――Meili Portroute
Encarando a capa do livro, Emília disse isso, Subaru ficou petrificado. Seus olhos se arregalaram. Ele olhou para a capa do livro. As letras escritas ali, Subaru não conseguia lê-las de jeito nenhum. Porém, aqui e agora, não havia razão para Subaru colocar um pretexto e pensar que Emília estava tremendo sem motivo.
Então por que havia um「Livro dos Mortos」? Não havia espaço para dúvida sobre esse fato.
Subaru: “――――”
Ele ainda não conseguia falar, Subaru com as suas bochechas rígidas e com as costas encharcadas por estar suando frio. Dentro de seu crânio, seu cérebro estava gritando apenas uma, e única, coisa: “Por que?”
Por que tinha um livro com o nome da Meili aqui? Por que essa biblioteca, que mantém os dados dos mortos, tem o livro daquela garota tão rápido? Por que nessa biblioteca tão vasta, eles acharam o livro de Meili tão rápido? Por que logo isso foi acontecer quando Subaru começou a sentir que podia confiar na Emilia? Por que o destino não perdoava Natsuki Subaru? Por que? Por que? Por que? Por que? Por que?Porque?Porque?Porquê?Porque?Porque?
Porque?Porque?Porque?Porque?Porque?Porque?Porque?Porque?Porque?Porque?Porque?Porque?Porque?Porque?Porque?Porque?Porque?Porque?Porque?Porque?Porque?Porque?Porque?Porque?Porque?Porque?Porque?Porque?Porque?Porque?Porque?Porque?Porque?Porque?Porque?Porque?Porque?Porque?Porque?
Emilia: “――Beatrice, você checou os conteúdos do livro?”
Subaru: “――hk”
Enquanto ele se forçava a suprir essa quantidade incrível de「Por quês」na sua cabeça, aquelas palavras entraram de uma maneira desconfortavelmente clara nos seus ouvidos. Levantando a sua cabeça em um instante, Emília foi que questionou Beatrice. Ela perguntou a Beatrice enquanto continuava encostada na estante, encarando o livro em questão.
Até onde Subaru sabia, os 「Livro dos Mortos」encontrados nesta biblioteca, se você conhecesse a pessoa no livro, e o tocasse, então as memórias da vida dela iam se inserir na sua cabeça. Embora seja um livro mágico com poderes inabaláveis, não é o tom fantasioso da história que se torna um problema neste lugar, é um problema mais realista.
Olhando as gravações da vida de Meili significava que eles iriam supostamente ver os momentos finais dela. Em outras palavras, eles iriam ver quem a estrangulou.
Subaru: “――――”
Subaru tinha matado Meili com as suas próprias mãos, nessa circunstância, ele não tinha dúvida que havia sido「Natsuki Subaru」que havia agido ali. Mas, apenas Subaru poderia enxergar essa distinção. As memórias agiam como uma gravação de vídeo, assim como alguém veria nas gravações de uma câmera que estava nas áreas que tinham um potencial de crime alto. Ele não podia esperar que eles enxergassem tal distinção. Somado a isso, nesse loop, ele havia omitido a sua perda de memória de todos.
O crime que Subaru cometera iria ficar claro para todos a partir das memórias, e isso avançaria até o estágio onde todos descobriram sobre a sua perda de memória. Se eles já soubessem sobre isso*, iria aparecer apenas como uma desculpa ruim. Naturalmente, Emília e os outros pareciam estar no mesmo nível que Subaru. Mas se Beatrice tinha antecipado isso e já tinha se referido sobre a memória a respeito da morte de Meili――
Beatrice: “――Eu não olhei ainda, eu suponho.”
Subaru: “――hk, oh, é mesmo?”
Beatrice: “É natural que ainda não, na verdade. Eu não tive escolha a não ser manejar cuidadosamente, eu suponho, Na verdade, para começar, nós ainda não sabemos se esse livre é mesmo sobre a Meili que nós conhecemos. Se é realmente o livro daquela garota…”
Emilia: “Meili está dentro dessa torre… oh Não! nós temos que procurá-la agora mesmo!”
A troca complexa dela, Emília tentou começar a correr ao ouvir as palavras de Beatrice. Porem Beatrice a para enquanto balança a própria cabeça.
Beatrice: “Espera, eu suponho! Se é mesmo o livro daquela garota, então procurá-la nessa pressa é inútil, na verdade. Você sabe o que significa quando um livro é adicionado aqui, eu suponho.”
Emilia: “…Então por conta disso, Ram foi procurar pela gente e pelo grupo de Julius.”
Beatrice: “No meio disso, Meili fez um teatro para parecer inocente, então você pode considerar isso como um erro infantil de Betty.”
A força de Emilia vai se esvaziando lenta e constantemente ao ouvir Beatrice apontando esses fatos calmamente. Ainda sim, com um olhar inquieto no seu rosto, Emilia junta as mãos na frente de seu peito, parecendo que estava fazendo uma prece. Ela tem esperança que o livro seja de alguém que, por coincidência, tenha o mesmo nome que Meili.
