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Re:Zero Kara Hajimeru Isekai Seikatsu – Arco 5 – Capítulo 35

Emboscadas e Surpresas

O primeiro ataque deliberado e impiedoso de Subaru foi bloqueado por dentes.

Adiante, mordendo a ponta do chicote com o olhar afiado de mil facas, estava a Gula, Roy Alphard.

Subaru pareceu surpreso com o nome apresentado. Alphard.

Subaru: “Esse nome… Esse desgraçado também compartilha o nome de uma estrela.”

Crusch: “Subaru-sama, esse assunto já terminou! Permita-me.”

Quando Subaru levantou o braço para outro golpe brutal, Alphard sacou suas próprias armas, ao mesmo tempo Crusch lançou seu ataque cortante de cem homens.

Uma frenética lâmina de vento varreu instantâneamente o primeiro andar da prefeitura dividindo as cadeiras e a mesa de recepção ao meio. É claro que, o corte deveria ter cortado Alphard impiedosamente, mas…

Roy: “Uau, incrível! Mas embora ele parece esmagador…”

Crusch: “Eh?”

Como se visse a lâmina invisível de vento, o garoto se inclinou para trás para evitá-la. Como uma ponte, ele descansou a cabeça brevemente no chão, antes de voltar a sua posição anterior em pose de batalha.

Roy: “Como um ataque, essa tática foi de terceira categoria. Não parece tão delicioso.”

Terminando sua frase, Alphard saltou do chão, seu corpo saiu voando como uma bala.

Sua boca se abriu para expor fileiras de dentes afiados parecidos com cães de caça. Se as pessoas vissem sua aparência, elas iriam erroneamente pensar que ele era realmente um verdadeiro cão de caça selvagem desgrenhado. No entanto, o nível de perigo de um cão de caça não poderia ser comparado, nunca.

Crusch ergueu sua lâmina na intenção de decapitá-lo, mas…

Roy: “Embora suas qualificações sejam boas, não são suficientes. Para nós, você é uma iniciante qualquer.”

Crusch: “– ah!”

Quando ele alcançou a figura de Crusch, a espada dela ricocheteou com um som agudo. Olhando de perto, envolto dos punhos, enroladas em um pano estavam as facas, ou melhor, as adagas gêmeas de Alphard.

Ele segurava uma adaga em cada mão, uma arma que permitia que seu corpo magro e pequeno lutasse com velocidade e flexibilidade.

Enquanto ele aparava a espada com a adaga da mão direita, com a outra mão, ele tentou agarrar a garganta de Crusch, embora ela tenha se esquivado para o lado para evitá-lo, Alpahard virou no ar, em torno do ombro dela, e a chutou para o lado.

Crusch: “O que–”

Subaru: “Crusch-san!”

Roy: “Não fique parado observando, sendo você a presa mais fácil.”

Alphard pisou no chão, voando em direção a Subaru.

A figura magra da Gula desapareceu ao meio da escuridão envolta dos trapos, Subaru perdeu de vista a figura.

Subaru: “Isso não é bom…”

Roy: “Por causa de sua preguiça, você não conseguiu acompanhar e baixou a guarda.”

Subaru: “O quê?!”

Visando o Subaru cheio de falhas, Alphard revelou sua fraqueza.

Mordendo os lábios, Subaru suprimiu a dor e esperou que o membro mais poderoso do grupo tivesse a oportunidade de atacar antes que fosse tarde, e o surgimento silencioso da lâmina de Julius cortou o ar.

Alphard imediatamente conseguiu torcer os pés evasivamente, mas seu corpo ainda foi derrubado pelo cavaleiro.

A Gula rolou no chão, com o corpo completamente coberto de sangue.

Roy: “Aah! Uau, surpreendentemente.”

Julius: “Já que acha isso, então que tal outra surpresa. Veja como meus companheiros florescem.”

Ao mesmo tempo que Julius falava, seus semi-espíritos começaram outra série de ataques enquanto Alphard se levantava e se afastava gradativamente para longe.

Naquele momento, a Iridescência encheu o corredor escuro de brilho. Uma aura forte floresceu nas costas de Julius e voou em direção a Alphard.

Roy: “Espíritos!”

Julius: “Espero que alguém como você, que aprecia o gourmet, goste. Não importa qual seja o broto, tenho orgulho de desfrutar do crescimento e o desabrochar dessas flores infantis.”

