The Beginning After The End – Capítulo 374.5

Por Outros Olhos

SETH MILVIEW

Todos estavam gritando enquanto o estádio tremia.

Uma bolha translúcida de mana cobria nosso grupo. Mayla estava grudada em meu braço. Eu estava vagamente consciente do sangue que pingava em volta de suas unhas, onde elas penetravam minha pele, mas eu não conseguia sentir nada.

Deacon estava no chão, com a cabeça entre as mãos. Yannick estava caído em seu assento, inconsciente. Pelo menos, eu esperava que ele estivesse apenas inconsciente.

Brion e Linden estavam gritando com os dois, enquanto ainda observavam parcialmente a luta que estava destruindo o coliseu.

Apenas Pascal não parecia que estava fora de si, mas então eu segui seu olhar…

Várias das primeiras fileiras estavam cheias de cadáveres. Projeteis que eram do tamanho de virotes de besta penetravam tanto pedra quanto carne, tendo quebrado o escudo que deveria nos proteger de um combate até mesmo entre retentores e Foices. Alguns deles devem ter usado seus próprios escudos para se proteger, mas, contra o poder completo de uma Foice…

Houve uma explosão e uma seção inteira do coliseu desabou, do outro lado de onde estávamos. Eu assisti milhares de pessoas serem engolidas por uma nuvem de poeira marrom. Sumiram, em um instante…

A arena estava uma bagunça, um campo queimado de destroços. Estacas de ferro-sangue estavam espalhadas como lápides por todo lado. A nuvem de vento negro estava se dissipando e se afastando. Fogo espiritual queimava em alguns lugares, assim como os fogos-fátuos que sempre mencionavam em estórias. Como aqueles que guiavam o herói para o pântano ou o covil da fera…

No centro do campo de batalha, o professor Grey estava de pé, em frente à Foice Cadell Vritra do Domínio Central. A diferença entre os dois era gritante. O professor Grey… Será que eu ainda posso chamar ele assim? Eu me perguntei. Parece um título tão insuficiente agora.

O professor Grey estava com as costas retas, emitindo uma força inegável, inescapável, uma presença… física. Revestido em uma armadura de escamas pretas, e assim como um Vritra, haviam chifres ônix se curvando pra fora de sua cabeça. Ele parecia uma divindade.

Eu não conseguia entender o que eu estava vendo. Eu havia estudado magia e runas desde que eu era uma criança. Minha doença significava que eu não poderia começar a treinar como Circe, então eu ficava dentro de casa e lia. O tempo todo. Mas eu nunca tinha visto nada sobre artes de mana como essas.

Ele havia voado pela arena com uma velocidade impossível. Sua arma aparecia e desaparecia instantaneamente sem esforço aparente. Sua besta conjurada havia mudado de uma criatura-lobo, que já era intimidadora, para um monstro gigante e voador, que podia destruir todos os ataques do atributo de Decaimento apenas com um sopro!

Isso não tinha lógica nenhuma. Eu não havia sentido mana saindo dele em momento algum. A pressão da Foice Cadell Vritra era esmagadora e sufocante, mas o poder do professor era… algo completamente diferente.

E foi assim, com um certo distanciamento, que eu assisti a arma do professor penetrar na Foice e devora-lo. A sensação era de que isso foi algo… inevitável. A maneira com que o fogo roxo corria pela pele da Foice, o desfazendo, me fez sentir profundamente desconfortável. Como se eu estivesse observando as regras que construíam meu mundo se romperem diante dos meus olhos.

“E-ele – mas… o quê?” Mayla gagejou.

“Você tá de sacanagem,” Linden disse, se esquecendo do inconsciente Yannick, quando nossa atenção se voltou para a Foice Cadell Vritra queimando até virar cinzas.

“O que diabos foi isso?” Pascal murmurou, e sua cabeça balançava como se ele não pudesse acreditar no que estava vendo. “Eu nunca vi magia como essa antes.”

