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Circle of Inevitability – Capítulo 63

Notícias Chocantes

Leah e Valentine perguntaram a Ryan em uníssono: — E então?

Embora já tivessem acreditado nas palavras de Lumian, era inevitável que as pessoas esperassem pela sorte. Ainda mantinham a esperança de que talvez o problema não fosse tão sério porque o garoto não tinha conhecimento suficiente para exagerar.

Ryan olhou em volta e viu que não havia mais ninguém perto do olmo. Ele falou em voz baixa: — Tive medo de perguntar diretamente. Só sei que a data real já é final de abril. Não sei a data exata.

Leah e Valentine ficaram em silêncio.

Eles realmente haviam caído em um estranho loop temporal!

A julgar pelos vários arquivos e informações, isso definitivamente não era algo que os três deveriam enfrentar ou lidar.

Eles eram Beyonders experientes que lidaram com muitos incidentes Beyonder. Foi a primeira vez que encontraram uma situação tão séria e anormal.

Leah não pôde deixar de olhar para Lumian. — Que tipo de lugar é Cordu?

Havia anormalidades por toda parte, cada uma mais exagerada que a anterior!

— Eu também não sei. — Lumian tinha uma expressão inocente. — Antes do loop, esse lugar era lindo e as pessoas eram simples. Todos eram normais e hospitaleiros.

Ele não disse aos três estrangeiros que a pessoa que estava diante deles também era uma das anormalidades.

Ryan suspirou e disse: — Nunca encontrei tantas anormalidades ao mesmo tempo, e cada uma delas é séria.

— Esta é a situação mais perigosa que já enfrentei, — repetiu Valentine.

Lumian já estava um pouco entorpecido com isso. Ele zombou e disse: — É normal que você não tenha encontrado isso antes, porque aqueles que encontraram algo assim estão mortos.

— … — Leah olhou para ele com um sorriso. — Não diga nada se não puder dizer algo bom. Pessoas como você não sobreviverão à infância em outro lugar.

— Infância? — Lumian zombou de si mesmo e perguntou a Ryan: — Você recebeu uma resposta sobre o vice-padre?

Ryan assentiu.

— Nos últimos anos, lendas semelhantes surgiram em vários lugares dos continentes Norte e Sul.

— Diz a lenda que o Céu baniu um grupo de elfos pecadores para o chão. Eles só podem residir dentro de corpos humanos, na esperança de redimir seus pecados e obter a absolvição antes de retornar ao Céu.

— Em algumas versões da lenda, esses elfos aparecem como lagartos translúcidos.

— No entanto, o elfo ao qual estou me referindo não é a antiga raça dos elfos. É mais parecido com uma mistura de fadas e vários espíritos.

“Últimos anos… de novo…” Lumian lembrou que a lenda da Madame Noite só surgiu recentemente.

“O que havia de errado com este mundo?”

Ele ponderou por um momento antes de perguntar: — Eles especificaram qual é o Céu, ou divindade?

Ryan balançou a cabeça.

— O que é notável é que toda pessoa que afirma ter visto um elfo acredita que ele pertence ao reino de sua divindade local.

A divindade local referia-se aos deuses ortodoxos da fé local.

“Céus de diferentes divindades?” Lumian olhou para o céu azul.

“Aquele elfo parecido com um lagarto veio do céu?”

“Porém, de acordo com Aurore, além do céu estava o cosmos. Cada estrela representava um mundo.”

“Então, o que esses seres extraterrestres eram?”

“Ou eram de um plano astral além do misticismo?”

Enquanto os pensamentos de Lumian corriam, ele perguntou curioso: — Em algumas versões da lenda, esses elfos aparecem como lagartos translúcidos. E os outros detalhes?

Ryan balançou a cabeça mais uma vez.

— Isso é tudo que eles conseguiram descobrir em um curto período. Eles podem precisar se comunicar com a sede para obter mais informações.