Roy: “É horrível, eles são pretensiosos, não gostamos deles.”

Vendo o mundo em chamas sob a aurora, Alphard falou alto enquanto tentava escapar. A espada fina de Julius seguiu suas costas.

Julius: “Lolimancer!”

Subaru: “Não me chame por esse nome! Juli!”

Julius: “Leve Crusch-san com você até o último andar. Pare a transmissão!”

Ao escolher os sinônimos um do outro, Julius declarou que iria distrair Alphard.

Enquanto apoiava uma Crusch ofegante, Subaru julgou isso como o curso de ação mais racional, no entanto ele não conseguiu concordar com isso, apesar de ser a solução mais razoável.

Afinal, o garoto que corria à sua frente era ninguém menos que a Gula.

Este era o inimigo que Subaru estava perseguindo havia mais de um ano. Mas mesmo que ele estivesse ali…

Crusch: “Eu entendo. Juli-sama, rezarei para que sua lâmina seja rápida e precisa.”

Antes que Subaru pudesse protestar, Crusch deu uma resposta de afirmação a Julius com um gosto amargo na boca, com falta de vontade.

Crusch foi mais uma vítima da Gula, tendo suas memórias roubadas.

É claro que ela queria aproveitar essa oportunidade para recuperar suas memórias. Mas ainda assim, não tendo muita escolha, ela confiou a luta a outra pessoa.

Roy: “Então o que irá acontecer? Todos se renderão? Acho que até a mulher decepcionante e o homem desagradável podem servir como bons aperitivos. Então, Juli-sama, vamos comê-lo, mordiscá-lo, prová-lo, lambê-lo, mordê-lo em pedaços e devôra-lo! Não é tão ruim no final das contas!”

Julius: “Não diga nada tão desnecessário. É desconfortável. E não me nomeio como Juli em vão!”

Enquanto a aurora presente no espaço estreito estava aos poucos desaparecendo gradualmente, Alphard ainda ostentava um sorriso confortável no rosto. Julius o perseguiu, e a espada atingiu a adaga de Alphard emitindo um som de aço.

Neste momento, a linha de visão de Subaru e Julius se cruzou.

A linha de visão era relativa ao Subaru, como se dissesse que não havia mais necessidade de ficar ali.

Subaru: “Ah, droga! Ouça seu maldito! Você está proibido de perder!”

Julius: “Essa fala é minha! Ah, não importa, não irei. Absolutamente não posso morrer aqui.”

Crusch: “Vamos Lá! Lolimancer-sama!”

Coçando a cabeça, Subaru deixou de lado seus sentimentos por enquanto e correu enquanto observava as costas da figura ainda machucada de Crusch.

Embora ele pelo menos devesse andar na frente dela e isso fosse vergonhoso, Subaru entendeu que ela poderia reagir a qualquer tipo de ataque surpresa muito mais rápido do que ele.

Subaru seguiu Crusch, ofegante, e felizmente os dois conseguiram subir a escada em espiral seguinte.

E antes de seguir, ele se virou para dar uma última olhada na luta que ocorria lá embaixo, entre Julius e Alphard.

Julius estava em vantagem, mas não podia baixar a guarda.

Julius: “Vá!”

Subaru: “Droga!”

Ciente do olhar de Subaru, Julius gritou deixando-o inquieto até o fim.

Embora para Subaru ele fosse extremamente irritante, a ideia de algo ruim acontecer com ele era problemática.

Subaru virou-se para seguir Crusch, subindo as escadas em um só fôlego.

Sabendo que eles poderiam estar indo em direção a uma emboscada, eles imediatamente subiram mais uns lances de escadas em direção ao quarto mais alto.


Haviam vários elementos importantes que eram necessários para formar uma emboscada.

Em primeiro lugar, a localização. As emboscadas eram táticas que haviam sido colocadas em prática, por um oponente que esperava pela oportunidade de atacar um determinado inimigo em um local dominante. Esse era o elemento mais essencial.

Em segundo lugar, o inimigo precisava realmente comparecer no local definido. Finalmente, para executar a emboscada, era necessário o inimigo, e se caso o oponente estivesse ausente, tornaria o plano inútil.

