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Super Detective in the Fictional World – Capítulo 418

Encerrar por Hoje e Tim Leva um Golpe

Bang! Bang! Bang! Bang! Bang! Bang!

Luke disparou de novo, e dois atiradores que acabaram de passar pelo portal do armazém desabaram.

Os atiradores já estavam em movimento. Sem tempo para se importar com os companheiros, começaram a disparar no trailer.

Selina perguntou: — Não acho que precise da minha ajuda, não é?

Luke respondeu: — Não. São apenas alguns fracotes.

Bang! Bang! Bang!

— Ah! — Outro atirador caiu com um grito miserável.

Havia oito atiradores no total e metade já haviam sido mortos.

Desde que estavam preparados para uma emboscada, Luke não precisava da ajuda de Selina.

— Tim e Natalie estão em movimento — Selina avisou.

Um Audi preto invadiu do outro lado do armazém.

O Audi preto acelerou na direção dos quatro atiradores restantes do lado.

Bang! Bang! Bang! Bang!

Duas pistolas foram disparadas e dois atiradores se esconderam apressadamente e não ousou disparar mais no trailer.

Bang! Bang! Bang! Bang! Bang! Bang!

Luke derrubou facilmente os outros dois atiradores, que estavam distraídos pelos novatos.

Somente dois atiradores restavam na cena, e precisavam enfrentar Tim e Luke.

Luke bufou: — Chato. Esperava mais pessoas. Tudo bem, vamos encerrar por hoje.

Bang! Bang! Bang! Bang! Bang! Bang!

Os dois atiradores, que estavam escondidos atrás de uma pilha de lixo, foram baleados pela lateral e gritaram ao desabar.

De fora, o trailer ligou.

O Audi preto de Tim, todavia, ligou rapidamente para bloquear.

— Jeff, você não pode sair. — Tim olhou para Jeff, que estava no banco do passageiro, através da janela aberta.

Jeff estava em pânico: — Você… Você está aqui para me matar?

Tim revirou os olhos: — Jeff, pode se acalmar? Você acha que aquelas pessoas estavam aqui para salvar você, com suas armas?

— Mas seu computador está repleto com arquivos dos meus colegas. Isso é normal? — perguntou Jeff com raiva.

Natalie caiu na gargalhada: — Uau, vocês são realmente bons vizinhos. Vocês invadiram nossa casa?

Karen não ficou atrás: — Vocês colocaram uma escuta no presente que nos deram. Isso é o que vizinhos fazem?

Tim olhou estranhamente para Natalie: — Talvez… isto foi um pouco demais?

Natalie olhou para seu parceiro idiota, antes de dizer aos outros três: — O que está fazendo? Você não deveria estar mais concentrado na pessoa que te salvou agora há pouco?

Jeff, Karen e Carl ficaram confusos. O que isso devia significar? Aqueles disparos não foram de alguém do lado deles?

Naquele momento, um Ford de segunda mão atravessou lentamente o portão, e Tim e Natalie ergueram as armas rapidamente.

Quando o Ford se aproximou, todos, menos Carl, exclamaram em choque: — Luke?

Luke saiu com um sorriso e acenou para eles: — Haha, vendo que todos ainda conseguem conversar alegremente, ajudar vocês a se livrar daquelas pestes não foi em vão.

Todos ficaram confusos: — O quê?

Luke puxou a corrente do pescoço para mostrar o distintivo: — LAPD, Divisão de Crimes Graves.

Todos: — …

Vinte minutos depois, os sete estavam sentados num restaurante fast food.

— Quer uma torta de batata? Ou torta de maçã? — perguntou Tim.

— Um hambúrguer é o bastante. Gostaria de algumas fritas também — Karen respondeu.

— Quero um sorvete — disse Selina.

— Soda. O que você quer? — Luke olhou para Carl, o gerente de segurança.

Carl balançou a cabeça: — Estive tentando perder peso. Só uma soda é o bastante.

Após pedirem, a cabine ficou quieta por um momento.

Jeff perguntou a Luke: — Você é um policial? Por que nunca mencionou isto?

Luke deu de ombros: — Porque sou preguiçoso. Não quero que a Meg me incomode quando dreno estiver entupido, seu cão desaparecido ou seus filhos não quererem comer. Sou apenas responsável por casos de roubo e homicídio, mas tenho certeza de que a Meg não pensaria assim.

Jeff e Karen ficaram sem palavras.

Meg era exatamente o tipo de pessoa que incomodaria os vizinhos por ajuda com cada coisinha sequer. Karen foi a maior vítima disto.

Após isso, Jeff e Karen começaram a entupir Tim e Natalie com perguntas.

Entretanto, os dois responderam tudo com “sem comentários”.

Mas enquanto falavam, os dois começaram a brigar entre si.

Ao lado, Luke e Selina acharam estranho.

Quer fossem agentes do serviço secreto ou detetives, estava claro que estes dois não concordavam com o trabalho e futuro.

Esta discordância provavelmente só surgiria mais tarde, mas enquanto respondia às perguntas de Jeff, Tim revelou que estava cansado e esperava se aposentar.

Natalie não tinha ideia. Atordoado, perguntou a Tim por que não contou mais cedo. Irritado, Tim respondeu que já havia deixado dicas, que ela rejeitou subconscientemente.

Enquanto continuavam a luta, Natalie não pôde deixar de reclamar: — Quem esconderia uma escuta numa escultura de vidro? — Esse foi precisamente o motivo pelo qual Jeff e Karen encontraram a escuta.

Enquanto estavam ficando excitados na sala de estar, quebraram a escultura, e encontraram a escuta. Aquela escultura veio de ninguém menos que Tim.

Tim argumentou: — Gosto de esculturas de vidro. Esse é meu passatempo. Não vejo por que não deveria dar de presente.

Natalie perguntou: — E nos expor?

Tim retrucou: — Então e quanto ao vestido que você usou para o festival do minibar? Sinto muito, isso não combinava com a situação e poderia nos expor facilmente também.

Os olhos de Natalie arregalaram: — Quê? Quer que eu cubra o rosto, como as mulheres que viu no Oriente Médio?

Tim falou: — Com todo respeito, você precisa se encaixar; somente então será mais fácil de se mesclar.

Natalie disse com raiva: — Está brincando? Esta é uma vizinhança de classe média. As mulheres aqui são muito pouco amigáveis. Você acha que gostariam de mim se eu usasse uma camiseta extravagante, shorts e chinelos?

— Não! Eles chamarão você de caipira pelas costas. — Tim e Natalie se viraram para olhar alguém.

Naturalmente, falaram de Selina. Ela deu outro golpe em Tim: — Isso mesmo, isso é o que a maioria das mulheres nesta vizinhança fariam. Ah, Karen, não estou me referindo a você. Você sabe de quem estou falando.

Quem? Meg, aquela vadia nojenta, é claro.

Karen sorriu e assentiu: — Eu sei. Tim, preciso dizer que você não entende nenhum pouco as mulheres da vizinhança.

Natalie abriu os braços e olhou para Tim com orgulho.

Tim ficou sem palavras.

Ele não tinha nada a dizer no rosto deste lembrete autoritário das duas mulheres que viviam na mesma vizinhança.

Vendo como Tim levou um golpe, Luke sentiu pena por este falador.


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