Havia uma mulher, completamente sozinha.
O espírito da mulher havia sido violado. A mulher estava no fundo do abismo da insanidade. A mulher estava de pé na terra mais longínqua da fome.
Rosnando no castelo solitário, roendo o trono desocupado, quebrando seus dentes, rasgando sua boca, faminta.
A mulher havia sido humana quando nasceu, mas naquele momento, ela não mais permanecia humana.
Tudo começou há alguns anos, quando o homem que governava aquelas terras sofreu uma doença incurável.
Enfraquecido a cada dia, o homem, assustado com sua morte próxima, estendeu suas mãos para todos os tipos de meios a fim de prolongar sua vida.
Em pouco tempo ele alcançou técnicas que eram consideradas tabu, e colheu um grande número de vidas para uma imoralidade ultrajante com o propósito de alcançar uma vida longa.
Abundantemente, as vidas eram sacrificadas, abundantemente, as vidas se tornavam ociosas, e entre esses sacrifícios estava a mulher.
Quem ela era, qual era seu nome, qual era seu lugar de nascimento, quem era sua família, tais lembranças dela já haviam sido queimadas.
A mulher era apenas uma ferramenta. Uma sementeira, para o homem que apenas esperava sua morte, tendo sido devorado pelo demônio da má saúde.
Vidas ociosas apenas para serem desperdiçadas, era assim que deveria ser, mas a mulher sobreviveu.
Um corpo arruinado, o poder jorrando, a chama de uma vida isolada pelo que é chamado de tempo.
As esperanças, os queridos desejos do homem transgredido pelo demônio da má saúde, se materializaram no corpo da mulher.
O homem ficou encantado com os frutos de seu trabalho, adiando o memorial para aqueles sacrificados, desprendendo as restrições da mulher.
――Quando percebeu, a mulher estava sozinha, no castelo solitário desabitado, angustiada e sofrendo com a fome.
Pensamentos desaparecendo com fome cruel, memórias devoradas em um vazio pela sede violenta.
Ela não tinha nada em suas lembranças. Ela não tinha nada em sua compreensão. Seu corpo puramente inteiro de grilhões, de modo que ela também não possuía liberdade.
Comendo todos os alimentos dentro do castelo, vomitando o conteúdo de seu estômago, mastigando-os e digerindo-os mais uma vez, ela continuou e repetiu.
Finalmente, pelo que restava de sua fome, ela mordeu as paredes de pedra, esmagou o trono, comeu os tapetes.
A esse ritmo, ela morreria de fome. Seu corpo, que não podia morrer, morreria de fome.
“Grrgrr, grrrrrr. Grrgrr, grrrrrr……”.
Na extremidade da fome incapaz de obter o transe, a mulher finalmente viu uma ilusão.
Dentro do castelo solitário, movimentando-se com liberdade voluntária, havia uma horda de cães revestida de pêlos de besta.
Mesmo se fosse uma alucinação, ela não se importava. Se ela não podia ser saciada fisicamente, ela desejava satisfazer apenas seu coração.
Com tamanha sinceridade a mulher engatinhava, devorando os animais. Devorou as feras. Comia-as.
Ela estava satisfeita. No instante seguinte, ela vomitou. Ela lambeu o que tinha sido vomitado. Ela mastigou. Vomitou, comeu.
Na ilusão, na miragem, na alucinação, em seu desejo, havia o gosto. Havia a forma do presente. Ela podia senti-lo em sua língua.
Quando ela se deu conta, o interior do castelo havia se tornado um antro de bestas repulsivas.
“Aha, ahaha, ahahahahaha~”.
Ela estava imensamente encantada. Assolada por dias de comer e ser comida, ela estava satisfeita depois de comer, e vomitava depois de estar satisfeita.
Presa entre a fome e a recusa da comida, a mulher comia e vomitava, babava e derramava.
Paridas por céus vazios―― não, renascidas estavam as bestas com uma presença repulsiva.
Antes que ela percebesse, os grilhões da mulher, que foram expostas à batalha faminta entre as bestas e ela, soltaram-se e ela foi libertada.
Alcançando a liberdade, a mulher rastejou e saiu do castelo.
As feras também, seguindo a mulher, saíram do castelo. Sobre a terra, em todas as direções, elas se espalharam.
Fome, miséria, incapaz de suportá-los, a mulher devorou e manteve o castelo que ela havia se cansado de comer para mais tarde.
Para visitá-lo quando chegasse o dia em que sua fome e sede estivessem saciadas.
――A『Bruxa da Gula』 deu à luz a horda das Majuu, e continuou a passar uma fome inexaurível.
No segundo andar『Electra』da Torre de Vigilância Pleiades, na sala branca feito giz, the『Teste』começou.
O examinador estava no canto da sala, um homem de cabelos ruivos e com um sorriso de um tubarão fixado em seu rosto.
Apresentando-se como nada mais nada menos que o『Balançador de Vara』, a aura do homem transbordava de um incomum espírito de cavaleiro.
