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Super Detective in the Fictional World – Capítulo 257

Quem Atirou em Mim?

No carro, Luke ajustou as janelas para escurecê-las mais, antes de ambos colocarem o equipamento.

Eles colocaram o colete à prova de balas que Luke fez, então os coletes policiais e também amarraram os walkie-talkies que Luke inventou.

Suas instruções podem acabar sendo uma violação de certas regras do departamento de polícia, então seria melhor manter uma linha de comunicação aberta com a polícia após entrarem.

Eles examinaram as armas e pentes e carregaram granadas de fumaça e atordoante, estas eram designadas para momentos críticos.

Selina não ficou surpresa porque já testara o equipamento antes.

Quando ficaram prontos, eles saíram.

Eles penduraram os distintivos em volta dos pescoços, no caso da SWAT os ferirem por acidente.

Por fim, fizeram um desvio e entraram no prédio pela rua de trás. Roger falou para o capitão da equipe da SWAT, que concordou no momento que ouviu o nome de Luke.

Roger ficou animado e chateado, já que seu jovem colega parecia ter mais influência que ele.

O que não sabia era que este capitão esteve no caso Nakatomi e Luke deixou uma impressão profunda nele.

Afinal, um oficial que podia eliminar um exército de cinquenta criminosos armados sozinho era difícil de realizar.

Eles não entraram pela porta. Ao invés disto, Luke deu a Selina um impulso para que alcançasse a saliência no segundo andar, antes de puxar Luke para cima.

Era apenas para mostrar; Luke podia saltar facilmente até o terceiro andar, mas não ousou fazer isto.

Muitas pessoas estavam observando e seria um problemão se algum deles capturassem isso com uma câmera.

Se movendo rapidamente, Luke e Selina entraram no prédio pela janela meio-aberta.

Mostrando os distintivos para os pombinhos na unidade que estavam tremendo num canto, eles abriram a porta e saíram. Luke confirmou que os dois criminosos estavam no primeiro andar. Ao invés de descer as escadas imediatamente, ele falou para Selina se esconder e observar as escadas enquanto ele vasculhada nos andares acima.

Com o Olfato Aguçado, logo confirmou que não havia bombas plantadas nestes lugares, o que era um alívio.

Pelo menos, os dois criminosos não eram loucos o bastante para plantar bombas por toda parte no prédio.

Dez minutos depois, se encontrou com Selina no segundo andar e desceram as escadas.

Bang!

Houve um disparo e Luke rapidamente deitou no chão e chutou Selina para o canto: — Pro chão! Há um sniper!

Na van de comando fora do prédio, Roger e o capitão ficaram surpresos. O capitão perguntou pelo walkie-talkie: — Quem abriu fogo?

Ninguém respondeu.

Um momento depois, alguém disse: — Capitão, acabei de ver alguém abrir fogo do prédio a nordeste. Aquela é a posição do York.

O capitão gritou: — York, venha aqui.

O walkie-talkie ficou em silêncio.

O capitão falou sombriamente: — Todas as unidades, mudem para o canal reserva. — Ele então cortou a comunicação.

Um momento depois, um membro da equipe na van relatou: — Capitão, todos trocaram para o canal reserva, mas o York ainda está em silêncio.

O capitão falou friamente: — Esquadrão A1, vá checar York. Vocês estão livres para abrir fogo se encontrar algo de errado.

Roger parecia bem preocupado: — Capitão, sobre o Luke…

O capitão pensou por um momento e preguntou: — Esquadrão B1, como estão os dois detetives?

— Eles se esconderam após o disparo, mas… Acho que o Detetive Luke foi atingido — alguém respondeu no walkie-talkie.

O capitão e Roger ficaram em silêncio.

— Aqui é do esquadrão B2. Vimos eles. Eles estão bem. Ainda estão se movendo — outra pessoa falou de repente.

— Tem certeza? — o capitão perguntou.

— Positivo. Os movimentos do Luke estão normais. Huh. Ele está correndo mais rápido que nós. Está entrando no saguão do primeiro andar.

Bam! Bam! Bam! Bam!

Disparos explodiram dentro do prédio de novo e então o celular de Roger tocou: — Sou eu, Luke. Os criminosos foram subjugados. Os reféns estão seguros. Há uma bomba num vaso no saguão. Tente evitá-lo.

O capitão e Roger se entreolhara. Você já terminou?

— Onde está o atirador que disparou em mim? — perguntou Luke com calma.

Roger olhou para o capitão.

O capitão pegou o walkie-talkie, mas antes que pudesse dizer algo, disparos surgiram do nordeste de novo.

Foi seguido por uma série de gritos.

O walkie-talkie conectou de repente: — Capitão, estamos sob ataque! Temos três mortos e dois feridos. Ahhh-!

O walkie-talkie ficou em silêncio após um grito.

O capitão parecia sombrio: — Esquadrão B1, vocês estão realmente monitorando a área? Vocês não encontraram nada?

Alguém respondeu no walkie-talkie: — B1 não encontrou nada. A1 está no nosso ponto cego. Não há sinais dos atacantes.

Roger saiu da van secretamente sem desligar a ligação: — Ei, Luke, conseguiu ouvir isso?

Luke respondeu: — O cara que atirou em mim está no prédio com o tiroteio?

Roger assentiu: — Sim, uma equipe da SAWT foi lá, mas provavelmente… Ugh.

Luke já havia desligado. Roger falou impotente: — Merda! Pelo menos me deixe terminar!

Por outro lado, Luke guardou o celular com calma: — Selina, observe-os e se esconda ali. — Ele apontou para uma unidade aberta.

Selina olhou para ele preocupada: — Você levou um tiro agora há pouco?

Luke balançou a cabeça: — Estou usando dois coletes à prova de balas. Olha, sem sangue.

Percebendo que ele não parecia ferido, Selina assentiu: — Tenha cuidado.

Luke assentiu e saiu rapidamente.

Após deixar o prédio de apartamento, correu para o prédio no noroeste.

Seu Olfato Aguçado já conseguiu captar o cheiro de sangue a dezenas de metros de distância.

Seu coração se encheu de tristeza. Havia um, dois, três, seis… nove vítimas!

Eles eram oito pessoas da SWAT que foram lá e o sniper mais cedo.

Agora, estavam todos mortos?


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