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Super Detective in the Fictional World – Capítulo 132

Aposta ou Luta?

Luke sorriu e acenou para a sua esquerda: — Pergunte a sua parceira quem eu estava carregando.

A mulher do caminhão estava com a arma apontada em Luke.

A garota sexy perguntou algo em português, somente para ficar chocada pela resposta. O jovem que parecia com um estudante do ensino médio realmente pegou Sergei.

Luke finalmente falou para a mulher do caminhão: — Minha senhorita, por favor, não aponte sua arma para mim, ou matarei você primeiro se tiver que agir.

A mulher hesitou por um momento, mas abaixou a arma.

Era a única que sabia que sua arma não tinha balas.

Luke sorriu: — Boa garota! Agora, linda senhorita, seu nome é Vanessa, não é?

A garota bonita olhou para ele e perguntou: — O que você quer? Dinheiro, ou algo mais?

Luke sorriu: — É simples. Você pode fazer uma aposta comigo e me enfrentar. Deixarei você ir se vencer ou perder.

Vanessa ficou atordoada por um momento. Enquanto pensava, a mulher do caminhão disse algo para ela que Luke não entendeu.

O rosto de Vanessa mudou e perguntou: — O que apostaremos?

Luke sorriu: — É simples. Aposto que não escapará com o dinheiro.

Vanessa ficou confusa, mas rapidamente aceitou a aposta: — Tudo bem, estou dentro. Podemos sair agora?

Luke assobiou e guardou as armas. Se curvou levemente, antes de correr de volta e procurar pelo inconsciente Sergei.

As quatro assaltantes se entreolharam com perplexidade, porém, logo se recompuseram.

A mulher do caminhão rapidamente entrou e mandou Vanessa dirigir.

Ela viu Luke correndo super-rápido em sua direção com Sergei nas suas costas.

Sergei era um russo com quase 1,90 de altura e pesava mais de cem quilos, só que Luke ainda correu muito rápido com tal homem pesado nas costas. Somente um psicopata escolheria trocar golpes físicos com ele.

Assim, convenceu Vanessa a apostar com Luke. De qualquer maneira, era melhor que ele as esmagasse.

Nenhuma delas entendeu por que o jovem estava as deixando ir, mas não tiveram muito tempo para considerar.

Havia muitas testemunhas oculares no tiroteio. Se ficassem mais tempo, os helicópteros da NYPD apareceriam.

Pisando no pedal, dispararam no Audi A8.

Luke, por outro lado, pressionou um botão no celular falso enquanto o A8 sumia da vista.

Então, agarrou Sergei, encontrou Bell e jogou ele no porta-malas do táxi.

Bell não estava feliz: — Ei, ei! Acabei de arrumar meu bebê, e você está colocando um homem ensanguentado no meu porta-malas?

Luke falou: — Entendi, vou dar cem pratas extras para limpar seu carro, tudo bem?

Bell bufou: — Hmph, não é sobre dinheiro… Bem, lembre-se que me prometeu cem pratas.

Elsa perguntou: — Por que deixou as mulheres irem?

Luke riu: — Elas não podem fugir. Bell, vá atrás dela. O carro delas começará a desacelerar em alguns minutos. Elsa, pegue seu distintivo e se prepare para prendê-las.

Elsa ficou intrigada: — Hã? Por que eu?

Luke deu de ombros e respondeu: — Provará que finalmente recuperou o dinheiro roubado após uma perseguição valente.

Elsa perguntou: — Sério? — Achou difícil de acreditar.

Mesmo que Luke não gostasse de crédito, não tinha que dar também, não é?

Contudo, logo entendeu o que ele estava fazendo.

Luke abateu a gangue de Sergei e capturou o líder sozinho. Então, qual seria seu papel no relatório? Uma supervisora?

Luke só estava dizendo para prendê-las para que pudesse ter parte no crédito.

As assaltantes de banco, e o saque em particular, eram uma parte importante neste caso.

Seria mais fácil para Elsa escrever o relatório se fosse aquela que os capturou.

Bell estava se sentindo bem animada no assento do motorista.

Seu carro havia sido parado e posteriormente apreendido quando estava perseguindo as quatro mulheres, o que foi uma derrota clara.

Ela ia vencer desta vez.

Pressionou um botão, e o porta-luvas abriu para revelar um painel. Rapidamente pressionou alguns botões. O carro imediatamente levantou quando as rodas foram trocadas para do modo corrida.

As asas da frente e trás do carro também reajustou para alta velocidade.

Luke não ficou surpreso. Tendo ajudado Bell a reparar o carro, sabia os truques básicos que tinha.

O talento de Bell provavelmente era completamente dedicado a carros.

Ela poderia ter feito uma fortuna com suas habilidades de modificação, mas preferia ser uma motorista que uma modificadora de carros profissional.

— Treze segundos! Está mais rápido agora! — Bell esfregou as mãos: — Passageiros, por favor, apertem os cintos.

Luke e Elsa seguiram a instrução sem nenhuma hesitação, caso contrário, voariam do carro mais tarde.

No segundo seguinte, o carro de Bell disparou.

Mesmo com a força atual de Luke, ainda ficou assustado em andar em tal velocidade de carro.

Merda! Você é uma piloto entre os taxistas! Não é que está dirigindo rápido demais, é que está voando baixo demais!

Em menos de um minuto, viram o A8.

Bell achou estranho: — Isso não está certo. Elas não estão lentas demais?

Elsa olhou para Luke, sabendo que ele deve ter feito algo.

No A8, Vanessa franziu a testa: — Tem algo de errado com o carro. Não consigo acelerar.

Uma das mulheres sugeriu: — Devemos parar e examiná-lo?

Vanessa ficou mais carrancuda. Lembrou de repente da aposta com Luke de que seriam incapazes de fugir com o saque.

— Vamos entrar em Nassau primeiro. Tentaremos conseguir um carro novo lá — disse Vanessa.

Não seria fácil identificar o problema com o carro, certamente não quando estavam usando cada segundo para fugir.

No entanto, se tivessem que parar para examinar o carro, teria descoberto facilmente que o tubo de escape foi parcialmente bloqueado por um objeto protuberante, que era o motivo dela não conseguir acelerar.

Era bem simples.

Bell alcançou facilmente o A8. Riu e zombou das mulheres.

Sem palavras, Luke só podia abaixar a cabeça e tentar não mostrar o rosto.

Vanessa não o notou no assento traseiro. Olhou para Bell e se perguntou como poderiam se encontrar aqui. Esta senhora negra era uma das poucas pessoas que era tão boa em dirigir quanto si.

Luke tossiu: — Elsa, mostre o distintivo e mande-as pararem agora.


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