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Super Detective in the Fictional World – Capítulo 79

Resgate e Morte Inesperada

Bobby estava lutando para fugir apesar das feridas, mas os jogadores estavam no seu rastro como chacais no deserto africano, esperando por sua presa sangrar até a morte de medo antes de avançarem brutalmente.

Porém, os chacais caçavam por comida e para sobreviver, enquanto estas pessoas estavam simplesmente aproveitando o abate; eles eram muito mais podres que chacais.

Luke girou o volante e se aproximou de um carro do lado.

O homem na parte de trás do carro gritou com raiva: — Ei, você precisa pedir por nossa permissão se quiser participar, George… Hã, onde está o George?

Luke agora estava em paralelo com o carro do jogador. Levantou a mão direita.

Bang!

O motorista, que estava olhando para ele surpreso, perdeu a cabeça.

Luke pisou no freio e abaixou a cabeça mirando no homem parado na parte de trás do carro.

Bang!

Outro disparo na cabeça.

Após os dois disparos, houve gritos no walkie-talkie: — Ei, quem está atirando? Disparos não são proibidos na caça?

Luke riu e pisou no acelerador. Sua picape logo chegou no outro carro.

Bang! Bang!

Luke rapidamente dirigiu o carro até Booby, que ainda estava correndo. Ele abriu a porta e agarrou o garoto: — Ei, sou eu.

Bobby ficou atordoado ao ver Luke: — Você… Você também está com eles?

Luke ficou sem palavras pela linha de raciocínio dele.

Ele respondeu em voz baixa sombriamente: — Você está cego? Matei quatro pessoas para salvar você.

Atordoado, Bobby olhou para os dois carros não muito longe, somente para descobrir estarem quietos.

Luke checou as feridas de Bobby, antes de ajudar o garoto a deitar no assento da parte de trás do carro de um jogador: — Fique aqui. Vou buscar um médico depois que eu matar aqueles depravados. Tente ficar quieto. Finja que está morto.

Ele estava prestes a fechar a porta, quando Bobby falou de repente: — Por favor. Ajude meu pai, minha mãe e irmã.

Luke balançou a mão: — Vou se puder. Por que mais salvaria você? — Então fechou a porta mesmo que Bobby visivelmente planejasse continuar implorando.

Ele não tinha tempo a perder com Bobby. Selina ainda estava em um buraco sozinha.

Luke teve que eliminar aqueles jogadores e pegar Selina. Não era seguro deixá-la lá sozinha.

Dirigiu de novo e logo ouviu barulhos na outra direção. Girou o volante e seguiu o som.

Luke zombou quando viu o que estava acontecendo.

Gus, o dono do albergue, estava bem ali. Estava zombando de uma mulher de meia-idade.

A mulher era naturalmente Asel, esposa de Bob e mãe de Bobby.

Ela implorou e chorou em desespero e medo, só que suas mãos foram amarradas por várias pessoas, que a impediram de se mover.

Luke estacionou não muito longe. Não queria que seu carro alarmasse a escória que estava se divertindo.

Rapidamente se aproximou deles pela floresta sem chamar atenção.

Eles estavam vidrados em Asel, que estava se debatendo em agonia.

Este era seu parquinho. Nada poderia dar errado.

Luke ouviu mais algumas vozes familiares além de Gus. Pareciam ser as pessoas que os trouxeram do albergue.

Lembrando da conversa, Luke percebeu que provavelmente eram os lacaios dos jogadores.

Seu trabalho era procurar por alvos, movê-los, cuidar dos veículos, e provavelmente coletar os corpos no final.

Julgando pelas roupas, obviamente não eram ricos, porém, eram mais como trabalhadores.

Havia três carros e sete pessoas no total.

Contudo, não eram nenhum pouco perigosos comparado àqueles que caçaram Bobby agora há pouco.

A maioria deles estavam meio pelados, com máscaras e calças removidas. Estavam prontos para liberar a natureza animal.

Luke nem mesmo precisava socá-los. Apenas golpeou na nuca deles um por um.

Homens ficavam absortos quando faziam certas coisas, e se tornam lentos ao responder às mudanças externas.

Este era exatamente o caso destas pessoas.

Em dois segundos, caíram no chão, ainda sorridentes.

Luke pisou nos pés deles e assegurou de esmagá-los, antes de chutar Gus.

A vértebra do dono do albergue estalou alto sob o chute furioso de Luke.

Asel ainda estava chorando quando Luke a cobriu com a camisa de alguém: — Está tudo bem, Asel. Sou eu, Luke.

Ele a levantou e a colocou num veículo não muito longe: — Asel, não tenho tempo agora. Fique aqui, encontre mais roupas e armas, e se esconda no carro. Vou salvar seu marido e sua filha.

Luke então saiu.

Asel estava realmente numa situação terrível, só que não era nada perto das feridas de seu filho.

Luke só teve tempo para dar algumas instruções.

No caminho, eliminou vinte e cinco jogadores e onze carros.

Não poderia haver muitos restantes, todavia, Luke não encontrou o anfitrião condescendente do jogo.

Quando dirigiu o carro até onde tudo começou, encontrou Bob morto nas florestas a vários metros de distância, com uma expressão de desespero.

Obviamente, foi o primeiro alvo a ser morto.

Contudo… onde estavam o resto dos jogadores?

Luke ouviu com atenção, mas não escutou nada.

Ele tinha abatido vinte e cinco jogadores seguidos, só que o resto e o anfitrião não pareciam ter notado nada. Era bem estranho.

Franzindo a testa, dirigiu ao longo de uma trilha de carro pela floresta.

Dois minutos depois, se viu em uma clareira vazia. Ficou chocado. O que aconteceu aqui?

Quatro carros estavam estacionados, porém, a clareira estava uma bagunça, com dez pessoas que obviamente eram os jogadores espalhados por toda parte.

Luke parou o carro e se aproximou com a arma em mãos.

Circulando a clareira, confirmou que os dez jogadores estavam mortos, e que morreram da maneira mais miserável.

A barriga de uma pessoa foi aberta, a cabeça de outra esmagada como uma fruta, e um corpo foi torcido num ângulo assustador, como se fosse um ginasta.

O anfitrião deste jogo, por outro lado, estava de pé contra uma árvore. Só foi quando Luke se aproximou que percebeu que o peito do anfitrião havia sido perfurado com um galho quebrado, e que estava preso no tronco.

Nesse meio tempo, Luke sentiu um fedor estranho.


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Aquele acima de tudo e todos
Membro
Aquele acima de tudo e todos
7 dias atrás

É o lambisomem

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