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Super Detective in the Fictional World – Capítulo 147

Sem Reunião e Ataque da SWAT

A sala de conferência agora estava uma bagunça. A longa mesa que Luke e Jimena usaram estava cravada com buracos de balas. Um criminoso morto estava nela e havia outro corpo não muito longe.

Uau, o John é muito bom! Luke riu internamente.

Seu Olfato Aguçado o informara ser o Detetive John McClane que estava lá dentro.

Então, ouviu o Detetive John falando furiosamente em um walkie-talkie: — Foda-se! Isso mesmo, estou tirando sarro da polícia. Por que não vem me prender? Estou no Plaza Nakatomi. — O homem provavelmente não estava com o celular.

Luke admirou bastante o homem descalço atormentado em um terno desgrenhado.

O Detetive John não era Luke, que tinha um sistema e era muito mais forte que uma pessoa comum.

Ele era apenas um policial comum, porém, teve coragem de enfrentar quinze criminosos.

Mas Luke não achava que era um bom momento para se juntar ao Detetive John.

Primeiro de tudo, a esposa do Detetive John, a gerente chamada Gennero, provavelmente também era uma refém.

Luke aprendera isto pela sua conversa com Jimena mais cedo. Ela disse que Gennero tinha um marido que era detetive em Nova York.

Portanto, se ele se mostrasse agora, não seria obrigado a se juntar com John para salvar a Sra. Gennero?

Segundo, Luke era um oficial de LA e John não era. Se trabalhassem junto, significaria que Luke aprovava as ações de John, e poderia ser responsável pelos erros que este cometesse.

Terceiro, os movimentos de Luke seriam dificultados se ficasse com o Detetive John.

Assim, era melhor ajudar John furtivamente a eliminar os criminosos! Pensando nisto, Luke estava prestes a escapar.

No entanto, John exclamou animado de repente: — Haha. Eles estão aqui, finalmente estão aqui.

Um momento depois, reclamou desapontado: — Sério? Só uma viatura?

Todavia, logo entrou em ação. Luke observou o Detetive John com grande interesse, e aplaudiu sua ingenuidade.

John quebrou a janela e jogou o corpo de um dos assaltantes que matara.

Era impossível os oficiais não o verem.

Com sua audição aguçada, Luke até ouviu o corpo ser esmagado em um carro.

Não havia nenhum carro estacionado na frente do prédio agora há pouco, então o único carro no qual o corpo poderia ter atingido seria a viatura que acabara de chegar.

Disparo intenso surgiu. Luke balançou a cabeça e soube que o departamento de polícia definitivamente agiria.

Desde que sabia o que os criminosos estavam fazendo, não teve pressa.

Além disso, John já havia chamado a atenção da polícia, então Luke também teve que contatar seu chefe.

Ele fez a ligação do terraço do prédio com seu celular.

Um momento depois, Dustin atendeu: — Dustin falando.

Luke falou: — Chefe, é o Luke. Estou no Plaza Nakatomi no distrito central. Há cerca de cinquenta criminosos armados aqui. Eles têm armas pesadas e mais de cinquenta reféns. Uma viatura acabou de chegar e alguém jogou um corpo nela. O que devo fazer, chefe?

Após um breve silêncio, Dustin disse: — Diga-me tudo que sabe sobre os criminosos.

Luke rapidamente explicou tudo e Dustin ficou ansioso: — Tenha cuidado enquanto está aí. Se esconda e aguarde por instruções. — E então desligou.

Luke sabia que Dustin tinha que relatar ao diretor.

Isto estava acontecendo no distrito central, qual não era território de Dustin.

No entanto, Luke estava na cena do crime, o que deu a ele a oportunidade de intervir.

Luke aproveitou a brisa fria do terraço e se sentiu entediado enquanto aguardava pelas instruções de Dustin.

De repente, a porta atrás dele rangeu.

Luke imediatamente grudou na parede e respirou fundo. Sentiu o cheiro de três pessoas, e… C4?

Estes eram verdadeiros profissionais!

Luke sacou silenciosamente sua Glock 23.

Houve passos apressados e a porta abriu quando três pessoas emergiram no terraço.

Estavam com pressa e nada alerta.

Afinal, seus compatriotas estavam caçando o Detetive John, e ele não poderia ter corrido até o terraço.

Com calma, Luke mirou neles sem hesitação.

Pa! Pa! Pa!

Ele estava a dois metros de distância deles e não estavam despreparados. Os atingiu na parte de trás da cabeça como uma criança disparando em balões.

Luke ouviu cuidadosamente para ter certeza que mais ninguém estava vindo antes de examinar o equipamento dos mortos.

Além de C4, havia detonadores, cordas e fios.

Eventualmente, pegou uma UMP e seus pentes. Quanto a C4, jogou casualmente no pátio no fundo do prédio.

Se os criminosos o quisessem, poderiam descer as escadas e pegarem.

Luke estava prestes a descer, porém, naquele momento viu várias viaturas. Vários holofotes foram então focados no prédio.

Ele parou e notou a equipe da SWAT.

Não sabia o que dizer — a equipe tinha só oito soldados. Havia cinquenta criminosos armados no prédio e os oficiais iam invadir com tão poucos números?

Mas não havia nada que ele pudesse fazer.

Alertá-los ao disparar? Os oficiais não eram covardes. Estes apenas se aproximariam ainda mais rápido do prédio para pegar cobertura.

Chamá-los? Não havia tempo.

Se a equipe da SWAT tivesse que esperar um pouco mais, teriam recebido a informação de Dustin.

Todavia, seu comandante era apressado demais, o que deu a Dustin pouco tempo para repassar a informação que acabou de ouvir.

Luke observou impotente enquanto a SWAT entrava no prédio.

Como esperado, disparos misturados com gritos soou um momento depois. Estava claro que a equipe da SWAT foi emboscada.

Luke não sabia o que dizer. Dustin não deu nenhuma instrução. Portanto, não podia fazer nada por mais capaz que fosse, não tinha o poder para comandar oficiais de um distrito diferente.

Até Dustin não esperava que seguissem seus comandantes.

Um momento depois, um carro blindado leve surgiu.

Os olhos de Luke iluminaram. A LAPD era realmente rica se podia se dar ao luxo de tal veículo. A maioria dos criminosos não podia fazer nada com carros blindados.

Entretanto, o que aconteceu no momento seguinte o atordoou.

Com um whoosh, um risco de fogo saiu do segundo andar do prédio.

BOOM!

O carro blindado, que estava subindo os degraus, foi atingido por um RPG.

— Porra! — Luke não pôde deixar de xingar alto.


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