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The Beginning After The End – Capítulo 465

Uma gaiola de luz

POV CECÍLIA

Minha impaciência ardia como urtigas sob minha pele, mas ver a onda de esforço dos Instiladores e suas Assombrações protetoras foi um bálsamo para meus nervos. As duas últimas semanas haviam se passado lentamente e com uma crescente frustração, mas finalmente chegou a hora. Tudo estava em seu devido lugar nas Clareira das Bestas. Embora complicado pelo aumento das patrulhas dos dragões e pela tomada do castelo voador que pairava ao leste, estávamos prontos.

Sob um manto de névoa que escondia nossas assinaturas, engolindo o ruído de nossa passagem e nos ocultando da visão de cima, meu pessoal se posicionou.

Havia pelo menos cinquenta Instiladores, os servos mais confiáveis e experientes de Agrona, todos carregando uma infinidade de dispositivos de armazenamento dimensional. Eu voava acima enquanto eles marchavam em linhas irregulares como muitas formigas abaixo. Dez grupos de batalha completos de Assombrações voavam ao nosso redor, mantendo-se protegidos pela névoa espessa para que suas assinaturas não fossem notadas por nenhum guarda dragão.

Não conseguia ver nem sentir nenhum dragão, pelo menos não nas proximidades. Uma patrulha de guardas estava passando por cima dos acampamentos construídos pelos soldados alacryanos derrotados ao norte, e alguns se amontoavam no castelo voador a leste.

Logo acima de nós, suspenso no céu a uns 30 metros ou mais acima das árvores, um tipo muito diferente de assinatura de mana parecia fervilhar logo abaixo da superfície do que normalmente era detectável pelos sentidos. Não havia distorção visual, pelo menos não de dentro de nossa nuvem enevoada e sob a copa de árvores finas e meio mortas.

Era realmente fascinante. Embora estivéssemos chamando-a de “fenda”, era mais como a boca de um odre, e através dela, dentro do odre, estava toda a Epheotus. A magia necessária para dobrar o espaço dessa forma, forçando uma parte do nosso mundo a se projetar para outro reino, era incompreensível para mim, mas o mecanismo pelo qual permaneceu oculta, isso eu entendia agora.

A presença da fenda, ou melhor, a intensa pressão da mana que fluía para dentro e depois para fora dela, causava distorções que se espalhavam por centenas de quilômetros em todas as direções. Quando o fluxo interno de mana, que estava sendo atraído para Epheotus, era equilibrado com a mana  sendo projetada de volta para fora pelos asuras, esse equilíbrio disfarçava a localização real da fenda em meio a toda aquela perturbação que estava acontecendo em outro lugar. Foi necessário apenas um pouco de esforço por parte dos dragões para dobrar a luz de modo que não houvesse manifestação física disso.

No entanto, uma vez encontrado, era impossível para mim não ver. Nem Nico nem nenhuma das Assombrações que já haviam estado aqui podiam sentir isso, não importava o quanto eu fosse específica ou o quanto eles olhassem fixamente, mas quando olhei abaixo da superfície do que era exibido, vi o ciclone de mana abaixo, sendo simultaneamente atraído e expelido.

Indiquei exatamente onde estava a fenda e os Instiladores começaram a trabalhar. Espalhados, começaram a retirar rapidamente os equipamentos de seus artefatos dimensionais, montando grandes dispositivos em um círculo ao redor de onde a fenda pairava no alto. A névoa se espalhou, arrastando-se pelo chão duro e entre as árvores tortas e moribundas que dominavam essa seção da Clareira das Bestas, garantindo que permanecessem obscurecidos e indetectáveis.

Enquanto observava os Instiladores trabalhando, pensei em Nico, esperando que ele estivesse a salvo. Os defensores de Dicathen estavam ocupados se refugiando em fortalezas por todo o continente. Como Agrona havia previsto, Grey parecia ter desaparecido, mas as informações de nossos espiões eram conflitantes. Até mesmo seu próprio pessoal parecia convencido de que Grey estava em vários lugares ao mesmo tempo.

Meus lábios se curvaram em desprezo. Como se Agrona fosse se deixar enganar por uma tentativa tão fraca de distração.

O local mais próximo era a Muralha. Enquanto esperava, expandi meus sentidos. Levou tempo para chegar tão longe. O retorno era fraco, um conjunto tênue de assinaturas distantes. Eu podia sentir Nico e Dragoth, bem como uma faísca brilhante de mana que devia ser uma Lança. Era sutil, mas sob a corrente subterrânea de todo o resto, havia uma pequena distorção na mana, como uma força oposta pressionando contra ela.

Grey e sua companheira dragão? Considerei, tentando analisar o que estava sentindo. Já havia provado mana daquele dragão, e havia uma pitada dela ali, mas parecia estar se escondendo de alguma forma. Certamente não será tão fácil assim…

Meus olhos se abriram e meus pensamentos se voltaram para minha própria tarefa. O anel de artefatos estava na metade do lugar. Estava na hora.

Primeiro, senti as bordas do feitiço distorcendo a luz para envolver a fenda. Embora poderosa, dependia em grande parte do aumento da energia mágica para disfarçar sua própria presença. Depois de segurar o feitiço, o arrastei para o lado como uma cortina sobre uma janela. Inesperadamente, o feitiço resistiu, como se houvesse alguém do outro lado segurando-o fechado.

Puxei com mais força, e o feitiço se rasgou, separando-se em uma chuva visível de mana puro. A luz branca brilhava em todas as direções para chover sobre meu povo, e uma torção doentia de mana parecia agitar o ar dentro de meus pulmões.

As faíscas brancas ficaram mais brilhantes e quentes à medida que caíam, e percebi o perigo quase tarde demais.

— Escudos! — gritei, agitando minhas mãos para conjurar uma barreira protetora sobre as Assombrações e Instiladores. Onde quer que as faíscas brancas tocassem, queimavam contra o escudo, mana crepitando e estalando contra mana.

Depois de um segundo de surpresa, as Assombrações começaram a conjurar suas próprias barreiras, reforçando as minhas contra a potência intensa das faíscas que caíam.

Acima, a fenda estava agora totalmente à vista, um corte no céu, o ar parecendo dobrar-se em torno dela nas bordas, como carne aberta por uma lâmina afiada. O céu além dela era de um tom de azul ligeiramente diferente, estranho o suficiente para provocar arrepios em meus braços e pescoço. Dentro da ondulação no espaço, três figuras distorcidas flutuavam.

As Assombrações entraram em ação, quatro grupos de batalha permaneceram no nível do solo e se concentraram puramente na defesa de nossos Instiladores, sem os quais tudo fracassaria, enquanto os outros seis se separaram e voaram, manobrando ao redor da chuva de faíscas e voando alto, cercando a fenda.

Flutuei para cima atrás delas, movendo a barreira de mana comigo, distorcendo-a para envolver os restos do estranho feitiço de faísca incandescente, as forças opostas se chocando uma contra a outra como duas placas tectônicas. Quando as faíscas falharam e desapareceram, o escudo se rompeu e eu absorvi a mana restante, que estava tingida com um atributo dracônico.

As três figuras voaram para fora da fenda, e a atmosfera, o próprio tecido da realidade, pareceu tremer com a presença delas. Dentro de mim, Tessia se agitou em resposta. Ela estava com medo.

Eles falaram como se fossem um só, três vozes ecoando por cima, por baixo e através uma da outra.

— Este lugar sagrado está sob a proteção de Lorde Kezess Indrath. Atacá-la  ou afetá-la de alguma forma, é um sacrilégio da mais alta ordem. A punição por sua presença aqui é a morte imediata, reencarnada.

Eu sorri para eles, gostando da teatralidade de tudo isso. Estavam vestidos como se estivessem em algum tipo de peça e não no campo de batalha, suas vestes cerimoniais brancas brilhavam com bordados dourados da mesma cor de seus cabelos.

— A bravura de suas palavras é apenas um pouco prejudicada pelo fato de que estavam encolhidos atrás de um feitiço para mantê-los escondidos de mim. Vocês sabem quem eu sou, mas talvez não saibam o que posso fazer. Se soubessem, teriam dado meia-volta e voado de volta para o lugar de onde vieram.

A mana ondulou ao redor deles da mesma forma que em Arthur e sua arma, então a imagem dos três dragões piscou e eles apareceram fora do círculo das Assombrações. Seus olhos ametistas se iluminaram e violentos feixes de luz púrpura brilhavam entre eles, criando um triângulo ao redor de todos nós, com a fenda no centro.

O pânico surgiu profundamente dentro de mim, repentino, visceral e muito claro.

— Ataquem! — gritei.

O céu se transformou com dezenas de feitiços quando seis grupos de batalha de Assombrações liberaram todo o seu poder ofensivo sobre os três alvos.

Uma gaiola de luz se espalhou a partir dos feixes do que só poderia ser éter, espalhando-se pelo chão e fechando-se sobre nossas cabeças. Os feitiços das Assombrações explodiram contra o interior da gaiola, enviando ondas suaves sobre sua superfície. O som do ácido sibilante, dos trovões estrondosos e do ferro-sangue se estilhaçando contra o éter fazia meus ouvidos zumbirem, e o cheiro de água tóxica e ozônio ardente queimava minhas narinas.