A maneira como ele apareceu foi, por si só, complicada. Até a própria Shaula, que era a suposta guardiã da Torre de Vigia, havia desmaiado no momento em que ela o viu. Como tal, ele obviamente não era ninguém comum.
Assim…_、
Julius: “Lutarei desde o princípio com pleno poder…!”
Homem: “――――”
Inclinando-se para frente, Julius falou enquanto dava um passo à frente.
A lâmina que ele atirou suavemente em direção ao homem, era a mesma Espada de Seleção que havia sido enfiada no chão de『Electra』. A espada girou no ar, voando em um arco, antes de acertar o chão perto dos pés do homem.
Para que o homem pudesse simplesmente estender sua mão para pegá-la.
Homem: “Que diabos cê tá fazendo, hein. Me jogando uma espada e tudo, você tem um desejo de morte?”
Julius: “Infelizmente, como cavaleiro, é muito desonroso empunhar uma espada contra um homem desarmado!”
Homem: “Kah! Faz-me rir. ――Não tem nenhuma mão vazia aqui, olhe mais de perto”.
O homem rugiu com gargalhadas, com os dentes desarmados, com o avanço de Julius. E enquanto ria, ele levantou casualmente o pé no ar e deu um pontapé selvagem na espada. A Espada da Seleção deu um lamento estridente enquanto voava.
Ela esguinchou centímetros depois de Julius, que gritou a plenos pulmões em direção ao homem――、
Julius: “――tch! Espero que você não se arrependa de ter dito essas palavras”!
Sua compostura foi friamente posta de lado, as bochechas do rosto de Julius endureceram enquanto ele sacudia a espada de seu cavaleiro.
A lâmina esbelta que ele levantou em linha reta, como um martelo para atacar aqueles insolentes o suficiente para desonrar os fundamentos de um duelo.
Ela furou para frente, rápida como um relâmpago, mas… 、
Homem: “Não fique gritando todo bonito aí, bichão. Você tem um rosto bonito. Você não se incomodaria se você me fizesse chorar?”
Julius: “O que….. tsk”
Com um estrondo trovejante, a ponta parou antes de atingir o tronco do homem.
Julius não tinha afrouxado a mão, é claro. Ele sempre empreendeu o melhor de suas habilidades, independentemente da situação. Assim, não foi ele quem parou a lâmina, mas o homem que carregava o sorriso de um tubarão.
Julius: “Impossível!”
Homem: “Tem que acreditar no que você vê. Tudo começa a partir daí, sabe”.
Rindo com alegria, o Balançador de Vara alçou sua mão direita e arranhou seu peito. Foi o mesmo comportamento de antes. Assim como quando ele estava se amontoando em uma conversa sem sentido.
Entretanto, sua mão esquerda beliscou a ponta da espada de Júlio, com uma precisão assustadora.
Isso também, com..,
Julius: “- um par de galhos?”
Homem: “Olha aqui, não está nem perto. O quê, você tá ficando cego ou algo assim? Pauzinhos, são pauzinhos. Bom o bastante para agarrar salgadinhos, esses pauzinhos. É por isso que eu os guardo comigo”.
Eram tão esbeltos que era preciso esticar para ver corretamente o par de pauzinhos de madeira―― o『Balançador de Vara』os empunhava na mão esquerda e usava-os com graça e destreza, semelhante a como Subaru sabia que eles eram usados, que tinha gemido reflexivamente ao vê-los. Os pauzinhos realmente existiam neste mundo, como ele havia testemunhado e experimentado durante sua estadia em Priestella, mas testemunhá-los com tanta destreza, foi uma novidade.
―― Não, independentemente da destreza que se possuía em seu uso, parar o balanço de um espadachim de primeira classe usando um par de pauzinhos foi uma façanha absolutamente desumana.
Homem: “Hah? Cê não me faça rir, viu. Balançar no melhor ângulo, com a melhor velocidade, com a melhor sensação, da melhor maneira – sejam pauzinhos ou o que quer que seja, não há nada que não possa cortar”.
Julius: “Gu….tch”.
Rolando os olhos sobre as caras atordoadas, o Balançador de Vara bocejou, depois falou com uma punhalada de sarcasmo. Mas enquanto era normal que todos ficassem em silêncio quando se mostrava tal espetáculo, Julius, a quem isso interessava, não podia.
Ele colocou força em seu braço e puxou para afastar a Espada do Cavaleiro que ficou presa entre os pauzinhos. Entretanto, não importava quanta força ele colocasse, a espada não cedia.
Homem: “Deixô dizer, isto aqui não tem graça nenhuma. O material ruim é apenas ruim para a pele, então. Não tem nada misturado, apenas seu par de uso diário, feito de alguma árvore em algum lugar”.
Julius: “Kh…..”
Homem: “Vamos, vamos… É melhor rir, viu. Quem ri mais é mais garanhão. Não que isso importe, você sendo um cara”.