――Mas, Natsuki Subaru sabia que essa prece não iria se concretizar
“――――”
Subaru estava virando sua cabeça rapidamente para olhar Emília e Beatrice enquanto elas falavam. Seus pensamentos estavam girando em círculos; na maior parte do tempo ele estava pensando em como sair dessa situação sem ter que contar a verdade.
Assim como ele havia simulado anteriormente, ele não pode deixar Emilia e os outros verem as memórias de Meili. Foi um golpe de sorte Beatrice não ter tentado ler o livro, ainda mais, era apenas uma questão de tempo ate que uma delas iria olhar. É fato que Meili estava morta, ela nunca vai aparecer de novo nessa biblioteca toda inocente. Então, é claro, eles iriam eventualmente checar o「Livro dos Mortos」, e isso não ia demorar muito.
Se eles olhassem o livro, eles iriam acusar Subaru. Então, ele deveria fazer algo como se livrar do livro de Meili? ―Não, ele quer evitar isso. É verdade que essa era uma situação muito difícil, porém, os sentimentos de Subaru haviam se tornado mais problemáticos —Subaru também tinha certo interesse nos conteúdos do livro.
Subaru atualmente acredita com alguma certeza de foi 「Natsuki Subaru」que matou a garota. Se ele olhasse pelas gravações de Meili, ele talvez fosse capaz de ver 「Natsuki Subaru」ali. Ele poderia concebivelmente ver a forma literal do seu potencial「Inimigo」que estava dentro dele. Se isso fosse possível, a situação de Subaru ia mudar drasticamente. No mínimo, ele deveria ser capaz de pensar em alguma solução.
Concluindo, ele não pode deixar Emília ou qualquer pessoa ver os conteúdos do livro. Subaru deve ser o único a experienciar os conteúdos do livro――
Shaula: “Agora é isso que eu chamo comossão, alguma coisa aconteceu?”
Emilia: “Ah, Shaula, você veio.”
No meio tempo, Shaula havia aparecido na biblioteca Taygeta. Esticando seu pescoço, com seu cabelo negro balançando de um lado para o outro, Shaula cumprimenta Beatrice e Emilia. Ela então nota Subaru no fundo da sala e faz um aceno com a mão para ele. Nesse momento, ele pensa que a sua entrada foi quase igual a entrada que Meili fez no salão do café da manhã esta manhã. Subaru vira o rosto, em um ato para tentar conter a ânsia de vômito.
Shaula: “Oyo, que resposta fria do Mestre! Depois de passar ardentemente tanto tempo comiiiiigo.”
Beatrice: “Eu estou até bastante interessada no que vocês fizeram nesse tempo, mas, por agora eu irei adiar essa dúvida, eu suponho. Informe se você viu Meili em algum lugar. Vocês eram boas amigas, eu suponho.”
Shaula: “A criancinha… humm, Número Dois? Ela? hmm, agora que você disse, eu não vejo ela faz um tempo. Eu não sei o que aconteceu com ela depois do café da manhã de hoje.”
Shaula respondeu Beatrice balançando as duas mãos. Então ela posicionou as mãos balançantes em suas bochechas, e, inclinando a cabeça, disse: “O que tem de errado com a Número Dois?”, ou ouvir a pergunta de Shaula, Emilia olhou para baixo com ansiedade.
Emilia: “Para falar a verdade, nós achamos o livro com o nome de Meili na biblioteca. Nós não olhamos dentro ainda, antes de fazer isso nós queríamos checar se estava tudo okay com a criança…”
Shaula: “Ah, entendo. Número Dois acabou morrendo? Pensar sobre isso é problemático, há muitas formas de morrer; Coisas assim podem simplesmente ocorrer, nããão?”
Emilia: “—hk”
Beatrice: “…Você”
Parecendo bastante indiferente ao que estava acontecendo ao seu redor, Shaula expressa sua opinião sobre as questões de vida e morte, sem levar em consideração a angústia de Emilia. Ao ouvir o que Shaula havia dito, as bochechas de Emilia endureceram e Beatrice olhou para Shaula com uma expressão de raiva. No entanto, Shaula não prestou atenção em como os dois reagiram.
Shaula: “Então, onde está esse livro tão importante? Uma vez que você olha dentro, vocês podem descobrir como e onde a Número Dois morreu, de faaato.”
Subaru: “Já, já chega! Sempre falando assim…”
Subaru não foi capaz de observar sem intervir, se irritando por conta dos comentários descuidados de Shaula. Agora o comportamento de Shaula mostrava uma falta de compaixão também. Até agora, de forma alguma Subaru poderia contar seus pensamentos, ele tem discrição suficiente apenas para não abrir a boca. Agora a Shaula, não tem――
Shaula: “Não fica braaavo, Mestre. Eu não queria ofender! Mas, mas, praticamente falando, o livro está aqui, então porque não deveríamos?”
Subaru: “Pelo… Menos, depois de nós, nós nos juntarmos.”
