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Super Detective in the Fictional World – Capítulo 378

O Retorno do Anjo e Queijo com Mirtilo

Os olhos do seu subordinado brilharam. O cara pegou o walkie-talkie e gritou: — Ei, temos negócios! Chefe falou para se apressar, ou não terão dinheiro para grandes bundas esta noite.

Os outros membros da equipe imediatamente animaram.

— Você tem uma bunda grande, deixe-me brincar com ela.

— Sua bicha. Você não é quem gosta de ser brincado? — Big Nick riu e olhou para o acampamento pela última vez, antes de sair com as outras SUVs.

Após partirem, tudo ficou pacífico de novo.

Dois dias depois, Big Nick ligou para Luke.

Ele soou levemente envergonhado na ligação: — Luke, hm, tem algo que preciso te dizer.

Luke perguntou: — O que é?

Após um breve silêncio, Nick falou num tom baixo: — Houve um pequeno acidente noite passada quando prendemos aquele bando de traficantes. — Ele ficou em silêncio de novo.

Luke indagou: — Então?

Nick tossiu: — Seis suspeitos estavam na cena. Três foram mortos e os outros três ficaram gravemente feridos. Entretanto, outras seis mulheres no caso foram detidas em suas casas.

Luke ficou atordoado por um momento: — Parabéns. Houve algum ferido de vocês?

Nick: — Não.

Luke: — Isso é ótimo.

Ele desligou logo depois, não sabendo o que dizer.

Big Nick e sua equipe estavam impacientes de verdade. Só fazia dois dias e já haviam limpado os pais das crianças plantando maconha.

Além disso, estes oficiais eram rudes e brutos como sempre; simplesmente abateram os homens na gangue e saquearam sua riqueza.

Naturalmente, Nick ficou um pouco envergonhado para fazer a ligação.

Ele prometeu colocar os caras na cadeia, mas os levou ao necrotério; esse não foi o acordo.

Quanto a Luke… ficou bastante satisfeito.

Não era como se pudesse dizer a Nick, “É melhor se livrar de todos.” Entretanto, foi o bastante para implicar a Nick que estas pessoas tinham dinheiro e drogas.

De bom humor, Luke escoltou as crianças e professores ao ônibus escolar, e então os seguiu no carro até Los Angeles.

Na entrada da escola, Juliet o abraçou: — Você é um bom garoto. Você pode vir me encontrar se precisar de ajuda.

Luke agradeceu com um sorriso antes de ir embora.

Ele podia adivinhar mais ou menos porque Juliet agiu desta maneira com ele.

Ele aprendeu dos outros que Juliet tinha um irmãozinho que estava no primeiro ano da universidade quando desapareceu ano passado enquanto acampava nas montanhas e nunca foi encontrado.

Luke não parecia com o irmão dela, mas de alguma forma eram similares na questão do temperamento e figura, motivo da Juliet ter uma boa impressão dele.

Terminado com a missão, Luke foi direto ao departamento.

Caminhando até sua mesa, viu Selina, cuja cabeça estava enterrada em arquivos. Sorrindo, Luke colocou a caixa que estava carregando ao lado dela e abriu.

Seus movimentos foram leves e sorrateiros, então Selina não notou.

No momento seguinte, todavia, o nariz dela fungou e virou a cabeça para olhar para a caixa aberta: — Oh, estou sonhando? Deus ouviu minhas preces?

Mas a percepção prontamente a atingiu e virou a cabeça para ver Luke sorrindo. Ela não pôde deixar de revirar os olhos: — Então, não foi Deus.

Luke ergueu a sobrancelha: — Não?

A vontade de Selina de viver era forte: — Você é um anjo, sabia que eu estava com fome.

Luke mostrou as outras caixas que tinha: — Comprei no caminho. Você quer distribuir?

Selina prontamente se levantou e pegou as caixas de papel: — Luke tem donuts, quem quer?

Todos no escritório os inundaram.

Contudo, ninguém se empurrou pelos donuts, já que sabiam que Luke e Selina sempre traziam o bastante para todos.

No final, só restavam duas caixas e meio das quatro com donuts. Havia apenas uma dezena de pessoas no escritório no momento. Dois oficiais gulosos pegaram dois donuts cada, senão eles não teriam necessidade de abrir uma terceira caixa.

Após cumprimentar todos com um sorriso, Luke sinalizou para Selina e então foram ao escritório de Elsa com a última caixa e meia de donuts.

— Não houve nada recentemente? — ele perguntou a Selina.

Selina respondeu com uma expressão amarga: — É claro que não é nada para você. Estive analisando casos no escritório o dia todo, e não pisei o pé fora daqui.

Luke sorriu: — Estou de volta, então você está livre.

Selina assentiu. Era muito melhor investigar casos com Luke que ficar sentado no escritório.

Eles sempre levavam petiscos com eles quando saíam de manhã, e quando o clima estava bom, poderiam tomar chá da tarde e aproveitar o sol por uma ou duas horas.

Em todo caso, eles eram a equipe mais eficiente na Divisão de Crimes Graves, então ninguém teve reclamações sobre eles aproveitando uma fatia de bolo ópera e chá-verde ou um cappuccino sob o sol. Contanto que resolvessem casos com eficiência, estava tudo bem.

Luke e Selina entraram no escritório de Elsa, e Selina colocou a uma caixa e meia de donuts na mesa.

Elsa tinha uma expressão conflituosa: — Estive tentando perder peso.

Luke riu: — Esta caixa inteira é de donuts de queijo com mirtilo, e especialmente para você.

Elsa olhou para a outra caixa: — E esta?

Luke respondeu casualmente: — São donuts normais e só resta quatro. Você pode levar para o Dustin se quiser.

Após um breve silêncio, Elsa rapidamente colocou os donuts de queijo com mirtilo na gaveta e perguntou: — Obrigado por adiar meu programa de perda de peso. Agora, e aí?

Luke respondeu: — Estou aqui por casos. Não posso trabalhar em nenhum dos casos que me deu agora.

Elsa ficou sem palavras.

Ela não esperava que a Família Elsworth estivesse envolvida nos casos da garota de pijama e a morte do Texas Ranger.

Além disso, Palmer pediu por um favor, e assumiu o caso da loja de donut e o caso do roubo do caminhão de gasolina, então Luke não podia continuar os investigando.

Entretanto, a última coisa que a Divisão de Crimes Graves tinha era falta de casos e cada um era mais urgente que o outro. Elsa puxou uma pilha de arquivos para que ficassem na sua frente: — Você quer pegar os fáceis ou trabalhar nos difíceis?

Luke respondeu casualmente: — Qualquer um, contanto que o caso tenha pista.

Com uma expressão conhecedora, Elsa pegou direto alguns casos do fundo e jogou para Luke: — Já deixei estes reservados para você.

Luke falou: — Obrigado pela confiança, chefe.

Um momento depois, os dois saíram e Elsa suspirou de alívio.

Quando Luke saiu para brincar por uma semana, ela teve que juntar vários casos complicados que eram adequados para ele.

Ele era confiável.

Relaxada, abriu a caixa de papel. Sorrindo para os doces donuts, deu uma mordida e suspirou enquanto mastigava: — Queijo com mirtilo, não como um destes faz muito tempo.


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