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Re:Zero Kara Hajimeru Isekai Seikatsu – Arco 5 – Capítulo 21

Solução Ideal

O Segundo Retorno Através da Morte de Subaru o atingiu de um modo absurdo. Caindo sob o feitiço dessa loucura duas vezes seguidas o deixou em um tremendo fardo mental. Essa morte provavelmente ocorreu devido a um ataque cardíaco louco e induzido pelo medo.

Ele queria resgatar Lusbel e desafiá-la, e essa tentativa fútil tinha um preço incrivelmente alto. No entanto, embora Subaru tenha morrido duas vezes em menos de trinta minutos e ainda não tivesse produzido resultados materiais, seu tempo não havia sido completamente desperdiçado. Antes de ele perder sua consciência, Sirius explicou de maneira simples e respeitosa o que havia acontecido. Isso era,

O medo que Subaru sentiu de Lusbel, e o medo que Lusbel sentiu de Subaru. O ciclo interminável de medo anulou qualquer estado anterior de medo e acabou se tornando tão extremo que se tornou fatal. Esse foi o motivo de suas mortes anteriores.

Subaru então só pode chegar a uma conclusão– Sirius podia manipular as emoções e os sentimentos das pessoas ao seu redor cruelmente, apenas para o seu próprio prazer. Essa era a autoridade mágica que não pertencia naturalmente a este mundo, era uma habilidade pertencente ao Culto da Bruxa.

 Ele então precisava encontrar uma maneira de lidar com Sirius, agora que ele sabia de seu poder, o qual apenas a autoridade de um Arcebispo do Pecado teria, agora se tornara mais fácil para ele derrotá-la. Quando ele descobriu as mãos invisíveis de Petelgeuse ele teve uma vantagem sobre a batalha, sendo capaz de ver suas mãos invisíveis, resistindo aos ataques do Arcebispo.

Embora ele pudesse resistir, nunca entendeu o porquê. Mesmo agora ele tendo sua providência invisível, Subaru ainda estava confuso sobre o motivo dele poder usá-las.

Subaru estava otimista em relação ao seu pensamento de que talvez as autoridades do Culto da Bruxa não o afetassem, mas os recentes assassinatos nas mãos da Ira pareciam refutar sua teoria.

Subaru foi alvo de Sirius, assim que entrou em contato com sua figura, assim caindo em seu feitiço. A solução mais simples e direta podia ser a mais extrema possível: podiam derrubar a torre usando magia à distância.

Assim ele evitaria contato com Sirius, e sabendo do lugar onde ela iria surgir ele poderia aproveitar a oportunidade para lançar os ataques e evitaria ter de usar o seu Retorno Através da Morte novamente. Tudo isso a custo de sacrificar a vida de uma criança corajosa.

Mas é claro que Subaru não cogitaria essa opção. Sacrifícios eram necessários? Quem seria tão hipócrita a ponto de pensar nisso?

Decidir por um bem maior utilitário ao preço de outras vidas, na perspectiva dos que foram sacrificados, significava que o mundo inteiro estaria perdido.

Ele precisava resgatar Lusbel e impedir qualquer sacrifício desnecessário.

Subaru: “Então, para resgatar lusbel…a única maneira é derrotar sirius.”

No entanto, ele não poderia fazer isso sozinho. Não importava como ele lutasse, tentar lutar contra Sirius sozinho era equivalente a suicídio. As habilidades dela não eram simples detalhes a serem ignorados, ela conseguir desviar do ataque surpresa de Subaru era surpreendente. O quão hábil ela era?

 Em outras palavras, Subaru precisava de alguém que pudesse igualar Sirius no combate. Alguém de confiança que ele pudesse confiar. Subaru suspirou seguindo essa linha de raciocínio. quem poderia enfrentar Sirius sem ser afetado pela sua autoridade? Ninguém ali presente na praça poderia enfrentá-la. Na praça, quatro pessoas, incluindo Subaru, estavam preparadas para lutar contra Sirius, no entanto mesmo essas pessoas não seriam capazes de confrontá-la.

Tendo em vista que eram pessoas normais, no entanto, no meio daquelas pessoas, uma delas carregava um trunfo nas mangas. E então, imediatamente Rachins veio à mente de Subaru.