Shaula: “Mesmo se você não ler calmamente, não vale a pena ler o livro? Se não é sobre as preocupações da Número Um de não saber o que vai acontecer depois de ler, então…”
Subaru hesita, as suas forças de contra argumentação se enfraquecem na medida que Shaula o pressiona por uma resposta. Ela para a sua fala no meio e encara Beatrice pelo canto do olho, e então, mais uma vez, ela encara Subaru. Com o rosto dela ainda mantendo um olhar que não esconde nada, um que não há maldade.
Shaula: “――Mestre devia ler o livro.”
Subaru: “――――”
Shaula: “Quando vocês pisaram pela primeira vez nessa biblioteca, foi o Mestre e aquele garoto almofadinha foram os primeiros a experienciar o conteúdo, não? Depois disso, não houve nenhum efeitús negativos nééé?”
Com seus amplos seios balançando, Shaula dá um passo à frente e posiciona sua face logo na frente do rosto dele. Com sua respiração abalada por conta da sugestão da mulher, o cérebro de Subaru começa a pensar cuidadosamente.
É claro, era completamente possível que essa experiência tivesse levado as memórias de Subaru, dando início a separação entre “Natsuki Subaru” e o seu eu de agora. Se esse fosse realmente o caso, seria estranho se Julius não tivesse experienciado o mesmo fenômeno incomum. De maneira alguma ele iria esconder sua perda de memória como Subaru fez; Era preciso dar um grande salto de imaginação para chegar a essa conclusão.
Não havia relação entre a influência dos「Livros dos Mortos」e a perda de memória dele. Ter essa conclusão não era problema algum nessa situação. Então, com essa sendo o caso, a sugestão veio para salvar a pele dele――,
Subaru: “――Certamente, o que a Shaula disse pode ter um pouco de verdade.”
Beatrice: “…Subaru, você realmente vai fazer isso, na verdade? Até agora você participou de refeições junto com essa companheira, eu suponho.”
Se ele tirasse vantagem das palavras de Shaula, por enquanto, ele poderia passar do primeiro obstáculo. Ser o primeiro a ler o「Livros dos Mortos」de Meili, e garantir que fosse primeiro e último a ler, então o que Subaru havia feito iria permanecer dentro da sua mente, escondido. Porém, é aí que a preocupação genuína de Beatrice por ele entra na equação.
Ela estava preocupada com a alma de Subaru ser danificada. Até agora, o morto que 「Natsuki Subaru」tinha visto aqui tinha apenas uma relação distante com ele. Havia uma grande diferença entre aquilo e Meili.
Eles tinham se aventurado juntos, eles conversaram, eles compartilharam refeições; Ela era uma doce companheira de campo. Beatrice estava preocupada com que tipo de trauma mental iria afetar Subaru se ele visse a「Morte」dela com seus próprios olhos.
Subaru: “…Eu vou ficar bem, fica tranquila. Como Shaula disse, eu sou provavelmente a melhor pessoa para fazer isso.”
Para as preocupações de Beatrice, Subaru tencionou as bochechas para que seu olhar ficasse mais sério, e então acenou com a cabeça. Certamente, olhar as memórias de uma pessoa falecida que tinha um rosto que você conhecia iria provavelmente causar anomalias ou traumas mentais em alguém. Se você fosse alguém bom, então talvez isso seria insuportável.
――Mas esse não é o caso dele. Não é.
Para Subaru agora, a jornada com Meili, as palavras que ele trocou com ela, as refeições que ele compartilhou com ela, de forma alguma ela era esse tipo de companheira de campo para ele. Durante essas poucas horas, ele se comportou como se a conhecesse. Eles haviam compartilhado duas ou três refeições juntos, e às vezes ela o ajudava a se acalmar um pouco, mas esse era o limite de suas relações. Ela era apenas uma garotinha desconhecida para ele ― Ele não receberia nenhum trauma mental ao ver sua morte.
Emilia: “Eu continuo contra isso. Se realmente for necessário, então não deveria ser Subaru, mas sim eu…”
Beatrice: “ Se Emilia quer ver aquilo, Betty vai se opor, na verdade. Se alguém tem que ver aquilo… É frustante, mas Julius ou Subaru são os melhores candidatos, eu suponho. Mas, se você visse como Julius estava esta manhã, provavelmente você iria riscar ele desta lista.”
Emilia: “Beatrice…”
Emilia, que parecia desanimada, se silenciou ao ouvir a lógica de Beatrice. No mínimo, Beatrice pareceu escolher respeitar a vontade de Subaru. Porém, por conta do que ocorreu agora a pouco, Emilia sabe que a condição de Subaru é um tanto instável. Portanto, Subaru acenou com a cabeça para os olhos ametistas cuja possuíam uma preocupação que parecia não ir embora.
Subaru: “―Eu vou ver. Talvez, se for apenas um mal entendido, e se você ler com um bom humor, talvez nada aconteça?”