De repente, o bloqueio que ele sentiu na ponta da espada desapareceu, deixando Julius desnorteado. Naquele instante, o homem virou seu corpo e saltou para o ar com seus dois pés descalços. Com uma força tremenda, ele acertou um chute bem acima da cintura delgada de Julius, fazendo-o voar.
???: “Julius――!”
Subaru não sabia quem levantava a voz em um grito, mas eles não tinham outra escolha senão assistir ao seu arremesso, pois todos tinham que pensar muito mais antes de fazer qualquer tipo de movimento brusco.
E agora, seguindo-o enquanto ele subia pelo ar, incapaz de fixar sua postura,
Homem: “Kah!”
O corpo do Balançador de Vara disparou como uma bala, perseguindo Julius. Com inacreditáveis proezas físicas, ele parou logo acima de Julius e tomou posição com um pauzinho em cada mão e soltou uma enxurrada de golpes apontados para Julius — Se eles poderiam ser chamados de golpes era motivo para debate, mas independentemente disso, o homem soltou uma enxurrada violenta de golpes com os pauzinhos.
Com movimentos tão rápidos, cada golpe separado parecia desaparecer. Parecia o mesmo para todos, e Julius já estava desamparado em pleno ar, portanto não tinha como se esquivar.
Tendo sua Espada de Cavaleiro como seu único aliado, Julius encontrou cada pauzinho cortado com o seu próprio. No entanto, os pauzinhos escorregavam, como se estivesse escarnecendo, e esfaqueavam Julius, de novo, e de novo, e de novo, e de novo, e de novo,
???: “Jiwald――!!”
Um raio de calor disparado através do ar, apontado para a dupla em ação.
A luz branca, em sua forma mais simples, pode rasgar através do mundo com sua borda horrível. Em outras palavras, ela pode tornar-se uma lâmina invisível que rasga, corta e queima através de tudo o que está em seu caminho.
Ela foi reta, e como tal, fácil de esquivar-se… No entanto, os raios cintilantes viajavam à velocidade da luz, colidindo diretamente com seu alvo.
Mesmo assim, o Balançador de Vara cortou os raios de luz disparados por terceiros com facilidade..,
Homem: “――Minha espada pode cortar até a luz, viu”.
Mais rápido que o eco de sua própria voz rouca, os pauzinhos golpearam e cortaram através do raio de luz.
Um espetáculo impossível que atraiu a atenção de todos os presentes. Somente o homem zombou, como se tivesse feito algo comum, e continuou a golpear em Julius com sua mão livre.
Como se estivesse fazendo dele uma luz… Não, a verdade é que ele estava realmente fazendo dele uma luz muito leve.
???: “――tch! Jiwaaaaald…!”!
Em resposta a isso, seus olhos ficaram vermelhos, sobrepondo-se ao canto…
Com os dois braços bem abertos, encantando a magia que disparava raios de calor, sua graciosa compostura pintada de pânico, estava Anastasia. Mãos abertas, com todos os dedos em posição… Dez dedos em um total de dez Raios da Morte simultaneamente, todos dançavam no ar enquanto se aproximavam do Balançador de Vara.
――E o próprio Balançador de Vara tomou uma medida surpreendente.
Homem: “Kah!”.
O Balançador de Vara encarou os raios dançantes se movimentarem e cortou-os com seus pauzinhos, como antes, depois ele se jogou ao ar e fez um mergulho no nariz… Levando Julius, que estava logo abaixo, junto com ele, arrastando-o através do chão branco enquanto corria, Julius foi preso pelos pauzinhos em seu plexo solar.
Homem: “Kakakakakah! Aponte bem, viu. Não se pode nem golpear uma mosca assim. Eles não me chamam de “matador de garotas” por nada, viu. Kakakakah!”
Anastasia: “Jiwald! Jiwald! Jiwaaald…!”
Anastasia ainda escolheu continuar seus ataques contra o homem cacarejador. Infelizmente, independentemente de seu poder de fogo, se a magia não atingir, ela não tem nenhum uso.
Mesmo com ela atirando-os por toda parte, o homem simplesmente cortava, às vezes se abaixava, e às vezes fazia um giro brusco, colocando seu peso sobre Julius.
Sua esmagadora proeza física e de batalha em plena exibição, se chocou com a mira claramente pobre de Anastasia.
Neste caso, tecnicamente, não era Anastasia cuja mira era pobre, mas Echidna, que estava atualmente habitando aquele corpo. Apesar de querer ajudar Julius com um ataque mágico surpresa, suas ações falharam gravemente suas intenções, deixando-a incapaz até mesmo de arranhar um arranhão.
Logo..,
Anastasia: “――a, kh.”
Homem: “Aahn?”
O tempo dela, ao que parece, acabaria primeiro.
O Balançador de Vara, que estava alegremente se esquivando dos raios de calor, parou e levantou as sobrancelhas quando os raios interromperam sua busca. No final de seu olhar estava Anastasia, que havia desabado no chão.