Subaru: “Reinhard!!”.

Embora Subaru, extremo oportunista que ele era, tentasse resistir ao pensamento comum, ele finalmente se lembrou do homem cuja presença era o pico máximo do oportunismo.

Após um breve momento de reflexão, Subaru agiu imediatamente. Como da última vez ele deixou Beatrice junto de Emilia e usando sempre a mesma desculpa ele abandonou a praça.

Embora Subaru não estivesse tentando justificar sua reação tardia, o motivo de ter demorado tanto para relacionar Reinhard com Rachins era, sem dúvidas,pelo fato do seu curto período de tempo entre suas mortes. Morte seguida por outra, loucura pós loucura, tudo isso acontecendo em apenas 15 minutos.

Nesse estado, tentar encontrar a melhor solução possível num tempo limitado entre o desespero e a morte era impensável. Também explorar com calma as contramedidas antes de escolher a melhor solução era quase impossível. Felizmente, agora ele se via desesperadamente argumentando.

Subaru: “Finalmente te encontrei. Não vou deixar você fugir facilmente, por favor chame Reinhard imediatamente, isso é uma emergência!”.

Rachins: ” Você é tão irritante! Por que eu correria o risco de ser instruído por aquele ruivo bastardo?”

Uma multidão animada se reuniu ao redor dos dois, que rugiam furiosamente um para o outro.

A multidão parecia saborear a atmosfera tensa, esperando ansiosamente uma briga a qualquer momento.

Usando a mesma desculpa, Subaru abandonou a praça onde Beatrice e Emilia estavam e correu até a praça onde encontrou Rachins e o confrontou causando agora essa situação estranha na tentativa de iniciar a negociação.

Subaru falou rápido e ansiosamente para o olhar severo de Rachins. Ele sabia que seria difícil convencê-lo, já que ambos não se entendiam muito bem. Mas diante disso, ele não podia desistir tão facilmente.

Subaru: “Preste atenção e escute. Se você não quer morrer, apresse-se e chame Reinhard agora.”

Rachins: “Hã? Seu pirralho diabólico, está me desprezando? Você acha que conseguirá me matar? Tente e veja se eu não te mato bem aqui.”

Subaru: “Ah… não foi isso que eu quis dizer!”

Rachins entendeu errado, e considerou as palavras de Subaru uma provocação, fazendo sua raiva se elevar. Não importa quão ele tente, Subaru nunca se entendeu com Rachins. Além disso, parecia que o rapaz tinha uma má impressão de Reinhard, o qual deveria ser seu companheiro, já que ambos eram da mesma facção.

Subaru: “Seu idiota, teimoso sem consideração!…”

Subaru lançou seus insultos à Rachins e agarrou a cabeça com as mãos. Parte dessa situação desajeitada também foi por culpa de Subaru, por não explicar calmante e claramente suas intenções. Mas diante do comportamento teimoso do rapaz, Subaru achava isso imprudente e queria reclamar.

 Da perspectiva de Rachins, Subaru parecia um louco delirante, não podia culpá-lo. Ele não podia tocar no seu tabu revelando informações sobre o seu Retorno Através da Morte. No entanto, na situação em que estava, ele não tinha muitas escolhas.

Subaru colocou a mão no peito e tentou suprir seu medo.

Subaru: “Escute! isso não é brincadeira, a razão pela qual eu preciso da presença de Reinhard, é porque existe um inimigo o qual eu não consigo lidar agora”.

Rachins: “Alguém com quem você não pode lidar? Não pense tão pouco de si mesmo, seu patético”.

Rachins bufou ironicamente da resposta de Subaru.

Subaru: “O Culto da Bruxa aparecerá aqui!”.

Diante das palavras perturbadoras de Subaru, Rachins congelou. Terminando a frase, Subaru imediatamente abriu os olhos e pôs sua mão no peito, mas a dor que esperava não veio.

Ou seja, a punição que esperava por divulgar informações que potencialmente poderiam revelar seu Retorno Através da Morte. Subaru estava decididamente aliviado com isso. Embora Subaru não tivesse acionado o Retorno Através da Morte a mais de um ano, as penalidades associadas à ele ainda permaneciam.

