Switch Mode

The Death Mage Who Doesn’t Want a Fourth Time – Capítulo Paralelo 24

Nasce no Oeste e Se Põe no Leste

Um homem bonito, de nariz bem desenhado, caiu de joelhos com uma expressão nervosa no rosto.

À sua frente havia uma estátua, apressadamente restaurada por um artesão, representando Vida, a deusa da vida e do amor, e o arcebispo da Igreja de Vida enviado pelo Reino de Orbaume, que usava um sorriso sereno.

E vários nobres e cavaleiros os observavam, certificando‐se de não perder aquele momento histórico.

“Eu, Rudel Sauron, juro por este ato me juntar aos doze governantes e brandir minha espada para o benefício do povo,” disse o homem.

O arcebispo assentiu e recebeu uma coroa de um sacerdote próximo. “Eu, pela autoridade que me foi concedida, reconheço‐te como Duque Sauron. Que as bênçãos da deusa estejam contigo,” declarou solenemente.

E Rudel recebeu a coroa… o símbolo que só podia ser usado por um dos doze duques com direito a governar. Ele ergueu‐se, e os nobres soltaram vivas.

“Viva o Duque Rudel Sauron! Viva o Ducado de Sauron!”

“Glória a Sua Excelência, Duque Rudel!”

Alguns o aplaudiram; outros vertiam lágrimas de emoção. Muitos eram nobres, cavaleiros e seus servos; haviam lutado contra o Império Amid quando este invadiu.

Permaneceram na obscuridade e aguardaram por esse momento por muitos anos. A cerimônia de coroação de Rudel, filho do falecido duque, era o símbolo do retorno da prosperidade que o ducado tivera antes da invasão

— um grande evento que marcava o fim da guerra.

“Causei muito sofrimento a todos, mas agradeço por terem acreditado em mim e me seguido até aqui. Espero que me apoiem como apoiaram meu pai,” disse Rudel, fazendo uma reverência contida.

Tomados pela emoção novamente, os nobres urraram ainda mais alto. O próprio duque reconhecera seus feitos e declarara que esperava mais deles no futuro. Sua recuperação e progresso estavam garantidos.

Por outro lado, havia também os que permaneciam calmos, observando a cerimônia com sorrisos insinceros.

“Parabéns, Duque Rudel.”

“Mas o que vem a seguir é o ponto crucial. Porque deveis governar terras que foram arruinadas pelo império.”

“Claro, meu senhor me pediu que transmitisse que ele oferece seu total apoio.”

“Unamos forças e trabalhemos pelo bem do reino.”

Eram as mensagens enviadas pelos duques e outros nobres ilustres de outros ducados que apoiavam Rudel.

Também estavam contentes que Rudel, aquele que haviam apoiado, havia vencido a disputa pelo poder e se tornado Duque Sauron sem incidentes. Mas os eventos importantes para eles e seus mestres ainda estavam por vir.

Subornos discretos do projeto de restauração do Ducado de Sauron e a implementação de uma nova política de defesa. Tratamento preferencial para os filhos nascidos depois tornarem‐se funcionários do governo e privilégios no comércio.

Esperavam todo tipo de benefício para si.

“É claro,” disse Rudel. “Sou jovem e inexperiente, mas por favor, peçam a seus senhores que me deem seu apoio daqui por diante.”

Ele ainda precisava do apoio dos senhores daqueles mensageiros.

Não havia dinheiro demais quando se tratava da restauração da região, da nova política de defesa e da reorganização do exército do ducado. E, embora o Império Amid tivesse recuado, não havia soldados suficientes para defender a fronteira entre as nações.

Rudel não podia prosseguir sem apoio.

Em comparação, este era um problema pequeno, mas era provável que mais tarde sentisse os efeitos de ter perdido quase todos os membros da família em quem podia confiar por ter vencido a disputa de sucessão.

Seu pai e seu irmão mais velho, o primeiro filho do duque, morreram na guerra, e sua irmã mais velha e a mais nova haviam se casado com famílias de outros ducados. Ele havia derrotado o terceiro e o quarto filhos na disputa pelo poder, e seu relacionamento com o quinto filho, com quem lutou até o fim, estava particularmente terrível.

Sua irmã caçula também havia sido derrotada, mas poderia ser de grande utilidade. Rudel poderia casá‐la em uma família influente se ela pedisse, mas parecia haver um orgulho estranho que a impedia. Filhos ilegítimos são problemáticos, afinal.

Pensando bem, eu tinha outro irmão ilegítimo, mas ele também morreu. Bem, mais importante, preciso trabalhar duro por um tempo. Pensar que eu aprenderia com o exemplo do Chichi‐ue assim… Filhos adotados não são muito eficazes, afinal.

Rudel havia esquecido por completo do já falecido Raymond Paris, líder do Exército do Ducado de Sauron Reconstituído. Sentiu emoções desagradáveis ao perceber que precisava reconstruir a família, que encolhera devido às perdas da sua geração.