Leah ponderou e falou: — Estou familiarizada com a lenda dos elfos.

— Certa vez, conheci um nativo de Lenburg que contou que agricultores em muitas regiões da zona centro-sul relataram fadas travessas nos últimos anos. Essas criaturas conhecidas como Alpes vandalizaram suas casas e campos ou pregaram peças neles.

A zona centro-sul referia-se à área onde Lenburg, Masin, Segar e outros pequenos países estavam localizados. Também incluiu algumas áreas na República Intis, no Reino Loen e no Reino Feynapotter.

A maioria estava localizada em terras altas, montanhas, florestas, áreas repletas de ruínas e lendas.

Lumian ouviu com atenção e concluiu: “Este não é um fenômeno isolado…”

— Cada elfo parece ter sua maneira única de causar problemas, — Ryan refletiu. — E os lagartos que habitam os corpos humanos são talvez os mais malévolos. Não se sabe se são os mais perigosos. Com tantas anormalidades em Cordu, o elfo parasita não deveria ser um fenômeno isolado. Talvez alguém queira usá-lo para controlar o vice-padre.

“Linha de pensamento muito clara…” Lumian olhou para os aldeões que voltavam para casa depois de terminar o trabalho e disse a Leah e aos outros: — Encontre-me atrás da colina onde fica o castelo do administrador às 15h30.

— Vocês se juntarão a mim para procurar pistas?

— Claro, — Ryan concordou.

Leah, no entanto, chamou Lumian antes de partir: — Isso é tudo? Você deveria nos informar sobre a situação no castelo, seus habitantes e a anormalidade de Madame Pualis. Não podemos explorar e pesquisar sem preparação.

Lumian não queria se lembrar dos assuntos de Madame Pualis, mas tinha que admitir que o pedido de Leah fazia sentido. Ele teve que suportar o desconforto e contar-lhes toda a história.

Ryan e os outros estavam mentalmente preparados, mas ainda pareciam um pouco desconfortáveis ao ouvir a história.

Leah aliviou o clima com sua risada tilintante.

— Isso não importa para mim. Posso experimentar tal coisa no futuro. Esta é uma oportunidade que a maioria dos homens nunca encontra. Você deve apreciá-la.

No entanto, Valentine ignorou a piada e sussurrou com uma expressão fria: — Tudo isso precisa ser purificado… pu-ri-fi-ca-do!

Lumian não quis provocar Valentine e acenou com a mão.

— Te vejo à tarde.

Depois de dar alguns passos, Lumian se virou para olhar para Ryan com cautela e perguntou: — Bertrand tinha algum conhecimento do conteúdo do seu telegrama?

Bertrand era o responsável pelo telégrafo, e se ele sabia da data e da lenda dos elfos, isso significava que o administrador também sabia. E se o administrador soubesse, Madame Pualis também saberia.

— Não se preocupe, — disse Ryan de forma tranquilizadora. — Temos um código secreto. Ele não será capaz de decifrá-lo.

Lumian só então deu um suspiro de alívio e saiu da praça da vila, voltando para sua casa.

Enquanto ele se afastava, ele avistou Ava Lizier pastoreando um bando de gansos brancos de volta para casa.

— Ei, este não é o nossa Elfa da Primavera? — Lumian tentou tirar de sua mente as cenas sangrentas e cruéis da celebração da Quaresma e cumprimentou Ava com sua piada habitual.

Ava parecia um pouco envergonhada.

— Ainda não fui escolhida!

Seus traços faciais requintados faziam seu vestido branco acinzentado parecer menos rústico.

— Isso não será um problema, — disse Lumian com um sorriso. — Reimund e eu ajudaremos você a fazer campanha por votos.

Ava pareceu surpresa. — Você não sabe?

— O que eu não sei? — O coração de Lumian disparou.

Aconteceu alguma coisa na aldeia que não fez parte do processo histórico?