Do outro lado da barreira, os três dragões pareciam estar em transe. Não piscaram ou vacilaram quando tantos feitiços poderosos se chocaram contra sua barreira conjurada. Eles não entoavam cânticos ou gestos com significado arcano. Exceto pela brisa que soprava em seus brilhantes cabelos dourados e vestes brancas, e um sutil pulsar dentro do brilho de seus olhos roxos brilhantes, estavam imóveis.

Meu coração martelava dentro do peito enquanto algo me agarrava pelas entranhas. Havia uma sensação de algo estava errado dentro da gaiola, uma sensação de ruína inevitável. As Assombrações lutaram contra isso, mas os Instiladores no chão pararam de trabalhar, paralisados pela força opressiva do feitiço etéreo.

Algo estava crescendo dentro da gaiola conosco, uma sensação de vazio, como uma fome que não podia ser saciada.

Estendendo a mão desesperadamente com garras de mana e força bruta, rasguei e rompi o interior das paredes etéreas, desejando que a mana dissipasse o éter. O éter ondulou com força, mas não se rompeu.

As Assombrações também continuaram a bombardear as paredes, e podia sentir meu próprio desespero se infiltrando nelas à medida que ficavam incertas e depois em pânico, mas eu lutei para me controlar.

Abandonando meus ataques, busquei a mana do outro lado da barreira, mas não consegui alcançá-la.

E os três dragões ainda estavam frios e sem emoção. Nenhum brilho de vitória apareceu em seus olhos, nenhuma careta de tensão mostrou seus dentes. Eram como três estátuas frustrantes que emanavam seu feitiço etéreo. No entanto, mesmo enquanto pensava nisso, os três pares de olhos se deslocaram ligeiramente, escurecendo e se concentrando na fenda. Meu próprio olhar foi puxado lentamente atrás do deles.

Uma luz roxo-escura começou a emanar da fenda, que estava dentro da gaiola conosco. O algo que estava sendo chamado, que eu havia sentido desde o instante em que a gaiola apareceu, estava chegando, aproximando-se de nós. Senti a fome me corroendo, a frieza amarga dela agarrando meus ossos com dentes de medo.

Fiquei olhando para o vazio, conjurado através das paredes entre os mundos para nos engolir por inteiro. Aquilo se derramou da fenda como uma nuvem escura, como o sangue de um corte, como o hálito fétido de uma boca apodrecida.

Peguei o máximo de mana que pude e a condensei ao redor da fenda, uma tempestade de gelo, vento e sombra. O vazio a consumiu, arrastando a mana para dentro de si, onde foi extinta. Então, de repente eu entendi. O vazio se espalharia por toda a gaiola, devorando tudo o que havia dentro dela. Era uma armadilha desde o início.

Meu medo deu lugar à raiva e à frustração. Bati uma parede de mana no vazio, tentando rompê-lo ou empurrá-lo de volta para a fenda, mas o vazio apenas engoliu minha mana, e meus esforços pareciam apenas acelerar seu crescimento.

Eu precisava subjugá-lo, atrasá-lo, qualquer coisa que me desse tempo para pensar. Como não parar o nada?

Eu vacilei rapidamente entre querer continuar atacando a gaiola na tentativa de me libertar ou me concentrar na crescente escuridão preto-púrpura.

— Vocês, vocês e vocês, bombardeiem a barreira! Concentrem-se em um único ponto; façam um amassado, uma rachadura, qualquer coisa! — ordenei, apontando para três grupos de batalha. — Todos os demais, mantenham suas posições! — terminei, observando sem fôlego enquanto a nuvem do nada preto-púrpura se derramava de cima para baixo.

Todos os belos azuis, verdes, amarelos e vermelhos da mana atmosférica se dissolveram em um nada incolor à medida que a nuvem descia pelo céu. Em breve, não haverá mais mana dentro da gaiola etérea conosco, então…

Sabendo que precisaria dessa mana, a retirei do vazio, esvaziando o ar ao seu redor de mana, combinando-o com um vazio criado por mim.

Seu progresso parecia lento, escorrendo para a esquerda e para a direita, derramando-se como uma poça, aquilo me assustava. Não me lembrava outra coisa se não uma fera selvagem farejando em busca de uma presa.

— Wrastor, pegue seu grupo de batalha e dê a volta. Fique acima da emanação, acima da fenda — ordenei.

A Assombração não hesitou, entrando em movimento enquanto ele e seus irmãos contornavam a borda da escuridão, desaparecendo de vista acima. Eu ainda podia sentir a assinatura que estavam emitindo, assim como, aparentemente, o vazio, porque seu progresso descendente foi interrompido quando ele começou a subir em direção às Assombrações, expandindo-se à medida que o fazia, preenchendo cada espaço por onde passava.

As cinco Assombrações conjuraram barreiras de mana protetora em torno de si, de modo que ficaram envoltos em chamas, sombras e vento. Drenei a mana entre elas e a nuvem vazia, mas, dessa vez, não parou. Talvez estivessem muito próximos e suas assinaturas fossem muito fortes.

Gavinhas de escuridão preto-púrpura os alcançaram, forçando-os a voar para cima, mas já estavam perto do teto. Tão próximo, o vazio parecia arrastar a mana para longe deles, seus escudos sendo sugados por aquilo, as partículas de mana soprando neles como sementes de dente-de-leão antes de desaparecer.

Uma gavinha roçou no pé de uma Assombração, que se dissolveu, provocando um grito de surpresa.

A massa de vazio faminto acelerou em direção às cinco Assombrações, espalhando-se pelo céu acima do portal.

— Todos, concentrem-se nas paredes ali, ali e ali! — gritei com urgência, apontando para os pontos mais próximos dos dragões.

Como se tivessem saído de um transe, os outros grupos de batalha se juntaram aos dois primeiros que eu havia designado para atacar as paredes, bombardeando a barreira etérea com todos os feitiços à sua disposição enquanto liberavam um derramamento colossal de mana destrutiva. Os feitiços de atributo ferro-sangue, fogo da alma, vento vazio e água podre atingiram, martelaram, respingaram e cortaram as paredes que nos continham, todos contidos nesses três pontos estreitos.

Entretanto, meus pensamentos estavam se condensando muito devagar. Havia apenas uma quantidade limitada de mana nesse pequeno pedaço de terra, apenas uma quantidade limitada em mim, e a nuvem vazia estava consumindo-a rapidamente.

Praguejando baixinho, desejei de repente que Nico estivesse aqui. Ele era o mais inteligente, o que tinha os planos. Ele teria alguma ideia inteligente, alguma maneira de virar o vazio contra eles…

Do lado de fora, os três dragões permaneciam em transe, aparentemente concentrando todo o seu esforço em manter seus feitiços.

A nuvem escura se espalhou sobre nós, isolando as cinco Assombrações. A mulher ferida tentou voar ao redor daquilo e se juntar a nós, mas o vazio se moveu com ela. Ela até tentou reverter o curso, mas já era tarde demais. Com um grito truncado, o vazio a engoliu, não deixando nada para trás além de mais vazio.

Ao fazer isso, se chocou contra as paredes externas. Quando a primeira gavinha do vazio em movimento tocou o éter de nossa gaiola, a vibrante energia púrpura tremeluziu, estremecendo por toda a superfície da vasta estrutura mágica, e o vazio recuou, atraído para os quatro Assombrações restantes.

Fora de nossa gaiola, os dragões se mexeram pela primeira vez, uma tensão trêmula compartilhada entre os três, como se a concentração em seus feitiços tivesse se tornado muito mais difícil.

Foi uma confirmação suficiente.

Agarrando a mana em torno das quatro Assombrações, a enfiei como uma corda no vazio corrosivo. Como eu esperava, ela absorveu a mana com avidez, atraída naturalmente para cima a fim de preencher o espaço acima da fenda. Um a um, Wrastor e o resto de sua equipe desapareceram dentro daquilo. Com o vazio subitamente se expandindo rapidamente, era inevitável pressionar as paredes e o teto, enviando ondas crepitantes de energia que ondulavam pelo lado de fora do pilar imponente de luz roxa que nos prendia.

Um dos dragões gritou de consternação.

— Preparem seus feitiços! — gritei, com a voz embargada pelo medo e pela expectativa.

As Assombrações restantes fizeram uma pausa em seus ataques, concentrando-se nos dragões enquanto esperavam, zumbindo com tensão e magia.

O suor escorria pelas sobrancelhas dos dragões, sua quietude escultural deu lugar a um tremor geriátrico.

O que aprendi sobre as artes do éter dos dragões retornou para mim através da névoa da guerra. Eles não controlavam o éter da mesma forma que eu controlava a mana, apenas o persuadiam a fazer o que desejavam. Esse feitiço era incrivelmente poderoso, tanto que foram necessários três deles para conjurá-lo. E o vazio… quaisquer que fossem as artes das trevas usadas para invocá-lo, certamente o controle sobre ele era limitado. Conseguia ver isso em suas expressões tensas e temerosas através das paredes transparentes de éter.

Esse era um ato de desespero. Estavam levando a si mesmos e sua magia ao limite de seu controle para me destruir.

Mesmo quando percebi o que precisava fazer, a escuridão começou a descer mais uma vez, penetrando no vazio que eu havia criado entre nós.