“O jeito com que ele apunhalou sua besta…” A voz de Mayla estava cheia de horror.

“Eu acho que ele a absorveu em sua arma,” eu comentei, me lembrando de como o lobo havia se dissolvido e a lâmina tinha ganhado vida com chamas violetas. “Algum tipo de ataque combinado insano.”

Tudo era bem difícil de entender, honestamente.

O professor havia derrotado uma Foice. Mas não, não era exatamente isso. Eu quase havia esquecido sobre a Foice Nico, graças à minha mente e memória estarem sobrecarregadas por tentar processar tudo que tinha acabado de acontecer.

O professor havia derrotado duas Foices. E ele matou uma!

“Ele deve estar coberto em regalias,” disse Linden. “É por isso que ele não as mostra como a maioria dos magos.”

Pascal arregalou os olhos. “Cara, talvez seja por isso que todo mundo na sala acabou recebendo runas tão fortes na última concessão…”

A dúvida de repente sufocou minha mente. E com ela veio… pavor.

Havia algo errado. Estava muito, muito além dos limites do que normalmente acontecia no Victoriad. Um desafio já era raro, mas matar uma Foice, talvez até duas… isso poderia ser uma declaração de guerra.

Eu fiquei desconfortavelmente ciente de quão pouco sabíamos sobre o professor Grey. Se o palpite de Pascal estava certo, o que isso significaria para seus estudantes? Será que o professor era algum tipo de inimigo dos Vritra? Todos nós tínhamos nos beneficiado de seu treinamento, e talvez até mesmo da sua presença. Será que isso nos tornava… cúmplices, de alguma forma?

Eu encostei minha cabeça na de Mayla.

Ela me deu um olhar de lado. “Estou com medo, Seth. O que está acontecendo?”

“Eu não sei,” eu respondi, sentindo o peito apertado. “Mas eu também estou.”

SERIS VRITRA

A onda de alívio que eu senti quando o Soberano Kiros aceitou alegremente a morte Cadell se desmoronou em desapontamento quando o portal apareceu abaixo de nós, interrompendo as palavras do Soberano.

Imediatamente, comecei a planejar como que eu iria tirar Arthur vivo dessa situação.

Eu tinha certeza, agora mais do que nunca, de que este garoto humano era a chave para tudo, e eu não podia deixar ele cair nas mãos de Agrona de forma alguma.

Era muito frustrante, na verdade. Se ele tivesse simplesmente feito como eu havia pedido, duelando e derrotando Cylrit, e depois recusando a posição de retentor… teria tornado as coisas muito mais simples. Eu ainda poderia ter usado a sua vitória para eleva-lo a um pedestal, apontando pra ele como um líder entre os “menores”, mas sem atrair a atenção de Agrona. Pelo menos por enquanto.

Mas esta vitória… era muito grandiosa, e muito adiantada. Agrona havia banido todos os pensamentos sobre o garoto, se focando completamente no Legado, não mais preocupado com as âncoras que haviam trazido ela até aqui. Isto era útil. Não duraria pra sempre, é claro, mas se eu tivesse apenas mais alguns meses para trabalhar…

Se eu não encontrasse alguma forma de leva-lo pra longe daqui, então Agrona iria desmonta-lo até que só sobrasse o essencial, e pesquisar como os poderes de éter de Arthur funcionavam. Eu já tinha visto o suficiente dos calabouços e laboratórios abaixo de Taegrim Caelum para saber exatamente qual destino que o aguardava. E mais aterrorizante do que perder Arthur era a possibilidade de que Agrona pudesse, de alguma forma, descobrir uma maneira de controlar o éter a partir do corpo dissecado de Arthur.

