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Supreme Harem God System – Capítulo 345

É hora de partir.

— Hmm? Por que parou a carruagem?

Ember perguntou com uma carranca.

A escolta, chamado Jack, que estava sentado com Ember na carruagem, franziu a testa e bateu na porta.

— Jerry, por que você parou?

— Tem um homem parado na frente da carruagem. — A outra escolta, chamado Jerry, que estava dirigindo a carruagem, respondeu.

E como se fosse para confirmar aquelas palavras.

— Tudo que tiverem na carruagem é meu! Devolvam o que me pertence!

Ouvindo aquelas palavras, Jerry franziu a testa e olhou para o “bandido” com um olhar inexpressivo.

— Seu idiota, pelo menos olhe para o estágio de cultivo do homem que está tentando roubar antes de fazer um movimento…

Jerry tinha certeza de que o bandido logo entraria em pânico quando notasse sua força e pararia de incomodá-lo. Ele estava muito entediado, mas como queria deixar uma boa impressão em Ember, não matou o homem de uma vez.

No entanto, contrário à sua expressão, em vez de medo, o bandido olhou para ele como se estivesse vendo um idiota.

— Seu idiota, pelo menos olhe para o estágio de cultivo do homem que está tentando se gabar.

Jerry piscou algumas vezes, estreitou os olhos para checar o cultivo do bandido e…

— !!!

Ele entrou em pânico.

Ele se moveu rapidamente do banco do motorista e correu até Ember.

— General Ember! Você tem que nos ajudar!

— Hã? Você não pode nem lidar com um mero bandido?

Ember questionou num tom desinteressado.

Até Jack franziu a testa. Ele não conseguia entender o motivo de Jerry pedir ajuda à General Ember por algo tão trivial. Entretanto, as palavras seguintes de Jerry o chocaram.

— Ele é um cultivador do Estágio Rei!

— O QUÊ?!

Jack exclamou em choque.

— Sim! Não estou mentindo!

Jack saiu apressadamente da carruagem e olhou para o bandido, que os aguardava com paciência.

— !!!

Seus olhos se arregalaram de surpresa e se virou para Ember para pedir ajuda.

— General! Você tem que nos ajudar! Ele não é um oponente que possamos derrotar.

— Hã? Vocês não são as escoltas enviadas para me proteger e garantir meu conforto durante a viagem? Por que devo fazer seu trabalho?

Ember indagou, deixando os dois sem palavras.

— General! Não é hora de brinc-

Jack queria reclamar, mas alguém bateu em seus ombros.

— Com licença, acho que fui muito paciente até agora, então agora podem devolver o que pegaram de mim? Estou com um pouco depressa.

O bandido parecia um cavalheiro.

— N-Não temos nada além de um humano na carruagem. Contudo, se quiser dinheiro, você po-

Jenny se virou e tentou argumentar, só que…

— Hã? Por que eu iria querer dinheiro? Acha que preciso? Não estou tentando roubar vocês, só quero o que já é meu.

— Agora faça isto enquanto estou pedindo com educação ou não gostarão de ver aonde isto vai parar.

O bandido ameaçou.

— M-Mas n-não temos nada que pertence a v-você… — Jack gaguejou.

O bandido então balançou a cabeça e suspirou.

— Acho que você quer da maneira difícil.

Dizendo isso, o bandido levantou as mãos. As escoltas tentaram se defender, mas o bandido foi rápido demais. Suas mãos apareceram em seus rostos e os empurrou para o lado, lançando-os no chão como se fossem estátuas.

— Não! Não entre! — Jerry gritou.

No entanto, Jack o parou e balançou a cabeça.

Deixe-o fazer o que quiser. Quando a General ficar irritada, ela vai lidar com ele.

Esse era o seu plano.

Afinal, não havia muitas pessoas que poderiam derrotar a General Ember numa batalha.

E, como se tivesse o mesmo pensamento em mente, Jerry ficou quieto e apenas observou a cena com um sorriso astuto.

Entretanto, o que os dois viram pouco depois fez suas mandíbulas caírem no chão.

O bandido, cuja metade do corpo estava dentro da carruagem, saiu com a General Ember em seus braços. O homem então se virou para eles e bufou.

— Hmph! Vocês ousam mentir quando estavam escondendo o que me pertence nesta carruagem!?

— Querem morrer?

— …

As escoltas, todavia, não ouviram o que o bandido falou porque estavam ocupadas demais olhando para a General Ember que estava abraçando a pessoa como um coala.

Esta… esta é a Assassina Ardente…?

Eles se perguntaram.

Os dois estavam tão chocados que nem notaram suas mortes iminentes.

Logo, uma espada apareceu na mão de Nux.

Ao vê-la, os dois finalmente saíram do devaneio, mas já era tarde demais.

Whoosh!

Thud! Thud!

Uma espada golpeou e duas cabeças voaram.

Antes mesmo que pudessem entender o que aconteceu, os dois foram decapitados.

— Tsk tsk, pensar que você mataria duas escoltas sem piedade. Tem certeza de que é apenas um garoto de dezoito anos e não um assassino impiedoso?

Ember perguntou com um sorrisinho.

— Confie em mim, sou apenas um garoto de dezoito anos.

— Um que conseguiu derrotar a Assassina Ardente e a fez ser sua mulher.

— Heh. — Ember apenas sorriu.

— Então… por quanto tempo você planeja ficar aí?

Thyra, que caminhou na direção dos dois, perguntou com uma expressão de inveja extrema.

Ember olhou para ela por um tempo e deu uma risadinha antes de virar a cara.

O rosto de Thyra tremeu de irritação.

Nux aproveitou o atrito delas e, ao mesmo tempo, atacou a carruagem com o feitiço Espinho de Terra e depois queimou com feitiços de fogo antes de usar todos os elementos pela área.

Uma vez terminado, se virou para Thyra e sorriu.

— É hora de partir.

Thyra, que estava encarando Ember, sorriu amavelmente e assentiu.

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