A atmosfera no fundo de nossa gaiola era espessa com toda a mana que eu havia transplantado para criar essa barreira. Agora, eu a peguei, puxando-a para perto de mim. Alguns dos Instiladores e Assombrações gritaram quando sentiram a mana ir embora, mas não tive tempo de explicar.

Quando toda a mana condensada da área diretamente ao redor da fenda foi forçada como uma sopa branca quente que se espalhava no ar ao meu redor, tomei um longo e trêmulo fôlego. Com uma última olhada para onde o vazio crepitava e se arrastava pelas paredes etéreas, lancei a mana para cima, forçando-a o mais longe e o mais rápido que pude.

A escuridão viva do vazio a absorveu avidamente, absorvendo e desfazendo toda a mana que eu podia lhe dar. O vazio inchou e fervilhou, crescendo rapidamente, descendo em nossa direção e pressionando contra as barreiras que o restringiam, com gavinhas escuras penetrando nas paredes etéreas. Como o gelo congelando as rachaduras entre os paralelepípedos, o vazio se expandiu.

Não houve explosão, nem fogos de artifício, nem mesmo um ruído. Em um momento, a gaiola nos cercava, no outro, ela simplesmente se dissolveu em uma névoa roxa e depois em nada, o vazio perdeu a forma e contorno, como uma nuvem que se dissipava rapidamente.

O dragão à minha esquerda cedeu sob a reação da falha do feitiço e não pôde fazer nada para se defender enquanto os feitiços das Assombrações convergiam para ele. Por mais antigo e poderoso que fosse, ainda era de carne e osso e, sob a chuva de magia destrutiva, sua pele se rompeu, seus ossos se estilhaçaram e viraram pó, apenas uma pequena parte dele permaneceu para cair como um pássaro sem asas nas Clareira das Bestas abaixo.

Apesar de uma fadiga repentina e punitiva que fazia meus braços parecerem chumbo e meu crânio pulsar a cada batida desesperada do meu coração, apressei-me em agarrar a mana ao redor do dragão à minha direita e a arranquei, criando uma bolsa de espaço vazio ao redor dele. Seus olhos se arregalaram enquanto lutava para manter o controle de sua própria mana, lutando contra o meu controle e lançando feitiços selvagens.

Um jato de fogo prateado queimou o ar entre nós, e eu o interceptei com um escudo brilhante, meu corpo doeu com o esforço. Chicotes ardentes estalaram ao redor das bordas do escudo, emanando das chamas prateadas, mas os cortei com lâminas conjuradas. As chamas entraram em combustão, lançando-se em várias bolas de fogo menores que caíam como pedras de catapulta em direção aos Instiladores que ainda lutavam para montar o equipamento abaixo.

Todavia, as chamas diminuíram e se reduziram a nada enquanto eu lutava para cancelar o feitiço, liberando a mana de volta para a atmosfera.

Pelo canto do olho, vi feitiços voando para a outra dragão sobrevivente, mas dezenas de placas interligadas de energia violeta brilhante apareceram ao redor dela, movendo-se suavemente umas sobre as outras como as engrenagens de um relógio complexo para capturar os ataques das Assombrações e dispersá-los, nunca levando o peso total de muitos feitiços em uma mesma placa.

O dragão cuja mana eu havia forçado a desaparecer estava lutando para se manter de pé, mas meus braços ainda tremiam enquanto desviava seus feitiços. Ficamos em equilíbrio por um momento, ambos com o rosto vermelho e suando, sua mana pura brilhando entre nós a cada ataque. Esperei um pouco, apenas por um momento, tentando recuperar o fôlego e acalmar meus músculos trêmulos.

Cada ataque era cada vez mais fraco e mais lento, até que consegui soprar um raio de mana pura na ponta dos dedos do dragão. Com um gemido cauteloso e desesperado, cerrei meu punho e, ao redor dele, a mana que eu havia retirado voltou, esmagando seu corpo desprotegido como um inseto entre meus dedos, então seu cadáver também caiu do céu.

A mana se moveu atrás de mim, não se condensando em um feitiço, mas sendo afastada do caminho de um, e me esquivei no momento em que uma pequena lança de éter foi lançada na base do meu pescoço. O golpe, rápido como um bote de víbora, atingiu a parte superior do meu ombro, criando uma linha quente de dor e sangue.

Em outros lugares, dezenas de outras lanças surgiram do nada no mesmo momento, e várias das minhas Assombrações gritaram simultaneamente quando o éter perfurou seus núcleos.

Amaldiçoando, mal pude esquivar de outro ataque, depois um terceiro, incapaz de revidar ou ajudar os outros enquanto uma lança após outra se formava e apunhalava, cada uma vindo de uma direção diferente, interceptando meu caminho ou até mesmo tentando me empurrar numa direção da qual eu seria forçada a me esquivar.

Lembrando-me de minha batalha contra Arthur, envolvi minhas mãos em mana e fintei uma esquiva fora de curso, desviando-me de uma lança. Quando senti a mudança no ar e na mana que indicava a formação de uma nova lança, a agarrei com as duas mãos antes mesmo que pudesse se lançar em minha garganta. A mana se expandiu em meus braços, ombros e peito, minha força física aumentou e eu girei no ar.

Antes que uma nova lança pudesse se manifestar, lancei a que estava em minhas mãos, envolvendo minha própria mana em torno dela. Ela voou como a bala de uma arma de fogo antiga da Terra, quase rápida demais para ser vista a olho nu. Quando atingiu o mecanismo giratório das placas mágicas, a lança de éter quebrou um pequeno escudo antes de atingir o estômago da mulher. Seu corpo se inclinou para trás, colidindo com seu próprio feitiço, que a golpeou para frente e para trás várias vezes antes que tanto a lança quanto os escudos desaparecessem.

Ela caiu em câmera lenta, ainda consciente o suficiente para canalizar sua magia, mas sem a força ou os meios para se manter no ar ou preparar novas defesas.

Ou assim eu pensei.

No momento de hesitação que se seguiu, com todas as Assombrações olhando para mim em busca de ordens, a mulher se lançou em direção à fenda, tornando-se pouco mais do que um feixe branco e dourado à medida que seu corpo se expandia rapidamente para fora, asas brotando de suas costas, escamas crescendo sobre sua carne, seu pescoço disparando para a frente à medida que se alongava.

Empurrando-me contra a mana como se fosse uma parede, lancei-me em seu caminho.

O enorme pescoço do dragão se torceu, com olhos brilhantes de ametista acesos de medo e fúria. Ela mostrou as presas tão longas quanto espadas e me atacou.

A gravidade aumentou tão rapidamente e com uma pressão tão grande que as mandíbulas reptilianas se fecharam novamente, os dentes se quebraram e se cravaram na carne de sua boca. Suas asas se dobraram desajeitadamente, as membranas se rasgando e os ossos quebrando como gravetos. Todo o seu impulso para frente foi absorvido pela gravidade, e ela caiu de volta pelo caminho que havia percorrido. Não diretamente para baixo, o que teria danificado o equipamento, mas em um leve ângulo. Quando atingiu o chão, vários Instiladores também caíram, a onda de choque de seu impacto cavou uma trincheira de 30 metros de comprimento no chão duro e a encobriu em uma nuvem de poeira.

As Assombrações sobreviventes, cada uma com um feitiço queimando em suas mãos, se organizaram ao redor da poeira, preparados para eviscerar a dragão a qualquer sinal de movimento.

Porém, eu podia sentir sua luta, o esforço fraco de sua mana para recuar contra o poço de gravidade. Sob a cobertura da poeira, vi seu contorno em mana encolher, retomando sua forma humanoide. Sem pressa, desci até a poeira. Uma brisa soprou ao meu redor, afastando a poeira para revelar, deitada no fundo de uma enorme cratera, a última asura sobrevivente.

Eu me perguntei, muito brevemente, quem eram esses três. Quanto tempo trabalharam para aprender as artes de éter que realizaram hoje? Só podia imaginar o tamanho de sua arrogância presunçosa quando aceitaram a tarefa que seu senhor lhes deu… e a profundidade de seu arrependimento e desespero quando perceberam que haviam falhado.

A mulher tossiu sangue, com o corpo espasmando de dor, e depois relaxou, desdobrando-se no chão para me encarar. O peso de milênios se instalou em mim sob seu olhar. Toda essa vida… e eu a desfiz. Esse pensamento foi recebido com orgulho e confiança, mas também… algo mais profundo e difícil de identificar.

Livrei-me disso e ajoelhei ao lado da dragão. Sua garganta tremeu quando engoliu com dificuldade. Pensei que talvez fosse dizer algo, que me implorasse para deixá-la com vida ou me repreendesse por meu serviço a Agrona, mas ela ficou em silêncio.

Estendendo a mão, peguei a mana dela e comecei a drená-la, absorvendo-a totalmente. A companheira de Arthur só me deu um gostinho, mas não foi o suficiente para realmente ter uma noção da magia e das habilidades dos dragões. Eu precisava desse insight para combater melhor suas artes de mana.

Ela lutou comigo, imagino que dificilmente poderia fazer outra coisa. Era instintivo, como arranhar as mãos que estavam em volta de sua garganta, mas ela estava muito cansada e seus esforços eram fracos.