O fato de ter muitos irmãos fora a causa do conflito pela sucessão, mas ter poucos demais tornaria o domínio familiar instável. Se algo acontecesse ao atual chefe, o sistema de governo que acabara de ser recuperado enfraqueceria novamente.

De fato, era possível que os irmãos derrotados na luta pelo poder estivessem conspirando para assassinar Rudel. Como Rudel não tinha filhos no momento, se algo lhe acontecesse, eles poderiam tomar o ducado para si.

“Pois bem, Vossa Excelência, apresente‐se ao povo,” disse o arcebispo.

Ocultando a ansiedade, Rudel avançou até a varanda para acenar e mostrar‐se ao povo que se reunira para vislumbrar o novo Duque Sauron.

Rudel afundou na cadeira do gabinete que agora lhe pertencia no castelo retomado e exalou como se desse a última baforada de ar de seus pulmões.

“Talvez por causa da coroa e do sobretudo tão resplandecentes, são mais pesados do que parecem. Não é de se admirar que meus ombros estejam rígidos,” resmungou.

Havia mais duas pessoas na sala.

“Sente isso só porque seu corpo estava tenso de nervosismo. Você se acostumará em meio ano,” disse um deles, um homem com cabelos rareando e linhas profundas de riso no rosto, claramente hábil em elogios. Se houvesse um homem de aparência feroz e uma mulher com um vestido extravagante ao seu lado, ele poderia passar por um bobo da corte.

Chamava‐se Fatherick Dolmad. Era um marquês honorário do centro do Reino de Orbaume e o atual marechal.

“Estou tão acostumado que às vezes esqueço minha veste e a túnica com o brasão da família,” disse ele.

“Acho que isso é desagradável em si. Um soldado já o confundiu com um mero funcionário civil há pouco tempo,” disse a outra pessoa na sala em tom seco.

Era um elfo que participava da conversa entre dois nobres importantes. No entanto, ele estava longe do estereótipo de elfo gracioso e delicado.

Tinha um rosto bem desenhado, mas com expressão sombria; embora alto, parecia felino ao sentar, parecendo de estatura média. O cabelo descia solto até os ombros e havia um leve por fazer na mandíbula. O corpo era magro, porém bem trabalhado. Vestia uma armadura de couro simples, como a de um aventureiro iniciante, e o cinto sustentava várias facas do tipo vendidas em atacado.

Se não fosse pelas orelhas compridas, parecia nada mais do que um mercenário desgastado de meia‐idade. Ao menos, sua aparência levantava dúvidas sobre se ele tinha status suficiente para estar naquele gabinete.

Apesar disso, o homem continuava a implicar com o Marechal Dolmad, ainda olhando para a mesa de hóspedes à sua frente. “Só por andar em público, você é confundido com um funcionário civil sem valor, apesar de ser um marquês e um importante apoio do novo Duque Sauron. Você pretende expulsar todos os soldados e servos do castelo por desrespeitarem um nobre?”

“‘Funcionário civil inútil’ — Que jeito terrível de colocar. E mesmo assim, acredito que você tem uma aparência semelhante, Randolf ‘o Verdadeiro’-dono,” disse o Marechal Dolmad.

O elfo… um dos aventureiros S‐class do Reino de Orbaume, Randolf ‘o Verdadeiro’, bufou. “Você aprendeu a falar o que pensa, garoto Fatherick.”

Rudel sentiu como se a temperatura da sala tivesse caído bruscamente quando Randolf pronunciou essas palavras. Este não é um homem comum…

Rudel planejara se tornar o general do exército do Ducado de Sauron se seu irmão mais velho não tivesse sido morto pelo Império Amid. Assim, era mais competente em combate do que nobres comuns, e já havia experimentado verdadeiros campos de batalha, não apenas disputas confusas pelo poder.

Mesmo assim, ele não conseguira perceber o quão forte Randolf era quando o Marechal Dolmad os apresentou.

Mas por mais que tentasse resistir a este homem, jamais o venceria. Estava absolutamente certo disso.

Randolf, que havia obtido o título de S‐class há mais de cem anos, elogiado por todos como um ‘verdadeiro aventureiro.’ Suponho que isso significa que ele está acima de ‘Espada de Chama Azul’ Heinz, mesmo que ambos sejam aventureiros S‐class.

Talvez sem perceber os pensamentos temerosos de Rudel, Randolf não parecia ofendido, assim como Dolmad. Como se nada tivesse acontecido, tirou um pequeno frasco de álcool do bolso e tomou um gole.

“Vou confirmar antes de aceitar a solicitação. Não há código de vestimenta e a única coisa que estou emprestando é meu nome. Exceto pelo caso muito improvável de algo acontecer, só preciso estar presente. Certo?” perguntou Randolf a Dolmad, que era seu empregador.

A verdade era que Randolf havia se aposentado como aventureiro há muito tempo. Ou, para ser mais preciso, ele declarara sua aposentadoria como aventureiro S‐class.