Emilia: “…Se alguma coisa acontecer, eu vou destruir o livro de uma vez só. Eu vou puxar seu cabelo também…”
Subaru: “Eu gosto mais se você apenas me chamar e balançar meus ombros ao invés disso.”
Com a força super humana de Emilia, se ela puxasse o cabelo dele, a parte de trás da cabeça de Subaru iria se transformar em uma área deserta permanentemente. E então, depois de responder com tais palavras falsas, Subaru dá um passo à frente na direção da estante. Imutavelmente, o Livro de Meili ainda estava lá, emitindo uma presença estranha. Desde o começo, nas vezes que ele teve a chance de dar uma olhada naquilo, ele apenas tinha visto um livro simples e comum. Mas agora, dessa aura estranha que o livro possuía, parecia que ele podia instintivamente reconhecer o nome. De qualquer forma, ele não podia depender de seus sentidos.
Então, Subaru pegou o livro para procurar o que ele não pode depender de si.
Subaru: “――――”
Atrás dele, Emilia e Beatrice estavam segurando as respirações. Shaula colocara as mãos atrás da cabeça, e agora estava observando a decisão de Subaru com uma expressão despreocupada. Enquanto dá uma olhada nesses três indivíduos, Subaru respira fundo e coloca a mão na capa do livro grosso (que parecia um dicionário).
Subaru: “―Vamo lá”
Como se ele estivesse tentando se convencer a si mesmo a fazer o ato, Subaru sussurra isso e abre o livro. —Seus sentidos se desligam.
――Desde que a Garota se deu conta do mundo a sua volta, não havia nada.
Não havia ninguém por perto. Nenhum homem, Garota, adultos, crianças, idosos, bebês, ninguém mesmo. Sozinha na escura, escura, negra, negra floresta, a Garota estava completamente sozinha.
Sendo capaz de se levantar e caminhar. Sendo capaz de falar. Sendo capaz de chorar para sobreviver. A Garota não era capaz de fazer nada disso; Todas essas coisas estavam distantes, desconhecidas pela Garota, sumidas além do vazio.
“――――”
Se ela não sabe como falar, ela não sabe como lamentar. Se ela não sabe andar, ela não sabe como resistir. Se ela não sabe viver, então não há razão para ela saber sobre o ato de morrer.
Portanto, a Garota não tinha escolha, os significados de, ambos, vida e morte não foram mostrados a essa Garota― ela havia sido roubada pelas presas de uma besta. A besta que possuía um chifre na testa, e esta fera hedionda de matança estava continuamente agindo em feroz matança―
A Garota não sabia por que aquela besta não havia esmagado a sua garganta ainda e tinha, ao invés disso, arrastado ela pela nuca de sua roupa de volta ao seu lar.
Porém, escolhas, que eram para existir, nasceram, e o destino da Garota ficou decidido ficar entre as bestas.
Ela não sabia nenhuma palavra, então ela não sabia como lamentar. Ela não sabia como andar, então ela não sabia como resistir. Porém, como ela sabia essa novo jeito de viver, ela achava que não devia morrer.
Notando o que acontecera, a Garota seguiu as feras assassinas e se tornara sua rainha, dominado toda a área.
Atacando suas presas como ela queria, comendo quando ela sentia fome, matando quando ela queria, dormindo quando ela queria dormir, vivendo do jeito que ela queria, matando do jeito que ela queria, sendo criada dentro da maternidade da matança.
No passado, ela havia perdido a memória para existir. Ela havia sido reduzida a algo parecido com nada, algo que não sentia necessidade de uma símbolo ou alguma coisa parecida. Nesse ritmo, ela acreditava, para o melhor ou o pior, que morreria sozinha, como uma das bestas.
???: “――Essas boas vindas foram bem mais calorosas do que eu esperava. Porem, eu não pretendo te machucar.”
Era uma Mulher de preto. Coberta do fedor demoníaco de sangue, esta lá uma Mulher de preto. A Garota que liderava o grupo de bestas com singelos gestos de mãos estava desprovida de tudo que tinha, pelas mãos da Mulher de preto.
Sangue e carne inundavam, gritos de agonia queimavam o ar, e o sorriso da Mulher de preto começou a se manchar de sangue.
*Mulher de Preto*: “Foi dito a mim para te trazer de volta comigo. Por conta disso, eu hei de ter a sua companhia.”
A Mulher de preto, forçadamente, pegou a Garota não qual não tinha nada. Ela tomou o lugar onde a Garota viveu por muito tempo, as bestas que ela passou muito tempo, o lugar no qual ela foi ela mesma.
Mesmo depois disso, a Garota não podia fazer nada.
Ela não sabia nenhuma palavra, então ela não sabia lamentar.
Ela não sabia como andar, então ela não podia resistir.
Ela perdeu o seu jeito de sobreviver, então dessa vez, ela não tinha escolha a não ser morrer.
???: “Como lamentar, como resistir, como viver, você perdeu tudo isso? De jeito algum, jeito algum, eu não poderia ligar menos para as desculpas vazias que você inventa.”