Eu me preparei para o que viria com a mana, temendo, mas também tentada pela oportunidade de ver suas memórias. No entanto, parecia que essa parte do processo era algo exclusivo das fênix ou, percebi um pouco desconfortável, talvez até mesmo um efeito proposital de Dawn nos momentos de sua morte, porque tudo o que experimentei foi o poder em si.

O aspecto particular da mana do dragão — mana pura — se desdobrou em minha mente. Nenhum núcleo inferior jamais esclareceu o mana de forma tão brilhante, nem mesmo o meu. Brilhava como flocos de neve em uma manhã fria e brilhante no meio do inverno. De certa forma, era o oposto da mana do basilisco, que era sombria e distorcida, resultando em suas artes de mana do tipo decadência, ou talvez por causa delas. Inspirei, deleitando-me com a energia e o poder que me invadiram.

A mulher asura estremeceu, sua carne se fechou para dentro à medida que o tecido sufocado pela mana foi espremido. Seus olhos se transformaram em lavanda pálida, sua pele ficou cinza e seu cabelo afinou. Sua incrível beleza, assim como sua força, a abandonaram. Então… estava morta.

Inspirei profundamente, fortificando a respiração, a infusão de mana dracônica crepitando em meus músculos e atrás de meus olhos, desfazendo parte da minha fadiga.

Quando meus olhos se abriram, senti o movimento distante de assinaturas de mana semelhantes. Semelhantes, porém menores, observei. Nenhum dos dragões que pude sentir tinha a força desses três, mas oito… não, dez assinaturas de mana de dragões estavam se aproximando rapidamente pelo norte e leste.

— Rápido, completem as matrizes! — comandei, disparando para o ar.

Abaixo de mim, os Instiladores continuaram apressadamente o processo de configuração do equipamento. Escaneei o horizonte, mas os dragões ainda estavam muito distantes para serem vistos. Será que as Assombrações restantes e eu conseguiremos deter tantos? Perguntei a mim mesma, mas já sabendo a resposta. Nunca foi planejado que eu lutasse contra todos os dragões de Dicathen de uma só vez.

Enquanto observava os Instiladores terminarem seu trabalho, minha mente se voltou para dentro. A frustração aumentou à medida que a adrenalina da batalha diminuiu e pude considerar a luta que havia se desenrolado. O fato de os dragões estarem protegendo o portal era óbvio, mas aquele feitiço, ou combinação de feitiços, ou seja lá o que for que os dragões estivessem fazendo…

Meus punhos cerraram e a mana ao meu redor se distorceu para fora. Eu sabia que não conseguiria escapar dessa armadilha por conta própria. Sem as Assombrações, sem o sacrifício da equipe de Wrastor, eu teria sido dissolvida naquele vazio, tudo o que me tornava eu simplesmente desapareceria.

A bile subiu para o fundo da minha garganta e tentei empurrar a frustração, a cólera fria e doentia, garganta abaixo. Eu era o Legado. Não podia simplesmente… perder. Simplesmente morrer. E não deveria precisar de ninguém para me salvar, pensei desesperadamente.

Precisando de outra coisa — qualquer coisa — para me concentrar, voltei minha fúria ardente para Tessia, que havia ficado em silêncio durante toda a batalha, mas que senti se contorcer de desgosto quando drenei a dragão.

— Sem repreensão, princesa? — perguntei com amargura. — Não vai me dizer que sou uma pessoa terrível? Maligna e irredimível? Cega?

— Parece que não há mais nada para eu dizer que você já não saiba — respondeu ela, com a voz fraca, distante e sem emoção.

Fechei a cara, mas não consegui responder. Eu queria discutir com ela, brigar com ela. Precisava me defender, fazer alguém entender.

Cerrando a mandíbula, tentei me livrar do impulso infantil. Não havia nada a defender. Estava fazendo meu trabalho… o que eu tinha que fazer. Isso era tudo.

Abaixo de mim, o último dos dispositivos estava montado e os emissores de energia, algo como antenas que coletavam e armazenavam a mana atmosférica, estavam sendo posicionados e conectados.

Lutando para focar no momento, fiz o cálculo mental. Os Instiladores estavam trabalhando muito devagar.

No horizonte, já podia ver cinco pontos crescendo rapidamente a partir do leste.

Praguejando, eu desci. A matriz estava toda conectada, mas não tinha a potência necessária. Mantendo-me firme, pressionei as duas mãos contra o primeiro dos cristais de mana. Imaginei a mana viajando através de mim e, em seguida, através de todos os fios e cabos, preenchendo cada dispositivo e permitindo que eles cumprissem seu propósito.

O pensamento se tornou realidade e o enorme círculo de artefatos começou a zumbir com energia, cada um deles emitindo, a princípio, apenas um brilho suave. Essa luz irradiava para fora, lentamente no início, mas com velocidade e intensidade crescentes, até que, com um súbito impulso de mana, uma cúpula de força protetora se curvou sobre nós para cercar a fenda, isolando-a e a nós do mundo exterior.

Instantes depois, um projétil de mana pura se chocou contra a lateral da cúpula, que tremeu com a força. Aumentei a mana, e depois ainda mais, felizmente dilatando por ter absorvido o dragão. Outro feitiço, e depois outro, colidiram com a barreira rapidamente. Rachaduras se espalharam por sua superfície e os emissores de escudo começaram a se chiar.

— Coloque o resto da bateria de mana para funcionar — disse em uma voz baixa e tensa. Houve um momento de congelamento, pois ninguém reagiu. Quando meu olhar passou por eles um segundo depois, os Instiladores pularam e se apressaram em obedecer quando mais feitiços atingiram a lateral da cúpula.

Eu precisava de mais energia — mais mana — para elevar rapidamente os emissores à sua capacidade total. Se tivéssemos apenas mais cinco minutos!

Meu olhar perscrutador se fixou na fenda acima de mim. Pouca mana estava sendo atraída para ela agora, mas uma quantidade significativa ainda estava saindo. Amarrando-me ao cristal com mana, levantei voo em direção ao meio da distorção, não entrando exatamente na fenda, mas flutuando no mesmo espaço intermediário que os dragões haviam ocupado antes do ataque. Lá, bebi profundamente da fonte dessa mana, mas não a mantive dentro de mim para ser purificada. Em vez disso, a pressionei para baixo através do cabo, para dentro da matriz, que pulsava com energia à medida que o escudo projetado aumentava e engrossava, ondulações visíveis de luz pulsando ao longo de sua superfície para colidir no topo.

Os dragões chegaram, com seus feitiços, sopros e garras batendo na barreira.

Sorri, com o alívio tirando o medo de mim. O escudo resistiu.

POV NICO SEVER

Fiquei inquieto enquanto observava o show de luzes que acontecia a leste. Estava muito longe para saber se estava funcionando ou não. Embora a tecnologia de escudos tenha sido projetada pelo Soberano Orlaeth para conter até mesmo o Alto Soberano Agrona e eu a tenha visto impedir até mesmo Cecília de passar por ela, ainda assim parecia ser pedir muito que ela resistisse a um ataque constante de sabe-se lá quantos dragões.

Além disso, havia a tecnologia de interrupção que desenvolvemos com base nos protótipos que Seris deixou para trás nas Relictombs. Com aquilo, interromperíamos a capacidade de viajar pela fenda, de modo que o Lorde Indrath não poderia enviar dragões do outro lado. Como Seris havia feito no segundo nível das Relictombs, cortaríamos os dois mundos um do outro.

— Estamos fazendo isso ou não? — perguntou Dragoth, fazendo uma careta enquanto me observava.

A fenda era a tarefa de Cecilia. Eu tinha a minha própria.

— As outras equipes confirmaram que tudo está em ordem? — perguntei, mais para me concentrar no processo do que por me preocupar com o fato deles não terem feito isso.

Um dos poucos Instiladores que nos acompanhavam respondeu com um nervoso “Sim, senhor”.

Verifiquei meu artefato de cronometragem, que havia sido sincronizado com várias outras equipes de Assombrações agora espalhadas por Dicathen. — Ligue a estrutura de teletransporte.

Os Instiladores começaram a ativar a estrutura de teletransporte de seis metros de largura. Observei com um misto de apreensão e orgulho: era um artefato criado por mim.

Enquanto Cecília estava pesquisando as fendas, eu estava vasculhando as masmorras nas partes mais profundas da Clareira das Bestas em busca de uma relíquia de teletransporte djinn completa. Os portais de longa distância que desenvolveram ainda resistem e são usados em Dicathen e, em menor escala, em Alacrya. Podiam até mesmo ir de um continente a outro, como haviam sido usados durante a guerra.

No entanto, os Instiladores de Agrona nunca aprenderam a reproduzi-los. Eu descobri.

A estrutura emitiu um zumbido baixo e, em seguida, uma cortina de energia se espalhou dentro do grande retângulo aberto. Verifiquei novamente o artefato de cronometragem. — Complete a ligação.

O Instilador principal programou as direções para uma estrutura de portal em Alacrya. A mana se deslocou, ganhando clareza. Um momento depois, ondulou e uma fileira de soldados passou por ela. Atrás deles, outra fila, depois outra. Eu sabia que nossas forças estavam saindo de portais idênticos em toda Dicathen, ativados por equipes de Assombrações que se moviam de forma quase invisível.

Fiquei apreensivo.