Dada a situação, até mesmo me revelar valeria a pena. Eu havia me preparado o suficiente para que meus planos pudessem continuar mesmo se eu tivesse que me esconder, apesar de não ser o ideal. O nome de Arthur, ou melhor, Grey, estaria na boca de todos em Alacrya dentro de alguns dias. Todos saberiam da sua vitória. E caso houvesse alguma forma miraculosa de escapar do Victoriad, utilizar ele como uma figura de liderança seria uma tarefa simples.

Eu me contentei em simplesmente assistir e ouvir, enquanto esperava pelo momento certo. Mas, um instante depois, quando o Legado conjurou sua magia, minha esperança foi por água a baixo.

Apesar de ter acompanhado seu progresso, eu não tinha visto essa habilidade antes. Um feitiço desses poderia, teoricamente, derrotar até mesmo uma Foice, se ela exercesse um controle forte o suficiente sobre a magia. Não, não apenas uma Foice. Considerando que os asura infundiam mana em seus corpos, dependendo dela pra existir, uma magia dessas talvez fosse capaz de neutralizar até mesmo os seres mais fortes deste mundo, separando-os do seu próprio poder.

Dragoth e Viessa flutuaram com a intenção de formar um círculo ao redor da armadilha de Arthur. Eu não tive escolha a não ser seguir, deixando que a situação continuasse.

Observando o rosto de Arthur, no entanto… de alguma forma, ele não parecia amedrontado, mas sim calculista.

E talvez um pouco… triste?

Eu ouvi Agrona falar, não prestando muita atenção às suas palavras até que os outros se moveram para capturar Arthur. Talvez eu pudesse agir durante o seu transporte para Taegrin Caelum, e me oferecer para escolta-lo até os calabouços…

De repente, Arthur se moveu, quebrando a armadilha e avançando na direção de Agrona e do Legado, com uma lâmina roxa de éter vibrando ao ganhar vida em suas mãos.

Eu me esqueci de respirar por um momento, de tão concentrada que eu estava no que acontecia.

Tolo, eu pensei um momento depois, formando as palavras em meus lábios, mas sem dize-las em voz alta.

Arthur tinha parado. Ele poderia ter dado o golpe final, e sua lâmina estava tão perto que tinha feito um corte nas vestes do Legado, mas ele havia se contido. Por causa do seu relacionamento com Tessia Eralith, ele não tinha a coragem para fazer o que era necessário.

A ideia de mata-la eu mesma passou pela minha mente pela enésima vez, mas eu não poderia arriscar tornar tanto Agrona quanto Arthur meus inimigos de uma vez só. Se Arthur desse o golpe, no entanto…

Mas eu sabia que não havia esperança de que isso acontecesse quando Agrona começou a zombar e insultar Arthur. Então, sem tirar seus olhos do garoto, Agrona deu a ordem. “Levem ele.”

Eu sabia que era agora ou nunca, mas eu hesitei. Apesar de pálido e da mão trêmula ao seu lado, Arthur não tinha o olhar de derrotado. Eu voei até ele, mantendo o mesmo ritmo dos outros, sem saber como proceder.

E de repente, ele sumiu. Simples assim, e tão rapidamente que até mesmo Agrona, com a face contorcida em fúria, pôde apenas olhar para a imagem residual de eletricidade roxa que Arthur deixou pra trás.

Eu comecei a rir.

CAERA DENOIR

“Que porra foi essa?”

As palavras saíram da minha boca como se tivessem sido ditas por um estranho, mas eu não poderia descrever meus sentimentos de maneira mais eloquente nem que tivesse um mês pra pensar.

Grey tinha… sumido. Simplesmente sumido.

Enquanto o Alto Soberano começava a gritar instruções para todas as Foices, eu me esgueirei de volta para as sombras de uma área de preparação vazia, tropeçando em destroços até eventualmente escorar as costas em uma parede e fechar meus olhos.

A primeira coisa que eu vi foi a memória de Grey, engaiolado e preso em algum tipo de bolha anti-mana, olhando diretamente em meus olhos. Uma miríade de emoções e pensamentos passaram pelo seu rosto naquele instante, mas um deles estava claro acima de todo o resto.