Além disso, também era necessário especular sobre o momento em que o inimigo surgiria no local. Sendo assim, qualquer erro em comum ao decorrer do plano, todos seus efeitos não poderiam ser maximizados.

Então supondo que a luxúria estivesse planejando uma emboscada, todas essas três condições foram cumpridas.

De qualquer forma, eles precisavam invadir a sala de transmissão dentro de um determinado período de tempo.

Subaru: “Portanto, devemos primeiramente destruir essa situação.”

Crusch: “Entendo seu ponto. Não, eu escolhi acreditar em Subaru-sama. Nesse caso, confiarei em você.”

Chegando ao cômodo mais alto, eles viram uma escada.

Ou seja, a escada levava para o telhado, onde Subaru e Crusch teriam que estar preparados para derrotar os planos e a estratégia da Luxúria.

Crusch, que ficou intrigada de início com a proposta de Subaru, parecia determinada. Isso não era diferente de sua personalidade de antes de perder suas memórias.

Crusch: “Sinceramente só queria ver como está a batalha na praça…”

Subaru: “Bem, se formos verificar nossas ações não terão o menor sentido.”

Mesmo nessa altura, enquanto subiam, eles podiam ouvir o choque de espadas e um urro de tigre vindo de Garfiel no lado de fora. A luta ainda estava acontecendo, então nenhuma ajuda vindo deles poderia ser esperada.

Subaru: “Falando nisso…”

Olhando ao redor, Subaru examinou energicamente a situação do telhado.

Eles puderam ter um vislumbre do estrago que o enorme dragão havia feito sob o teto da prefeitura.

Marcas de garras ficaram expostas por todo o chão, vestígios do dragão negro foram deixados ali. As grades e cercas que davam para a praça foram derrubadas pela magia de Julius.

Subaru pensou naquele poder terrivelmente avassalador, enquanto examinava a sala, confirmando se realmente estavam abaixo da sala de transmissão.

Claro que Capella estaria esperando-os lá em uma emboscada.

Crusch: “Ah…”

Subaru: “O que houve? Por favor, tome seu tempo se não estiver totalmente preparada.”

Crusch: “Sinto muito, mas acabei de notar uma coisa…”

Crusch falou calmamente para Subaru que se ocupava com uma cerca de ferro. Ele a encarou surpreso, e ela lhe lançou uma expressão rígida.

Crusch: “Parece que tenho um certo medo de altura…”

Subaru: “Um medo inesperado, hein… Entendi! Pronto!”

Confirmando que o chicote ficou preso com firmeza, Subaru acenou com a cabeça para Crusch, que respondeu com firmeza e deu um passo à frente para os braços de Subaru.

Crusch: “Por favor, não solte.”

Com ela aninhada em seus braços, agarrando-se nele, Subaru se soltou do prédio.

Claro que seus corpos foram puxados pela gravidade, enquanto caíram em queda livre. À medida que caíam, eles alcançaram o limite que o chicote enrolado no pulso do Subaru permitia.

Ao mesmo tempo, devido a enorme pressão suportando o peso dos dois corpos, os ombros de Subaru estavam doendo suficientemente para estar em perigo a ponto de quebrar.

Girando de lado, os dois fizeram um arco para cima, alcançando outra parede externa da prefeitura.

Ao avistar uma janela se aproximando, Subaru posicionou seus pés, e com um impulso, chutou o vidro quebrando-a.

Crusch: “Argh!”

Subaru: “O quê?”

Eles finalmente estavam agora na sala de transmissão. Por um momento, Crusch pareceu soltar um pequeno grito de dor, mas Subaru fingiu não ouvir ao soltá-la de seus braços.

Eles imediatamente ficaram de pé, e olhando ao redor eles descobriram,

Dragão: “–“

Lá, olhando fixamente para os dois que haviam acabado de pular, estava um dragão preto com uma postura rígida.

O dragão do mesmo corpo maciço que haviam visto sobre o telhado da prefeitura, agora estava naquela sala diante deles, encarando-os.

O dragão tinha dobrado suas asas, de frente para a porta pela qual normalmente alguém entraria.

Provavelmente, ela pretendia originalmente transformar Subaru em cinzas no momento em que ele tentasse entrar, mas sua estratégia foi completamente por água abaixo, tendo em vista que eles não seguiram conforme os planos de Capella.

Obstruída pelo seu tamanho, ela estava presa dentro de uma sala onde seus movimentos foram restringidos.

