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Super Detective in the Fictional World – Capítulo 214

Usando Habilidades para Ganhar Dinheiro

Luke acariciou a cabeça com um sorriso: — Permaneça vigilante no caso de alguém roubar sua bolsa.

Selina simplesmente balançou a mão, estava com preguiça demais para continuar a conversa.

Luke se levantou e converteu dez mil dólares em fichas, antes de ir a uma mesa de blackjack.

Encontrou um assento vazio e sentou, e começou a fazer apostas.

Uma hora depois, as fichas diante dele aumentaram para mais de trinta mil dólares.

Mas alguém mal prestou atenção nele, nem mesmo o banqueiro.

Em Las Vegas, não era incomum cães sortudos ganharem cem mil dólares com apenas mil.

Luke não perseguiu vitórias consecutivas, e desistiu quando o número estava próximo o bastante. Estava simplesmente apostando ao acaso.

De repente, alguém passou e sentou na frente dele.

Luke olhou e sentiu vontade de rir. Por que este cara estava aqui? Ele não deveria estar no Hotel Caesars Palace?

Embora o Hotel Aurora e o Hotel Caesars Palace fossem equivalentes em Las Vegas, seus estilos eram muito diferentes.

O Hotel Aurora era famoso por sua nova piscina e seus estabelecimentos de entretenimento e recreação, enquanto o Caesars Palace era conhecimento pelo luxo e serviço de ponta.

Assim, as pessoas que queriam se divertir se hospedariam no Hotel Aurora, enquanto os poderosos e ricos que queriam se exibir normalmente ficavam no Caesars Palace.

A diferença foi parcialmente refletida nos nomes dos dois hotéis.

Aurora era glamoroso e versátil, enquanto Caesars era certamente majestoso.

Mas embora Luke, bem como a maioria das pessoas próximas, reconhecessem a pessoa que acabou de sentar, a pessoa claramente esqueceu quem Luke era.

O homem era descontraído e Luke detectou com facilidade mais de um tipo de perfume nele, junto do cheiro de maquiagem e álcool.

Luke sabia que o homem estava se divertindo com pelo menos três mulheres agora há pouco, mas ainda não havia retornado ao seu quarto.

Desde que o homem não se lembrava de Luke, este último com certeza não o cumprimentaria. Ele se lembrava do temperamento ruim que o homem tinha.

Diferente dos outros apostadores, o homem jogou as fixas de cinco mil dólares sem olhar para as cartas.

Luke colocou quinhentos dólares como de costume. Ele vinha aumentando as apostas lentamente para ganhar mais dinheiro.

Após alguns jogos, o recém-chegado reclamou: — Isto não é divertido. Você vai embora. Vou ser o banqueiro.

O banqueiro falou: — … Sr. Stark, por favor, espere um momento. Tenho que pedir por permissão.

Sim, o recém-chegado arrogante era ninguém menos que Tony Stark.

Ele era um super-herói do lado da justiça, porém, não era a pessoa mais acessível.

O ego característico e orgulho de Tony Stark o impedia de se dar bem com outras pessoas.

Até os Vingadores mal conseguiam falar bem dele se não fossem senhoras maravilhosas.

Ele podia ser muito mal com alguém, mesmo que o admirasse secretamente. Era o estereotipado gênio arrogante.

É claro, também foi devido a seu orgulho que ousava ficar perante qualquer inimigo.

Somente alguns minutos depois, Tony Stark assumiu o lugar do banqueiro.

Happy, o gorducho que era o chefe da equipe de segurança, não se moveu. Foi outro guarda-costas que distribuiu as cartas.

Tony Stark, por outro lado, apreciou tranquilamente a bebida e apostou contra as outras pessoas, incluindo Luke, sem mover os dedos.

Um momento depois, Tony deu uma olhada estranha em Luke: — Você é muito bom, não é?

Quando Tony Stark se tornou o banqueiro, a maioria dos turistas começou a perder, enquanto Luke foi o único que ganhou tantas vezes quanto perdeu. Na última rodada, no entanto, ganhou cinco mil dólares.

Era muito estranho.

Luke sabia o motivo.

Blackjack era um dos poucos jogos onde matemática realmente importava. No filme, Quebrando a Banca, alguns gênios do MIT ganharam uma fortuna em Las Vegas com seus modelos de matemática.

Tony Stark provavelmente inventou o protótipo de Jarvis agora, e ele estava ganhando dinheiro dos turistas ao invés do hotel. Então, o hotel não se intrometeria se ele pregasse alguns truques.

Luke sabia que Tony Stark estava usando microfone de ouvido. Era possível que o protótipo do Jarvis estivesse contando as cartas para ele.

Trapaça?

Isto definitivamente não era trapaça.

Como poderia ser trapaça, quando o homem estava usando suas habilidades para ganhar dinheiro?

Luke, por exemplo, também estava trocando as cartas na caixa de carta remotamente com seu espaço pessoal, que era sua própria habilidade.

Ele descobriu mais funções do espaço pessoal, incluindo a habilidade de armazenar ou liberar itens remotamente, mas isso era limitado a um alcance de cinco metros.

Além disso, armazenamento e liberação remota exigia muita Força Mental.

Para simplificar, era mais fácil para ele mover objetos menores, inertes e revelados.

Uma carta não podia pesar mais de cinco gramas e Luke podia armazenar e liberá-las centenas de vezes numa noite.

Luke simplesmente sorriu para o elogio de Tony Stark: — É apenas sorte.

Tony bufou: — Sério? Você é muito sortudo, então por que aposta tão pouco?

Luke riu: — Só estou jogando por diversão. Não gosto de apostar grande.

Tony retrucou: — Você acha que as fichas nesta mesa são grandes?

Todos ficaram sem palavras. Você acha que todos são tão ricos quanto você?

Tony franziu a testa para Luke, que sorriu e não falou nada. De repente, achou o jovem familiar.

Ele sussurrou algo e Jarvis checou a identidade de Luke.

Um momento depois, Tony ficou atordoado: — Você é aquele jovem policial de Houston?

Luke sorriu e permaneceu calado.

Tony tinha uma expressão estranha.

Ele pagou um pequeno preço antes para fazer o policial e sua linda parceira serem transferidos a Los Angeles.

Porém, esteve tão ocupado comparecendo a cerimônias que esqueceu deles.

Luke estava sentado na frente dele por um longo tempo, mas Tony não o reconheceu nenhum pouco.

— Interessante. Você tem dinheiro o bastante para este lugar? Você não é um jovem policial agora? — perguntou Tony.

Luke respondeu: — Estou de férias e estou jogando com algumas centenas de dólares. Não acho que seja a única pessoa neste país que pode fazer isso, certo?

Tony não podia argumentar contra isso.

— Tudo bem, vamos jogar — falou Tony.

Luke achou estranho: — Já não estamos jogando?

Tony retrucou: — Estou falando sobre um jogo entre nós.

Luke disse: — Tanto faz.


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