Um dia, disse ao Mestre da Guilda de Aventureiros de uma filial próxima a ele: “Não aceitarei mais solicitações; vou apenas ir aos Ninhos do Demônio sozinho e caçar o suficiente para não ter problemas em me alimentar,” tentando entregar seu Cartão da Guilda.

Se ele parasse de ser aventureiro, não poderia mais fazer a Guilda de Aventureiros comprar materiais ou outros itens dos Ninhos do Demônio ou masmorras, como provas de ter exterminado monstros. Teria que vendê-los a mercadores individualmente ou vender pessoalmente.

Mas Randolf era um aventureiro S‐class, mesmo que tecnicamente ex‐aventurero. Mesmo sem seu certificado de aventureiro e posição social, ainda possuía as mesmas habilidades e experiência. Contanto que tivesse isso, qualquer mercador desejaria negociar com ele.

E Randolf nunca se interessara por luxos. Como era proficiente na vida na floresta, como muitos elfos, podia se sustentar sem nunca entrar em uma cidade.

Era um homem satisfeito em caçar presas adequadas, fazer roupas de fibras vegetais e peles de animais e produzir álcool a partir de frutas.

Ele havia adquirido o status de nobre honorário no reino, mas dissera: “Não preciso disso, e também não preciso de pensão.”

Não apenas o Mestre da Guilda, mas todos os altos funcionários do Reino de Orbaume ficaram abalados com essas palavras.

Randolf, um aventureiro que representava a nação, aposentava-se apesar de ainda possuir poder. Teria sido um grande problema se o Império Amid tentasse recrutá-lo.

O maior problema de todos era que não havia como detê-lo. Por isso, atenderam às solicitações de Randolf ao máximo e suplicaram que ele agisse de forma a mostrar que Randolf ‘o Verdadeiro’ ainda estava vivo e ativo, apenas não mais lutando na linha de frente.

Apesar de tudo isso, ele acabara de estabelecer condições para seu próprio emprego momentos antes.

“Entendido,” disse Dolmad. “E, no momento, esse ‘caso muito improvável’ não acontecerá. Parece que seu nome surtiu efeito.”

O Império Amid, que havia recuado, agora apenas observava silenciosamente além da fronteira da nação escudo de Mirg. Não havia sinais de espiões do império na região de Sauron, nem sinais de que algo significativo aconteceria.

O Marechal Dolmad via isso de forma otimista, considerando a situação extremamente favorável.

E assim como ele, a atenção de Rudel estava voltada para as guerras políticas contra os outros duques, bem como contra Dolmad presente ali. Eram apoiadores importantes, mas ele não pretendia se tornar um fantoche.

Mas Randolf aparentemente tinha uma opinião diferente.

“Garoto Fatherick, você tem certeza sobre os caras da resistência? E você, jovem, o que pretende fazer com o antigo território de Scylla?” perguntou, voltando-se para Rudel.

O rosto de Rudel se contraiu um pouco ao ser chamado assim.

Mas Dolmad sorriu gentilmente. “Não há com o que se preocupar. Somos mais do que capazes de lidar com isso,” disse.

Usando a rede de informações do reino, Dolmad e Rudel haviam enviado inúmeros espiões para a região de Sauron e coletado informações por muito tempo.

Entre essas informações havia um relatório de que uma coluna de luz quebrada e uma explosão intensa foram observadas no dia em que o ‘Espada de Velocidade da Luz’ Rickert foi derrotado.

E depois havia o caos no exército do Duque Marme e as informações anunciadas pelo império. E os movimentos da resistência depois disso… Após analisar, Dolmad e Rudel concluíram que, no momento, a organização da resistência conhecida como Frente de Libertação de Sauron havia sido quase completamente dizimada, e os poucos sobreviventes estavam entrando em contato com suas famílias.

Não, Dolmad duvidava da existência da Frente de Libertação de Sauron há muito tempo.

Sua investigação concluiu que o líder, a Cavaleira Princesa Libertadora, provavelmente era Iris, única filha da família de cavaleiros Bearheart. No entanto, a partir de certo ponto, toda a resistência, incluindo a própria Cavaleira Princesa Libertadora, havia mudado demais.

Essa mudança não podia ser explicada apenas pela combinação dos remanescentes do Exército do Ducado de Sauron Reconstituído.

Primeiro, haviam obtido muito mais sucesso em batalha do que antes. E essas vitórias não eram resultado de estratégias avançadas de guerra de informação; acumulavam vitórias apenas com força bruta. Tornaram-se fortes em pouco tempo, como se fossem pessoas completamente diferentes.

Além disso, a quantidade de suprimentos consumidos havia claramente diminuído. Dolmad investigou os que eram considerados apoiadores da resistência, os danos sofridos pelo exército ocupante e os bens roubados, mas as coisas claramente não batiam.

