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Super Detective in the Fictional World – Capítulo 412

Açougueiro Fantasma e Rabo Nada Sutil

Enquanto isso, havia uma barulheira do outro lado da ligação, fazendo Selina dizer: — Você não está errado. Estou saindo também.

Luke perguntou: — O que vai fazer?

Selina respondeu: — Haha, vou ver o que a Karen está tramando. É fim de semana mesmo.

Luke concordou com ela e simplesmente a lembrou: — Não seja descuidada. Me avise se algo acontecer.

Era dia e Selina também tinha alguns aparelhos. Ela deveria ficar bem enquanto tomasse cuidado.

Por outro lado, Selina colocou a jaqueta, pegou a chave do carro e seguiu Karen, que estava seguindo Natalie. Assim, enquanto Karen seguia Natalie, Selina seguia Karen.

Olhando para Karen, que estava usando um chapéu de verão cinza e um enorme óculos de sol no rosto, Selina riu atrás e começou a digitar para Luke.

Luke leu as mensagens no começo antes de simplesmente convertê-las para áudio e ouvir como uma live.

Estas mulheres… quem sabe o que estavam pensando. Selina também foi infectada por Karen? Luke ponderou enquanto continuava coletando informações.

Rumores dele agora espalharam pelas gangues de Los Angeles.

Não havia informação específica dele, mas seu apelido era Açougueiro Fantasma.

Ele foi muito meticuloso em suas ações e as coisas ou pessoas sempre desapareciam quando ele se envolvia. Esqueça sangue ou balas, nem havia traços de uma luta na cena.

Assim, os rumores ficaram cada vez mais aterrorizantes e misteriosos, como alguma história de terror urbano americana em que era partilhada entre as gangues de Los Angeles.

Infelizmente, nenhum dos ouvintes ou contadores podiam confirmar os rumores.

Havia vários grupos criminosos em Los Angeles, mas Luke estava eliminado regularmente. Além disso, sempre mirava nos membros de nível médio.

Estes membros de nível médio desaparecidos comandavam mais de 1000 membros inferiores e seus sumiços levaram a uma inquietação sem fim.

Luke só vinha conduzindo este expurgo por dois meses. E se continuasse assim, um terço dos membros de gangue de nível médio de LA sumiriam no ano seguinte, e mais de 500 mil subordinados deles perderiam seus líderes direto.

No entanto, as gangues de LA provavelmente se atacariam antes disso.

Seguindo as perdas pesadas, os vencedores reivindicariam o território dos perdedores e reestabeleceriam a ordem no submundo.

Para os subordinados, fariam a vida com um chefe diferente.

Os chefes da gangue podem ficar seguros enquanto Luke eliminasse a gerência média, mas não sabiam quantos lacaios tinham ou quem eram. O caos causado pela perturbação desta cadeia de comando duraria por muito tempo.

Diante desta situação, as gangues de LA já haviam começado a procurar por soluções.

Luke atualmente estava seguindo dois grupos de pessoas que eram particularmente ativas.

Eles estavam entrando em contato com várias grandes gangues, esperando lidar com o Açougueiro Fantasma juntos.

Luke ficou muito feliz ao ver isso.

Quanto maior a gangue, mais fácil seria seu expurgo.

As gangues pequenas comuns basicamente colapsariam após Luke atacar uma ou duas vezes.

Grandes gangues, por outro lado, eram como monstros regenerativos que continuavam absorvendo gangues dispersas e pegando os membros mais cruéis para se tornarem líderes de nível médio.

Nessa situação, Luke poderia cortar estes líderes quando fosse a hora, como um fazendeiro colhendo suas plantações.

Aquelas gangues teriam feito a verificação para ele e ajudariam a distinguir gângsters normais dos criminosos ferozes.

Considerando o caos no ponto fraco de LA, várias agências despacharam espiões e até agentes secretos para investigar e Luke com certeza não queria feri-los.

No entanto, esta era apenas uma inconveniência temporária.

Ele agora só precisava de três pontos de atributo em Força Mental para alcançar 20. Até lá, adquiriria facilmente a Comunicação Mental de Bobby e não teria problemas em diferenciar o amigo do inimigo.

Em outro lugar, Selina estava tendo sua diversão.

Os aparelhos que Luke lhe deu não eram tão poderosos quanto nos da viatura, mas eram o bastante para manter Karen sob vigilância.

Vendo a dona de casa paranoica seguir Natalie furtivamente, Selina só podia conter a risada por um instante antes de explodir como uma chaleira fervente.

Se Natalie não fosse idiota, ela tinha que estar deixando Karen a seguir.

Caso contrário, um profissional teria que ser cego se não conseguisse localizá-la com sua perseguição nada sutil.

Até alguém calmo e composto como Luke achou a paranoica Karen um pouco pertinente. Tim e Natalie eram azarados de verdade por virarem alvo dela.

Pela próxima hora, as três mulheres vagaram pela loja de café e uma livraria, e acabaram num shopping.

Selina observou Karen entrar. Pensou por um momento e a seguiu.

Karen chegou na sessão de moda íntima e pegou alguns sutiãs aleatórios sem olhar para elas, antes de seguir Natalie para o provador.

Selina ficou sem palavras. É assim que você segue alguém?

Pensando por um instante, sentiu que era melhor impedir Karen de cruzar a linha e também foi ao provador.

No caminho, enviou uma mensagem a Luke: — Vou ao provador. Natalie e Karen estão lá. Quer que eu tire uma foto para você?

Luke estava escrevendo no notebook quando ouviu a mensagem e respondeu rapidamente: — O que está fazendo?

Ela não estava seguindo Karen? Por que estavam todas indo ao provador? Luke ficou completamente perplexo.

Selina bufou: — Você tem tempo para responder agora que estamos falando sobre um provador? Estou indo porque Karen seguiu a Natalie até lá.

Luke ignorou a zombaria, mas ainda ficou embasbacado: — Ela a seguiu ao provador, sério?

Selina respondeu: — Então é melhor eu impedi-la. Isto está ficando esquisito de verdade.

Após um breve silêncio, Luke expressou: — Você poderia ligar para ela.

Selina respondeu: — Tarde demais. Já entrei.

Luke: — … Então boa sorte. Além disso, mantenha o canal de voz ligado. Segurança em primeiro lugar.

— Bem-vindo a transmissão ao vivo do provador — Selina zombou dele de novo e ligou o canal de voz no celular falso para que Luke pudesse ouvir o que estava acontecendo.

No provador, ela falou encantada: — Ah, Karen, Natalie, vocês também estão aqui?

Então, olhou para as duas mulheres com estranheza: — … É um momento ruim? Eu deveria dar alguma privacidade?

No provador, Natalie, que estava usando uma lingerie preta sensual, tinha vantagem absoluta na altura enquanto pressionava a pequena e fofa Karen contra a parede com as mãos. Karen, por outro lado, estava com as mãos cruzadas sobre o busto, como se fosse uma mulher decente sendo violada.


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