Quando Subaru tentou contar sobre o poder a Beatrice, ele foi destruído pela dor causada ao se associar à bruxa. Portanto, assim como todos, ele foi incapaz de discutir qualquer coisa relacionado ao tabu e suas preocupações.

Mas além disso, ele não tinha tempo para considerar essa história agora.

Rachins ao ouvir o nome do Culto da Bruxa, reconsiderou o pedido de Subaru. deixando cair o olhar e estreitando os olhos em contemplação

Rachins: “Ei, pirralho.”

Subaru: “É Natsuki Subaru, pare de me chamar sempre de pirralho, Rachins.”

Rachins: “É Rachins-san para você, bastardo Subaru. quanta credibilidade tem essa afirmação? Usar o nome do Culto da Bruxa como um mero blefe não é algo digno de se fazer.”

Rachins falou em voz baixa, lançando um olhar hostil a Subaru. Nesse mundo, quando você cita o nome da bruxa ou o do Culto da Bruxa gera uma sensação desagradável, eram incrivelmente pesados. Isso se originou da idéia de que a bruxa era a personificação do mal absolutamente enraizada na história do mundo.

Até Rachins usava uma expressão séria que ele normalmente nunca revelaria.

Subaru: “Não estou brincando, o Culto da Bruxa virá aqui, e muitas pessoas correm perigo.”

Rachins: “E onde você tirou essa? Ah, droga! Está certo, afinal sua facção derrotou o Arcebispo da Preguiça, então realmente parece conter verdades em suas palavras.”

Antes que Subaru pudesse dar uma resposta, Rachins encontrou sua própria conclusão. Apesar de ele ainda ter algumas dúvidas em relação a isso, Rachins queria ouvir os detalhes.

Rachins: “Eles planejam atacar a cidade? Ou somente nessa parte em específico?”

Subaru: “A ira do Culto da Bruxa planeja atacar essa parte da cidade. Ela aparecerá na torre do relógio, e seu alvo é todas as pessoas da praça.”

Rachins: “Isso é bem consistente com o estilo deles. Droga, quanto tempo temos?”

Subaru: “Provavelmente, faltam apenas cinco minutos, então por favor envie o sinal a Reinhard.”

Rachins: “Cinco minutos? Porra, por que você não avisou antes?”

Subaru: “Era o que eu estava tentando fazer a cinco minutos atrás.”

Embora Rachins estivesse indignado com a falta de tempo, Subaru o procurou e tentou o convencer durante 10 minutos.

Subaru: ” De qualquer forma, podemos, por favor, parar de enrolar e ligar logo para Reinhard? De acordo com sua conversa ontem, a magia que vai usar é como se fossem fogos de artifício, certo?”

Rachins: “Fogos de artifício? O que diabos é isso… ? Eu atiro magia para o ar, e aquele maldito do Reinhard pode reconhecer como o sinal.”

Subaru: “É bom, simples e rápido… mas o que aconteceria se mais alguém, disparasse magia para o ar?”

Rachins: “Não há necessidade de se preocupar. Quanto à isso, o bastardo ruivo pode identificar quem foi o responsável por lançar a magia.”

Esse foi mais um detalhe estranho que Subaru registrou na parte de trás de sua cabeça. Parecia que, claro, Rachins havia alcançado a meta de estabelecer e aprender a usar magia básica.

Rachins: “Eu não sou um ator ou um músico famoso, por isso afastem-se, seus desocupados irritantes!”

Rachins finalmente cedeu à persuasão de Subaru e se preparou para enviar o sinal para Reinhard. A multidão que desde então observava a conversa recuaram decepcionados, quando Rachins levantou a mão, começando a emitir uma bola de fogo.

Rachins: “Goa.”

Rachins recitou o encantamento, e uma chama vermelha irrompeu de seu braço erguido. A chama disparou e logo explodiu com um som seco no céu azul.

Subaru concentrou toda sua atenção à luz que coloriu o céu, isso o lembrou de fogos de artifício, mas além disso, o fato de que o sinal alcançaria o herói, dava a ele a sensação de alívio.

E o que aconteceu a seguir, talvez tenha sido causado por esse sentimento de alívio nebuloso.

