Switch Mode

Supreme Harem God System – Capítulo 496

M-Mas sua maldição-

— Ugghh…

Raguel abriu os olhos lentamente enquanto grunhia de dor. Sentiu que sua cabeça explodiria de dor que estava sentindo.

Raguel agarrou a cabeça em agonia. Enquanto o tempo passava, a dor começou a amenizar e só então notou que suas redondezas eram desconhecidas.

Uma carranca apareceu no seu rosto quando começou a olhar em volta.

Ele estava numa sala escura com apenas uma saída.

Então, se lembrou do que aconteceu antes de desmaiar e entrou em pânico.

— Tem alguém aí?!

Ele gritou.

— …

Ninguém respondeu. Os batimentos cardíacos de Raguel aceleraram quando o pânico aumentou e correu na direção da porta para bater com força.

Bang! Bang! Bang!

— Tem alguém aí?!

Ele gritou de novo.

Já que tinha acabado de acordar, seu corpo ainda estava fraco, portanto, mesmo após usar toda a sua força, não conseguiu destruir a porta de ferro.

— Olá!! Alguém consegue me ouvir?!

Raguel perguntou de novo.

Ele sentiu como se o silêncio nesta sala estivesse o matando.

Ele viu muito hoje, a morte de três cultivadores do Estágio Rei, como vinte soldados foram mortos sem resistência alguém, então não seria errado dizer que seu estado mental estava fraco.

No entanto, seu choque ainda não havia terminado.

Passo! Passo! Passo!

— Me deixe sai-

Enquanto gritava como um idiota, ouviu passos e se calou rapidamente.

Ele queria gritar e chamar alguém de fora, mas, ao mesmo tempo, temia encontrar os monstros que o sequestraram. Pensando logicamente, quem além deles poderiam ser? Eles o sequestraram e, em vez de gritar e alertar todos, ele deveria ter pensado com cuidado e ter tentado encontrar uma maneira de escapar deste lugar.

Raguel finalmente percebeu seu erro, mas já era tarde demais.

Passo! Passo! Passo!

Raguel então notou que os sons de passos estavam ficando mais altos.

Seu rosto empalideceu. Ele tentou se afastar da direção do som, só que suas costas acabaram tocando uma parede.

Seu corpo tremeu.

No final, olhou para a porta, esperando para espiar o rosto que veria pela pequena janela.

Honestamente, ele esperava que fosse Evane, até aquela General chamada Ember seria bom.

Qualquer um menos aquele monstro.

Aquele desgraçado…

Raguel tremeu quando se lembrou da expressão assustadora de Nux, aquele sorriso zombeteiro e desdenhoso enquanto enfrentava três cultivadores do Estágio Rei e vinte soldados sozinho.

Isto enviou calafrios pela sua espinha.

Passo! Passo! Passo!

Os sons de passos finalmente pararam. Raguel percebeu que a pessoa agora estava na frente da porta. Ele olhou para a janela, mas quando viu o rosto, seus olhos se arregalaram de surpresa.

— A-Amaya…

Os olhos negros de Amaya olharam para ele e um sorriso apareceu em seu rosto.

Este sorriso, que era extremamente similar ao de Nux, enviou outro calafrio pelas suas costas.

Amaya, todavia, não se importava com o que Raguel estava passando e abriu a porta para entrar.

— Há quanto tempo, Primeiro Príncipe. — Amaya cumprimentou.

— C-C-Como você está viva?!

Raguel gaguejou enquanto perguntava em choque.

— Hmm? O que poderia ter acontecido comigo? — Amaya indagou com um olhar confuso.

— V-V-Você deveria estar morta!

Raguel gritou.

— Por quê? Por que enviou aqueles assassinos fracos atrás de mim? Realmente acha que aqueles fracotes poderiam ter derrotado uma cultivadora do Estágio Rei como eu? — Amaya questionou com um sorriso brincalhão.

— M-M-Mas sua maldição-

Raguel queria perguntar, mas foi interrompido.

— O fato de não conseguir me mover e de que não conseguia usar meu cultivo por causa da maldição, até a própria maldição, foi tudo inventado.

— Nada disso é verdade.

— Então, se estava esperando algo assim, então… sinto muito te desapontar.

Amaya explicou com um sorriso caloroso.

Como se tentasse provar o que disse, Amaya levantou a mão e a Névoa Negra saiu de seu corpo.

— Viu? Consigo controlar esta “maldição” sem problemas.

— !!!

Os olhos de Raguel se arregalaram de surpresa.

Enganado.

Ele foi enganado.

Não só ele, o reino todo foi enganado.

— P-Por que você-

Raguel queria perguntar, mas foi interrompido de novo.

— Tudo bem, não estou aqui para conversar, estou para fazer algumas perguntas e se quiser permanecer vivo por mais um tempo, deveria respondê-las honestamente.

De repente, o tom de Amaya mudou.

— … Mais um pouco? — Raguel captou rapidamente as palavras de Amaya.

— Ignore isso e apenas responda minha pergunta.

— Por que pediu ajuda ao Reino de Skadi quando era suspeito de assassinar a Princesa deles?

Ao ouvir a pergunta, Raguel olhou para Amaya com uma expressão impassível.

Ele realmente se perguntou quão sem-vergonha alguém poderia ser, só que ao ver Amaya o encarando com solenidade, decidiu não falar sobre isto.

— S-Se eu responder… você me deixaria viver?

Raguel indagou.

— Bem, posso garantir que sua morte seja menos dolorosa.

Amaya respondeu.

— …

Raguel ficou calado.

Amaya percebeu o que ele estava pensando e ameaçou.

— Confie em mim, não é uma oferta que deva perder. Temos várias maneiras de garantir que implore para morrer, contudo, se as coisas forem longe demais, tenho certeza de que não receberá uma saída agradável.

— Gulp!

Raguel engoliu saliva.

Não por causa das palavras ameaçadoras de Amaya, mas devido ao sorriso sádico em seu rosto quando falou aquilo.

Era como se ela estivesse esperando que ele não respondesse para que pudesse causar o máximo de dor possível.

Esta vadia é maluca!

Raguel pensou internamente.

Não demorou muito para sua vontade quebrar.

— E-Eu não contatei o Reino de Skadi… foram eles que me contataram…

Ouvindo estas palavras, nenhuma mudança particular apareceu no rosto de Amaya.

— Continue.

Comentários

5 1 voto
Avalie!
Se Inscrever
Notificar de
guest
0 Comentários
Mais recente
Mais Antigo Mais votado
Inline Feedbacks
Ver todos os comentários

Opções

Não funciona com o modo escuro
Resetar