O núcleo da resistência de Iris quase não consumia suprimentos médicos, incluindo poções, armas ou alimentos.

Havia outros detalhes estranhos, como o aumento de membros da resistência usando o símbolo sagrado de Vida e o fato de que a Cavaleira Princesa Libertadora não recitava mais os provérbios de Alda como antes.

Com base nesses fatos, Dolmad supôs que os membros centrais da Frente de Libertação de Sauron haviam sido substituídos e que não precisavam de apoio externo ou de capturar suprimentos inimigos.

Em outras palavras, ele suspeitava que a Frente de Libertação de Sauron fora destruída pelo exército ocupante do Império Amid junto com o Exército do Ducado de Sauron Reconstituído, e impostores haviam tomado seu lugar.

Provavelmente eram uma distração, criada para reunir todos os rebeldes da região de Sauron em um só lugar, recebendo suprimentos do exército ocupante, sem necessidade de recursos próprios.

É provável que os Scylla também tenham sido mortos pelo exército ocupante ou forçados para o interior da Cordilheira da Fronteira.

Eles haviam executado essa grande encenação com o objetivo final de atrair o exército do Reino de Orbaume para uma armadilha. O envio das Quinze Espadas Quebradoras de Maldição também era, sem dúvida, parte de algum plano.

Mas então encontraram sua destruição pelas mãos dos poderosos Mortos-Vivos que atravessaram a Cordilheira da Fronteira com timing excepcional.

“Parece que ainda há contato, mas esses serão, com certeza, os últimos poucos que tiveram sorte de sobreviver. São insignificantes demais para ter qualquer influência. Atualmente, planejamos rastreá-los até suas origens e capturá-los. Se os declararmos mortos, então pegaremos membros que não sabem de nada e os transformaremos em celebridades e cavaleiros nas vilas e cidades; isso encerrará tudo,” disse Dolmad.

“Esse é um jeito bastante conveniente… sujo de pensar,” bufou Randolf. “Você não acha que as coisas são exatamente como disseram?”

“Não acho,” respondeu Dolmad imediatamente. “Não consigo imaginar que a resistência tenha escapado ilesa depois de se envolver em uma batalha onde um poderoso Morto-Vivo derrotou as Quinze Espadas Quebradoras de Maldição, um grupo de guerreiros equivalentes a aventureiros A-class.”

Eles haviam descoberto que ocorreram explosões aterrorizantes e dois flashes de luz cegantes que podiam ser vistos até do pé da montanha. O território de Scylla era consideravelmente grande, mas era impossível imaginar que a resistência tivesse evitado ser afetada.

“Não foi isso que perguntei. Quero saber o que fará se a resistência for inocente,” disse Randolf, continuando a pressionar Dolmad.

Mas Rudel interrompeu, com expressão tensa. “Randolf-dono, esse é o tipo de conversa política que você não gosta. Vou me abster de me envolver,” disse.

Como Eleanora e Miles suspeitavam, Rudel já havia decidido que as terras seriam concedidas aos filhos nacidos depois dos apoiadores e aos vassalos que o serviram. Ao mesmo tempo, sabia que Iris e seus companheiros muito provavelmente seriam um obstáculo ao seu governo no futuro.

Ele provavelmente reuniria apoio se tomasse Iris como esposa, mas era difícil imaginar que ela aceitasse que os outros membros da resistência fossem ignorados.

Diante disso, era melhor fingir que eles eram heróis mortos que ele poderia usar.

Rudel não havia contado isso a Randolf, mas várias das cartas enviadas pelos membros da resistência às suas famílias foram confirmadas como autênticas pela caligrafia. Se eram realmente membros da resistência ou traidores que haviam se juntado ao exército ocupante, isso pouco importava.

Havia já um plano para atraí‐los, estrangulá‐los, fazê‐los vomitar as informações que tinham e então fazê‐los desaparecer. Tudo o que restava era executá‐lo. Uma investigação do território de Scylla estava planejada para acontecer depois disso.

Se os apoiadores e membros de escalão inferior da resistência fizessem barulho, seriam tratados de forma apropriada também.

Mas Randolf provavelmente já havia deduzido isso.

“Entendo. Tudo é usado como escudo e arma do Reino de Orbaume; tudo é pela estabilidade do Ducado de Sauron e pela prosperidade do reino,” disse ele, bebendo mais um gole de seu frasco antes de se levantar da cadeira.

“Para onde vai?” perguntou Rudel.

“Para algum lugar,” respondeu Randolf. “Vou ficar nesta cidade por um tempo, então não se preocupe. Devo ao menos isso à sua bisavó.”

“Queres ir e verificar por ti mesmo? O antigo território de Scylla está atualmente fechado, mas é diferente se fores tu a entrar nele,” disse Rudel, confiante de que Randolf ‘o Verdadeiro’ obteria resultados mesmo diante de centenas ou milhares de Mortos‐vivos, incluindo um poderoso o suficiente para derrotar membros das Quinze Espadas Quebradoras do Mal.

