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Super Detective in the Fictional World – Capítulo 173

Ataque ao Bordel Ilegal (Parte 2)

Os dois gângsteres restantes ficaram com tanto medo que não ousaram colocar a cabeça da cobertura novamente.

Ignorando-os, Luke saiu sem nenhuma hesitação.

De uma vez, jogou as duas pistolas vazias de repente.

Os dois gângsteres que estavam rastejando para frente foram atingidos na cabeça e desmaiaram, incapazes de ficar de pé.

Luke os alcançou e pegou suas armas antes de chutá-los com força na nuca. Então se virou e levantou a arma.

Bang! Bang!

Um cara que estava estendendo o pescoço para ver o que estava acontecendo teve a cabeça explodida. Assustado, seu parceiro apressadamente se escondeu atrás de um carro.

Ignorando o segundo homem, Luke se moveu pelo lado e achou outros três gângsters vindo de outra direção.

Foram os últimos a chegar e não sabiam o que estava acontecendo.

Bang! Bang! Bang! Bang! Bang! Bang! Bang!

Desde que estavam tão próximos, foram todos baleados. Dois mal resistiram e o último gritou miseravelmente após ser baleado no braço.

Luke puxou o gatilho friamente.

Pa! Pa! Pa!

Largando a arma agora vazia da mão esquerda, voltou ao homem que deixou mais cedo.

O cara estava escondido num canto e fazendo uma ligação freneticamente.

Luke zombou enquanto o ouvia.

Pa!

A cabeça do idiota que planejava ligar por reforço explodiu. Alguém ainda estava fazendo perguntas do outro lado da ligação.

Luke agachou e pegou o celular. Zombou para o homem da ligação que ainda estava fazendo barulho e esmagou o celular em pedaços.

Voltou as máquinas abandonadas próximas do escritório e respirou fundo para ativar o Olfato Aguçado.

Contornando os dois gângsters sobreviventes fora do escritório, Luke olhou para as costas das três pessoas no escritório e levantou lentamente a arma.

Bang! Bang! Bang! Bang! Bang! Bang! Bang!

Três gritos explodiram do escritório, mas foram rapidamente cortados.

Assustados pelos disparos e gritos inesperados atrás, os dois gângsters fugiram.

Luke se aproximou da janela para checar a situação antes de saltar para dentro.

Pa! Pa! Pa!

Disparando nas cabeças dos três caras que desabaram, Luke chegou na porta e levantou a arma de novo.

Bang! Bang! Bang! Bang!

Os dois gângsters que fugiram em direções diferentes caíram e não fizeram som.

Colocando o dinheiro da gaveta na mochila, despejou uma garrafa de Vodca em alguns documentos no armário, acendeu um isqueiro e jogou no papel.

O fogo espalhou rapidamente e o escritório logo estava em chamas.

Luke saiu. Pegando uma AK e um pente do morto na porta, mesclando-se na escuridão.

Um momento depois, dois porteiros assustados que estavam escondidos no escuro também foram mortos.

Por fim, Luke caminhou lentamente na direção dos barracões, que não estavam longe do escritório.

Os dois gângsteres que foram postos como guardas morreram. O local agora estava indefeso.

Vários homens fugiram, mas Luke se moveu nas sombras e não os matou.

Pelo cheiro, podia dizer facilmente o que aqueles homens estavam fazendo momentos atrás.

Sem roupas, em pânico e desarmados, não eram gângsteres, eram clientes que estavam aqui para se divertir.

Eles podem não ser caras bons, porém, certamente não seria certo matá-los indiscriminadamente.

Além disso, havia mais de sessenta homens destes nos barracões.

Se Luke matasse todos, isso seria cem mortos, incluindo os gângsters. As chances eram que o governo francês tratasse isto como um ataque terrorista.

Assim, simplesmente os evitou e entrou um dos barracões.

No momento que entrou, sua M1911 abriu fogo de novo e deixou três buracos na porta.

Um homem atrás da porta largou a arma e desabou com a mancha de sangue intensa.

Era o último gângster restante que ainda estava protegendo o local.

É claro, não estava fora do dever, todavia, devido ao medo e esperança de sobreviver do desastre, se escondeu aqui.

Era uma pena que seu desejo não se tornou realidade.

Os disparos inesperados assustaram as garotas no cômodo. Todas gritaram.

Sem dizer nada, Luke tirou seu celular falso e digitou algo.

As garotas gritaram novamente e olharam para o homem cuja aparência estava totalmente oculta pelo que estava usando.

Este permaneceu parado e em silêncio, e as garotas não conseguiram parar de gritar.

Naquele momento, muitas delas tiveram o mesmo pensamento: Os guardas aqui eram malignos, então este estranho deveria ser um cara bom porque os matou?

Mesmo que não fosse um cara bom, esta era a chance das garotas fugiram porque os guardas foram mortos.

Luke terminou de digitar e pressionou play. Uma voz masculina eletrônica soou no cômodo: — Alguém aqui com uma origem influente e rica, saia e ligue para sua família e exponha o que esteve acontecendo aqui da maneira que puderem.

Nenhuma das garotas respondeu.

A voz eletrônica continuou: — Vocês devem ser rápidas. Se os reforços chegarem e cercarem vocês de novo, perderão a chance, então vocês não têm muito tempo.

Enquanto tocava o texto, abriu as portas das jaulas em que as garotas estavam com a chave que encontrou no guarda: — Não fuja por conta própria. A polícia terá que resgatar todas se estiverem juntas como um grupo; se fugirem sozinhas, não serão mais que uma pessoa desaparecida que ninguém se importa. Vocês já estão desaparecidas, ninguém se importará se desaparecerem novamente.

Após abrir as jaulas, se virou e saiu: — Boa sorte, meninas!

Um momento depois, desapareceu.

As garotas no cômodo se entreolharam atordoadas. De repente, algumas saíram das jaulas pelos celulares que Luke tinha pego dos gângsteres.

Luke as ouviu lutando pelos celulares e fazendo ligações como loucas. Ele realmente não sentiu nenhum nervosismo e inveja.

Ele havia matado todos os guardas e levaria pelo menos meia-hora para os reforços chegarem.

Além disso, Luke estava aqui pela experiência e crédito, então quanto mais gângster houvesse, mais feliz ficava.

Amanda também estava no cômodo. Foi sortuda que por ainda não ter sido enviada para os outros barracões.

Quanto as garotas nos barracões adjacentes…

Luke suspirou silenciosamente.


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