Aquilo fez ela se arrepender de não saber como lamentar.
???: “Lamente, por mim. Resista, por mim. Viva, para me amar.” *
*NT: Em, japonês, essa pessoa tem um padrão de fala extremamente similar a de Capella (Usando アタクシ para se referir a ela mesma)
Aquilo a fez se arrepender de não saber como resistir.
???: “Se você diz que perdeu tudo, esqueceu tudo, se distanciou de tudo, então eu terei que discipliná-la, não terei? —Esse é o dever de uma “Mãe” no fim das contas.”
――Isso a fez se arrepender de ter esquecido como viver, e a inabilidade de pensar de como morrer.
Mais inferna que o inferno, mais atormentador que um pesadelo, mais maligno que o mal――
Para aquilo, Mãe a disciplinou de todas as formas, não pela Garota, mas por ela mesma.
「Mãe」não mentia.
「Mãe」era imparcial.
「Mãe」usou todos os jeitos para ser amada.
「Mãe」porem, apenas usou jeitos distorcidos.
Ela lembrava palavras. Como lamentar foi removido. Ela se lembrou de como andar. Como resistir foi repintado. Ela se lembrou de como viver. Foi cravado nela, que não havia mais esperança de ter um jeito de morrer.
*Mulher de Preto*: “Por favor, pare de ficar sob controle total daquela pessoa. Porque, exceto por mim, certamente, não importa quantas vidas você consiga, elas seriam insuficientes no final.”
Der repente, quando ela lembrou o jeito das palavras, e o jeito de andar, e o jeito de viver, ela encontrou de novo a Mulher de preto. A Mulher de preto ocasionalmente encontrava com a Garota. Antes mesmo de ela notar, ela estava agindo sob a companhia da garota de preta mais frequentemente.
Antes de encontrar「Mãe」pela primeira vez, ela lembrou quando ela foi jogada em água aquecida. Coberta de sangue, lama e terra, a impiedosa Mulher de preto havia lavado ela da terra irremovivel. Ou talvez, aquela havia sido o ultimo senso de liberdade que a Garota sentiu.
As intenções da 「Mãe」eram claras, ela queria que a Garota se alinhasse com a Mulher de preto.
A Mulher de preto era incrivelmente forte. O jeito de matar dela era sensacional. Ela sabia mais sobre matar do que viver. Tudo, exceto isso, havia se distanciado dela.
???: “ ■■■■■■■ está aqui, é melhor deixar com você.”
Um único evento modelou tudo o que aconteceu, ou ao menos era assim que parecia. Ela era indisciplinada. Ela não era rígida. Ela era até que útil como companheira. Ela não podia tirar os olhos de sua companheira. Ela não era fiel à「Mãe」. Não apenas como ela matava, mas também como ela vivia, tinha liberdade ali.
Ela havia visto o inferno. Ela havia visto pesadelos. Ela havia visto o mal. Pela vida inteira, a Garota pensou que nunca esqueceria o「Horror」. Enquanto ela estava junto com a Mulher de preto, enquanto ela ia junto e ajudava essa mulher indisciplinada, parecia que o que havia sido cravado nela estava desaparecendo. Mas—
*A Garota*: “――Elsa… Morreu…”
Morreu. Ela morreu. Ela se tornou cinzas e morreu.
A Mulher de preto que nunca morria, mesmo quando era morta― Não, perto do fim a garota era Elsa.
Morreu. Ela morreu. Ela se tornou cinzas e morreu.
Ela tinha uma lança presa no seu estômago, ela tinha perdido os dois braços a partir dos ombros, e ela já tinha a visto com um pescoço quebrado. Ainda sim, Elsa não morria. Ela pensou que ela nunca morreria.
Morreu. Ela morreu. Ela se tornou cinzas e morreu.
Ela também tinha aguentado o treinamento da「Mãe」. Ela tinha passado pelo inferno, pelos pesadelos e pelo「Horror」. Mas, Elsa morreu. Ela iria voltar a ser sozinha. Ela tinha perdido a sua horda, ela havia perdido Elsa. Ela estava sozinha.
Morreu. Ela morreu. Ela se tornou cinzas e morreu.
Morta. Ela foi morta. Ela foi transformada em cinzas e morta. Aqueles que haviam matado Elsa, também capturaram a Garota e a impressionaram.
――Sozinha, dentro de um quarto escuro, a Garota questionou o vazio dentro dela.
Ódio, Odiondo, Ira? O sentimento de Ódio, como é?
Triste, Tristeza, Sofrimento? O sentimento de Tristeza, como é?
Ela não sabia como lamentar.
Ela não sabia como resistir.
Mesmo por ela mesma, ela não sabia o valor da vida.
Era assim desde o começo. Antes da morte de Elsa, antes que ela pudesse reconhecer a mulher de preto como Elsa, antes de conhecer「Mãe」, antes de começar o seu treinamento, antes da sua horda de bestas fosse destruida por Mulher de preto, antes de ela começar a liderar a horda, antes de a sua vida ser salva pela vontade das bestas, desde momento que ela foi jogada fora por aqueles que deveriam ser os seus verdadeiros pai e mãe, a Garota era um produto defeituoso.