Ava observou a expressão dele e suspeitou que ele estivesse brincando com ela.

Depois de alguns segundos, a garota franziu a testa preocupada e disse: — Reimund está desaparecido. Você não sabia?

— Huh? — Lumian ficou tão chocado que não conseguiu esconder a expressão de sempre.

No loop anterior, ele e Reimund Greg se encontraram quase todos os dias, desde o segundo dia de 30 de março até 5 de abril, a Quaresma.

Naquela época, eles seguiram o procedimento ritual à beira-mar para levantar Reimund, que havia jogado a última oferenda, e jogá-lo no rio. Como os outros no passado, Reimund nadou para mais longe e só conseguiu voltar para casa depois de sair do local do ritual. Ele não sairia de casa até a noite.

Nos dois loops que se seguiram, Lumian teve muito o que fazer e não teve tempo de encontrar Reimund.

Mas agora, Ava estava contando a ele que Reimund estava desaparecido hoje!

Isso era algo que nunca havia acontecido no loop anterior!

Ao ver a expressão de Lumian, os olhos azul-água de Ava ficaram confusos.

— Você realmente não tem ideia… o pai de Reimund pode vir até você hoje para perguntar onde Reimund foi.

Lumian suprimiu as ondas tumultuadas em seu coração e perguntou: — Quando Reimund desapareceu?

“Será que algo aconteceu porque não acompanhei o processo histórico de encontrá-lo?”

— Dois dias atrás, — lembrou Ava. — Dizem que ele não voltou depois de sair de casa na tarde do dia 29. Sua família presumiu que ele estava no Antigo Bar ou conversando com os Observadores Verde.…

Ela fez uma pausa e baixou a voz.

— Eles suspeitam que Reimund está fugindo porque não quer aprender a pastorear.

“Eles acham que eu o instiguei e vão me questionar mais tarde?” Lumian entendeu aproximadamente o que havia acontecido.

A tarde do dia 29 lembrou-lhe o início do loop.

Os dois últimos loops começaram na tarde do dia 29!

“Em outras palavras, Reimund desapareceu desde o início do loop? Isto significa que talvez ninguém tenha mudado deliberadamente o curso da história porque já era tarde demais… Então por que existe tal anomalia e diferença?” Lumian mergulhou em pensamentos profundos.

Ava olhou para ele e perguntou baixinho: — Você sabe para onde Reimund foi?

— Não o vi nos últimos dias, — disse Lumian com sinceridade.

Ele começou a suspeitar que o desaparecimento de Reimund tinha algo a ver com o fato de ele ter sido jogado no rio durante o loop anterior.

Porém, era impossível para Reimund deixar Cordu por causa disso. Isso acionaria o loop.

Depois de se despedir de Ava, Lumian obrigou-se a manter a calma e voltou para casa.

Ele não se incomodou em discutir mais nada. Inicialmente, ele divulgou o desaparecimento de Reimund para Aurore.

O semblante de Aurore ficou solene quando ela franziu as sobrancelhas e sussurrou: — Se você não tivesse mencionado isso, eu teria esquecido completamente dessa pessoa…

Ela vestia um vestido vermelho rosa simples e andou de um lado para outro. Lumian começou a contemplar possíveis razões.

Depois de um tempo, Aurore olhou para o irmão e pronunciou solenemente: — Lembro-me que o cerne do ritual da Quaresma à beira-mar é oferecer sacrifícios ao conceito de uma fonte de água simbolizada pelo rio. É provável que Reimund, que foi jogado na água, também foi considerada um sacrifício e foi levado por uma determinada entidade?

— Posteriormente, como não houve recompensa tangível correspondente, o loop retratou sua ausência como um desaparecimento.

Lumian balançou a cabeça. — Isso irá desencadear o loop.

Os humanos que partiam de Cordu e da vizinhança agiram como um gatilho.

Aurore perguntou com uma voz profunda: — E se for na forma de um cadáver?


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