Remorso.

O que poderia significar apenas uma coisa. Ele estava indo embora.

Eu tinha certeza de que ele não tinha usado suas artes etéricas apenas para escapar do estádio. Ele pretendia desaparecer.

Eu sabia que deveria estar furiosa – deveria me sentir traída. Mas eu não estava. Grey sempre me avisou sobre me aproximar demais… sobre saber demais. Isto tinha confirmado. O que ele pretendia fazer estava além da minha imaginação.

Eu me lembro da primeira vez que o vi nas Relictombs, sem mana e praticamente à beira da morte, e eu senti pena do que eu achei que era uma jovem mulher cujo núcleo havia sido destruído. Desafiando expectativas, nossos caminhos se cruzaram novamente na zona de convergência, onde ele empunhou a arma do meu irmão em batalha. Isso já seria o suficiente para não ser mera coincidência, e ainda assim, depois descobri uma misteriosa conexão entre ele e minha mentora vitalícia, Foice Seris…

Então, apesar de ter sido alguma força maior que nos uniu – éter, destino, ou a vontade de alguma divindade além dos asura – eu sabia que era eu quem deveria decidir meus próximos passos. Independente de Grey me incluir ou não em suas aventuras, eu deveria escolher o que fazer de agora em diante.

“O que quer que isso seja,” eu disse em voz alta, me apertando contra a parede, que estava tremendo sutilmente.

Separadamente e simultaneamente a essas considerações, a luta de Grey com Cadell estava tocando rapidamente em minha mente. Apesar de ter lutado lado a lado com ele, os poderes de Grey pareciam tão enigmáticos quanto no começo.

Era fato conhecido em Alacrya que a Foice Cadell não era apenas uma Foice – ele era o lacaio particular de Agrona, lidando com assuntos que requeriam a atenção particular do Alto Soberano. De acordo com Foice Seris, ele tinha sido nomeado Foice quando Agrona começou a se preparar para a guerra com Dicathen há quase 15 anos atrás, mas mesmo antes disso ele já era mais poderoso e mais perigoso que outras Foices.

E ainda assim, Grey tinha o derrotado em um combate individual, matando-o onde todas as pessoas importantes do continente veriam.

Minha garganta se fechou enquanto as perguntas tropeçavam perigosamente em meus pensamentos. Havia muito mais aqui do que uma derrota memorável. Porque o Victoriad revelou que Grey não apenas conhecia Foice Seris, mas também Cadell e Nico. E até mesmo Agrona, a julgar pela maneira que ele havia falado.

Mas qual era o seu relacionamento? Porque Grey fez esses desafios? Quem era Grey, de verdade? E o que ele estava tentando fazer?

Será que eu estava certa quando eu sugeri para a Foice Seris que ele era nascido asura? Talvez algum descendente dos dragões que juraram vingança contra Agrona? Se eu não tivesse me aventurado ao seu lado nas Relictombs, eu quase acreditaria que ele fosse um asura completo. Pelo menos isso explicaria o seu controle sobre o éter.

Ou – eu senti uma emoção crescer dentro de mim – ele poderia ser um dos magos antigos? Um djinn, que sobreviveu dentro das Relictombs e se escondeu de nós desde que os dragões os exterminaram. Era verdade que ele tinha uma relação com as Relictombs, muito além de qualquer outro ascendente que eu conhecia. Até onde eu sabia, nenhum ascendente na história havia descoberto uma dessas ruinas antigas antes, muito menos conversado com um remanescente djinn.