A Garota foi deixada à deriva, viva. Quando ela era uma besta, ela havia imitado o jeito de viver das bestas. Depois de ser treinada pela「Mãe」, ela fazia exatamente o que era lhe dito. E mesmo depois dela começar a passar tempo junto com a Elsa, ela havia imitado o jeito que ela falava, ela havia imitado, imitado.
Desdo começo, essa Garota era esse tipo de criatura. Uma criatura humanoide que imitava as pessoas. Ela se comportava como os outros desejavam.
A Garota era capaz de imitar os outros, ela era uma mera farsa das pessoas que ela imitava, ela tinha a forma de uma pessoa, mas não nem um pouco como uma――
Mate o desgraçado, ela se perguntava se era isso que ela pensava. Persiga ele, ela se pergunta se ela estava pensado sobre isso dessa maneira.
Ela quer imitar alguém que conhece a morte de「Elsa」, ela queria precisamente saber o que fazer a respeito da morte de 「Elsa」. Ela queria imitar. Ela queria ver a norma correta.
O que ela deveria fazer. Ela havia perdido「Elsa」 ― Quem a Garota deveria imitar agora?
O tempo passou e ela ainda não entendia. Enquanto isso, enquanto ela mantinha as aparências por fora, a Garota era alguém que continuava a existir apenas por conta do desejo daqueles que a cercavam.
Ela desejou por mudança. Se os eventos mudassem, se a situação dela mudasse talvez ela achasse uma resposta. Aquilo, ou 「Mãe」talvez o queira morta ― Isso também talvez seja okay.
Ela se deixou ser moldada como pedido, como eles desejaram, como se ela estivesse à deriva. Então, se 「Mãe」desejasse, ela também poderia tomar a vida dela, no qual ela não conseguiu achar nenhum valor em particular.
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―――――――――――――――――― Ela odiava isso.
Ela odiava terminar ali, terminar aqui, ela odiava. Um sentimento de impaciência queimou seu coração. Sua alma carente, exigia seus próprios desejos.
No mínimo ela queria saber a resposta. A resposta para o que ela deveria fazer, agora que 「Elsa」foi assassinada.
???: “――Oh então você veio aqui também, ■■■■■?”
De noite. Dentro da biblioteca dentro da torre de areia, em um local onde os「Livro dos Mortos」estavam. Uma voz veio detrás dela. Lá, estava de pé um garoto de cabelos negros familiares que a conhecia bem. O coração dela pulou naquele instante. Ela mesma notou que lá no fundo ela estava com medo. Se ele perguntasse por que ela veio aqui, ela poderia responder questões como de quem o livro, que ela secretamente veio procurar, pertencia?
*O Garoto*: “Eu meio que tenho um livro que eu queria procurar. Realmente devia ter pedido a ajuda dos outros, mas eu não suportava os sentimentos de inquietação e…”
O garoto estava dizendo algo. Com um sorrido e uma inclinação de cabeça, ela esconde o coração ansioso. Fingindo, como sempre.
*O Garoto*: “――Não fique acordada até tarde, ■■■■■”
Ao ouvir isso, ela saiu da blibioteca. Lentamente saindo, então aumenta o ritmo, e no fim, correndo. Ele viu o que ela estava fazendo, ele sabia o que ela estava fazendo, ele entendeu o que ela estava fazendo.
Roendo as unhas e franzindo o cenho, a Garota se agachou e acalmou a respiração. Ele não viu, ele não sabia, ele não entendeu nada.
Mas ela abandonou tudo e começou de novo. A Garota entendeu o porquê dela ter vindo a esse lugar. E esse por que também era a razão para mudar tudo que ela sabia e começar tudo de novo, abandonando a tudo e a todos.
O impulso controlava a sua cabeça. Enquanto ela repreendia suas emoções mordendo seus molares, a Garota deu meia volta. Andando de volta pelo caminho que acabara de correr. As pernas dela relaxaram gradualmente e ela até mesmo começou a andar lentamente. No final, ela andava tão suavemente que seus passos não produziam som. Ela retornara para a blibioteca onde os「Livro dos Mortos」estavam.
Com as suas costas encarando ela, o garoto de cabelos negros estava sentado no chão. Com uma quantidade grande de livros empilhados no chão ao seu redor, ele já tinha achado o「Livro dos Mortos」que estava procurando? Pensando isso, ela sentiu inveja. Mas antes de notar ela notá-la, ela definitivamente deve —
*O Garoto*: “――Você é tão superficial.”
Se deixando ser controlada por sentimentos de desespero, ela sentiu vontade de culpar suas ações impulsivas. Enquanto ela parava seus pés, tudo que estava a frente de seus olhos era o cabelo negro na cabeça do garoto de costas.