Tomado por esse sentimento, Subaru permitiu que sua guarda relaxasse.

Será que a idéia de que Reinhard logo chegaria, o fez relaxar tanto que deixou de prestar atenção à sua volta?

Sirius: “Oh, meu Deus, parece haver uma bola de fogo no céu, que luz mais linda e ofuscante.”

É claro que o inimigo estaria ciente de qualquer comoção em volta da torre.

Sirius, sem surpresas nenhuma, apareceu na torre. Como sempre usava curativos que escondia seu rosto.

Ela parecia estar encarando aquela chama vermelha com a mesma admiração com a qual a maioria das pessoas trataria fogos de artifício.

Sírius: “Isso é ótimo! Bem pessoal, desculpem e bom dia!”

Aquele som invulgarmente agudo chamou a atenção da multidão da bola de fogo, e eles se viraram para encarar Sirius.

Subaru: “Não, não olhem!”.

Vendo aquele sorriso feroz e enfaixado pelo canto do olho, ele imediatamente emitiu um aviso alto. No entanto, ninguém o deu ouvidos.

O próprio Subaru, tinha o mesmo sentimento em relação a Sirius desde o seu primeiro contato. Mesmo que ele virasse o rosto, sua bochecha ainda podia sentir uma enorme intensidade. Havia uma tremenda onda de perigo que o ameaçava.

Diante de uma besta carnívora sangrenta, quem poderia virar o olhar? Desviar o olhar de um perigoso par de presas afiadas só poderia ser feito por aqueles que já desistiram de viver.

Recusando-se a morrer, seus instintos humanos dirigiram seus olhares para Sirius.

Sirius: “A atenção veio mais rápido do que eu esperava, isso deve ser graças aqueles dois que atraíram a atenção de todos antes de minha chegada. Por favor, uma salva de palmas para aqueles jovens.”

Sirius bateu palmas enquanto falava, as correntes presas a eles batendo no chão, enquanto ela observava Subaru e Rachins, onde o último qual já havia caído em sua autoridade.

Subaru cerrou os dentes e tentou se conter para não reagir ao olhar de Sirius. Agora redirecionar a atenção de Rachins era impossível, ele já estava enfeitiçado. Se ele tentasse falar com Rachins, Subaru também sucumbiria e seria pego em uma armadilha.

Subaru esperava que se sua consciência não cedesse ao charme de Sirius, ela se tornaria resistível. Portanto, o que Subaru pretendia fazer era desviar o olhar e tapar os ouvidos. Mesmo que tais métodos o deixasse indefeso, ele não estaria sujeito a manipulação mental dela.

Mas agora, Subaru não conseguia mais tapar seus ouvidos. Sua contramedida premeditada não servia mais depois que seus olhos foram capturados pela figura no alto da torre.

Por que ele tapava os ouvidos? Porque ele não queria mais ouvir a voz de Sirius. No entanto, por que ele se privaria de um som voluntariamente tão agradável?

Com a atenção voltada para ela, Subaru esqueceu de si mesmo e se virou para vê-la. Sirius observando Subaru enquanto ele fazia isso, juntou as duas mãos alegremente e balançou o corpo de um lado para o outro. As correntes se esfregavam contra o chão novamente, criando uma fricção metálica.

Sirius: “Tudo bem! levou 19 segundos até que todos percebessem minha presença aqui e parece que há uma criança aqui que me ama mais do que qualquer outro. Estou realmente muito feliz em receber essa recepção tão calorosa, por favor, permitam-me me apresentar.”

Enquanto ela falava, Sirius abaixou a cabeça respeitosamente, encarando um redemoinho de olhares ansiosos.

Sirius: “Sou o Arcebispo do Pecado da Ira, do Culto da Bruxa, Sirius-Romaneé Conti.”

Esse título deveria ter causado repulsa e terror entre as pessoas, no entanto, as pessoas ao verem o monstro se apresentar, a receberam com palmas calorosas, como se fosse uma nova vizinha amigável e gentil.

Sirius: “Oh, obrigada! desculpe por tomar o tempo de todos, mas prometo ser o mais breve possível.”

??: “Poderia? então parece que tive sorte  em ter vindo aqui assim que consegui.”

