Switch Mode
Participe do nosso grupo no Telegram https://t.me/+hWBjSu3JuOE2NDQx

Super Detective in the Fictional World – Capítulo 130

Jogar Bola de Baseball não é Aplicação da Lei

O impacto enorme fez o motorista colapsar, e agora estava zonzo demais para reagir.

— Jogar bola de beisebol não tem nada a ver com aplicação da lei, certo? Luke murmurou consigo e socou o motorista na nuca.

Em seguida, tateou em volta para procurar a arma do motorista e pegou sua bola de beisebol, e as colocou no bolso.

A arma seria útil numa emergência, contanto que não descobrissem que Luke era o atirador.

Ele acelerou após cuidar do motorista.

As quatro mulheres estavam prestes a serem cercadas. Em alguns minutos, teriam que se render se não quisessem morrer.

Luke, que pretendia se aproveitar do caso, certamente não deixaria isso acontecer.

A trinta metros de distância, viu Sergei agarrar a AK do lacaio e mirar numa assaltante fugindo.

Luke exclamou internamente. Era a mulher eletrizante que caiu na mira de Sergei. Luke certamente não podia permitir isto.

Parou e adotou a postura de arremesso padrão e então jogou a bola de beisebol com a mão direita. Esta voou em linha reta e atingiu a AK na mão de Sergei.

Este ainda estava sorrindo hediondamente quando a bola atingiu sua AK. Infelizmente, o fez apertar subconscientemente o gatilho.

Como resultado, a AK abriu fogo em um círculo.

Bang! Bang! Bang! Bang! Bang!

Sergei ficou perplexo. Três de seus homens foram abatidos, presumidamente mortos e os sobreviventes sortudos olharam para ele com medo.

Sergei, todavia, não sabia o que aconteceu.

O arremesso de Luke quebrou o recorde de arremesso mais rápido da Liga Principal de Beisebol.

Liberou toda a sua força para salvar a mulher eletrizante. A velocidade da bola de beisebol alcançou mais de 180 quilômetros por hora.

Graças a distração dele, as mulheres tiveram tempo para recuperar o fôlego enquanto corriam por mais vinte metros.

Luke, nesse tempo, ligou o celular falso e tirou uma foto de Sergei com sua AK e os três corpos próximos.

Com esta foto e a AK em sua mão, Sergei seria definitivamente culpado de assassinato.

Afinal, até o próprio Sergei não sabia o que aconteceu. Ninguém conseguiria culpar Luke.

De repente, ele encontrou uma pessoa familiar.

Atordoado por um momento, sentiu alarmes disparar em sua cabeça. Merda, por que esse cara desastroso estava aqui?!

No final do bloqueio estava Watson, que estava correndo na direção de Luke com a arma.

Então… murou nas mulheres e gritou: — Haha, peguei! Paradas! NYPD!

Luke: — …

As quatro mulheres: — …

No momento seguinte, balas choveram em Watson. Ambos ele e as mulheres apressaram para pegar cobertura.

Luke não pôde deixar de se perguntar se o homem realmente era idiota o bastante para negligenciar os bandidos com fuzis atrás das mulheres. Ele queria ser elogiado tanto assim que não se importava com a própria vida?

Graças ao Watson, a pressão nas mulheres diminuiu um pouco, pois como ele tinha uma arma e gritou “NYPD”, os criminosos naturalmente prefeririam acabar com ele primeiro.

Luke observou friamente enquanto Watson rastejava entre os carros. Não pôde deixar de balançar a cabeça.

Naquele momento, Elsa finalmente enviou uma mensagem: — Um acordo foi feito. Você pode agir agora.

Luke pensou por um momento e perguntou: — Ei, não será um problema se eu matar muitas pessoas, certo? — Sergei tinha muitos homens, e seria difícil tentar não matar todos.

Elsa respondeu: — Está tudo bem, você pode abater o máximo que puder daqueles carregando armas pesadas. No entanto, Sergei tem que ser capturado vivo.

Luke falou: — Entendido. Você pode ficar de olho no campo de batalha e me dizer se algo der errado.

— Eu vou. Tenha cuidado — disse Elsa.

 Luke agachou e moveu para frente com cautela antes de se esconder atrás do pneu de um caminhão.

Tinha mais de trinta inimigos. Ele seria um idiota se disparasse abertamente neles.

Bang! Bang! Bang! Bang!

Dois membros da gangue que estavam disparando descaradamente próximo à rua caíram sem emitir um som!

Luke rolou para o fundo do caminhão para pegar cobertura atrás de outro pneu.

Bang! Bang!

Um membro da gangue que estava correndo para frente desabou!

Luke rastejou para fora do caminhão e agachou. Um momento depois, mirou para a direita de repente.

Dois membros da gangue que estavam correndo e gritando quando emergiram dentre dois carros. Bang! Bang! Bang! Bang! Imediatamente caíram.

Luke rapidamente virou a arma para a esquerda, outro membro da gangue estava olhando surpreso para seus camaradas mortos.

Bang! Bang!

Com a mesma expressão surpresa, o membro da gangue caiu espasmando no chão, antes de ficar imóvel.

Esta sequência de ataque durou menos de um minuto. Luke se moveu pelos cantos dos carros e não parou após atingir cada inimigo.

Ele mudava de alvo toda vez que puxava o gatilho. Muito rapidamente, sete membros da gangue de Sergei foram mortos.

Isso era um quinto dos homens que Sergei trouxe com ele, e eram uma grande parte da força. As assaltantes fugindo imediatamente notaram a mudança.

Não sabiam o que estava acontecendo, mas rapidamente mudaram de direção e recuaram.

Se não fizessem isto, encontrariam mais membros da gangue na frente porque estavam cercadas.

Desde que Luke matou os membros na retaguarda, o cerco de Sergei agora era uma rede com um buraco no fundo. As assaltantes imediatamente fugiram pelo buraco.

Luke não as seguiu. Simplesmente escondeu embaixo de um caminhão enquanto fugiam.

Como um fantasma, disparou nos homens de Sergei embaixo dos carros quando correram atrás das assaltantes.

Disparou de perto e sob a cobertura toda vez. Um dos homens de Sergei cairia sempre que ele abria fogo.

Os membros da gangue mais longe não conseguiram encontrá-lo enquanto observavam seus companheiros caírem um após o outro entre o tiroteio.

No momento que os homens de Sergei na frente do bloqueio retornaram, quinze de seus camaradas desabaram na estrada.

Incluindo os sete membros na retaguarda, Luke matou 22 pessoas em dez minutos, sem contar o motorista do caminhão que nocauteou e os três que morreram pelas mãos de Sergei.

Agora, Sergei olhou para seus dez subordinados restantes. Não estava com raiva, estava com medo. O que estava acontecendo? Ele encontrou um super assassino?

O pensamento que poderia ser um policial nunca passou pela sua mente. O cara era aterrorizante o bastante para matar mais de vinte de seus homens sem dizer nada.

Nunca ouviu falar de um policial tão cruel quanto este em Nova York.

Sergei decidiu recuar.


Considere fazer uma Doação e contribua para que o site permaneça ativo, acesse a Página de Doação.

Comentários

0 0 votos
Avalie!
Se Inscrever
Notificar de
guest
0 Comentários
Inline Feedbacks
Ver todos os comentários

Opções

Não funciona com o modo escuro
Resetar