Mas Randolf acenou desinteressado por sobre o ombro. “Não pretendo fazer nenhum trabalho que atraia atenção. Também não vou perguntar o que você pretende fazer. Tome cuidado com esse Dhampir.”

E então saiu da sala.

“… Uma pessoa temperamental. E inexperiente além do esperado,” disse Dolmad.

“Ouvi do meu avô que minha bisavó murmurava que ele tentou parar de ser aventureiro porque não se acostumava com coisas assim,” disse Rudel. “Apesar disso, ele acumulou tanto poder que não consegue permanecer alheio ao mundo da política. Parece que talento nem sempre traz felicidade ao dono.”

Apesar de sua atitude cansada e resignada, Randolf interrompia de vez em quando. Rudel achava que ele era mais perigoso do que a resistência ou os Mortos‐vivos que haviam atravessado a Cordilheira da Fronteira.

“O que ele quis dizer ao falar de um Dhampir?” Rudel perguntou a Dolmad, tentando disfarçar a tensão. “Eu não conhecia a existência de nenhum Dhampir além da chamada Selen, que está sob a proteção de Heinz ‘a Espada de Chama Azul’.”

Dolmad riu. “É informação falsa vazada pelo império. Tenho certeza de que ele falou em tom de brincadeira.”

Ao contrário de Rudel, Dolmad sabia que aparentemente um Dhampir nascera entre um Vampiro Subordinado e um Elfo Sombrio na nação‐escudo Mirg. Sabia também que o Dhampir havia aparecido na cidade de Niarki, no Ducado Hartner.

Ouvira também que o Império Amid tentara garantir que não perdessem o Dhampir quando ele saísse da Cordilheira da Fronteira.

Mas Dolmad questionava o pano de fundo desse Dhampir. Mesmo se fosse um Dhampir, como acreditar que ele liderara centenas de Ghouls pela Cordilheira da Fronteira aos três anos de idade, e mandara de volta a força de expedição da nação‐escudo Mirg como Mortos‐vivos?

A própria informação era, desde o início, demasiado improvável.

A alegação de que ele era líder dos Ghouls baseava‐se no testemunho ocular de apenas um aventureiro, e a ideia de que os havia conduzido pela Cordilheira vinha do fato de terem sido encontradas trilhas que sugeriam isso; ninguém havia realmente presenciado o fato.

Que a força de expedição da nação‐escudo Mirg fora repelida era mera conjectura. Ninguém sobreviveu; não havia testemunhas.

Juntando esses fatos, Dolmad concluíra que era verdade que um Dhampir nascera na nação‐escudo Mirg e que aparecera no Ducado Hartner cerca de dois anos atrás. Contudo, ele descartara a existência de um Dhampir que liderara Ghouls pela Cordilheira da Fronteira.

Achou que essa era uma informação fabricada pelo Império Amid para algum tipo de trama.

Uma trama para eliminar nobres traiçoeiros e corruptos dentro da nação, bem como o poder militar de uma nação vassala que buscava independência, e para enganar os agentes de inteligência do Reino de Orbaume.

“Entendo,” disse Rudel após ouvir a explicação. “Mas,” continuou, “seria o império capaz de algo tão absurdo? Francamente, eu acharia mais fácil acreditar se me dissessem que o sol nasceu no oeste e se pôs no leste. Mesmo que fabriquem informações falsas, não fariam algo mais crível?”

“Exatamente, Rudel‐dono,” disse Dolmad. “A trama do império é fazer parecer que uma informação absurda é verdadeira e nos fazer duvidar de nós mesmos. É isso que buscam.”

Dolmad convencia‐se disso.

Correra o boato de que o Conde Thomas Palpapek, da nação‐escudo Mirg, não estava em bons termos com o Império Amid. Mas não era raro na política que pessoas com rumores tivessem ligações ocultas.

Com a posição e autoridade de marechal, seria simples fazer com que aventureiros e espiões prestassem falso testemunho.

Havia também informações de que o atual Duque Hartner, Lucas, desconfiava do Dhampir. Mas não havia dúvida de que ele apenas usara as informações do império para culpar o Dhampir pelos vários erros e incidentes no ducado. O paradeiro do fragmento selado do Rei Demônio, supostamente roubado por um ladrão, também era duvidoso.

Era até possível que tenham tentado e falhado em criar uma peça de equipamento do Rei Demônio por conta própria, fazendo o castelo tombar, e o ladrão fosse só uma invenção para encobrir o desastre.

Fazia mais sentido pensar assim. Não, os que não acreditassem nisso poderiam ser tidos como perdendo a capacidade de raciocinar.

“Rudel‐dono, você também deve ter cuidado para não perder a compostura ao pensar e tomar decisões,” disse Dolmad. “Se não o fizer, será feito de fantoche por essas histórias absurdas e se arrependerá depois.”

