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Super Detective in the Fictional World – Capítulo 210

Presente de Aniversário Inesperado

Graças ao esforço de Luke, a SUV não bateu no conversível vermelho.

Os dois carros passaram de raspão um pelo outro, mas uma das rodas da frente da SUV cortou numa saliência na estrada.

Luke rapidamente puxou Selina nos braços.

A SUV girou 270 graus no ar, e o pneu saiu. Voou dez metros e quicou por um momento, antes de parar na terra estéril próximo da estrada.

Dez segundos depois, Luke abriu a porta deformada e tossiu na poeira enquanto rastejava com Selina.

Em seguida, esticou a cabeça e olhou para dentro do carro: — Não sejam apressados para se mover. Cheque se estão feridos em algum lugar primeiro.

Se sentindo por um momento, Nick balançou a cabeça: — Estou bem. Sem ossos quebrados. — Ele tossiu sangue quando falou.

Luke ficou sem palavras: — Mano, você está vomitando sangue!

Nick retrucou: — É minha boca que está sangrando. Meus dentes podem ter batido um pouco.

Luke assentiu. Como um cientista forense, Nick conhecia bem o corpo humano. Não estaria errado.

Luke então olhou para Hodges. O homem falou solenemente: — Bem, acho que também não estou morrendo. — Também abriu a porta e saiu.

Após se examinar, Greg disse: — Também estou bem.

Porém, Henry falou: — Hm, acho que torci o tornozelo.

Todos ficaram sem palavras. Era verdade que o homem era azarado em seu aniversário?

Eles se entreolharam. Nick e seus companheiros tinham hematomas no rosto, mas não era muito ruim.

Luke e Selina, por outro lado, estavam completamente bem. Os outros olharam para eles estranhamente.

Quando o carro estava voando agora há pouco, Luke puxou Selina para os seus braços e a protegeu sem nenhuma hesitação. Ele poderia ter morrido!

Luke certamente não podia explicar que com Autocura Elementar, suas feridas não era grande coisa.

A dor já havia sumido após ficar quieto por alguns minutos. Nitidamente, já havia se recuperado graças a Autocura Elementar.

Eles checaram seus celulares, só para ver que não havia sinal.

Greg tentou ligar o carro, mas foi em vão.

O celular modificado de Luke tinha sinal, e não seria difícil de reparar o carro com as habilidades do Tony Stark, contudo, teve a sensação de que ele e os técnicos da CSI estavam prestes a encontrar algo interessante.

Então, simplesmente permaneceu em silêncio. Sempre poderia fazer uma ligação quando fosse realmente urgente!

Nick perguntou: — O que faremos agora?

Greg respondeu: Estamos a menos de um quilômetro e meio da Toca do Porco do Henry.

Nick riu de repente, e os outros também: — Devemos continuar?

Henry falou: — Mas meu tornozelo está doendo.

Luke lhe deu uma ajuda e disse: — Vamos. Vou ajudar você.

Vinte minutos depois, viram um restaurante rural numa reserva.

No letreiro estava um porco rosa de pé acenando seus cascos para os clientes. Próximo ao porco estava o nome do restaurante.

Este era o lugar!

Todos ficaram animados, como turistas em um deserto encontrando um oásis. Até Henry se moveu mais rápido.

Contudo, um momento depois, quando chegaram no restaurante, suas pernas ficaram pesadas. Selina até sentiu vontade de chorar.

Isto ocorreu porque viam a grande aviso na porta do restaurante, que estava escrito “FECHADO”.

O restaurante foi fechado.

Quando chegaram mais perto, Nick leu os detalhes no aviso: — Este restaurante foi fechado pelo Vigilância Sanitária em 7 de dezembro de 2003 devido a um surto de Hepatite B.

Todos ficaram sem palavras.

Hodges perguntou: — Então, este lugar foi fechado faz cinco meses?

Nick indagou: — Greg, seu amigo que falou deste lugar, qual a doença dele?

Greg respondeu: — … Hepatite B.

Todos ficaram sem palavras.

Com um olhar complicado no rosto, Henry deu um tapinha no ombro de Greg e falou: — Obrigado por querer me dar hepatite B de presente de aniversário.

Greg retrucou: — De nada, e feliz aniversário.

Enquanto estavam conversando, houve de repente um som de disparo, seguido pelo som de vidro quebrando.

Luke rapidamente pegou sua arma e gesticulou para Selina.

Esta também sacou a arma e seguiu Luke.

Greg e Hodges ajudaram Henry a se esconder atrás do local, enquanto Nick seguiu os outros dois de onde o som de disparo veio.

Luke não avançou muito rápido, pois estava usando Olfato Aguçado.

Um momento depois, franziu a testa e expandiu cuidadosamente o alcance do Olfato Aguçado.

Mas não havia ninguém por perto.

Cinco minutos depois, Nick voltou para pegar seus companheiros: — É… realmente estranho. Vamos dar uma olhada juntos.

Todos foram ao restaurante e viram um grande buraco no vidro. Este nitidamente era a fonte do barulho anterior.

Luke e Selina estavam parados na frente do buraco.

Vendo que os técnicos chegaram, Luke comentou: — Bem, encontramos um cadáver.

Eles olharam pelo buraco e viram uma pessoa que ficou toda preta e desabou contra o balcão.

Hodges perguntou: — Cheiro de carne assada?

Henry concordou: — Sim. Acho que ele foi incendiado.

Todos ficaram sem palavras. Por que um homem assado apareceu numa churrascaria que foi fechada?

Luke não ficou surpreso. Seu palpite que algo aconteceria se ficasse com estes quatro se provou verdade.

Eles entraram no restaurante e checaram o corpo estranho.

O corpo era estranho porque não era apenas um homem; também havia um guaxinim queimado fundido com o rosto do homem, como se sempre fossem um.

Luke e Selina não se aproximaram. Nick agachou e observou os corpos do homem e animal: — A vítima está segurando um revólver 38. Não há buracos óbvios, nem sangue em volta. Hm, este guaxinim o odeia?

Observando de um lado, Nick descobriu que o focinho duro do guaxinim foi colado no olho direito do homem.

Provavelmente foi o que matou o homem.

Nick falou: — Hodges, me ajuda aqui. Preciso examinar as costas.

Hodges reclamou: — Não sou um legista…

Greg rapidamente se aproximou e ajudou a levantar o corpo do homem. Observando as costas, ele raciocinou: — Não há feridas obvias em suas costas. Seu torso superior parece ter sido queimado e o desse guaxinim também.

Hodges disse: — Este guaxinim parece ser um espécime. Aposto que pesa pelo menos treze quilos quando estava vivo.

Henry comentou: — Talvez o guaxinim tenha saltado do nada e mordeu o rosto do homem com seus dentes afiados e o matou como um ninja, entende?

Todos ficaram sem palavras.


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