O sangue corria de suas narinas, um sinal de que ela havia exigido demais de seu próprio corpo. Ela mesma o havia declarado antes. Ela não podia confiar em seu trunfo, já que ele lhe sugaria a própria vida…
Julius: “Anastasia-sama――!”
Homem: “Ooh!?”
Vigor instigado pela visão de seu mestre em queda, Julius se libertou de sua postura de defesa, livre de ser carregado de costas, livre dos golpes implacáveis dos pauzinhos do Balançador de Varetas.
Ele havia tirado o botão perto de seu peito e jogado fora seu manto de cavaleiro, forçando a direção do atrito a mudar, permitindo que ele saísse do ciclo.
De sua posição no chão, ele apontou um pontapé circular na cabeça do homem, amaldiçoando sua própria tolice. O homem afastou ligeiramente seu queixo, escapando do golpe, mas Júlio repetiu seus chutes mais duas vezes, como se fosse um quebra-cabeça. Depois de alguns pontapés e dribles, ele recuou.
Homem: “Cê realmente deu um bom chute, você. Deu pra sentir, viu”.
Julius: “Eu não tenho tempo para suas bobagens! Mexa-se…”!
Sua absoluta diferença de habilidade, foi algo que Julius entendeu muito bem, mas ainda assim rugiu para ele. Sua espada de cavaleiro, mesmo depois dos inúmeros golpes que ele havia dado, não havia escapado sua mão.
Assim, a espada voou, deslizando pelo ar em uma demonstração de espadachim da maior graça e elegância, mesmo estando desgastada com justa causa e senso de dever – pode ter sido a melhor demonstração de espadachim de um cavaleiro.
Um número incontável de dias, de meses deve ter sido passado, derramando lágrimas e treinando sangue para refinar sua técnica.
E ainda assim..,
Homem: “Cê tá brincando comigo? Está brincando comigo? Não pegue leve comigo, viu”.
Julius: “――tch.”
Homem: “O que é isso? Não me faça rir, viu. Não se retraia, me dê tudo o que tem, viu. Você está falando sério sobre isso? Se isto é tudo o que você tem, cara, que decepção, viu”.
Seus golpes foram parados, cortados, explodidos, barragens, abatidos e seu golpe mais forte, parado.
A técnica que Julius havia construído, sua própria essência como cavaleiro, foi toda negada pelo balançante par de pauzinhos assustadoramente bonitos, violentos e poderosos, empunhados por um homem que continuava bocejando, que se nomeou apenas como um simples Balançador de Varetas.
Metade de sua vida, estava sendo pisoteada por um par de míseros galhos…
Homem: “Cê geralmente não é assim, viu. Por que você está lutando sozinho, não é assim que você luta, não é? Você não está acostumado a isso… É por isso que tudo isso me aborrece, viu”.
Julius: “Eu sou….”
Homem: “Se você quer cuidar da sua garota, eu deixo. Vai lá pedir emprestado um par de coxas grossas e seja mimado, seu fracasso feio de espadachim”
Isso que passou por seu rosto… foi a ira? Dor? Arrependimento? Desespero?
De qualquer forma, ninguém pode saber de verdade o que habita nos outros.
Julius: “――――”
A espada de Julius relampejou, a sua fina espada de cavaleiro, como já havia antes outras milhões de vezes, traçando um rastro no ar.
Qualquer um que observasse, mesmo dos lados com olhos destreinados, poderia dizer que era um movimento cheio de defeitos.
As varetas caíram como num flash, das laterais.
No momento seguinte, balançando no ar, a madeira perfurou o aço da espada―― Com um gemido fraco, a espada de Julius se partiu em duas.
Seus olhos amarelos podiam apenas se arregalar e acompanhar a visão da ponta da sua amada espada, girar pelo ar. Por quanto tempo ele esteve usando aquela espada? Que história compartilhou com ela? Ninguém sabia.
Apenas que, o que quebrou não estava limitado apenas à sua espada.
Homem: “Já deu pra você.”
Acompanhando as palavras quase cuspidas, estavam punhos gigantes que foram atirados contra a sua face.
Era o tipo de violência mais primitivo e sem classe. Uma violência prevalente de um período muito anterior ao homem que tinha qualquer tipo de ferramenta, um período em que se utilizava a própria carne.
Homem: “――――”
O ataque sem piedade destroçou o perfil elegante de Julius. A pancada tirou a sua consciência e enviou seu corpo ao outro lado do cômodo, onde as leis da inércia se aplicavam e bateu, rolou, até finalmente permanecer estático, corpo esparramado como um boneco arrebentado―― Logo atrás de Anastasia.
Tal como mestre, Tal como servo, o par inconsciente ficou alinhado. Era o senso de consideração deslocado do homem feral.
Homem: “Ora, ora, quem vai ser o próximo agora é…”
Estalando seu pescoço como se houvesse acabado de se aquecer, o homem se virou para eles.