“E‐entendo. Vou ter isso em mente,” disse Rudel.

O alerta de Dolmad servia tanto para ele mesmo quanto para Rudel, um lembrete de sempre permanecer vigilante.

“É o que eu esperaria do duque da região de Sauron, Rudel‐dono,” disse ele.

Fatherick Dolmad. Um homem com grande senso de suspeita e raciocínio lógico; nunca acreditaria que o sol poderia nascer no oeste e se pôr no leste. Isso era o que o tornava um político capaz.

Três pessoas estavam sentadas em torno de um único mapa, gemendo e suspirando enquanto se olhavam.

“Isso é… Ele se retirou para a cordilheira.”

“Não esperava por isso. Eu tinha certeza de que ele assumiria a região de Sauron com força militar.”

“Bem, provavelmente significa apenas que ele não tem intenção de levar as coisas tão longe.”

Os três reunidos naquela sala de estalagem… Tendou Tatsuya, o ‘Clarividente’, Akaki Shouko, o ‘Ifrit’, e Minami Asagi, o ‘Esmagador de Magos’, se endireitaram nas cadeiras.

Já haviam se passado vários meses desde que reencarnaram neste mundo, e eles trabalhavam em uma certa cidade da região Hartner como aventureiros.

Eles haviam se registrado e adquirido Jobs na filial da Guilda dos Aventureiros em uma cidade de estalagem na estrada principal, depois foram promovidos a classe E e mudaram de Job novamente em outra cidade mais distante. Faziam questão de não chamar atenção como recém-chegados estranhos que eram promovidos anormalmente rápido, mudando de local com regularidade.

Como os métodos de comunicação não estavam desenvolvidos em Lambda, era possível manter um disfarce eficaz apenas se deslocando entre cidades consideravelmente distantes. A Guilda não perguntava a cada novo aventureiro sobre seu histórico de trabalhos em outras cidades.

Mas, ao se tornarem aventureiros de classe C, chamariam atenção como “os estranhos que continuam mudando de local”.

Deixando isso de lado, o que os três faziam naquela sala da estalagem era uma reunião estratégica para descobrir os movimentos de Vandalieu.

Os reencarnados possuíam um Radar de Alvo como Habilidade Única. Isso detectava a localização daqueles que possuíam Mana de atributo morte em certa quantidade ou mais.

Com isso, sabiam a direção em que Vandalieu se encontrava e a distância até ele.

Eles usavam essa resposta e um mapa desenhado com base na imagem do continente Bahn Gaia, que haviam visto no Reino Divino de Rodcorte, para estimar a localização de Vandalieu.

… O mapa em que confiavam, entretanto, tinha precisão questionável. Mas neste mundo, mapas não eram formas de observar a geografia do território como via satélites artificiais; eram tratados como segredos militares. Era mais do que suficiente para uso pessoal.

Se quisessem um mapa mais preciso que esse, teriam que roubar um de alguma família de duques.

Tendou… agora chamado Tatsuya Tendou após sua reencarnação. Sua Clarividência ainda tinha limites apesar de ter renascido.

“Tendou, é impossível vê-lo com sua visão transparente?” perguntou Asagi.

“É impossível,” disse Tendou. “Assim como em Origin, minha visão transparente não me permite ver tudo. E se eu olhasse diretamente para ele, há grande chance de ser notado, como no incidente da Foice da Morte.”

“É duvidoso se estaríamos seguros caso fôssemos notados, mesmo que ele esteja realmente distante. Parece que ele também consegue se teletransportar de alguma forma,” disse Akaki.

Ao sentir a localização de Vandalieu através do Radar de Alvo, eles haviam visto várias ocasiões em que ele mudava de local instantaneamente. Tendou e seus companheiros acreditavam que isso provavelmente era teletransporte.

Atualmente, parecia que ele não podia se teletransportar livremente, mas era possível que ele apenas fizesse parecer que não podia.

“Mas o que vocês acham que ele pretende fazer a partir de agora? Não consigo imaginar que ele vá simplesmente recuar e ficar quieto,” disse Akaki Shouko… Shouko Akaki, parecendo perplexa.

Ela não sabia nada sobre Vandalieu antes de ele reencarnar em Lambda… assim como os demais reencarnados.

Mas ela tinha informações sobre ele após sua reencarnação.

Segundo essas informações, ele retaliaria quando algo fosse feito contra ele, não importando quem fosse responsável. Não importava se fosse uma nação ou um deus.

Ainda assim, parecia que ele se retirou silenciosamente desta vez. Shouko achou isso estranho. Tendou concordou com um aceno.

Mas Asagi… Asagi Minami, parecia pensar diferente.

“Não, tenho certeza de que ele apenas se acalmou porque agora tem mais coisas a proteger. E ele não é um cara intrinsecamente mau; não é estranho para ele deixar a situação se resolver em paz, contanto que o sangue não suba à cabeça, certo?” disse ele, cruzando os braços e assentindo consigo mesmo.