E ele tinha essas runas espontaneamente manifestadas – runas divinas – uma das quais o permitia até reviver relíquias daquela cultura antiga…

Minhas bochechas ficaram vermelhas. Até mesmo pensar sobre essas coisas fazia com que eu me sentisse como uma garotinha. Mas a verdade era que eu não conseguia pensar em uma explicação razoável para como que Grey estaria no centro desse poder todo. Tendo atraído a atenção do próprio Alto Soberano, que raramente saia dos confins de Taegrin Caelum, lá nas alturas das montanhas da Presa do Basilisco…

Eu percebi com uma certeza repentina e absoluta que Grey era um dos seres mais poderosos do mundo. Se ainda não fosse, ele seria. Eu sabia com igual certeza que eu não estaria contente em retornar para minha velha vida, sabendo que ele estava lá fora, em algum lugar.

Minha mimada vida de nobreza, meus esforços para estar à altura do legado do meu irmão como ascendente, até mesmo a realidade de que eu era uma nascida Vritra cujo sangue havia se manifestado, tudo isso parecia completamente sem importância diante de quaisquer inovações que o Grey havia feito e que continuaria a fazer.

Isso era poder real, o tipo que poderia redesenhar o nosso mundo.

Um pequeno sorriso apareceu nos meus lábios quando me lembrei de uma conversa que tive com Sevren, há muito tempo atrás. Nós estávamos brincando de lutinha nos jardins com espadas de madeira – cada uma gravada com o símbolo do éter, é claro – e o duelo se intensificou até que eu bati acidentalmente nos nós dos seus dedos, forte o suficiente para que ele gritasse de dor.

Envergonhada, eu o provoquei dizendo que ele tinha se curvado ao poder da minha magia de éter, mas ao invés de ficar bravo, ele simplesmente sentou na grama e abria e fechava as mãos com uma expressão pensativa.

“Um dia, eu vou ser um ascendente, irmã. Eu vou entrar nas Relictombs e aprender sobre tudo isso de verdade.” Eu ainda me lembrava claramente de como seus olhos brilhavam enquanto ele me olhava do chão, e seu rosto estava sério demais para um garoto que não tinha nem 12 anos ainda. “Então ninguém vai precisar lutar mais, nunca mais. Nós poderíamos transformar o mundo no que a gente quisesse.”

Eu ri. “Você pode fazer com que chova caramelo para nós então? Lenora disse aos cozinheiros que eles não podiam fazer mais depois que eu peguei alguns escondida.”

Mas Sevren nem sequer sorriu. “A primeira coisa que eu faria é garantir que ninguém te leve pra longe da nossa família. Eu criaria um mundo onde você estaria segura contra o clã Vritra.”

Uma enxurrada de pensamentos e emoções conflitantes tomou conta de mim, e eu percebi que haviam lágrimas descendo pelas minhas bochechas. Vindo de fora da segurança da área de preparação vazia, eu podia ouvir o barulho de milhares de passos correndo da arena, de pessoas gritando, dos ossos do coliseu se movendo, de magia vibrando… Tanta vida sendo vivida, dor e medo e admiração misturadas, e ninguém completamente certo do que havia acabado de acontecer.

Eu considerei os estudantes de Grey, provavelmente espantados e aterrorizados, sem nenhum contexto para ajuda-los a entender o que haviam acabado de testemunhar.

Meus pais adotivos estavam em algum lugar lá fora também, provavelmente correndo para conseguir um portal de tempus warp de volta para o domínio central, pra que evitassem o envolvimento em qualquer consequência do que ocorreu hoje, e já pensando em sua versão dos fatos para quando as conexões de Grey com o Alto Sangue Denoir viessem à tona.

Talvez a coisa certa a se fazer fosse sair e ajudar. Dúzias de magos ainda estavam procurando por sobreviventes nos destroços da seção desmoronada do estádio. Os oficiais precisariam de toda a ajuda para gerenciar as multidões correndo para as plataformas de tempus warp.

Mas quando eu finalmente me afastei da parede e limpei minhas lágrimas, havia apenas uma coisa que eu conseguia pensar em fazer. Eu precisava saber o que viria a seguir. E pra isso, eu precisaria da minha mentora.

Já tinha passado da hora de conseguir algumas respostas de verdade.

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