Apesar do esforço feito nesse momento apenas para permitir que esses soldados pisassem em solo Dicathiano, eu sabia que essa era a parte mais fácil. À medida que as fileiras de homens passavam, eu me preparava para o que estava por vir.

Nenhuma pedra não virada, nenhum vilarejo não incendiado… essas foram as palavras de Agrona.

Limpando a garganta, virei-me para a Muralha, a menos de 800 metros de distância. E assim começa a segunda invasão à Dicathen…

— Dragoth, você sabe o que fazer.


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jose oliveira
Membro
jose oliveira
24 dias atrás

Agora basta esperar mais 4 meses para ver um monte de pov de gente sem importancia.

jose oliveira
Membro
jose oliveira
24 dias atrás

Resumo do próximo capítulo: Cecília mata Kezes em três golpes. Fim da obra. kkkkkkkkkkkkkkkkkkkk

Eu gosto desta obra, mas sinceramente, o autor dá a Cecília todo o poder sem custo, aprendizado ou qualquer coisa. Arthur constrói seu poder passo a passo, em pequenos avanços, sempre baseado na melhoria de algo que ele já sabia fazer de alguma forma. Até mesmo os figurões Kezes e Agrona parecem ter certas limitações, já que nenhum dos dois simplesmente aparece no campo de batalha; deve haver algo que os impede. Mas Cecília, não. Ela pode fazer qualquer coisa. Ridículo não chega a expressar o sentimento. O limite do poder de Cecília é o desejo e a imaginação. Desde que ela queira muito e possa imaginar, será feito. kkkkkkkkkkkkkkkkkkkkk Muito frustrante!! Não faz sentido uma bomba atômica ambulante que nunca soube nada de nada, mas quando reencarnou, tornou-se a maior especialista em mana.
“você é um dragão treinado por milênios usando técnicas super complexas de feitiços ou até mesmo o líder de uma raça inteira de asura” (Fênix)? Nahhhh, fácil, fácil. Eu desejo isso, eu imagino aquilo, pronto, agora venci.
A construção apresentada é simples: todos os dragões são burros, muito fortes, todos guerreiros milenares, mas incapazes de usar estratégia ao invés de força bruta.
Eu sei o que vem por aí: Arthur preso em mais uma de suas meditações, e quando ele sai; bum! O mundo está pegando fogo. Ele então vai correr feito condenado atrás da irmã e da mãe, tentando salvá-las a todo custo e conseguindo por pouco, com algum trágico sacrifício. Muitas perdas, com certeza algumas cabeças cortadas, como os príncipes e/ou algum dos lanças. Depois, Arthur afundando em ódio e culpa, mata um monte de NPC e precisa ser consolado por Regis e Silvy.

GutoD
Membro
Guto
23 dias atrás
Resposta para  jose oliveira

Se esse sacrifício pra ele fosse perder a Tessia (morte dela) eu bateria palmas, mas provavelmente o sacrifício vai ser de alguém que amamos a cada aparição na obra. Suspeito que o autor matará Caera, quando ocorrer vou dropar a obra e me munir de canudos em busca dessa tartaruga.

Mathh_01
Visitante
Mathh_01
16 dias atrás
Resposta para  jose oliveira

O poder da Cecília está longe de ser imbatível ou infinito. Ela quase perdeu pro Arthur com 2 runas divinas a menos que ele tem agora. A Cecília tem um grande poder sobre a mana por ela ser o legado, mas a Seris já disse, que pessoas que não aprenderam a ser fortes, não tem força realmente. A Cecília, os wraits, as foices e todos os soldados alacryanos, não aprenderam a ser fortes. Eles simplesmente ganharam seus poderes. Seja por ruas, ou no caso da Cecília, ela ser o legado. Coisa que não explicaram até agr oque é, além de ser super forte. Já o kezzes e o agrona não irem pro campo de batalha, provavelmente isso é por decisão estratégica, e não porque eles poderiam morrer. Provável que somente eles 2 possam causar danos a ambos, o Arthur provavelmente vai também, depois de ter a runa do destino. Mas esses 2 estao em um nível totalmente diferente, eles não vão pra batalha simplesmente porque deve ser desnecessário, talvez pra não destruir o planeta, ou pra não revelar seus reais poderes antes da hora. A Cecília é super forte, comparada com todos os seres, inferiores e superiores, mas chega em um certo ponto em que esse poder dela não vai superar as barreiras das forças reais, ela provavelmente apanharam pro aldir fácil.

Victor Arthur
Membro
Victor Arthur
25 dias atrás

Vamos falar sobre a odiada Cecília, conhecida pela fandom como “A pa# no c#”.

Turtle, quis escrever uma personagem que fosse mesquinha, e que gerasse ódio nos leitores, ele conseguiu fazer isso magistralmente, como ele fez? Simples, fez uma personagem que seguiu a própria visão de mundo, uma personagem que é convicta nas próprias motivações e ideias. Nós, os leitores podemos odiar, xingar as decisões delas, o quanto quiser. Mas, falar que ela não é convicta no objetivo dela, é um erro. Porque se tem que seguiu literalmente todos os passos e que pretende fazer tudo o que estiver ao seu alcance para atingir seus objetivos é a Cecília.
Ok, as decisões delas são burras e completamente cegas, sim. Mas, isso é o que se espera de uma criança com o poder para literalmente manipular a magia livremente, capaz de matar divindades com as próprias mãos. A Cecília tem menos de 25 anos de idade, se somarmos as duas vidas dela, e em ambas ela foi estudada, usada como uma arma e objeto de estudo para a criação de poder bélico. Ela literalmente preferiu se matar em sua primeira vida, para não ser mais usada como arma, agora, ela se encontra numa nova vida com o seu poder absoluto sobre a magia e com um contrato feito com uma divindade que conseguiu literalmente trazê-la de outro mundo. Faz total sentido, (da perspectiva da personagem) acreditar que o Agrona consiga ajuda-lá, principalmente, com as memórias embaralhadas pelo Agrona, na verdade, provavelmente, o Agrona fez questão de aplicar um feitiço nela, igual ao aplicado nos núcleos dos Dicathianos, só que funcionasse igual a maldição de sangue dos alacryanos, explicando a total devoção dela ao Agrona, afinal, o Agrona que já se mostrou um exímio estrategista, não ia arriscar perder a sua maior chance contra o Kezess pelos sentimentos de uma adolescente mimada como a Cecília, a serpente traiçoeira deve ter armado alguma precaução em caso da Cecília tentar mudar de lado.
Eu penso que temos a impressão da Cecília ser essa criatura absurdamente odiável, por causa, de comparações com o Arthur. Ambos são reencarnados, são poderosos e fazem alguns paralelos no quesito arco, possuem ligações com divindades, foram treinados em suas vidas inteiras para serem armas, etc. A questão é que o Arthur tem muito mais tempo de experiência e maturidade do que a Cecília, o Arthur deve ter em torno de uns 60/70 anos, se somarmos ambas as suas vidas, e ambos os casos, exerceu uma posição de liderança, foi o “Rei” que esperavámos que ele foi, liderou Dicathen na guerra contra Agrona, lutou contra literais deuses e teve perdas pelo caminho, procurou aprender em todas as suas quedas ou como o próprio nome da obra faz alusão: ele achou um “início após o fim’, ele perdeu o Reynold, e decidiu que não queria mais as vidas de homens sobre suas decisões, não liderou Dicathen na batalha de BloodFrost. Ele descobriu a verdade por trás do extermínio dos Djins, decidiu que iria encontrar uma forma de dar um fim a tirania dos Dragôes sobre o mundo. Ele perdeu seus poderes, perdeu uma guerra, perdeu uma das maiores pessoas de sua vida, Sylvie numa luta que não conseguiu vencer, decidiu se levantar nas relictombs e achar uma forma de se levantar de novo, contra Agrona e Kezess. O Arthur achou os inícios, ele procurou aprender com os próprios erros, já a Cecília, não. Uma reencarnada com o poder absoluto sobre a mana, a “menor” capaz de matar asuras de sangue puro com as próprias mãos, treinada para ser uma arma, com experiência de duas vidas, é impossível não criarmos uma expectativa semelhante ao Arthur, a questão é que ela é uma criança, nada mais que isso. Uma criança, treinada para ser uma arma, uma criança que foi privada da companhia de seus únicos amigos, que foi morta por aquele ela amava, uma criança reencarnada com poderes divinos, que recebeu uma proposta de viver aquilo que lhe foi negado, aquilo que teve seu “fim”, a procura mesquinha da Cecília pela sua vida com Nico, é a tentativa dela de acha o “começo após o fim ” dela, ela estava num inferno, o Diabo ofecereu um pacto, ela aceitou. Simples assim, isso justifica o tanto de hate colocada na personagem? Sinceramente, penso que não, mas, é apenas uma perspectiva totalmente pessoal. Não acho que ninguém deve concordar comigo, apenas, quero uma nova perspectiva para essa questão tão comentada.

