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Supreme Harem God System – Capítulo 748

Claro que não.

— Meus amigos humanos, bem-vindos ao Reino de Sangue.

Cassius expressou com um olhar orgulhoso. Seus subordinados tinham expressões similares.

— Este é o Reino de Sangue?

Amaya perguntou com surpresa.

— Mas o Reino de Sangue não devia ser no sub-

— Subterrâneo? Sim, você está correta. Atualmente estamos a mil quilômetros abaixo da terra. Então, este céu escuro que está vendo não é exatamente um céu. É claro, não é diferente também. Poucas pessoas podem alcançar o chão acima, então não é muito diferente do céu.

— O quê? Você não acha que seríamos uma tribo inferior vivendo no subterrâneo, com casas feitas de lama?

Cassius indagou com um sorriso brincalhão.

— Não pensei nisso, mas… definitivamente é muito diferente do que eu esperava. É como um mundo totalmente diferente.

Nux expressou enquanto olhava para frente.

Atualmente, ele estava parado no topo de uma torre de dois quilômetros de comprimento, uma torre que Nux não tinha ideia de como foi construída, sendo que era visível todo o Reino de Sangue a partir dela.

Era apelidado Reino da Noite, sim.

Porém, isto não significava que era escuro, apático e sem graça.

Pelo contrário, era alucinante.

As ruas e casas estavam pouco iluminadas, fazendo-as parecer excepcionalmente lindas. As ruas eram feitas de pedra e o que mais chamava atenção eram as construções.

A maioria das construções aqui combinava com os castelos em que Nux morava quando estava na Terra Esquecida.

Cada construção parecia com uma mansão antiga.

— Se terminou de ficar hipnotizado, podemos ir? Não se preocupe, mostrarei este “novo mundo” que acabou de chegar.

Cassius sorriu.

— Nós… saltamos daqui?

Nux perguntou com uma carranca.

— É claro que não. Pode ter cultivadores que fazem isso, mas é estritamente proibido e poderia levar à execução.

— Esta torre em que está, como já deve ter sentido, não é um lugar normal. Significa muito para nós e tem um rico valor histórico. Desrespeitá-la significa desrespeitar nossa herança e isso é…

— É algo que a Raça Vampira não aceitará.

Nux completou a sentença de Cassius.

— Que bom que sabe. — Cassius assentiu.

— De qualquer forma, siga-me.

Ele falou e se virou.

O grupo seguiu e logo entrou em uma sala em particular. Cassius fechou a porta, colocou a mão na parede e injetou mana nela.

De repente, a sala tremeu um pouco.

Nux e suas esposas franziram a testa, mas antes que pudessem reagir, a sala começou a se mover.

Parece um elevador.

Nux pensou.

A sala continuou descendo, não foi excepcionalmente rápida. E como a torre era alta, levou dez minutos para chegarem ao chão.

Cassius abriu a porta e saiu.

Os outros seguiram e logo saíram da torre.

Os guardas da torre se curvaram quando viram Cassius, que assentiu e continuou caminhando.

Logo, os cinquenta vampiros que seguiram Cassius viraram morcegos antes de desaparecer.

— A partir de agora, estarei encarregado de mostrar as redondezas.

Cassius disse.

Definitivamente era melhor que caminhar com cinquenta pessoas.

Nux e suas esposas seguiram Cassius e entraram no que parecia com um mercado para os vampiros.

A maioria dos vampiros aqui parecia ser arrastada por seus filhos e o mercado parecia ser um evento que as crianças gostavam muito.

Tudo parecia animado e, ao ver o ambiente, o grupo sorriu.

Eles conseguiam sentir que os vampiros adultos aqui estavam cautelosos, alguns até parecendo hostis. Afinal, os vampiros não gostavam dos humanos.

No entanto, diferente dos adultos, as crianças não sabiam de nada e apenas ignoravam e continuavam com seus assuntos.

Alguns, todavia, olharam para Nux e suas esposas com curiosidade.

— Mãe, não podemos perder a Ilaya, rapi- akkk!

Thud!

De repente, uma criança que parecia ter oito anos esbarrou em Nux e caiu.

A mãe da criança, que estava seguindo atrás dela, olhou para Nux com cautela.

Ela era uma cultivadora do Estágio Imperador, então parecia cautelosa com Nux e suas esposas que estavam no mesmo estágio.

É claro, não significava que ela estava com medo. A segurança de sua criança estava em jogo, então, mesmo que tivesse que morrer, ela protegeria seu filho.

Por algum motivo, ela ignorou completamente Cassius, que estava ao lado deles.

Bem, os outros podiam não conseguir senti-lo, mas Nux sabia o motivo. Ele conseguia sentir o que Cassius estava fazendo.

Cassius “ocultou” sua presença.

Era bem similar à sua Ocultação, mas Cassius não estava usando qualquer habilidade. Ele só estava controlando a mana ao redor com tanta expertise que os outros falharam em sentir qualquer mudança na mana devido à sua presença, dando-lhes uma ilusão de que não estava aqui.

Era uma habilidade básica ensinada aos batedores da Casa Bloodheart e Cassius era incrivelmente bom nisto.

De qualquer forma, Nux não se importava com o motivo de Cassius estar fazendo algo assim.

Suas esposas pareciam estar de bom humor após ver tantas pessoas depois de tanto tempo e ele não planejava arruinar este momento.

Ele agachou e, com um sorriso gentil, levantou a criança.

Em seguida, esfregou a coxa onde a criança esbarrou e franziu o nariz.

— Como você é tão forte, carinha? Doeu.

— Me desculpe.

O garoto se curvou respeitosamente.

Uma ação que surpreendeu Nux.

— Olhe para você. Você é muito educado para alguém tão jovem. Quando tinha sua idade, só estava causando problemas para minha mãe e apanhando dela.

— Hehe, sério?

— É claro. Não era tão esperto quanto você.

Nux esfregou gentilmente o cabelo do garoto.

— Acho que sua mãe fez um ótimo trabalho criando você, não é?

Nux sorriu.

— Minha mãe é a melhor!

O garoto assentiu com os olhos brilhando de empolgação.

— Tenho certeza de que ela é.

Nux riu enquanto olhava para a vampira, que agora estava olhando para seu filho com um sorrisinho.

— De qualquer forma, está ficando tarde. Ouvi você falar algo sobre não perder a Ilaya.

— Ahh! Verdade!

O garoto percebeu. Ele correu rapidamente até sua mãe, segurou sua mão e a puxou.

— Mãe! Vamos lá! Não podemos chegar tarde!

No momento em que a mãe se aproximou de Nux, ele assentiu com um sorriso. A mãe assentiu de volta e corou um pouco.

— Nem pensar…

Amaya, por outro lado, não conseguia acreditar.

— É impossível você estar atrás dela, né?

— Ah, qual é. Não posso conversar com as mulheres agora?

— Não, você é meu. — Amaya fez beicinho.

Nux riu.

— Mas você lidou bem.

Amaya então parou de brincar.

Os outros vampiros não pareciam tão cautelosos quanto antes.

— Exceto pela parte em que fez aquela mulher corar. — Amaya apontou.

— Ah, para, nem fiz nada~

Nux reclamou.

Amaya e suas irmãs encararam Nux por um tempo e, ao mesmo tempo, falaram.

— Claro que não.

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