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Super Detective in the Fictional World – Capítulo 155

Pequeno Presente de Takagi

Luke realmente não esperava uma recompensa de Takagi, mesmo que o último tivesse dado seu cartão e o chamado de salvador.

Ele sabia muito bem como os japoneses eram.

As pessoas de seu país eram modestas, confiáveis, educados, respeitosos e davam grande importância a hierarquia social.

No entanto, também tinham o potencial para derrubar qualquer coisa que estivesse acima deles, e podem ficar furiosos e virarem bestas sedentas que não ligavam para nenhum tipo de código de conduta.

Também registraram seus atos e passaram como contos através das gerações.

Eles eram um povo altamente complicado e controverso.

Assim, Luke não esperava muito de Takagi. Embora o homem tenha se curvado para ele, pode ter sido somente um ato de educação e não necessariamente significa que realmente pensava bem de Luke.

De repente, Takagi apareceu na câmera: — Vamos transferir as ações e atualizar os meios de segurança do nosso cofre. Gostaria de apontar, no entanto, que o sistema de energia em Los Angeles é terrível. O apagão no distrito central foi o motivo pelo qual os assaltantes conseguiram superar o meio de proteção eletromagnético final do cofre. Estaremos processando nosso fornecedor de energia.

Luke e Selina se entreolharam perplexos.

Após um longo tempo, Luke finalmente falou: — Então foi assim que os assaltantes abriram o cofre. Estava me perguntando como conseguiram abrir sem ter o código do Takagi.

Ele também sabia que foi ideia do FBI de cortar a energia, já que era muito difícil para pessoas normais que não sabiam onde o centro de energia ficava fazer isso.

Somente o FBI ou a polícia poderia forçar o fornecedor de energia desligar a coisa toda.

Após Luke dizer a ela o que o FBI fez, Selina riu alto: — Eles terão que pagar os danos?

Luke deu de ombros: — O Departamento de Polícia de Los Angeles tem a mim, e o McClane tem sua esposa, então quem a Corporação Nakatomi pode culpar neste caso além do FBI, que mal contribuiu em algo?

Ele sabia o motivo do FBI ter sido pouco amigável com ele.

Eles cometeram inúmeros erros e não ajudaram em nada. Era até possível que aquele que estava encarregado do caso fosse rebaixado.

Luke ficaria feliz em ver isso acontecer.

Os subordinados idiotas do homem dispararam uma rajada nele do helicóptero, e Luke teria sido morto se não tivesse reagido rápido.

Já era bom não ter pedido umas desculpas ou compensação do FBI.

Luke conversou com Selina por um tempo antes de irem tomar um banho e irem para cama.

No dia seguinte, Catherine ligou para Luke que estavam indo para Los Angeles no dia seguinte.

Ele ficou feliz sobre a visita de sua família. Prometeu que pagaria pela acomodação e passagens de avião.

Selina também ficou animada.

Robert também era como família para ela, pois começou seu trabalho sob seu comando.

Selina se voluntariou a pegar a família de Luke no aeroporto e procurar por um hotel para eles.

Isto facilitou as coisas para Luke, já que Selina estava disposta a ajudar.

Eles tiveram que estar em dever em alguns dias, então poderiam se revezar na companhia da família de Luke.

Enquanto fazia planos para o feriado, seu celular tocou e era uma ligação de Dustin: — O que você fez para o Takagi? Ele disse que vai te dar um milhão de dólares como recompensa pessoal.

Luke foi pego de surpresa: — O quê?

Dustin sorriu: — Isso mesmo, uma recompensa pessoal dele, não da Corporação Nakatomi. Você vai ser um milionário, Luke.

Luke franziu a testa. Não gostou de como isso soou.

Pensando por um momento, perguntou: — O que nosso departamento ganhará?

Dustin respondeu: — A Corporação Nakatomi está disposta a doar quinhentos mil ao nosso departamento para atualizar nosso equipamento, tipo os walkie-talkies para os oficiais.

Luke ficou sem palavras. A Corporação Nakatomi estava zombando da polícia? O Detetive John deixara a polícia saber o que estava acontecendo ao atirar o corpo de um dos assaltantes pela janela ao invés de contactá-los pelo walkie-talkie.

Antes disso, o operador tratou a ligação de John por ajuda no canal de emergência do walkie-talkie como uma pegadinha e ignorou.

Se não tivesse sido por Luke e John, muitos reféns teriam morrido, e muitas pessoas na LAPD teriam sido punidas por isto, incluindo o operador.

É claro, os operadores de emergência americano eram infames por serem pouco confiáveis.

Isso provavelmente foi porque muitas pessoas ligavam para o 911 como pegadinha, inevitavelmente levando os operadores a tratarem ligações de emergência real como uma brincadeira.

Após um breve silêncio, Luke perguntou: — Chefe, qual é a sua sugestão?

Dustin coçou a cabeça.

Dinheiro importava mais que tudo nos Estados Unidos. Ele poderia dizer a Luke para recusar?

Porém, se Luke aceitasse, seria como um tapa na honra do Departamento de Polícia de Los Angeles.

Portanto, sugeriu: — Se possível, pode manter a questão da recompensa pessoal do Sr. Takagi entre vocês dois?

Luke pensou por um momento e respondeu: — Tudo bem, chefe, vou tentar.

Ele encontrou o cartão que Takagi lhe dera e fez uma ligação.

Um momento depois, um homem atendeu: — Aqui é o Takagi. Quem é?

Luke respondeu: — Luke Coulson, o detetive. Você lembra de mim, certo?

A voz do Takagi imediatamente ficou calorosa: — É claro, Sr. Luke. Eu ia contatar você.

Luke riu: — Sr. Takagi, é um prazer falar com você novamente. Meu colega me disse que quer me dar uma recompensa pessoal, é verdade?

Takagi respondeu solenemente: — Sim. Esta é apenas uma pequena quantidade de dinheiro. Você deve aceitar.

Luke ficou perplexo. Sabia que era inapropriado aceitar o dinheiro, e estava ciente que certamente não era uma pequena quantidade.

Ponderando por um momento, Luke propôs: — Sr. Takagi, você poderia mudar sua recompensa pessoal? Minha família está vindo para Los Angeles amanhã e ficarão por uma semana. Você pode organizar acomodação e arrumar um tour durante a semana?

Após um breve silêncio, Takagi respondeu: — Isso é pequeno demais para retribuir você.

Luke riu: — Sr. Takagi, sou um policial. É o meu trabalho.

Takagi, todavia, também riu: — Não, Sr. Luke, sei muito bem que a polícia americana não é obrigada a proteger nenhuma pessoa. Não era sua responsabilidade me salvar.

Por um momento, Luke ficou atordoado. Realmente não tinha pensado muito nisso.

Sempre considerou seu dever salvar aqueles em necessidade e salvou muitos deles.


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Aquele acima de tudo e todos
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Aquele acima de tudo e todos
5 dias atrás

Ta vendo ? Luke é um herói, não um policial porra, se bem que ele tá mais pra anti herói né, já que ele mata, heróis não Matam.

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