Shouko e Tendou se olharam com estranhos e amargos sorrisos.

“É verdade que penso que ele não é intrinsecamente mau, mas…” disse Tendou.

Vandalieu fora um estudante comum na Terra e morrera após decidir espontaneamente tentar salvar uma garota que era sua colega. Mesmo em Origin, depois de se tornar um Morto‐vivo, ele salvara Pluto e os outros que haviam sido sujeitos de experimentos assim como ele.

Seria possível categorizar o atual Vandalieu como uma boa pessoa, não um vilão.

“Mas se ele não fosse ‘um vilão’, não teria massacrado um exército de seis mil, incluindo soldados que tentaram se render, transformado-os em Mortos‐vivos e os soltado em sua própria terra, teria?” disse Tendou.

“Asagi, não houve aulas ensinando-nos a nunca capturar prisioneiros na escola que frequentamos,” disse Shouko.

Asagi franziu a testa ao se lembrar de como Vandalieu tratou o exército de expedição da nação‐escudo Mirg, incluindo os que tentaram se render.

“Isso… tenho certeza de que foi o melhor que ele pôde fazer,” insistiu. “Agora, ele acredita que o mundo inteiro, exceto seus companheiros, é seu inimigo. Por isso se cerca de Mortos‐vivos e monstros que pensam livremente. Mas, na verdade, ele acha isso errado, e por isso tenta ajudar pessoas vivas também. Vocês também pensam assim, certo?”

“Não sei,” disseram os outros dois em uníssono.

“Sua personalidade e memórias de quando estava na Terra deveriam ter assumido o controle há muito tempo, mas a maioria de suas ações foi tão extrema e bizarra que nem consigo imaginar seu estado mental,” disse Shouko.

“Na verdade, dependendo da situação, pode ser mais estranho pensar que ele nos entenderá. Mas nosso objetivo é, antes de tudo, avisá-lo de que nenhum de nós, exceto Murakami, pretende matá-lo,” disse Tendou. “Asagi, guarde sua tentativa de persuasão para depois.”

“Não precisa me lembrar tantas vezes. Sei,” disse Asagi. “Por enquanto, vamos apenas continuar trabalhando nos ducados ao longo da Cordilheira da Fronteira e esperar que ele apareça.”

Os três não sabiam os detalhes exatos dos eventos ocorridos após sua reencarnação, incluindo o fato de que os membros das Quinze Espadas Quebradoras do Mal haviam sido derrotados por Vandalieu.

Mas Vandalieu estava apoiando a Cavaleira Princesa Libertadora da Frente de Libertação de Sauron, Iris Bearheart, e enquanto isso continuasse assim, ela não morreria. O Reino de Orbaume havia anunciado que ela estava morta, mesmo com isso, então eles simplesmente achavam que o reino tinha feito algo desfavorável para Vandalieu.

“Depois disso, vamos ver… Suponho que encontraremos um bom momento e tentaremos entrar também nos Dungeons. Se usássemos o Descer de Espírito Familiar em um andar sem pessoas por perto… como a sala do Boss, ninguém saberia,” disse Asagi.

Eles ainda não haviam recebido qualquer informação de seus companheiros que se tornaram espíritos familiares no Reino Divino de Rodcorte.

O plano inicial era usar a Habilidade Descer de Espírito Familiar para que eles ou outros espíritos familiares com informações descessem para entregar informações.

No entanto, devido ao fato de que o pilar de luz vindo do céu chamaria atenção, ainda não haviam colocado esse plano em ação. A Habilidade Descer de Espírito Familiar não era algo que um novo aventureiro normalmente poderia usar.

“Sim. Talvez possamos aprender algo… Os Dungeons daqui são de dificuldade baixa, classe D, então sempre há muitas pessoas. Provavelmente precisaremos encontrar outros Dungeons,” disse Tendou.

Um agricultor terrivelmente emagrecido trabalhava nos campos de arroz, sem notar a água fria e a lama.

“Kakakakah.”

Não, não era um agricultor emagrecido. Era um Esqueleto vestindo roupas esfarrapadas. Ele estava cuidadosamente reparando os caminhos entre os campos de arroz.

Um grupo de Aparições estava por perto, plantando sementes nos campos.

“Oooh… Plantar arroz,” gemeu uma delas.

“Arar os campos…” gemeu outra.

Os homens e mulheres de meia-idade a idosos, incluindo Cubas, estavam sendo escoltados ao redor.

“Quem diria que acabaríamos ensinando os Mortos-vivos a trabalhar nos campos… Chefe Cubas, vamos conseguir?”

“Não reclamem tanto. Os Mortos-vivos estão trabalhando sem reclamar; nós, vivos, devemos aprender com o exemplo deles!”

“Isso é impossível. Parece que há mais Goblins e outros monstros por aqui recentemente; não é perigoso?”

“Homens não reclamam! Vocês ainda estão sendo pagos, então cale a boca e trabalhem!”