Era para ela ter voltado sem ter feito nenhum som enquanto segurava a sua respiração. Era verdade que ela não chegava nem aos pés da Elsa, mas ela ainda consegui ser silenciosa. Então, como ele descobriu?.
“――――”
Todos os pensamentos se tornaram uma confusão. Ela acabara de chegar aqui, eliminando o som de seus passos, e ele ainda a percebeu, mesmo estando de costas. Que tipo de explicação ela pode dar?
――Não, mesmo assim, ela deveria ter falado algo. Levando seu treinando em consideração. Ficaria tudo bem se ela apenas viesse até aqui. Não importa o que, a Garota foi trazida pelo garoto. Ela também deveria ter levado isso em consideração. Com um sorrido tímido e uma inclinação de cabeça, ela esconde seu coração ansioso. Fingindo, como sem—
*O Garoto*: “Não fica puxando meu saco, é nojento. Ninguém ia querer que você fizesse isso com eles.”
Partindo a sua linha de pensamento e a calando enquanto ponderava. Qual o significado da fala do garoto de cabelos negros?
*O Garoto*: “Não me olha com essa cara formal. Pequena boneca submissa. Você vai ignorar esse desejo que está no fundo do seu coração?”
Desejo no fundo de seu coração. Por que ouvir aquilo pesou nela tanto?
*O Garoto*: “Se devote a ouvir a sua vontade. Se você ouvir, você vai ver você mesma um pouco mais. E quando você se ver um pouco melhor, vai saber o que quer fazer.”
Saber. O que ela quer fazer. Ver ela mesma. O que ela quer fazer, o que ela deseja, isso é――
*O Garoto: “ —Agora isso é um cara boa. É rica.”
Quando ela percebeu, o garoto de cabelos negros havia se virado e estava parado bem na frente da Garota. A mão do menino agarrou uma das tranças penduradas e a encarou com olhos horríveis que continham um prazer pervertido. Ela não conseguia tirar os olhos daquelas pupilas escuras na frente dela…
*O Garoto*: “Se você entender a sua vontade e começar a se ver como você realmente é, então você vai agir mais como「Você mesmo」. Suas preocupações e aflições bobas. Terei certeza de lembras de todas elas.”
Egoistamente decidindo o que a outra pessoa queria, o garoto assim declarou enquanto colocava a ponta dos cabelos da Garota em seus lábios. Isso encheu o peito dela com um sentimento de pavor, porem, uma pequena dor queimava o seu peito.
*O Garoto*: “――terei certeza de lembras de todas elas.”
Se ela entendesse a própria vontade. Se ela conseguisse ver ela de forma apropriada. A Garota poderia ser mais「Ela mesma」como ■■■■■ deveria ser?
*A Garota*: “――Eu queria falar sobre ontem a noite. Eu estava me perguntando, o quão serio eu deveria levar o que conversamos na ultima noite?”
O sol nasceu, ela terminou o café da manhã, e antes que eles fossem para o próximo teste da torre, ela conversou com o garoto de cabelos negros. Ela pensou tanto sobre isso que não consegui dormir. Ela pensou pensou pensou, mas não importava o quanto pensasse, ela não consegui chegar a uma resposta.
O garoto cumprimento a Garota no café da manhã como se a conversa de ontem a noite não tivesse ocorrido ou algo parecido. Então ela teria que fazer uma chance especial, ela o chamou. Incapaz de controlar seus sentimentos incansáveis, no mínimo ela deveria levar ele para um lugar onde ninguém mais poderia ouvi-los, então, assim talvez seja melhor.
*O Garoto*: “Aqui não. Vamos para outro lugar.”
A sugestão veio do garoto. Eles foram para outro lugar. Ao entrar na sala, ela queria perguntar para ela sobre o significado das palavras de ontem a noite. —Parando para pensar sobre, na blibioteca ontem a noite, o garoto disse algo sobre falar sobre alguma coisa com o resto do pessoal.
*O Garoto*: “Desculpe. ■■■■■”
Quando essas palavras foram sussurradas no ouvido dela, seu corpo leve foi empurrado para o chão. Caindo. Ela bateu com as costas no chão, mas não conseguiu gritar. Com seu campo de visão estava piscando, ela viu o rosto do menino subindo em cima dela. ―O sorriso no rosto dele era a coisa mais nojenta e diabólica que ela já tinha visto.
*O Garoto*: “Perguntar isso diretamente é contra as regras.”
O pescoço dela foi agarrado com força. A boca dela abria e fechava, mas o, tão precioso, ar não via. Se contorcendo. Lutando. Ela agarrou a mão que estava em seu pescoço e cravou as unhas ali. Desesperadamente, ela chutou as pernas dele.
Ela não consegue movê-lo ou empurrá-lo. Mas se ela fosse a Elsa, ela conseguiria lidar com ele.
*O Garoto*: “Dessa vez foi uma derrota por quebrar as regras, mas eu espero que você aja mais ousadamente na próxima vez. Faça o seu melhor, como sempre fez.”