Embora o dragão preto tenha tentado se preparar para atacar, movendo suas asas…

Subaru: “Crusch-san!”

Crusch: “Certo!”

Como se tivesse se esquecido de seu medo de altura, Crusch assentiu ao chamado, antes de atacar.

Crusch lançou o ataque de cem homens e sua lâmina de vento cortou o dragão negro danificando sua asa e cortando uma parte frontal de sua perna. O dragão negro berrou alto quando sangue escuro começou a jorrar de sua perna cortada.

Dragão: “AAAAAAHHHHHH!!!”

Subaru: “Cuidado! Abaixe-se… Uoah!”

Capella gritava enquanto suas asas, impotentes e rasgadas, contorciam-se na pequena sala da prefeitura.

Ela se debatia com suas asas loucamente causando desordem. Sua lâmina de vento cortou o dragão preto, danificando seu corpo.

Embora essa sala fosse um pouco maior que as outras demais, sua durabilidade não era tão forte a ponto de resistir aos túmulos de uma criatura do mesmo porte que o de um elefante.

A fim de escapar dessa destruição, Subaru se virou para correr quando naquele momento ele encontrou…

– aos pés do dragão, uma jovem acorrentada assustada, que tremia muito.

Subaru encontrou os olhos da chorosa garota.

Percebendo que a Luxúria havia adotado uma estratégia de refém muito eficaz, caso a primeira emboscada falhasse e fosse um fracasso, Subaru ficou cheio de raiva.

Focalizando nessa visão, Subaru resolveu agir em vez de escapar.

Pensando em uma maneira de desviar do rabo do dragão, Subaru deslizou pelo chão em direção à menina, desviando do rabo do dragão que pairava sobre sua cabeça.

Ele agarrou o corpo pequeno e trêmulo da garota, e lançou seu chicote ferozmente nas costas do dragão negro. Não pareceu causar danos, mas permitiu que ele demonstrasse sua raiva.

Dragão: “Espere! Espera! Eu não sou…”

Crusch: “Não precisa responder. Considere isso como uma retribuição pelo estrago que você causou na cidade.”

O dragão parecia querer dizer alguma coisa, mas Crusch não o deu ouvidos.

A lâmina implacável de Crusch se moveu como se tivesse vontade própria.

Com fragilidade decepcionante, Capella não mostrou defesa contra essa força.

Crusch cortou as duas asas do dragão e Capella deu um lamento agudo. Seu corpo enorme foi sacudido violentamente contra uma infinidade de golpes, e ela tropeçou para trás perdendo o equilíbrio, na direção oposta da janela que Subaru havia quebrado.

Dessa vez as asas do dragão negro não se regeneraram.

Embora ela tivesse dito que era imortal, se essa fosse sua velocidade de regeneração, então ela não poderia ser considerada uma ameaça.

Dragão: “ESP–”

Crusch: “Acabou!”

Não permitindo que o dragão continuasse, Crusch lançou vários ataques contínuos no corpo da criatura. O corpo negro da criatura jorrava sangue escuro sem parar, até que cambaleou e caiu quebrando uma parede, esmagando a moldura da janela e caindo do lado de fora.

O dragão negro em queda gostaria de expandir suas asas, mas um lado de sua asa estava cortada, tornando-se incapaz de suportar um vôo.

O dragão negro, sem chances de se regenerar, não teve tempo e chance de dizer absolutamente nada, apenas caindo no chão.

Segundos depois ouviu-se o som de carne molhada sendo achatada no chão seco.

Crusch: “Vou verificar toda a situação, Subaru-sama, você pode cuidar dessa criança?”

Subaru: “S-sim, certo.”

Olhando para os fragmentos quebrados ao lado da janela, a qual haviam invadido, estava a vigilante Crusch.

A menina nos braços de Subaru tinha um olhar confuso e trêmulo enquanto olhava para ele. Isso era claro, inevitável. Numa situação dessas qualquer um sentiria medo.

Subaru: “Está tudo bem agora, o dragão foi morto pela irmã mais velha. Embora seja difícil pedir isso… poderia me dizer onde está todo mundo?”

Menina: “Ah, eh…”

Subaru: “Viemos até aqui para salvá-los… então poderia me ajudar? Antes que o inimigo volte.”

