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Super Detective in the Fictional World – Capítulo 199

Amor Inocente e Viúva da Faculdade

Elsa assentiu: — Você poderia colocar dessa forma. Porém, Margaret Haley Johnson, sua esposa, esteve insistindo para resolver o caso.

Luke riu alto: — Quem é ela? Ela quer que vinguemos um grande gângster o mais rápido possível? Ela não sabe quantos inimigos seu marido tinha?

Elsa falou com uma expressão estranha: — É possível que não saiba.

Luke ficou atordoado: — O que quer dizer?

Elsa respondeu: — Baseado na informação que encontrei, ela realmente acha que seu marido era um empresário legítimo. Além disso, é uma estudante de arte na USC e só tem 21 anos.

Luke ficou sem palavras: — Está dizendo que um gângster de quarenta e cinco anos se apaixonou por uma aluna de arte de vinte e um anos?

Elsa deu de ombros: — Quem sabe? Tudo pode acontecer neste mundo.

Luke continuou analisando o arquivo: — Por onde devemos começar?

Desde que Dustin não lhes falou que o caso precisava ser resolvido, podiam desistir se não encontrassem nenhuma pista nos próximos dias.

O que aconteceria se a viúva de William Johnson ainda insistisse?

Tanto faz! Havia gângsters demais em Los Angeles. William pode ter deixado uma herança, mas era impossível para ela tentar levar o caso para um nível maior.

Os grandões da WD-36 também eram ricos. Porém, poderiam reclamar na mídia que a LAPD não se importava com o assassinato de um subordinado?

É claro que não! Quando aprendessem o que o canalha fez antes de morrer, a mídia e o público geral apenas ficariam felizes com sua morte.

Ninguém simpatizaria com estes gângsters.

Elsa deu de ombros e falou: — Vamos para a USC. Temos que encontrar a viúva. Ela é meia… inocente, mas não é uma pessoa ruim. Se fizer uma bagunça sobre o caso, não será grande coisa para nós, mas pode atrair a atenção de outros gângster e perder sua riqueza, talvez até a vida.

Luke assentiu.

Não era fácil ser uma chefe.

Se fosse uma mulher capaz, poderia ter comandado a gangue do marido no seu lugar.

Todavia, desde que era somente uma estudante de arte, ela e seus bens seriam alvos óbvios para outros gângsters.

Riqueza ganha através da violência seria retirado com violência. Essa era a regra das gangues.

A patente que Luke pediu por aplicação, por exemplo, dificilmente poderia ser roubado pelos gângsters através da violência.

Luke tinha evidências demais para provar que era o dono legítimo da patente e o juiz não acreditaria nos gângsters se não pudessem oferecer alguma evidência concreta.

No entanto, a maioria da riqueza de William Johnson estava escondida para evitar ser investigado pela polícia e IRS. Outros gângsters podiam assumir o controle da riqueza se soubessem onde estava.

Se a viúva vazasse inadvertidamente a informação que tinha, seria morta muito cedo.

Desta vez, Luke não pegou o carro de Elsa. Ambos dirigiram separadamente para a USC.

Luke se perguntou se ele e este lugar estavam destinados, já que passou metade do dia investigando a área no dia anterior.

Entrando na USC, Elsa encontrou um estúdio: — Ela cursa pintura. Aqui é onde normalmente costuma ter aula.

Eles abriram a porta para encontrar uma modelo nua na sala, bem como cerca de dez jovens pintando diligentemente. Um homem de meia-idade que parecia estar em seus quarenta olhou para os intrusos e franziu a testa.

Luke parecia com um estudante, só que Elsa obviamente não era uma. Ele ficou bem irritado sobre os convidados inesperados.

Após Elsa mostrar seu distintivo, a expressão do homem ficou ainda mais estranha. Rapidamente saiu do estúdio.

Fechando a porta, perguntou: — Quem é você? Em que posso ajudar?

Elsa respondeu: — Sou a Detetive Elsa do Departamento de Polícia de Los Angeles. Estamos aqui pela Margaret Haley Johnson.

O homem falou: — Esta é uma escola. Venha de novo quando a aula terminar se quiser falar com ela.

Elsa estreitou os olhos: — Sua aula é muito importante?

O homem olhou para ela com franqueza: — É claro. Esta é uma universidade.

— Alguém pode estudar aqui se estiver morto? — perguntou Elsa.

A expressão do homem ficou feia: — Isso é uma ameaça?

Elsa zombou: — Isto não tem nada a ver com você. Somos da Divisão de Crimes Graves.

O homem disse com a cabeça elevada: — E daí? Você não comanda este lugar.

Luke não aguentava mais a falta de cooperação do homem.

— Você é um professor, certo? A Divisão de Crimes Graves não é grande coisa, exceto que lida com casos criminais como homicídios, tiroteios e sequestros todo santo dia. Você acha que estamos aqui para conversar com alguém por diversão? — perguntou Luke.

A expressão do homem mudou, mas Luke continuou antes que ele pudesse dizer algo: — Pegamos casos sérios todo dia e temos que trabalhar até tarde. Agora, você vai trazê-la e parar de desperdiçar nosso tempo?

O homem hesitou por um momento, mas finalmente voltou ao estúdio.

Ele não era um idiota.

Luke deixou claro que estavam aqui como parte de um caso criminal sério. O homem certamente não podia pedir aos dois detetives para esperar até a aula acabar.

Margaret não era uma pintora notável mesmo. Ela só estava aqui para praticar.

Ele queria afirmar sua autoridade absoluta no estúdio, mas escolhera os alvos errados desta vez.

Elsa olhou para Luke e expressou: — Você é responsável por convencer e coagir nossos alvos no futuro.

Luke assentiu, mas perguntou: — Você não gosta mais de lidar com os caras desobedientes?

Elsa riu, só que não falou nada. Ela lembrava do que Dustin comentou.

Um líder deveria mandar os subordinados de confiança fazerem o trabalho em vez de fazer por si mesmo!

Ao trocar de papel, ela também poderia estimular o desenvolvimento de Luke e ambos se beneficiariam.

Um minuto depois, Margaret saiu. Elsa se adiantou para conversar com ela.

Sua vantagem como uma mulher era que parecia menos ameaçadora e intimidadora. Era mais fácil de começar uma conversa.


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