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My Vampire System – Capítulo 152

Peter Fingido

No beco escuro, longe dos olhos das pessoas, os dois permaneceram ali chocados enquanto viam Peter se banqueteando de um corpo humano. Mesmo que agora só estivessem a alguns metros de distância, Peter continuou arrancando pedaços de carne do corpo e enfiando dentro da boca, como se tivesse sido privado de comida por semanas.

Vendo aquela visão chocante, Layla não conseguiu ter estômago para isso. Ela virou a cabeça e sentiu que estava prestes a vomitar, mas antes que isso ocorresse, Vorden a agarrou, virando-a de novo e olhando nos olhos dela.

“Não vomite, aguente. Não podemos deixar nada para trás. Deixaria pistas para eles descobrirem que estávamos aqui.” Quando Vorden disse estas palavras, havia uma expressão em seu rosto, que parecia com pânico.

Vendo o pânico no rosto de Vorden. Layla fechou os olhos e começou a imaginar. ‘Pense no seu lugar feliz, Layla. Apenas pense no seu lugar feliz.’

O enjoo em seu estômago começou a sumir e quando abriu os olhos novamente, viu Vorden caminhando na direção de Peter. Mas quando a visão do corpo destroçado entrou na sua visão novamente, o enjoo no estômago retornou.

“Acho que vou apenas sair do beco um pouco e ficar de vigia.” Layla disse enquanto rapidamente saía do beco.

Layla parecia estar experienciando cada vez mais coisas horríveis ultimamente. Quando viu aquela cabeça que o Dalki jogou, realmente não teve tempo de assimilar tudo antes do medo de ser morta tomar conta.

Mas este era diferente; ela foi capaz de ver totalmente Peter comendo outra pessoa na sua frente. Vendo o que Peter estava fazendo, ela estava começando a pensar novamente sobre Quinn transformando-a em um vampiro. Era algo que ela realmente podia lidar? Os livros fizeram parecer tão mais fáceis.

“Peter!” Vorden disse com uma voz baixa, mas agressiva: “Peter!”

De repente, Peter pareceu sair do torpor que estava. Ele olhou para o corpo no chão e sua mão que tinha um pedaço de carne rosa avermelhado. Ele não tinha ideia de qual parte do corpo veio. Ele imediatamente largou o que tinha em sua mão e começou a rastejar para trás no eco.

“Eu fiz isso?” Peter disse enquanto pensava no que aconteceu momentos atrás.


Quando Earl o chamou e o chutou no beco, um tipo de fúria o consumiu.

Quando Peter se levantou enquanto encarava o rosto de Earl, todas as memórias do que aconteceu com ele começaram a surgir mais uma vez. Tudo isso aconteceu só porque era fraco. Bem, Peter não era mais fraco.

Earl preparou seu braço e foi dar outro tapa no rosto dele.

Peter agarrou no meio do ar e usando toda a sua força, esmagou os dedos de Earl. Enquanto Earl gritava de dor, a imagem que Peter teve mais cedo se tornou realidade, formando sua mão em uma forma de garra e usando toda a força sobrenatural que tinha, atacou o pescoço de Earl, rasgando a jugular de uma vez.

Então logo depois, Earl se tornou uma refeição saborosa para Peter.

Peter gostaria de dizer que estava fora de si, que não sabia o que estava fazendo, mas sabia que era tudo mentira. Peter sabia exatamente o que estava fazendo.

No segundo que Earl foi atingido, ele sabia o que tinha planejado fazer. Ele conseguiu sentir pela primeira vez o doce sabor da vingança, todas as pessoas que o traíram, ele se livraria de todas. Eles não eram necessários na sociedade humana mesmo.

A única coisa que Peter não planejou foi o que aconteceu depois. Ao ver o corpo de Earl no chão, seus olhos pareciam estar atraídos por algo. Não era o sangue, mas o que estava embaixo dele. A linha rosada da fibra muscular e células gordurosas.

Antes que soubesse, ele já estava comendo.


Agora, na frente de Vorden, Peter precisava manter sua atuação, como um garoto de mente fraca. Ele estava preocupado demais com o que os outros pensariam dele se descobrissem exatamente o que acabou de fazer.

“Eu… Eu… acabei de matar alguém.” Peter disse.

“Para com essa merda,” Vorden disse: “Agora não é a hora de agir deste jeito, quanto tempo faz desde que ele morreu?”

“O que quer dizer?” Peter respondeu.

“Eu disse quanto tempo, é importante, Peter. Cinco minutos, dez minutos?” O pânico na voz de Vorden parecia estar ficando urgente.

“Não sei, talvez dez minutos.” Peter respondeu.

Vorden então correu até o corpo, se ainda pudesse chamar de corpo, pois agora estava completamente rasgado em pequenos pedaços. Era difícil de reconhecer o que era o que, além das partes principais do corpo, mas então, Vorden encontrou o que estava procurando. O relógio de pulso. Usando seus poderes, ele elevou o relógio no ar antes de jogar o mais longe possível em uma direção aleatória.

Não perdendo tempo, agarrou Peter pelo braço e o arrastou para fora do beco: “Temos que sair daqui agora.” Ele disse com urgência.

Enquanto os dois corriam, rapidamente viram Layla e a mesma podia ver Peter com sangue por todo o uniforme: “O que está acontecendo?” Layla perguntou.

“Temos que ir, agora!” Vorden gritou.

Ela não fez mais perguntas e os três rapidamente fugiram do edifício do segundo ano. Quando estavam fora, rapidamente foram na direção do parque que estiveram antes, mas não estavam correndo desta vez.

Vorden foi na frente de vez em quando e pediu aos outros dois para esperarem. Quando não havia mais ninguém na área, eles caminharam de novo até finalmente retornarem ao local aberto na floresta onde estavam praticando um tempo atrás.

“Tire suas roupas, agora.” Vorden disse.

“O quê? Mas assim vocês me verão nu.” Peter respondeu.

Vorden então caminhou até Peter e começou a rasgar as roupas, no momento que perdeu toda a paciência com Peter. Ele sabia que algo assim aconteceria mais cedo ou mais tarde.

“Sai!” Peter disse: “Posso fazer isso eu mesmo.” Usando as mãos, ele empurrou Vorden com alguma forma, mas o último permaneceu de pé.

Dando alguns passos para trás, Vorden então deixou Peter tirar as próprias roupas.

“Por que a pressa naquela hora, acabamos deixando o corpo no beco, a escola não vai descobrir que um estudante morreu?” Layla perguntou.

“Não tínhamos escolha,” Vorden respondeu: “Talvez se tivéssemos chegado um pouco mais cedo, poderíamos ter feito algo como levar o corpo conosco. Mas quando o relógio é tirado ou não detecta mais sinais de vida, uma mensagem é enviada à escola.”

“Felizmente, o relógio espera por um total de cinco minutos antes de enviar este tipo de coisa, é por isso que eu estava com pressa. Se fossemos visto, não havia nada que pudéssemos fazer. Pelo menos, agora não seremos pegos.”

“Mas e quanto ao corpo, eles não vão procurar por quem fez aquilo?”

Assim que Layla disse isto, o som das folhas farfalhando puderam ser ouvidos quando outra pessoa entrou nesta parte da floresta. Era um aluno segurando um guarda-chuva em sua mão.

“De qual corpo vocês estão falando?” Quinn perguntou.

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