Sirius baixou o olhar mais uma vez, e Subaru e o resto da multidão se viraram para o lado para encarar a figura de alguém que havia chegado.

Seu rosto belo e calmo era reverenciado por todos os presentes que o contemplavam.

Todos estavam de frente para a via navegável atrás da praça. Diante da hidrovia, uma divindade encarava Rachins, com lindos olhos azuis da cor dos céus, de vestimentas brancas da cor da esperança, um herói que todos os humanos desejavam, e agora a existência desse herói surgiu no campo de batalha.

Reinhard: “Me desculpem pelo atraso, foi difícil encontrar um atalho até aqui.”

O herói não levou cinco minutos, mas sim trinta segundos para chegar, e pediu desculpas.

O recém chegado Santo da Espada varreu os olhos rapidamente através do círculo de pessoas, antes de levantar os olhos para a Ira.

Reinhard: “Agora entendo porque fui chamado. Ótimo trabalho, Rachins, ou será que foi você, Subaru?”

Saltando da água para o chão e depois para a praça, Reinhard aliviou o rígido Rachins, depois deu um tapinha nos ombros de Subaru com as mãos.

Reconhecendo o toque daquelas mãos como reais, Subaru resfolegou ofegante, enquanto todo seu corpo estremecia.

Subaru: “R-reinhard?”

Reinhard: “Sim, sou eu. Pelo que parece é realmente uma emergência, não é? no topo da torre… é um Arcebispo do Pecado, certo?”

Reinhard acenando com a cabeça pareceu compreender o perigo. Subaru viu suas sobrancelhas claras franziram enquanto ele escolheu não enfrentar Sirius deliberadamente.

Subaru: “Sim, ela tem a capacidade de fazer lavagem cerebral, e embora pareça maluquice, se eu olhasse pra ela agora, ou ouvisse sua voz eu cairia sob seu feitiço.”

Reinhard: “Eu sei, e parece que não é apenas isso. Acho que se você também permanecer na presença dela, também acabará sendo afetado. Se eu ficar perto dela por muito tempo, não sei se conseguirei me controlar.”

Subaru: “Não pode ser… até você…”

Ao ouvir a declaração vulnerável de Reinhard, Subaru caiu em um desespero sem palavras.

Embora não existisse base para acreditar nisso, ele estava convencido de que se Reinhard estivesse aqui, tudo ficaria bem. Mas tirando essa crença, foi o próprio Reinhard.

Neste caso, ter uma ideia de como derrotar aquela presença maligna tornou-se absolutamente mais difícil.

Sirius: “Me desculpe perguntar… mas, você é o famoso Santo da Espada? Se sim, oh, que dia glorioso será esse!”

Reinhard: “Como você disse, sou o atual herdeiro do Santo da Espada. Embora, infelizmente eu ache que esse título seja muito pesado e inapropriado para mim agora.”

Sírius:” Que nada, isso é bobagem. Não é problema algum! É muito bom ter você aqui, porque este país tem a maior afeição e admiração por você como um cavaleiro. Todos te amam, e você os ama igualmente. Você é a personificação de minha esperança e o ideal do meu amor.”

Reinhard: “Sou?”

Reinhard ainda de Costas, conversa com ela de maneira bastante casual. Por sua vez, Sirius sacudia suas mãos ruidosamente enquanto se envolvia em uma dança estática.

Subaru: “Ei, ei, Reinhard. Se continuar conversando, essa situação não terminará nada bem! Vai ser muito ruim. embora eu não possa dizer o por quê.”

Reinhard: “Esse parece ser o caso, se isso não se aplica somente a mim, então não posso continuar com isso por muito tempo, sendo assim…”

Reinhard suspirou com sua perplexidade e deu um passo à frente.

Subaru: “Reinhard?”

Reinhard: “Não consigo aguentar por muito mais tempo– então, por isso, irei me livrar do problema o mais rápido possível.”

Assim que essas palavras desapareceram, Reinhard enrijeceu levemente as pernas e saltou para frente. Todos ao redor ofegaram ao sentir o impacto das ondas se espalhando pelo chão.

Sírius: “ahahaha, como isso é incrível, impressionante!”

Sem esforço algum, Reinhard atingiu Sirius no alto da torre de controle.

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