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Super Detective in the Fictional World – Capítulo 184

Uma Família Sempre Deve Ficar Junta

O núcleo desta gangue de tráfico humano era uma família conhecida como Krassnig.

Agora, o patriarca da família estava vindo. Era o pai de Marco, o sujeito que Luke matou.

Ele não pôde deixar de rir. Esta família logo se reuniria no outro mundo!

Naquela tarde, dois Benzs chegaram e pararam na frente do prédio de apartamento.

Oito pessoas saíram dos carros, liderados por um senhor com cabelos grisalhos e uma longa barba.

O senhor não era alto, mas parecia bem intimidante — este tinha que ser o patriarca da família Krassnig.

Passando a tarde no terraço e aproveitando o café e os croissants, Luke não poderia estar mais confortável.

Como trouxe café quente até aqui? Armazenou no seu espaço pessoal, é claro.

Também era um tipo de treinamento porque estava se familiarizando com a função de armazenamento de seu espaço pessoal.

O patriarca saiu do prédio, e retornou naquela noite. Não parecia feliz.

Luke se perguntou se tinha visto como o corpo de seu filho virou um favo de mel. O homem não gostou do novo estilo dele?

Naquela noite, Luke esgueirou para dentro do prédio novamente.

Esta operação era a mesma da última vez, exceto que tinha mais pessoas para eliminar hoje.

Além do patriarca, havia ao todo quinze gângsters armados no prédio.

Porém, tinham defesas horríveis. Luke os eliminou um por um, começando com o chefe, que não tinha uma arma.

Luke não usou uma arma porque havia outros residentes no prédio e não sabia se estavam relacionados aos gângsters.

Além disso, não queria gerar dezenas de corpos no centro de Paris. Então, simplesmente cuidou dos gângsters com armas e ignorou o resto.

Houve apenas um jovem desarmado morto.

No momento que viu o homem, Luke o achou familiar.

Um momento depois, lembrou que foi este homem que conversara com Amanda e Kim na parada de táxi fora do aeroporto.

Para certificar que não estava enganado, fez uma pergunta “amigável” ao invés de nocauteá-lo.

Este rapaz chamado Peter então confessou que vagava pelo aeroporto e estações de trem na busca de alvo para a gangue.

Luke assentiu silenciosamente após ouvir a resposta.

Um momento depois, tinha mais sessenta quilos de lixo no seu espaço pessoal.

Além do lixo acumulado, colocou mais de 100.000 euros em dinheiro no espaço pessoal.

Encontrou o dinheiro em uma mala que o senhor estava carregando. Agora era de Luke.

A notificação do sistema surgiu.

Missão: Eliminar os membros principais do grupo Krassnig

Experiência Total: 1000

Crédito Total: 1000

Taxa de Contribuição: 100%

EXP +1000

Crédito +1000

Era muito mais que Luke esperava, provavelmente porque esta gangue foi basicamente eliminada agora que seu chefe morreu. Assim, recebeu um bônus por salvar mais garotas indiretamente que poderiam se tornar vítimas no futuro.

Às oito e meia, arremessou seu gancho do teto e cruzou por vários prédios antes de pegar um metrô para o 17º arrondissement.

Os cômodos no prédio de apartamento que deixou para trás estava completamente vazio, como se os gângsters nunca tivessem estado lá.

Elena ficou surpresa pelo retorno cedo de Luke: — Você chegou bem cedo hoje.

Luke notou que era quase nove. Era realmente bem… cedo.

Ele respondeu com um sorriso: — Estive ocupado com o trabalho nos últimos dias.

Elena falou: — Você deve tomar cuidado à noite.

Luke assentiu. Voltando ao quarto, sentou e repassou a operação da noite para encontrar possíveis falhas.

Meia-hora depois, concluiu sua análise satisfeito e foi tomar banho.

Abrindo a porta do banheiro, ficou atordoado por um momento: — Desculpe, volto mais tarde.

Elena havia obviamente terminado o banho e estava colocando uma roupa de banho.

Felizmente, havia coberto as partes importantes, então não foi um encontro totalmente constrangedor.

O rosto de Elena ficou vermelho, não totalmente porque tinha acabado de tomar um banho: — Está tudo bem. Já terminei.

Luke: — Obrigado.

Elena fechou a porta e secou o cabelo distraidamente. Tudo que conseguia pensar era nos músculos lindos de Luke!

Luke naturalmente não estava totalmente vestido porque planejava tomar um banho. Só estava usando um par de shorts e toalha presa sobre o ombro, revelando a maior parte do peitoral e bíceps.

Esse era o benefício de investir os pontos de atributo em Força.

Se tivesse investido em Destreza ou Força Mental, poderia ter feito uma garota tropeçar em si ao ver seu corpo nu?

Luke realmente não prestou atenção ao comportamento incomum de Elena.

Como qualquer outra estudante de arte, a garota tendia a ser distraída e seus olhos brilhavam por vezes.

O que Luke não sabia era que não era porque era uma estudante de arte, mas porque estava atraída por ele.

Quando acordou na manhã seguinte, Elena já havia saído.

Luke escovou os dentes, somente para ficar surpreso ao ver uma certa roupa íntima no banheiro.

Não havia como saber se ela esqueceu de pegar porque estava acostumada com colegas de quarto femininas ou estava com muita pressa naquela manhã.

Dando uma caminhada, foi à cafeteria e pediu alguma comida.

Estava aproveitando quando ouviu uma voz feminina familiar: — Ei, Luke.

Luke levantou a cabeça com um sorriso: — Elena, posso te pagar a comida? Não agradeci por abrir a porta para mim todo dia.

Carregando o cavalete, Elena hesitou por um momento, mas ainda sentou: — Podemos comer juntos, mas vou pagar pela minha comida.

Luke pensou por um momento antes de dizer: — Okay. Sua ajuda definitivamente não é tão barata. Vou pagar um jantar decente algum dia.

Elena balançou rápido a cabeça: — Não, não, isso seria desperdício demais.

Porém, sentindo que suas palavras pudessem ser mal compreendidas, acrescentou: — Quero dizer, abrir a porta não é grande coisa. Você não tem que gastar muito dinheiro num jantar para me agradecer por isso.

Luke assentiu pensativamente: — Tudo bem. Então, por favor, espere até eu encontrar um bom motivo.

Elena assentiu com um sorriso: — Não tenha pressa.

Ela logo pediu a especialidade do dia, que custava uma dezena de euros.

Olhando para a pequena porção de comida, Luke não pôde deixar de perguntar: — Não é pouco demais?

Elena olhou para a comida na mesa, a maioria pertencendo a Luke e sorriu: — Sim, é claro. Posso ganhar peso se comer, no entanto, particularmente minha cintura e… bem, pernas.

Luke riu.

Sabia qual parte Elena queria dizer.

Baseado na observação própria, aquela parte de seu corpo era realmente suntuosa.

Elena corou levemente, como se soubesse que Luke tinha adivinhado o que ela estava prestes a dizer.


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