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Super Detective in the Fictional World – Capítulo 148

Criminosos Profissionais, John em um Tumulto e Matança Tripla de Luke

Os criminosos eram verdadeiros profissionais. Até carregavam um RPG.

Em menos de cinco segundos, um segundo míssil atingir o carro blindado novamente, explodindo-o em uma bola de fogo gigantesca.

Luke xingou em seu coração. Os criminosos acabaram tendo mais de um RPG.

Naquele momento, Dustin ligou: — Ei, Luke, como está do seu lado?

Luke respondeu: — Chefe, melhor dizer ao comandante o que sabe sobre os criminosos. Uma equipe da SWAT invadiu no momento que chegaram. Vários homens e um carro blindado foram eliminados.

Dustin ficou atordoado por um momento: — O quê?

Luke falou: — Agora há pouco, aquelas pessoas dispararam no carro blindado com RPGs e o mesmo virou uma bola de fogo enorme.

Dustin ofegou: — De onde são os terroristas.

Luke balançou a cabeça: — Não, chefe, estão aqui por dinheiro. Não são terroristas.

Dustin comentou: — Lunáticos sem dinheiro… Tudo bem, vamos ao que interessa. Você está livre para agir, mas deve assegurar a segurança dos reféns, que é a maior prioridade, e depois vem o cofre. Você tem que tentar impedi-los. Não ataque se não achar que pode alcançar estes dois objetivos. Confie em mim, Luke, você estará em sérios problemas se um dos reféns morrerem.

Luke deu de ombros: — Entendido. O limite é que os reféns não morram, certo?

Dustin respondeu: — Isso mesmo. Não conseguimos chegar num entendimento com o departamento de polícia do distrito central sobre o comando. Eles querem que você obedeça a suas instruções, mas o chefe rejeitou isso.

Luke ficou perplexo: — O quê? Tenho certeza de que morrerei muito rápido se eu ouvir eles.

Dustin falou: — Sabemos disso. É por isso que recusamos, independente de qual contribuição faça depende de você agora.

Luke respondeu: — Bem, não será um problema se eu matar todos, certo?

Após um breve silêncio, Dustin disse: — Você deve poupar pelo menos o Hans, ou será difícil de resolver o caso.

Luke concordou: — Okay, isso torne mais fácil para mim agora. Estou desligando, chefe.

Dustin falou: — Cuide-se.

Dustin suspirou em seu escritório: — Aqueles são cinquenta criminosos armados. Você faz parecer que não é grande coisa. — Entretanto, quando lembrou do relatório de Elsa do desempenho de Luke, teve alguma esperança.

Se Luke abatesse todos os criminosos sem deixar nenhum refém ser ferido, seu departamento de polícia reivindicaria todo o crédito.

Embora este fosse um caso no distrito central, Luke por acaso estava lá, então este não estava cruzando uma linha.

Se fosse qualquer outro, Dustin teria dito para se esconder e apenas passar informação.

Nenhum chefe pediria ao seu subordinado para desafiar cinquenta inimigos sozinho — isso era suicídio.

Ele encerrou a ligação e começou a aquecer. Estava prestes a descer, quando houve uma explosão intensa abaixo, que enviou vidro quebrado voando.

Luke esticou a cabeça só para ver que foi do segundo andar, onde os RPGs foram lançados mais cedo.

Detetive John, você é durão! Quantos C4 você usou?

Graças a este sabotador louco, Luke sentiu que não seria difícil de criar um milagre.

Porém, um dilema surgiu.

A polícia e os criminosos começaram as negociações.

Luke colocou seu fone de ouvido e conectou no canal dos criminosos com seu celular falso.

Então, ouviu uma voz familiar: — Seu ratinho, você acha que pode nos assustar? Pegarei você e te jogarei do terraço.

— Hehe! Hans, você não disse que me mataria? Envie mais pessoas! Estou esperando por você! Deixe-me ver… qual é o nome deste cara? Ele é tão alto, mas tem pés de mulher! Nojento! — Essa também era uma voz familiar.

Isto o deixou sem palavras. Bem, estava claro que Hans e o Detetive John estavam em termos ruins.

Luke disse desculpas secretamente para John porque tinha que deixá-lo distrair os criminosos sozinho.

Ele voltou ao 30º andar. Respirando fundo, descobriu que havia poucos criminosos agora. Pelo menos vinte haviam deixado o andar onde os reféns estavam sendo mantidos.

Hans estava provavelmente irritado pelas explosões e zombarias de John, o que o deixou mais determinado a matá-lo.

Luke estava bem confiante no Detetive John, que já deve ter matado mais de um criminoso. Seria difícil para ele morrer.

Um momento depois, ouviu algo mais no fone: — Larry, Carl, a bomba foi armada no terraço?

Luke percebeu de repente que tinha acabado de vir do terraço.

Pensando por um momento, pressionou um botão e falou em voz baixa: — Sim!

— Desça e defenda as portas. O FBI deve estar a caminho. — A pessoa estava preocupada demais para notar algo de errado e continuou a instruir: — Leve alguns reféns para o terraço. Quando os helicópteros policiais se aproximarem para pegá-los, detone a bomba.

Luke respondeu: — Okay.

Isto o chocou bastante.

Hans certamente merecia morrer miseravelmente por planejar usar os civis inocentes no prédio como isca antes de explodi-los.

Todavia, Luke não se arrependeu por não o matar antes, seus lacaios poderiam ficar descontrolados de outro modo, e começariam a matar pessoas aleatoriamente.

Pelo menos, Hans não mataria todos os reféns porque seu objetivo era o dinheiro.

Pensando rápido, voltou ao terraço e se escondeu no parapeito acima da porta.

Um momento depois, o elevador tocou e houve passos de mais de dez pessoas.

Luke respirou fundo e travou nos três alvos.

Um estava na frente, outro atrás e um no meio. Era uma maneira clássica de escoltar reféns.

Luke segurou a familiar Glock 23 na mão direita e uma M1911 que acabara de adquirir na mão esquerda.

Respirou fundo e observou os criminosos na frente e no meio aparecer.

Naquele ponto, o criminoso na liderança percebeu que algo estava errado quando não viu seu compatriota no terraço e chamou: — Carl?

Luke saltou.

Girando no ar, usou a Glock para disparar no criminoso na parte de trás do grupo, que estava prestes a sair da porta.

Um momento depois, travou outro alvo com a M1911.

Bam!

O criminoso no meio levou um tiro na cabeça.

Luke aterrissou com firmeza e balançou o pulso direito.

Pa!

Sua Glock explodiu na cabeça do criminoso na frente.

Houve um silêncio completo por um momento, que foi rapidamente quebrado pelos gritos dos reféns.

Luke guardou a arma e mostrou o distintivo para eles: — LAPD, por favor, fiquem quietos. Vocês conseguirão sair quando os helicópteros chegarem.


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