Noite
Visitante
Noite
4 horas atrás
Resposta para  Victor Arthur

Li só o começo mas é meio difícil não odiar uma personagem cuja visão de mundo é fazer um genocídio pra ter a vida que ela e o amado “merecem” a custa de um mundo inteiro ainda mais depois dela mesmo ter tirado a própria vida sem motivo nenhum
Aquele papo de que o nico ia ser usado e os krl é tudo besteira, a Cecília era a mais forte do mundo inteiro lá na terra, se ela quisesse ela explodiria aquela instituição do governo e fugia com o nico
O próprio Grey diz que mesmo os mais talentosos só conseguiam lançar umas bolinhas de ki e a Cecília com 14 anos fazia mini terremotos e rajadas de ki enormes

Fall
Membro
Fall
27 dias atrás

Não dá pra mim descrever o quando eu odeio essa Cecília, se o final tiver merda de redenção eu casso o Tuttle, essa personagem só serve pra vira purê namoral.

Laio KentD
Membro
Laio Kent
28 dias atrás

Interessante desse capítulo que ajudou a confirmar uma teoria minha: magia de luz dos dragões, que é a mesma que Ellie possui, está ligada ao éter, não que seja éter, nada disso, mas o fato de magia de luz não existir no Reino físico é porque é um tipo de mana que possui natureza metafísica, como éter, mas sem ser éter, como a cortina que separa as 2x forças, ou como um tipo mais primitivo ou básico que dá origem aos demais tipos, mas de qualquer jeito é um tipo de magia que interfere no espaço.
Caramba, a coisa.mais impressionante que as habilidades de Cecília é a miopia dela, e talvez a ignorância dos asuras.
Ela só não morreu por que os guardas ou não sei la quem focaram mais nos espectros no que nela.
E além disso:

“Não existe menores capazes de nos desafiar e fazer frente ao nosso poder.” Chefe Rikezess ao congresso dos asuras

Foi uma mentira desde o começo, mas me pergunto o que ele vai fazer, agora que Agora conseguiu o que queria, provavelmente vai começar a faltar mana em Efoto, e aí ja era… se vacilar Cecília drena toda a mana de lá, ou ao menos Agronegócio, por que este deve ser o plano dele.
Só Arthur pra parar ela. Mas até ele voltar, que sera que Mordain deve tá pensando? Se eles conseguiu tomar o portal conquistar sua república do reggae deve ser fichinha. Tomara que Chul mate Dragoth machão do machadão e case com Seris.

Última edição 28 dias atrás por Laio Kent
CHINIT
Visitante
CHINIT
28 dias atrás
Resposta para  Laio Kent

Sei não em, quero ver quem o maluco que vai ir peitar o Kezes em Ephitous, ou seja lá qual for o nome.

CHINIT
Visitante
CHINIT
28 dias atrás
Resposta para  CHINIT

Eu fico me imaginando a Cecília falando “pode vir quem quiser, até o lorde de Ephitous, Kezes lndrath”. Mano, kkk, só de pensar nisso já dá um ódio.

Laio KentD
Membro
Laio Kent
27 dias atrás
Resposta para  CHINIT

Já tem e o nome é Agronégocio =), mas isso só depois de ter drenado a mana de Efotus, e acompanhado de trocentos Wraiths + Legado, do tipo sabotar e conquistar

Última edição 27 dias atrás por Laio Kent
CHINIT
Visitante
CHINIT
27 dias atrás
Resposta para  Laio Kent

Ainda assim, acho que numa trocação franca, o Agronegócio roda. Debuffs deverão ser aplicados no ancião Kezes.

Silvie lewyin
Membro
Silvie lewyin
27 dias atrás
Resposta para  Laio Kent

esse final kkkkk

Menor mr
Visitante
Menor mr
28 dias atrás

Os novos capítulos é lançado semanalmente ou algo do tipo?

CHINIT
Visitante
CHINIT
28 dias atrás
Resposta para  Menor mr

Sim, toda sexta feira.

TODA-SEXTA-TBATE
Visitante
TODA-SEXTA-TBATE
29 dias atrás

Finalmente cheguei nos episódios atuais, e como comemoração a isso, resolvi comentar, dando algumas opiniões (lembrando que você pode ou não concordar, apenas respeite…)
Para começar, acho muito legal a interação entre amor e ódio (mais ódio do que amor rs) dos reencarnados. Seria muito foda se eles lutassem contra o Art e no final Nico e Cecília descobrirem que Agrona não vai deixar eles viverem uma vida juntos e felizes em um outro mundo KKKKKKKKKKKKKK ia ser bom demais ver a cara da Cecília. Em consequência disso, os reencarnados viram aliados para lutar contra o Agronegócio e o Kezão (lembrando que você pode discordar de mim em certos pontos, mas ver os três juntos lutando contra os dois Lords ia ser pica demais).
Entendo o Arthur por ter tomado aquelas decisões “frias” (Arthur sendo Grey) durante aquelas duas semanas de preparação (podemos chamar isso de despedida, né? Porque não sabemos quantas pessoas próximas ao Art o Turtle vai tirar…) afinal, ser frio é um caminho relativamente mais fácil. Também espero que nada de ruim aconteça a Ellie e a Alice, elas já sofreram a vida inteira… nunca fizeram algo ruim pra merecer.
Assunto polêmico agora????? Art e Caera, ou Art e Tess? Eu particularmente acho Arthur e Caera um ship fofinho, mas prefiro com a Tessia, porque o desenvolvimento romântico com a Tess é desde os 4 anos de idade e o Arhur já deixou claro que se permitiu amar ela. Diferentemente com a Caera, o desenvolvimento deles é mais um laço de amizade, tá ligado? Se você prestar bastante atenção na interação entre eles dá pra perceber isso…
CECÍLIA NOVAMENTE HAHAHAHAH. Acho meio paia as ações dela… Ela estava sendo influenciada por Agrona? SIM! mas isso já passou tem muito tempo, desde que ela recuperou as memórias dela… Coitado do Nico ser apaixonado por ela… Ele omitiu a verdade das memórias dela junto com Agrona? SIM. Isso é perdoável? CLARO QUE SIM, tudo que ele fez, foi para o bem dela mano, TIPO???? Ele reivindicou de todas as coisas durante suas duas vidas pra no final ela simplesmente tratar ele que nem um filha da puta? Ela está sendo uma puta criança egoísta, deixando de lado todas as opiniões dele. Isso (PRA MIM) não justifica, e pra ser bem sincero, tá ficando bem chato esse “amor” entre eles. Mais de uma vez, ela tem a oportunidade de trocar de lado e arrastar o Nico junto para o Team Art, CIENTE DOS PODERES DE ARTHUR E COMO ELE OBTEVE, ao contrário de meras palavras, promessas vazias de Agrona… Ela é muito estúpida, ou só se faz, porque ela tem a Tess falando na cabeça dela sobre as ações de Agrona, O PRÓPRIO AGRONEGÓCIO FALANDO QUE ELA SÓ É UMA FERRAMENTA PARA ELE… É FODA MANO KKKKKKKKKKKKK.
Sobre as lanças de Dicathen, será que elas realmente serão úteis? Não foi mostrado o desenvolvimento do poder delas até o momento, mas antes eles custaram manter uma luta com 2 foices, imagina agora que elas ganharam uma nova runa de Agrona. Se você voltar alguns capítulos atrás, pode ver que elas também foram “bufadas”. Dito isso será mesmo que eles conseguem ganhar das foices? Porque bater de frente com qualquer assombração, é morte na certa.
Eu poderia falar por MUITO mais tempo e adicionar DIVERSAS observações e opiniões, mas isso tornaria o comentário maçante demais, até meu próximo comentário, que só farei quando julgar necessário. Ah e a propósito, VAI SE FUDER SHINIGAMIGOD, eu tomei TANTOS spoilers por causa desse cara, que ódio mano, enfim. Tenha uma boa semana!

CHINIT
Visitante
CHINIT
29 dias atrás
Resposta para  TODA-SEXTA-TBATE

Vamos lá.
É evidente que tanto o Nico quanto a Cecília tem ciência de que o Agrona pode muito bem estar os enganando, mas aparentemente, eles se recusam a usar a razão e aceitar a realidade. Claro, o Nico até que tentou convencer a Cecília em ajudar o Gray, mas ele continua sendo arrastado pela ignorância dela. Tendo isso em vista, seria bem difícil e ao mesmo tempo estanho eles mudarem de lado depois de tudo isso.
Quanto ao Arthur perder pessoas importantes a ele, vamos excluir a Ellie e a Alice, afinal, seria difícil ele continuar se isso acontecesse.
Em relação ao romance, por mais que os leitores desejem um Art & Caera, dificilmente isso pode acontecer, tendo em vista o Art & Tessia, a não ser que ocorra um harém, mas acho difícil.
O Nico ter omitido a verdade à Cecília foi uma baita sacanagem, deixando o seu melhor amigo, Gray, continuar com a culpa que nunca foi dele.
A respeito das lanças, elas provavelmente vão conseguir peitar as foices, ou assim espero.
Em fim, seu cometário foi bem legal, e suas opiniões são bem interessantes, por isso, apresentei meu ponto vista com base no seu.

Marcos Vinícios de Moraes
Membro
Marcos Vinícios de Moraes
28 dias atrás
Resposta para  CHINIT

Quanto ao Arthur perder pessoas importantes a ele, vamos excluir a Ellie e a Alice, afinal, seria difícil ele continuar se isso acontecesse.

Acho que esta guerra tem um grande chance de levar uma delas, principalmente Alice.

CHINIT
Visitante
CHINIT
28 dias atrás

Sei não. Aquele plot em que pareceu que a Ellie tinha ido de f, provavelmente quebraria ele. Acredito que o mesmo se aplica a Alice. Mas nunca se sabe, né.

