que tenha falado isso, Luke não acreditava.

Para conseguir fazer a ATF, pressionar Weasel mostrava que John também tinha pedido um favor.

Se o aviso de suspensão fosse emitido ou não, dependia de quão grande era o favor.

Após as cortesias, John perguntou baixinho: — Luke, o que acha do caso do Norman?

Ponderando por um momento, Luke respondeu francamente: — O chefe perguntou minha opinião, mas não aceitei.

John ficou surpreso: — Está com medo do Norman? Você realmente não quer investigar o caso?

Luke ficou quieto.

John olhou para Joe.

Eles beberam em silêncio e não pressionaram Luke.

Pensando por um instante, Luke balançou a cabeça: — Não quero me envolver.

John perguntou: — Qual é o problema?

Ele não achava que Luke fosse um covarde.

Luke suspirou: — Haverá pessoas que acham que estamos sendo barulhentos se investigarmos este caso. Não esqueça que existe alguém acima do Norman.

John e Joe se entreolharam e assentiram: — Você quer dizer…

Luke tomou um gole da cerveja: — Agora, eles têm Norman. Contanto que investiguemos este caso, esta pessoa cometerá suicídio ou sumirá. Então, qual é o motivo de termos que continuar investigando?

John e Joe balançaram as cabeças com sorrisos amargos.

Eles eram detetives velhos e naturalmente sabiam aonde Luke queria chegar.

Olhando para eles, Luke continuou: — Ninguém na DEA sabe o que Norman está fazendo? Deve ter muitas pessoas que sabem. Se o Norman morrer e alguém se tornar o capitão, nada mudará.

Olhando para o rosto sombrio de John, ele falou com um sorriso: — Chega, não é como se estivéssemos contando com isso para ser promovido. O máximo que conseguiremos escavar é que o preço das drogas em Nova York subiu em cinco por cento. Em dois meses, será como se nada tivesse acontecido.

John tomou um gole do álcool e expressou infeliz: — Por que você tem que ser tão razoável sobre isto? Eu não tenho nada a dizer.

Luke gesticulou para os quatro: — Porque somos policiais que trabalham em casos, não figurões que se sentam no escritório. Se realmente quiser lidar com Norman e os outros, então transferir o caso para a IRS faz mais sentido. Porém, você entende as contas e os relatórios?

Todos se entreolharam e balançaram as cabeças com sorrisos amargos.

Na maior parte do tempo, problemas internos eram muito mais difíceis de resolver que inimigos externos.

Após passar o tópico de Norman e a DEA, os quatro conversaram sobre os outros departamentos.

— Um dos oficiais de patrulha falou que viu o chefe saindo com uma mulher linda num restaurante de ponta…

— Quê? Ele não pode ter amigas por ser chefe da polícia?

— Não é isso, mas sempre pensei que ele já estaria casado.

— Também pensei isso, mas ele realmente só tem amigas…

✦═══🌃🕵️♂️🔎🕵️♂️🌃═══✦

Na manhã seguinte, Weasel ligou.

O aviso de suspensão, pendurado bem acima de sua cabeça, representava uma pressão enorme.

A verdade era que Weasel só podia fazer um lucro fixo de dez a vinte mil dólares por mês com as bebidas falsas, mesmo após pagar toda a despesa necessária.

Vinte mil dólares por ano não era uma pequena quantia.

Se seu bar fosse fechado, seu negócio de corretagem com certeza seria afetado. Ele perderia pelo menos cinquenta mil dólares por mês.

Após receber a ligação do seu amigo da ATF noite passada, ele estava arrependido, mas não porque deu informações erradas a Luke.

Já era costumeiro ele dizer meias verdades. Comparado com seu negócio de bebidas falsas, isto já era muito profissional da parte dele.

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