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Super Detective in the Fictional World – Capítulo 213

Uma Máquina de Café do Legista e um Relatório Psicológico

Luke riu alto na porta do restaurante.

O homem estava falando espanhol mexicano. Provavelmente era um imigrante ilegal.

Greg só podia trocar para outra linha. Estava livre desta vez.

Animado, discou um número com pressa: — Catherine, é ótimo ouvir sua voz. Você não vai acreditar no que aconteceu. Deus sabe o que passamos…

Um momento depois, eles voltaram para dentro, sentindo-se aliviados.

Nick falou com um sorriso: — Tudo bem, a polícia e o legista estão a caminho. Ouçam, Shelly e Slick, vocês precisam vir conosco para dar suas declarações.

Mas a esposa do chefe e o funcionário não ouviram e continuaram se beijando e acariciando alto.

Logo, os policiais e o legista chegaram.

Após algumas perguntas simples, os policiais estavam prestes a levar Shelly e Slick para o departamento.

Porém, Luke os impediu: — Espera.

Ele apontou para a grelha no restaurante e continuou: — Oficiais, acho melhor fazer o legista examinar a grelha. Há algo estranho nela. Saia e pergunte a Shelly e o Slick sobre isto.

Os policiais olharam para ele confusos. Então, uma loira graciosa disse: — Deixe-me fazer isto.

Nick anunciou: — Vou ajudar, Catherine.

Só foi então que Luke percebeu que ela tinha o mesmo nome da esposa de Robert.

Um momento depois, um humano meio-queimado foi encontrado nas cinzas da grelha. Todos olharam para a esposa do chefe.

Shelly se levantou com medo: — Não tem nada a ver comigo. Não tenho ideia do porquê isso está aí.

Eles olharam para Slick, que estava ao lado dela.

Slick rapidamente balançou a cabeça: — Também não sei de nada. Sou apenas um funcionário aqui, tá?

Todos ficaram sem palavras. Definitivamente havia algo estranho acontecendo entre os dois!

Uma hora depois, ficaram imensamente aliviados ao estarem de volta no centro forense.

Fazia apenas meio-dia, mas encontraram as coisas mais bizarras.

Curioso, Luke foi ao necrotério. Havia um senhor com cabelo branco e pernas protéticas dentro. Estava ouvindo música country enquanto uma máquina de café expresso moía café próximo a ele.

Luke achou esta cena um pouco familiar.

Velho Grissom apareceu. Assentiu para Luke e foi até o velho legista: — Al, onde está o relatório que pedi?

Al, o velho legista, respondeu: — Bem ali. Quer um copo de café?

Surpreendentemente, Velho Grissom não rejeitou. Ele apreciou o copo de café que Al deu e perguntou casualmente: — Este é uma ótima máquina de café. Onde conseguiu?

Al também estava saboreando seu café: — Comprei como parte do inventário do necrotério.

Velho Grissom ficou confuso: — Você conseguiu comprar uma máquina de café com fundos públicos?

Uma máquina de café expresso cara definitivamente não era necessário num necrotério que só tinha quatro legistas.

Al sorriu casualmente e tomou outro gole de café: — Ninguém quer saber por que um legista compra algo.

Velho Grissom: — …

Nick: — …

Luke: — …

Vendo que o Velho Grissom estava prestes a sair, Luke não pôde deixar de perguntar ao velho legista: — Dr. Robbins, você conhece um médico forense chamado Mars? Ele trabalha numa cidade do Texas.

Pensando por um momento, Al assentiu um momento depois: — Se seu nome é Mars Kubrick, ele deve ser um dos meus alunos. Porém, não o vi depois que ele completou seu estágio.

Luke assentiu com um sorriso: — Bem, como eu esperava.

Al perguntou: — Você conhece ele?

Luke sabia que o velho legista estava realmente perguntando era por que Luke sabia que estavam conectados.

Luke explicou com um sorriso: — Porque Mars precisa tomar um copo de café e ouvir uma música antes de começar a trabalhar.

Al riu: — Ele deve ter comprado uma máquina de café com o próprio dinheiro. Hehe… — Seu tom era bem complicado.

Luke parou de interromper Al, que claramente era outro grande especialista, pois Velho Grissom era muito mais legal com Al que com seu chefe.

Então, Luke certamente tinha que mostrar respeito ao velho legista.

Após saírem do necrotério, Luke se despediu do Velho Grissom.

Este estava ocupado demais trabalhando no caso do Assassino das Miniaturas para passar tempo com Luke. Ele só podia esperar que Luke o encontraria mais uma vez antes deste último voltar para LA.

Luke concordou e saiu com Selina.

No seu escritório, Velho Grissom pensou por um momento antes de ligar para Nick: — Ei, sou eu. Você prestou atenção no que meu sobrinho fez hoje? Está tudo bem. Escreva um relatório do que ele fez hoje e conduza uma análise psicológica. O quê? Não é um trabalho; pense nisto como um teste. Tente e termine no seu tempo livre…

Luke olhou para o escritório do Velho Grissom entre os oficiais que estavam bloqueando o caminho. Balançando a cabeça com um sorriso, entrou no elevador com Selina.

Já era quatro da tarde.

Eles saíram do centro forense às nove e meia daquela manhã, e a viagem à Toca do Porco do Henry durou cerca de seis horas.

Selina não estava de mau-humor. Ela gostou da pegadinha, os dois casos bizarros e o espetáculo de uma mulher beijando um homem relutante hoje.

Mas estava com muita fome: — Querido, estou faminta. Quero comer carne assada.

Luke assentiu com um sorriso: — Vamos voltar ao hotel. Lá teremos alguma diversão no casino.

Eles pegaram um táxi e retornaram ao Hotel Aurora.

Embora Selina proclamasse querer carne assada, também pediu lagosta, escargot, croissants, sopa de cebola e uma salada de frutas, antes de finalmente parar.

Luke pagou a conta e arrastou Selina, que estava cheia demais para andar, ao casino.

Não querendo se mover, Selina sentou na frente de um caça-níquel.

Luke escolheu um caça-níquel não realmente porque ia jogar, era porque as cadeiras na frente das máquinas caça-níquel eram as mais confortáveis.

Olhando para o caça-níquel, Luke apontou para a tela eletrônica com um sorriso: — Você vê isto? Há novecentos e setenta e três mil e seiscentos e sessenta e dois dólares no tanque. Ficaremos ricos se você puder ganhar.

Selina não estava interessada e nem era ingênua: — Não sou idiota. O dinheiro no tanque é dos outros jogadores que queria ganhar este prêmio. Apenas me deixe aqui. Vá jogar qualquer jogo que quiser.


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