Marcos Vinícios de Moraes
Membro
Marcos Vinícios de Moraes
27 dias atrás
Resposta para  CHINIT

Sim! Mas as pernas ainda chegam a tremer só de pensar o quanto esta mulher ja me arrancou lagrimas nesta obra rs

CHINIT
Visitante
CHINIT
27 dias atrás

Poiser. Seria um baita choque tanto pra ele quanto pros leitores.

Marcos Vinícios de Moraes
Membro
Marcos Vinícios de Moraes
28 dias atrás
Resposta para  TODA-SEXTA-TBATE

É só teoria ok! Até pq é divertido formulá-las.
Tenho pra mim que Agrona descobriu algum ‘meio’ de absorver poderes(corpos ou fusão deles) de seus rivais, mas para isto este ‘ritual’ precisam que certos requesitos sejam preenchidos com sucesso ao transcorrer de toda a obra. Ele sempre deixou claro seu desejo por Arthur(ápice do Éter) e Cecilia(ápice da Mana) sinto que ele sempre acreditou que ambos atingiriam isto. Deslumbro a ideia que o papel do Nico nesta trama será de catalizador, já demonstrou ser útil ao criar, concertar e manejar artefatos, por isto, sinto que Nico trairá seus colegas reencarnados, mesmo sem querer.

Sobre as Lanças, creio que o poder delas se limitaram a fazer frente a Foice mais forte. O que é triste já que desejava ver a Varay e o Bairon chutando nadegas de dragões para voltarem a ter uma redenção em grande estilo, mas isto seria utópico.

Sobre o Romance penso como você, pelo desenvolvimento. Mas tenho curiosidade pelos outros romances também como o da Eleonor e do Phoenix Chul (sim eu Shipo).

Última edição 28 dias atrás por Marcos Vinícios de Moraes
Laio KentD
Membro
Laio Kent
28 dias atrás

Chul e Seris rapaz, Ellie podemos achar outro,

Última edição 28 dias atrás por Laio Kent
CHINIT
Visitante
CHINIT
28 dias atrás
Resposta para  Laio Kent

Da onde vocês tiraram esse Chul e Seris? Kk. Não me leve a mal, mas essa é nova pra mim.

Marcos Vinícios de Moraes
Membro
Marcos Vinícios de Moraes
27 dias atrás
Resposta para  Laio Kent

hahahahaha Seris é inteligente pra caramba, não vejo ela se interessando em um ogro como o Chul hahahahah Ja a Ellie, pela inocencia….

Laio KentD
Membro
Laio Kent
27 dias atrás

Exato, o Chul é todo tapado, e Seris e a mestra da esperteza, mesmo eu tenho dificuldade de achar algo que eles sejam parecidos, porém são tão opostos um do outro que por isso mesmo que acho que dariam um ótimo casal de novela… tipo yin e yang, só precisa o tio Tortuga mover os fios do destino

Última edição 27 dias atrás por Laio Kent
Laio KentD
Membro
Laio Kent
27 dias atrás
Resposta para  Laio Kent

Já a Ellie, pouco me importa, e o Arthur, prefiro Caera, porque é mais esperta

Tytanium-_-
Membro
Tytanium-_-
27 dias atrás

Penso o mesmo, o Agrona RECONHECE que os Menores tem potencial de evoluir exponencialmente, enquanto os Asuras são mais estáticos e tem limites claros. O fato dele saber disso e depois daquele diálogo dele falando sobre como cada raça enxerga o mundo, eu penso que realmente o desejo dele é de absorver ou se fundir com o Legado e talvez com o Art (lembrando que o Arthur nunca foi parte dos planos dele, mas agora com o núcleo de Éter, a história é outra). Provavelmente o Agrona deseja o poder de acessar outros mundos e isso só seria possível tendo acesso ao controle absoluto da mana (Cecilia) e do éter (Art) juntos.

Marcos Vinícios de Moraes
Membro
Marcos Vinícios de Moraes
27 dias atrás
Resposta para  Tytanium-_-

É Exatamente a partir deste dialogo que tirei meu ponto já que ele agiu como cola em tudo que aconteceu na obra com os reencarnados.

Antônio Icaro
Visitante
Antônio Icaro
30 dias atrás

Poha tô irritado pra KRL de ver q nunca poderei ver esses dois serem queimados, e a frustração de saber q quando o Arthur voltar nem luta vai ter mais só vai ser um final bosta onde o protagonista se torna onipotente.

Joás
Visitante
Joás
1 mês atrás

Mano eu não vejo a hora do Agrona mostrar que não vai cumprir a promessa dele. Vou ficar muito satisfeito com a cara da Cecília

Igor
Membro
Igor
1 mês atrás

obrigado por postarem

Glebson Oliveira
Membro
Glebson Oliveira
1 mês atrás

Será que o Art vai usar o destino para tirar o Capeta do corpo da namorada?

CHINIT
Visitante
CHINIT
1 mês atrás
Resposta para  Glebson Oliveira

Kkkk, essa foi boa.

Wesley Almeida
Visitante
Wesley Almeida
1 mês atrás
Resposta para  Glebson Oliveira

😂😂 verdade seria top

GutoD
Membro
Guto
23 dias atrás
Resposta para  Glebson Oliveira

A namorada é egoísta e inconsequente igual a Cecilia. só não causa tanto estrago pq nao tem poder, mas se tivesse e o agronegocio oferecesse Elenoir de volta junto com seus pais, não tenho dúvidas que a elfa burra faria o msm que Cecilia.

Manga-kun
Visitante
Manga-kun
1 mês atrás

Eu vi nas conversas com o autor ” turtle me”que a última pedra-chave vai ser um poder incrível para o Arthur. A gente já espera isto é claro, o cara vai voltar com mais hack pra varrer geral o exército de Agrona.

Thayrone
Visitante
Thayrone
26 dias atrás
Resposta para  Manga-kun

A runa chama “destino”, pra mim deve ter a ver com o espaço-tempo, ainda mais à luz do ultimo episódio em que ele revive o próprio nascimento. Não sei se seria roubado demais ou dificul demais de desenvolver a história caso essa runa fosse tipo um “efeito borboleta” que permitisse a ele influenciar determinados momentos do tempo, igual quando a Sylvie protegeu ele, mesmo do limbo.

GodSpeed_zD
Membro
GodSpeed_z
1 mês atrás

Cecília é a maior desgraça da obra, odeio ela profundamente, eu esperava que o Nico fosse mudar e convencer ela a mudar tbm, mas não, os dois são um bando de arrombados que tem que apanhar pro Arthur, meu mano, se o Arthur não espancar a Cecília em todos os sentidos da palavra, humilhar ela, massacrar, fazer de boneca, enxer de porrada até falar chega, eu vou ficar muito decepcionado

CHINIT
Visitante
CHINIT
1 mês atrás
Resposta para  GodSpeed_z

Concordo com suas sábias palavras.

MATHEUS MARTINS DO NASCIMENTO
Membro
MATHEUS MARTINS DO NASCIMENTO
30 dias atrás
Resposta para  GodSpeed_z

Eu ainda acho que os 3 reencarnados vão se juntar pra lutar contra o Agronegócio e o Kezzes

CHINIT
Visitante
CHINIT
29 dias atrás

Bom, se isso acontecer, tem que ser de uma forma bem convicente, porque depois de tudo que aconteceu, fica difícil engolir esse possível acontecimento.

Time luxio
Visitante
Time luxio
1 mês atrás

Eu odeio o kezes, mas assim que a Cecília ou o Nico entra lá no mundo dele, espero que ele faça purê deles.

Sério gente, alguém aqui ainda se importa se a tessia ta viva ou não? Eu quero o art com a caera porra, fds essa vagabunda.
Acho incrível o fato do Nico ser o gênio burro, lek

GutoD
Membro
Guto
23 dias atrás
Resposta para  Time luxio

Desejei essa elfa burra morta desde o dia que ela foi querer resgatar os pais no meio de milhares alecryanos, alguns retentores e até de Cadell. Colocou todo mundo do santuário djin em risco, quase matou Arthur e Sylvie, que virou uma pedra arco-íris.
Mas sei que não morrer.
Mas tomara que o autor mate Tessia e pense estar fazendo um grande estrago sentimental e corajoso na obra. Por mim seria até melhor que a morte do Agrona.

caio souza
Membro
caio souza
1 mês atrás

A Cecilia é literalmente uma criança com poderes, namoral, é simplesmente deplorável o que ela faz. O Nico por outro lado é bem mais consciente, ele só está do lado de agrona pq não sabe oq ele pode fazer com ele é a Cecilia. Espero de coração que seja lá Nico que mate ela no final da obra, algo que eu acho bem provável

TEU PAI
Visitante
TEU PAI
1 mês atrás

cara e incrivel que msm tendo lido e assistido milhares de obras, cecilia e a segunda personagem que conseguiu me fazer sentir esse desgosto e nojo toda vez que aparece, puta fodida.(a outra e a rachel de tower of god, sao ate parecidas ne kkkk)

Elias levi da Silva
Visitante
Elias levi da Silva
1 mês atrás
Resposta para  TEU PAI

Bem parecidas mesmo ..kkkkk boa bem lembrado

MATHEUS MARTINS DO NASCIMENTO
Membro
MATHEUS MARTINS DO NASCIMENTO
30 dias atrás
Resposta para  TEU PAI

Exatamente kkkkk sempre falei que elas 2 tem muita semelhança, mas nunca encontrei ninguém que compartilha da mesma opinião

Alpha
Visitante
Alpha
1 mês atrás

imagino q na msm hora q o exercito chegar no art o homem vai acordar e simplesmente VARRER alacrya

Alpha
Visitante
Alpha
1 mês atrás
Resposta para  Alpha

se o exercito chegar lá é claro, ainda tem vários dragões, Cecilia ta fora temporariamente e a evolução das lanças, arma q os cientistas estavam desenvolvendo, Dicatem n ta tão mal tbm n

Marcos Vinícios de Moraes
Membro
Marcos Vinícios de Moraes
1 mês atrás

Mais personagens queridos morrendo na obra…
Tessia dando uma resposta inteligente.
Cicilia sendo true evil.
Nico se mostrando um excelente complemente do Arthur. Enquanto um é esperto (Arthur) em usar estratégias e resolver problemas o outro é inteligente (Nico) para criar coisas. Em outras palavras, o personagem do Nico se mantem por si só mesmo sem poderes, já a personagem da Cicilia sem poderes fica apenas a arrogância e a teimosia sem mais nada para agregar na obra, nem mesmo saudades.