Na verdade, era um aquecimento para ele. Em apenas algumas dezenas de segundos, Julius havia atravessado o campo de batalha em um pique, derrotado numa luta totalmente unilateral, Anastasia tentou ajudar, mas os dois acabaram desacordados juntos―― Nesse meio-tempo, Subaru não teve a chance sequer de se meter, e conseguindo apenas ficar parado e assistir.
E assim como ele, ali ficou parado――、
Emilia: “――Ice Brand Arts, Icicle Line.”
Homem: “――――”
――Absolutamente nada.
Como se para provar, partículas brancas dançaram ao redor dela.
Pontos de luz azul pálida, mal-perceptíveis no sentido de que eram fragmentos de gelo―― Gerados pela mágica absoluta de Emilia, Hyousetsu Kekkai1:『Icicle Line』.
Emilia: “Eu quero perguntar uma coisa antes de começarmos.”
Misturando a sua própria energia mágica com a Mana dos seus arredores, ela pôs um tipo de barreira com o homem no centro, enquanto ele coçava o local acima do seu tapa-olho, então chamou ele.
Homem: “Aanh? Dêxa eu escutá, friozinho.”
Emilia: “Eu sou Emilia. Apenas Emilia.――Não era a condição, para fazer você dar apenas um passo? Mas, você correu bastante agora.”
Após dar o seu nome, ela fez uma pergunta natural.
Antes da luta começar, o『Balançador de Vara』havia, de fato, dito isso enquanto gargalhava. 『Bora vê cê me fazer dá até mais um passo』. Se isso fosse para ser levado como condição, então havia sido obviamente quebrada.
Dizer que eles estiveram voando por todo o lado durante a luta de Julius, seria reduzir muito do que aconteceu.
Porém, o homem deu de ombros e falou, “Ei, ei.”
Homem: “Não vem você com essa de levar essas paradas a sério. Eu só fiz inventar na ora. Acontece, né? A gente quer dá uma de maneiro, vez ou outra, né não? É issaí. Sacou? Sacou não? Ah, sendo mulhé e tal. Uma dessas geladinhas e pá. Fica tu comigo essa noite.”
Emilia: “Perdão, mas eu não entendo o que você quer dizer. Além do mais, não acho que consigo vencer, mesmo que eu lute com você.”
Subaru: “Hã, Emilia….?”
Com magia preparada em sua mão, a sua postura denunciava que ela estava pronta para lutar, Emilia ousadamente declarou a sua fraqueza. Os olhos do 『Balançador de Vara』 se arregalaram com àquele comentário, e Subaru, que estava de pé rígido, deixou algo escapar.
Emilia respondeu para ele um, “Desculpa mesmo”, e então se virou para o homem,
Emilia: “Você é reaaaalmente forte. Dá para ver isso. Mas a gente tem que passar por essa『Provação』. Então por favor, nos dê uma forma de vencer.”
Homem: “…………”
Emilia: “Se nós conseguirmos fazer você se mover apenas um passo, nós vencemos. Vamos colocar essa regra na nossa luta…. Pode ser?”
Ela abaixou suas sobrancelhas, perguntando para o homem em silêncio. Por fim, ela adicionou algo com um pouco mais de confiança, que atordoou Subaru.
Era uma proposta absolutamente ridícula, uma que apenas o maior dos idiotas aceitaria.
O 『Balançador de Vara』havia permanecido em silêncio por um bom tempo após ouvir a frágil proposta, mas aí――,
Homem: “Kah!”
Ele deu um sorriso mostrando suas presas, em seguida olhando para Emilia através dos seus olhos azuis brilhantes. Seus olhos percorreram toda a sua forma, como se a lambesse da cabeça aos pés, e então,
Homem: “――Cê é das boas mesmo, não dá pra dizer que eu não gosto. Baita duma coragem, falá isso tudo assim pra gente que nem eu. Cê é a maior idiota que eu já vi desde a Trisha. Mas até que eu gostei.”
Emilia: “Então, eu passei pela 『Provação』?”
Homem: “Eu não vô te dá esse trato todo não! Mas tá bom. Já me amostrei pra uma garota legal. Não dá pra pará agora. Vou me revirar no caixão se der pra trás aqui.―― Vou fazer do jeitinho que cê quer.”
Emilia: “Eu passo se…”
Home: “Cê vence se cê me fizer dar pelo menos um passo!”
Com uma expressão suave, o 『Balançador de Vara』 chamou a Emilia desmotivada, que imediatamente olhou para cima e concordou com a cabeça, então se virando para Subaru,
Emilia: “Vou deixar a Anastasia e Julius com você. Por favor, cuide deles.”
Subaru: “E-espera! Você viu o que aconteceu agorinha, né!? Ir pra cima assim sem um plano…..”
Emilia: “Está tudo bem. Não parece que ele tem a intenção de matar…. E eu vou dar o meu melhor, também.”