Ela não entendeu o que ele queria falar. O que ele estava dizendo? O que ele queria dizer para ela? Do que ele estava falando?
*O Garoto* “Minha nossa, isso vai ser bem interessante —O Mistério de assassinato de Natsuki Subaru.”
Eu estou sendo morta. Esse raciocínio não era nada além de falho. Eu vou ser morta. No fim, eu poderia ter alguma coisa? Morta. Quando eu estava caçando na floresta, o que eu fiz. Morta. Inutilmente incapaz de fazer qualquer coisa. Sendo morta. Foi divertido. Morta. Foi legal. Ser Morta. Foi como participar de um jogo infantil. Sendo morta. Morta. Morta. Morta. Morta. Morta. Morta.
――Eu vou te matar.
Subaru: “Uh, AAAAAAAAAAAAHHH!?”
Em um instante, a cabeça dele foi para trás como se tivesse jogada. ■■■■■■ caiu de costas, largando o que estava segurando em suas mãos. Ele viu o mundo a sua voltar dar voltas. Ele respirou dolorosamente. Os pulmões dele estavam tendo espasmas de pânicos a sua respiração ofegante.
Emilia: “Ei, Subaru!?”
Ao lembrar do choque doloroso, a garota de cabelos prateados correu até ■■■■■■ que estava gritando de dor. Ao lado dela estava uma menina com cabelo claro. As duas vieram até ela ao mesmo tempo.
Subaru: “Eu- Eu tô… ah. Eh? Eu? Q-q-q-q-ue agora. como. Qu-. Eh” *
*N.T: Ele começa a se referir a ele mesmo do mesmo jeito que Meili fazia, usando “わたし” (watashi) e depois troca para “俺” (ore) para se referir a ele mesmo.
Beatrice: “Respire fundo! respire bem fundo, na verdade! Não precisa se forçar a falar, eu suponho! Emilia, não toque naquele livro sob nenhuma circunstância, na verdade!”
Os olhos do garoto estavam indo em círculos e espuma estava saindo da boca de ■■■■■■ enquanto a menina —Correção, Beatrice o chamava desesperadamente. Beatrice chamou a garota de cabelos pra—Emilia que estava pegando o livro. Sim, Emilia, mais uma vez, acenou com a cabeça e recolheu a mão.
Emilia: “Mas Beatrice, Subaru está estranho! Esse livro é…”
Beatrice: “Está é a exata razão do porquê, seria muito ruim se Emilia ficasse sob a mesma condição, eu suponho! É provável que ele explorou fundo demais, na verdade. Ele está confundindo como ele fala, eu suponho.”
Ao ouvir a analise de Beatrice, as bochechas tencionaram e ela engoliu seco. Seguindo isso, ela rapidamente chega ao lado de ■■■■■■ e segura as bochechas dele, encontrando os olhos dele com as pupilas dela.
Emilia: “Subaru, lembre. Você tá bem, você é Natsuki Subaru, meu cavaleiro. Você não sabe nada desse mundo e é quebrado, sem competição. Você se dá bem com todo mundo e… você é. Você é…”
Emilia começou a pinçar suas memórias, historicamente falando tudo que ela conseguia lembrar. Ao ouvir tudo aquilo, ■■■■■■ começou. ■■■■ru começou. Su■■ru começou
――Subaru começou a se lembrar dele mesmo
Subaru: “Eu –Eu… ah, Emilia, Beatrice… Eu sou, eu, né? Eu não sou ela eu sou… sem Elsa… err…”*
*N.T: Ele apensa usa “俺” (ore) aqui.
Emilia: “Você está indo bem, fique calmo. Tá tudo bem… Devagar. Devagar. Okay?”
Beatrice: “Como uma farpa, puxa essa memorias presas devagar, na verdade. E então, você será capaz a voltar a ser o Subaru de sempre, eu suponho.”
Subaru: ”Ugh, hk…”
Emilia e Beatrice, falaram com Subaru —Sim, Subaru. Elas falaram com Subaru. Enquanto aquelas palas chegaram ao seus ouvidos, de algum jeito, ele classificou tudo que ele acabara de ver.
Categorizando elas. Fazendo de alguma forma. Até a ultima gota. As memórias. O momento que sua vida foi apagada.
Julius: “Emilia-sama, desculpe, eu fiz você esperar. Eu ouvi sobre de Senhorita Ram no caminho―”
Echidna: “É verdade que você encontrou o livro com o nome daquela garota?”
Então, Julius que estava subindo as escadas chegou. Julius, Echidna e Ram chegaram e foram é se familizaram com o fato de que Meili estava ausente. Para essas três pessoas, Emilia e Beatrice começaram a explicar a situação atual.
“――――”
Shaula estava olhando silenciosamente, ela estava olhando para um livro, deitado a seus pés ao qual ela era indiferente. Ela estreitou os olhos negros. Não havia um único indício de emoção naquele olhar. Ela estava simplesmente, silenciosa.
――Encarando silenciosamente.