Ele dobrou os joelhos, ficando na mesma linha de visão da garotinha e falou num tom firme.

Esse era o comportamento consciente que ele usava para falar com uma criança mais jovem. Ela pareceu se acalmar um pouco como se estivesse se preparando para responder a pergunta dele.

Com o corpo tomado pelo medo, a garotinha apontou para uma pequena sala…

Menina: “Tem uma sala ali… todos estão lá dentro…”

Subaru: “Aquela sala está trancada…?”

A garotinha que agora parecia mais calma, falou mansamente, apontando para uma sala dentro da sala de transmissão.

Na verdade, essa não era a sala de transmissão, certo? Embora ela fosse uma sala grande, não havia nenhum aparelho de transmissão presente. Então, certamente a sala qual a garota estava apontando, era sem dúvidas a verdadeira sala de transmissão.

Quando pôs seus olhos sobre a porta, Subaru hesitou. Ele queria perguntar se as pessoas estavam bem e vivas lá dentro.

Mas perguntar isso para a garota era cruel demais.

Subaru, que se levantou, acariciou a cabeça da menina e foi em direção à porta.

Com o coração palpitando freneticamente, Subaru pôde sentir o suor brotar em seu pescoço.

Nem mesmo a batalha caótica a pouco foi capaz de o deixar tão nervoso quanto agora. De repente sua garganta secou, era a sensação de uma premonição desagradável que se aproximava, de um jeito incômodo com um terror que preocupava demais sua mente

Crusch: “Subaru-sama?”

Subaru: “Ah, estou bem. Estou prestes a começar a procurar pelos outros. O que aconteceu com a Luxúria?”

Crusch: “… Está tudo bem por aqui também. Pelo que parece, ela vai permanecer inconsciente durante um tempo.”

Crusch respondeu sobre seu estado com a luxúria, e depois de receber sua resposta, Subaru respirou fundo e se dirigiu até a sala, finalmente estendendo a mão para alcançar a maçaneta.

Aquela sala poderia estar cheia de cultistas da bruxa, pensou Subaru. Era algo que ele tinha que levar em consideração.

Mas aquele pensamento agora era supérfluo, de fato, e esse pensamento estava correto.

Porque na realidade, quando ele pôs a mão sobre a maçaneta e abriu a porta, nenhum cultista ocupava aquela sala.

Ao invés disso, quem ocupava o lugar era–

“——”

“——”

“——”

“——”

“——”

“——”

“——”

“——”

“——”

“——”

“——”

“——”

“——”

“——”

“——”

“——”

“——”

“——”

“——”

“——”

“——”




Com vários olhares confusos, eles olharam para Subaru com espanto.

Não, na verdade, não havia como saber. Talvez ele só quisesse presumir que eles estavam o observando. Subaru não sabia como eles observavam o mundo, e particularmente ele não queria saber.

Ele simplesmente se sentiu consternado. Seu corpo congelou, não conseguia pronunciar uma única palavra.

Isso era o som que ele havia ouvido durante a transmissão dentro do abrigo. Os ruídos irritantes acompanhado da voz da Luxúria.

Subaru: “Mas o que é isso…?”

Em resposta à pergunta de Subaru, o som da voz respondeu.

Na sala escura, o som de numerosas asas batendo ecoou por toda a sala, com incontáveis olhos vermelhos encarando Subaru.

O som que ele ouviu na transmissão, era como se muitas moscas estivessem sido amontoadas em apenas uma única sala. E desconfortavelmente todas essas moscas eram do mesmo tamanho que pessoas normais.

???: “AAAAAHHHHH!”

Subaru: “Eh?”

E, de repente, com um grito ensurdecedor de dor repentino que foi ouvido, Subaru surpreso fechou a porta com força. E virando-se, ele encontrou…

???: “Gahahaha, você é realmente um estúpido! Você realmente queria me desafiar em uma luta tática de inteligência? Acho que seu cérebro está derretendo aos poucos diante dessa sua petulância.”

Detrás dele, Crusch servia de capacho para os pés da garota que deu uma risada aguda e estridente da expressão de Subaru. Não havia dúvidas de que aquela voz cruel e insuportavelmente irritante era muito familiar.

Capella: “Na verdade, eu sou Capella! Kyahahaha~” Quando Capella piscou e espichou a língua, Crusch cuspiu sangue.

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