Repleta de confiança, Emilia interrompeu as tentativas de Subaru de de impedi-la de dar um passo à frente. E então, ainda com seu olhar digno, elevou ambas as mãos na direção do『Balançador de Vara』.
Com tanta distância entre os dois, ela podia acertar ele em cheio com a sua magia.
Homem: “Com um rosto gelado desse, cê é bem teimosinha.”
Emilia: “Faça o que der, do jeito que der, foi o que eu aprendi com o meu grande Cavaleiro!”
Mesmo em uma situação tão desfavorável, o homem simplesmente dobrou seus braços gigantes e gargalhou altivamente.
Com a vista travada no sorriso do homem, Emilia pôs um pouco de força nas suas palavras―― Na hora o ar estourou e estalou, e gotas de luz pálida esvoaçaram, então se formaram em armas de gelo uma após a outra.
Espadas, lanças, machados, flechas, e muitas, muitas outras armas se formaram.
Ice Brand Arts: Icicle Line―― Uma técnica que usava reservas gigantes de energia mágica de dentro de Emilia para criar um espaço limitado de destruição, uma técnica especial forjada através da criatividade de outro mundo de Subaru, havia se ativado.
Emilia: “Ei, iá!!”
Ela elevou a sua voz em um grito de batalha, mas não surtiu efeito no homem.
Acompanhando o seu grito, as armas que tinham suas pontas viradas para o『Balançador de Vara』atiraram de todas as direções ao mesmo tempo. 2
Múltiplas armas que atacavam até dos pontos cegos, era de fato um ataque imbloqueavel.
Deparado com isso, o homem mais uma vez tomou um pedaço de pau em cada mão, e liberou uma série de ataques raivosos, começando a tirania dos bastões.
Um espetáculo artístico, de um único homem destroçando o gelo, se apresentou.
Subaru: “――――”
Seguindo as instruções de Emilia, Subaru correu para onde estavam Julius e Anastasia, verificou suas condições e suspirou aliviado quando percebeu que estavam apenas inconscientes.
No caso de Anastasia, era como Echidna havia dito, provavelmente o resultado dela utilizar mágica à força, através de sua energia vital. Enquanto ela não estava completamente bem, seu sangramento no nariz havia parado, e ela parecia ter simplesmente desmaiado. Quanto ao Julius, mesmo tendo sido acertado pelo bastão-fu, o que provavelmente tinha machucado, mas não deixou mais do que algumas feridas no seu corpo.
Se ele tivesse sido, digamos, atacado uma centena de vezes, se fosse uma espada e não bastões, ele teria morrido centenas de vezes, mas provavelmente lhe foi demonstrado consideração, então o resultado não foi ruim de forma alguma.
Beatrice: “Ambos estão bem, eu suponho. Mas….”
Subaru: “Eu sei.”
Beatrice, que tinha vindo até o lado de Subaru para verificar seu estado também, foi interrompida.
Eles haviam terminado de checar a condição do par. Quanto a besta que havia feito isso em primeiro lugar, Emilia estava ocupada batendo de frente com ela――、
Homem: “Kah!”
Gelo se espalhou e quebrou, e o homem alegre esmagou seus fragmentos debaixo dos seus dentes, enquanto balançava seus bastões. Com apenas aquele ataque, uma machadinha e uma espada de gelo que haviam sido disparadas na sua direção ao mesmo tempo, foram partidas em duas.
As armas de gelo despedaçadas se transformaram em bolhas de luz pálida, que caíram e se espalharam ao redor do homem selvagem, um espetáculo fantástico que se repetia sem apresentar fim.
Porém, mesmo enquanto o fazia――,
Subaru: “――Ele não se entrega.”
Homem: “Comecei mostrando meu lado maneiro, tão deixa eu continuar sendo maneiro até o final, cê é mó chatão.”
Ao ouvir o resmungar de Subaru, o『Balançador de Vara』começou a cantarolar algum tipo de som enquanto interceptava diversas armas de gelo. Até enquanto seu corpo balançava, como se dançasse algum tipo de dança tempestuosa, seus pés se mantinham colados no chão, como um par de montanhas imóveis.
Contra alguém assim, até disparar magias como uma chuva de granizo não era de fazer muito. A sensação de frustração não se acumulou apenas em Subaru, que tinha uma visão avantajada de toda a briga, mas também em Emilia, que estava diretamente envolvida.
Então, para resolver o impasse, Emilia deu um passo para frente――.
Emilia: “―― Uuー, ya!!”
Cabelos prateados esvoaçando no vento atrás do seu corpo esguio, Emilia saltou para a batalha. Elevando ambos os braços, ela agarrou o cabo de um grande machado-de-batalha.
Ela virou-se em torno de seu eixo e despencou o machado na direção da cabeça do homem.
Homem: “Kakah!”
O homem levantou seus bastões tranquilamente para interceptar a sua trajetória. Os bastões mudaram de leve a trajetória do machado que caía, mas aumentava quanto mais tempo passava, a lâmina finalmente passando por sua manga kinagashi, e perfurando o chão.