Última edição 1 mês atrás por Marcos Vinícios de Moraes
Kiyo
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Kiyo
1 mês atrás

Nico me decepcionou, ele fez parecer q ia mudar mas nao.
Ele quer ser FDP q nem a cecilia!
(Obs: ele ficou feliz por criar uma coisa q ele sabia q iria matar milhões.)

Marcos Vinícios de Moraes
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Marcos Vinícios de Moraes
1 mês atrás
Resposta para  Kiyo

Ele tem o mesmo problema que muitos de nos homens temos. EXCESSO DE GADISSE. rs

Wanzita
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Wanzita
1 mês atrás

Previsível, Arthur foi pra pedra-chave e Dicathen vai tomar ataque

Isso é bom e ruim ao mesmo tempo, Cecília ‐ que é a mais perigosa – tá fora de jogo momentaneamente, poderemos ver a evolução das Lanças sem tomarem hit kill para ela… bom, talvez tomem para outros, não sei, mas ainda é uma boa janela

Agora a tristeza é sobre o controle do Agrona sobre os Alacryanos, né? Coitada da Caera, cara. Quero pelo menos ver o que a Regalia dela faz.

Melhor ainda, quero ver ela casando com o Arthur e tendo quatro filhos! Tanto faz a preferência da Ellie, eu adoro a Caera

Kiyo
Visitante
Kiyo
1 mês atrás
Resposta para  Wanzita

Sabias palavras meu amigo

Art
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Art
30 dias atrás
Resposta para  Wanzita

Gente eu realmente não consigo entender as pessoas que defendem com unhas e dentes Arthur X Caera (eu até gosto do shipp mas prefiro a tess) sendo que simplesmente eles são só companheiros que viraram amigos e parceiros e é bem claro que o Arthur ama verdadeiramente a Tess e por isso não matou Cecília até agora. Realmente n entendo essa pira de defender com unhas e dentes algo que tem 0% de chance de acontecer

GutoD
Membro
Guto
23 dias atrás
Resposta para  Art

Tomara que autor mate Tessia, pq não tem jeito, Cecilia tá muito poderosa. tem que arrancar a cabeça, mastigar, cagar e queimar as fezes pra nao ter risco de retorno! Vamos dragões!

Treezy
Membro
Treezy
29 dias atrás
Resposta para  Wanzita

Mano pelo andar da carruagem já deu pra perceber que Arthur e caera não tem chances nenhuma, eu sinceramente acho que e bem mais provável do Arthur conseguir salvar a Tess de alguma forma ou então ele morrer no final.

Tytanium-_-
Membro
Tytanium-_-
27 dias atrás
Resposta para  Treezy

Tenho essa opinião também, principalmente depois do penúltimo capítulo, que a Caera diz “como seriam as coisas se ela fosse dicatheana”. Sinceramente é uma pena, porque eu não veria problema algum no Art terminar com duas esposas. Eu particularmente prefiro a Caera, mas SEI que a Tessia é quem o Art realmente ama. No fim, a Caera vai cair na maldição de personagem feminina secundária de cabelo curto de Slice of Life que é rejeitada pelo protagonista e trocada pela de cabelo longo. Não que esse seja o caso das duas (até pq as duas tem cabelo longo até onde lembro).
Enfim, apesar de ser TeamCaera ou TeamHarem, já aceitei que isso muito provavelmente não vai acontecer… Espero que a Caera encontre alguém forte que a ame como o Art não pôde amar

Art
Visitante
Art
25 dias atrás
Resposta para  Tytanium-_-

Sempre fui e continuarei sendo team tess por conta da história dos 2 e de como ela influenciou esse Arthur que conhecemos e por conta de todo sentimento do Arthur ser verdadeiro, mas não vou mentir que na época das retcombs e na da escola dava pra sentir aquele clima que poderia acontecer, e ao mesmo tempo que eu acho muito bom caera com Arthur e até queria que acontecesse, eu penso que isso seria uma puta sacanagem com a tess e também que ele ama de verdade apenas ela, talvez o harém se feito de forma bem feita (só com essas 2 pelo amor de Deus) seria algo que iria unir esses 2 ships que a comunidade tanto briga, mas tbm é culpa do autor que fez as 2 combinarem e formarem um bom casal com ele

GutoD
Membro
Guto
23 dias atrás
Resposta para  Art

A tessia só atrapalhava e atrapalha o Arthur, ao contrário de Caera que só o ajudou. Por mim essa Cecilia junto com a Tessia pode virar adubo de Elenoir

Geovane
Visitante
Geovane
1 mês atrás

Só Deus sabe o desprezo que eu tenho pela Cecília e pelo nico que ao invés de tentar parar ela ele obedece ela como um cachorro, mal posso esperar pelo dia em que eles vão se ferrar de uma forma que nunca na historia do universo foi vista. E digo mais, se eles dois tiverem um final feliz, ou redenção eu vou ficar puto, porque eles já fizeram tanta merda que não merecem isso

David
Visitante
David
1 mês atrás
Resposta para  Geovane

E sabe o que é o pior? Tá parecendo de que pelo menos o Nico terá uma redenção.
Aquelas 3 pedras que curam qualquer coisa não foram introduzidos atoa. Provavelmente será usada para curar o Nico ou a vagabunda da Cecília que tá com o corpo da Téssia.
Arthur já foi Rei e sabe que não se deve perdoar traidores. Se ele perdoar o Nico e a Cecília, eu tbm vou ficar bastante puto.

Nauk
Membro
Nauk
1 mês atrás
Resposta para  David

Tessia vai pedir pra ele perdoar e ele vai perdoar kkkkkkkkkk

Treezy
Membro
Treezy
29 dias atrás
Resposta para  Nauk

Nem fodendo que a Tess vai pedir pra ele perdoa a Cecília, você consegue ver o nojo que a personagem sente pela Cecília só lendo esse capítulo, eu sinceramente duvido muito que isso vai acontecer.

CHINIT
Visitante
CHINIT
1 mês atrás

A Cecília e a sua arrogância sem fim. Era bem óbvio que ao fazer o “vazio” chocar-se à superfície da gaiola éteria, a mesma se desfaria. Como sempre, Cecília puro poder bruto, mas sem genialidade.

CHINIT
Visitante
CHINIT
1 mês atrás
Resposta para  CHINIT

Não me levem a mal, mas o personagem é muito medíocre.

Alpha
Visitante
Alpha
1 mês atrás
Resposta para  CHINIT

ta ai pra morrer pro arthur, mas dessa vez ela n vai se jogar na espada, imagino o arthur arrumando um poder capaz de tirar a alma da cecilia do corpo de tessia, igual a sylvie forçou a alma de grey a ir para o corpo de art

CHINIT
Visitante
CHINIT
1 mês atrás
Resposta para  Alpha

Seria bom demais.

Senor del Café
Visitante
Senor del Café
1 mês atrás
Resposta para  CHINIT

Eu discordo, acho que o Cecília é a personagem mais eficiente da história. Ela é feita pra ser odiada e o Ninguém GOSTA DELA!!!!! Ela tá na obra pra instigar e prender as pessoas que esperam a morte dela KAKAKAKAKA

CHINIT
Visitante
CHINIT
1 mês atrás
Resposta para  Senor del Café

O problema é se isso vai se concretizar, afinal, se for pra especular, seria mais fácil dizer que o personagem vai ter uma rendição.

Última edição 1 mês atrás por CHINIT
David
Visitante
David
1 mês atrás
Resposta para  CHINIT

Mas ela mesma admite que pensar não é o forte dela no meio da situação.

O foda é que o autor tá forçando essa burrice da Cecília. Tá foda já.

CHINIT
Visitante
CHINIT
1 mês atrás
Resposta para  David

Não só nessa situação. A Cecília emana arrogância, não consegue ser racional. É literalmente o cachorrinho do Agrona, como o mesmo disse. Com todo respeito, mas ela é pior que corno conformado.

Última edição 1 mês atrás por CHINIT

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