“Vovó, não conseguiríamos ensinar os Mortos-vivos se ficássemos quietos.”

Foi decidido que o território do antigo Scylla seria mantido pelos Mortos-vivos grosseiramente feitos, que antes haviam sido mercenários e membros do exército do Duque Marme, mas, afinal, ainda eram Mortos-vivos grosseiros. E também havia Goblins e outros monstros que ficaram presos no círculo mágico.

Eles eram profissionais como guardas, mas amadores na agricultura.

E antes da Frente de Libertação de Sauron se dissolver e migrar para Talosheim, Iris e seus companheiros insistiram que não podiam simplesmente abandonar a vila de Cubas e outros apoiadores profundamente envolvidos na resistência.

Era quase certo que seria difícil para Cubas e os outros continuarem vivendo na região de Sauron, já que os cavaleiros do novo Duque Sauron proibiram que falassem sobre a resistência.

No pior cenário, Rudel Sauron e seus vassalos poderiam desconfiar do fato de que a resistência havia desaparecido, capturar Cubas e os outros, torturá-los e então massacrá-los para garantir seu silêncio, fazendo o incidente parecer obra de bandidos.

Portanto, Vandalieu percorria as vilas com os membros da resistência e trabalhava na persuasão dos moradores enquanto realizava tratamentos médicos, assim como fizera nas vilas de cultivo do Ducado de Hartner.

As pessoas da vila de Cubas que apoiavam Iris e seus companheiros já sentiam desconfiança em relação ao novo Duque Sauron, então persuadi-los levou apenas alguns dias.

E assim, os moradores foram designados para guiar a agricultura no território do antigo Scylla.

“Vovô, vovó, cuidem dos pés,” disse um dos vários Scylla que haviam sido designados ali.

Os Scylla eram aqueles que já haviam vivido ali. Enquanto isso, Mortos-vivos como Armaduras Vivas, que não eram adequados para trabalhar em arrozais alagados, trabalhavam como guardas.

E o perímetro do território estava cercado pelos monólitos de Golem e círculos de pedra reparados. Havia também cerca de dois mil Mortos-vivos grosseiramente feitos que poderiam ser designados aos campos de arroz. O Morto-vivo Sleygar, anteriormente um dos Quinze Espadas Quebradoras do Mal, havia sido posicionado ali com seus subordinados.

O círculo mágico automático de criação de Mortos-vivos ainda tinha Mana restante, então provavelmente continuaria funcionando por um tempo.

Vandalieu planejava posicionar monstros voadores Mortos-vivos, como Wyverns, nas proximidades para estarem prontos para batalhas aéreas também.

“Mas por que essas plantas de arroz estão crescendo no meio do inverno?”

“Tenho certeza de que é porque são as plantas de arroz que trouxemos de nossos novos campos no Ninho do Demônio. Mas ainda assim, há muitos outros monstros, não apenas Goblins. Não se afastem de nós e dos guardas Mortos-vivos,” advertiu um dos Scylla aos moradores.

E, embora ninguém tenha percebido, nem mesmo Vandalieu, o próprio território do Scylla havia se tornado um Ninho do Demônio.

Ninhos do Demônio eram geralmente covis de monstros criados quando a terra era invadida por Mana contaminada.

Os monólitos e círculos de pedra, a intensa batalha contra os membros das Quinze Espadas Quebradoras do Mal, a grande quantidade de Mortos-vivos gerados pelo círculo mágico automático.

Com tanta Mana fluindo livremente, era natural que o território do antigo Scylla se tornasse um Ninho do Demônio.

Mas, nesse ritmo, Goblins e outros monstros que não eram Mortos-vivos aparecendo em número maior seriam caçados até a extinção. Por mais favoráveis que fossem as condições de um Ninho do Demônio para monstros, isso não faria diferença se não pudessem sobreviver.

Era inevitável que os monstros deixassem o território do Scylla para sobreviver.

E por causa de eventos estranhos, como a perda de contato com a resistência e o desaparecimento dos moradores da vila de Cubas e de outras vilas, Rudel e Dolmad tentaram iniciar sua investigação mais cedo do que o planejado. Mas, quando o fizeram, o forte temporário ao lado do território do Scylla sofreu perdas contínuas devido a ataques repetidos de monstros.

Assim, Rudel Sauron tornou-se incapaz de governar não apenas o território do antigo Scylla, mas também as terras adjacentes.

Comparado à massa total de terra da região de Sauron, era uma área insignificante. Mas enquanto o próprio território do antigo Scylla não pudesse ser limpo, os monstros continuariam a transbordar do Ninho do Demônio, aumentando o tamanho do Ninho do Demônio.

Comentários

0 0 votos
Avalie!
Se Inscrever
Notificar de
guest
0 Comentários
Mais recente
Mais Antigo Mais votado
Inline Feedbacks
Ver todos os comentários

Opções

Não funciona com o modo escuro
Resetar