A pancada violenta levantou uma lufada de vento, e incapaz de suportar o choque de seu próprio poder, o machado-de-batalha se partiu em milhões de fragmentos. No entanto, ela largou o cabo e imediatamente tomou na mão uma lança que estava sendo lançada de suas costas, então rodou seu corpo totalmente para acertar seu próximo ataque.
Emilia: “Ei! Iá! Torya! Urya! Uryaurya! Uyah!”
A estocada da lança, o lampejo de espadas gêmeas, o deslize de uma espada-longa, o corte de uma katana, a porrada de uma machadinha, todas e quaisquer formas de ataque, eram insignificantes contra esse homem.
É claro, Emilia tinha habilidade de sobra.
Sua força física de forma alguma era pouca, e a sua Ice Brand Arts era, como Subaru diria geralmente, apesar de ser ideia dele, a única técnica que trazia o melhor de suas habilidades, utilizando ambas proficiência física e enorme reserva mágica da melhor maneira.
Beatrice: “――Subaru.”
Beatrice apertou a sua mão com força. O aperto preencheu Subaru com uma calma necessária, mas ele continuava a focar desesperadamente os olhos no campo de batalha.
Ele não conseguia encontrar uma única chance de entrar na luta. Emilia estava lutando até aquele ponto, onde ela continuava a alternar as armas com as quais ela era boa, sempre se aproveitando de seus pontos fortes, continuando seus ataques físico, assim como disparando sua tempestade de magia. O centro era de fato, um ponto que estava sendo constantemente bombardeado.
E o homem que se mantinha no exato centro de tudo aquilo, lidando com tudo sem dar sequer m passo, o monstro que havia se nomeado nada mais do que um mero『Balançador de Vara』, era uma anormalidade completa.
Se ele se jogasse lá dentro, sem tomar o cuidado devido, seria apenas uma distração para Emilia. Ele não podia negar isso.
Ele não podia fazer nada para remover a sua ansiedade. Beatrice, quem segurava a sua mão, também ficou em silêncio, entendendo completamente que ela era o mesmo, em não ser capaz de fazer alguma coisa além de observar a batalha com os dentes cerrados.
Será que a situação poderia melhorar antes da energia de Emilia acabar?
Justo aí, uma mudança inesperada aconteceu nesta situação. Isso também, repentinamente.
Emilia: “Unf! Ei! Terya!”
Ambas suas mãos agarraram um par de espadas e cortando de ambos os lados, mirando o seu pescoço para decapitar. O homem rapidamente abaixou a sua cabeça para se esquivar do golpe, enquanto ambas as espadas deslizaram para longe das mãos de Emilia. Mas, Emilia imediatamente criou outro par em suas palmas e golpeou seus braços dobrados para fora―― O homem se esquivou de uma forma ainda mais estilosa, se curvando tanto que seu corpo ficou paralelo ao chão.
Homem: “Kah!”
Emilia: “Qu-”
Joelhos dobrados, corpo quase tocando o solo, o homem manteve essa posição com uma força desumana nos calcanhares. Por outro lado, Emilia perdeu seu próprio momentum, deixando seus braços soltos, se deixando totalmente aberta e com um passo à frente, curvando se para trás.
Esse foi o primeiro, até mesmo fatal, erro que Emilia cometeu na luta―― O homem pode ter visto mais, mas este momento foi a maior chance que ele havia visto.
Bem aí, o homem endireitou seus joelhos dobrados, voltando para a sua posição. Emilia estava de guarda aberta, e mordeu seus molares.
Naquele momento, o homem mostrou o máximo de seus dentes, então se curvou para frente com seu sorriso de tubarão.
Homem: “Cê tá toda aberta.”
Usando os bastões na mão, ele se esfregou pelos dois picos de Emilia num movimento de agarrar.
Emilia: “Hã――”
Emilia estava vestida com seu traje branco usual, onde partes de sua pele branca e macia ficavam visíveis. Os bastões passaram pelos seus peitos, fazendo com que o volume abundante saltasse obscenamente, o que fez com que o sorriso do homem vil aumentasse.
O homem gemeu de satisfação com o resultado do seu ato obsceno.
Homem: “Bom, bom demais. Mas nem vai ficando irritadinha por uma coisinha tão pequena…”
Emilia: “Torya!”
Homem: “Goah――!?”
As mãos delas se cruzaram acima da cabeça, envoltas em luvas feitas de gelo, vieram na direção da cabeça do comem, que estava ocupado secando ela com um sorriso maléfico.
A pancada acertou tão em cheio que o gelo se espatifou, o som do duro impacto ressonou. O homem urrou de dor, e então caiu para o chão segurando a sua cabeça, rolando enquanto isso.
Homem: “Guoooooooh! Que dor caaaacete! Qu-que que cê tá pensando, cê!? Geralmente, uma mulher hesita se alguém faz isso, mas cê nem piscou! Qual é a tua!?”
Emilia: “――? Mas, você só tocou meu corpo, né? Além do mais, você ficou desprevenido.”
Homem: Não fode! Que criação cê teve! Que que seus pais tem na cabeça!”
Esfregando a sua cabeça recém atingida, o『Balançador de Vara』sentou no chão com as pernas cruzadas, gritando suas reclamações. Emilia piscou surpresa com seus berros, então tocou a parte dos seus peitos onde os bastões haviam passado,
Emilia: “……Eu, falei algo de estranho?”
Homem: “Ou! Faz alguma coisa sobre essa belezinha aí! Bota ela pra andar ou sei lá! Fracote! Cê devia ta cuidando dela! Faz alguma coisa de tu mesmo, faz direito! Que dor, cacete……!”
Subaru: “E-eu não tô no lugar de tirar isso de você. Tirando isso……”
Homem: “Aaahn!?”
Apesar de sobrecarregado, Subaru de alguma maneira conseguiu responder o homem enfurecido. Assim que engoliu a sua própria raiva de como o homem esticou uma mão obscena na direção de Emilia, ele apontou para ele, e disse.
Subaru: “Pro inferno com apenas um passo, você se mexeu muito mais.”
Homem: “――――”
Emilia: “Ah! É verdade! Eu consegui! Eu venci!”
Sua boca fechou quando Subaru disse, e em troca, Emilia começou a pular pra cima e pra baixo.
E fazendo jus aos seus sentimentos, flores de gelo começaram a florescer nos seus arredores, como se para celebrar a sua própria vitória.
O homem havia declarado ele mesmo, a condição era que ele se mexesse pelo menos um passo de onde estava, o que foi alcançado.
O fato estava claro como dia para todos, e a menos que o homem fizesses as coisas mais difíceis, seria aceito.
Subaru: “E então, como vai ser?”
Ele se sentiu mal por Emilia, que estava celebrando a sua própria vitória sobre a『Provação』, mas Subaru não confiava completamente no homem. De todas as situações que tiveram, esperar por fairplay dele era difícil.
Para invalidar a sua perda, declarar a última 『Provação』como nula, e avançar com tudo que tinha, não seria algo improvável.
Uma única gota de suor desceu pela sobrancelha de Subaru e pela suas bochechas.
Homem: “Éー, tem jeito não. Minha palavra é minha palavra. Esse tipo de derrota vai me fazer de piada, desgraceira, mas eu num’tenho escolha.”
Subaru: “V-você vai aprovar …!?”
Homem: “Você, cê tá pensando o que de mim. Se eu minha palavra não vale, eu vô deixar de se maneiro, mané. Vai estragá tudo que já fiz. Num vai dá pra chegar nas mulher mais, saca.”
Subaru: “Ah não, do jeito que você perdeu agora, seu valor já foi pro fundo do poço….”
Homem: “Cala a boca, fracote! Caraí, nem peixinho tu é ainda, cê é só um girino. Nem vem pagar de bomzão, girino. Que seja, aquela belezinha alí venceu. Cês passam. Essa é a condição. Nem tem o que fazê.”
Coçando sua cabeça com violência, o 『Balançador de Vara』admitiu a sua derrota.
Apesar de chegar a uma situação onde era difícil dizer se aquelas ações eram dignas ou não, Subaru não tinha intenção de investigar, não quando um anúncio já havia sido feito.
Apesar de ambos Julius e Anastasia terem sido vítimas da batalha contra o homem, eles com certeza ficariam bem se pudessem se recuperar na Sala Verde.
Apesar de ser a 2º『Provação』, parecia ser um obstáculo pequeno, mas――,
Homem: “――Bem, quem vai ser o próximo? O girino? Ou vai ser um dos pirralhos.”
Subaru: “Hã?
Eles podiam seguir em frente.
Subaru, que foi pego por aquele pensamento, ficou em guarda mais uma vez ao ouvir as palavras do homem. O homem lentamente se levantou com aquela resposta, ombro esquerdo coberto por tecido―― Ele vestia assim para combinar com seu ombro direito e virou-se para eles.
―― O ar coberto por um cheiro de queimado.
Surgia do espírito da espada inimaginável do homem.―― Uma mudança dramática que fez tudo de antes parecer brincadeira de criança, Subaru percebeu muito tarde.
Homem: “Tem umas, sete pessoas nessa torre… Tua garota foi a única a passar.”
Subaru: “――――”
Homem: “Então, quem vai passar por mim agora?―― Diz aí, você.”
Provação do 2º Andar『Electra』da Grande Biblioteca Pleiades:
Limite de Tempo『Condição: Sem Limite』
Número de Tentativas『Condição: Sem Limite』
Desafiantes『Condição: Sem Limite』
――Completados: Emilia.
――Falta completar: Subaru, Beatrice, Julius, Anastasia, Meili, Ram.
――A『Provação』, continua.